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abeacoMaterial mais reciclado do mundo, o aço está presente em nosso dia a dia em forma de carros, geladeiras e embalagens, por exemplo. Mais de 385 milhões de toneladas são recicladas no planeta por ano, só no Brasil cerca de 200 mil toneladas de latas de aço pós consumo retornam para o processo de reciclagem.

No Brasil, assim como no restante do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas utilizam o material para fazer um novo aço, ou seja, cada usina siderúrgica é uma planta recicladora. O aço para reciclagem não precisa ser totalmente livre de contaminantes, já que as siderúrgicas desenvolveram processos capazes de eliminá-los.

Em países da Europa, como Alemanha e Bélgica, o índice de reciclagem das latas de aço pós consumo é acima dos 95%. No Brasil, 47% do total das latas de aço consumidas são recicladas, incluindo embalagens de alimentos, como ervilha, milho e sardinha, bebidas, bem como latas de tintas, de massa corrida e de produtos químicos. Este índice vem aumentando graças à ampliação de programas de coleta seletiva e educação ambiental. Mas como as latas de aço são recicladas?

Como é o processo de reciclagem das latas de aço?

Para reciclar as latas de aço de alimentos, basta lavá-las e separá-las do lixo orgânico. O indicado é aproveitar o produto ao máximo até que a lata esteja completamente vazia, para evitar o desperdício de alimento. Quanto as latas de tintas, não é necessário lavá-las. O filme de tinta que sobra na superfície interna costuma secar em cerca de 24 horas e não atrapalha a reciclagem.

Todas as latas de aço podem ser entregues na coleta seletiva municipal ou encaminhadas para a Prolata (associação sem fins lucrativos de incentivo para reciclagem de latas de aço pós-consumo), para cooperativas de catadores ou para pontos de entrega voluntária (PEVs). Segundo Juliana da Silva, vice-presidente da cooperativa Vitória do Belém, de São Paulo (SP), a maior parte das latas de aço recebidas vem de condomínios e casas. Em 2020, a Vitória do Belém já recebeu cerca de sete toneladas de embalagens de aço. As latas de aço são separadas por processo manual ou utilizando separadores eletromagnéticos e, depois, passam por peneiras para a retirada de contaminantes.

Em seguida, as embalagens de aço são prensadas em fardos para facilitar o transporte nos caminhões até as indústrias recicladoras, isto é, as siderúrgicas. Ao chegar na usina siderúrgica, a sucata é processada antes de ir para fornos elétricos ou a oxigênio, aquecidos, em média, a 1550 °C. Após atingir o ponto de fusão e chegar ao estado líquido, o material é moldado em tarugos e placas metálicas. A sucata leva somente um dia para ser reprocessada e transformada novamente em lâminas de aço usadas por vários setores industriais – das montadoras de automóveis às fábricas de latinhas. O material pode ser reciclado infinitas vezes, sem causar perdas mecânicas (como dureza e resistência) ou prejudicar a qualidade.

“Na Gerdau, milhares de toneladas de sucata ferrosa são transformadas em novos produtos todos os dias”, comenta Carlos Vieira da Silva, diretor de Matérias-Primas e Florestal da Gerdau. A utilização de matérias-primas recicláveis se faz cada dia mais importante. Em 2019, a Gerdau reciclou mais de 11 milhões de toneladas de sucata em suas usinas no Brasil e nas Américas. Ou seja, 73% do aço produzido por ela tem a sucata ferrosa como principal matéria-prima. “O aço pode ser reciclado diversas vezes sem perder a qualidade, contribuindo com a preservação dos recursos naturais”, afirma o executivo. O aço da Gerdau é consumido por diversos setores, com destaque para os segmentos da construção, infraestrutura, indústria, agronegócio e energia.

“A lata de aço é 100% reciclável, ou seja, a embalagem de aço que você descarta seletivamente pode voltar infinitas vezes à sua casa, em forma de tesoura, maçaneta, arame, automóvel, geladeira ou até mesmo uma nova lata”, conclui Thais Fagury, presidente da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço).

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mundo*Por Giovanna Cappellano

Não é a novidade que o meio ambiente pede socorro. E no mês em que é comemorado o Dia da Amazônia e o Dia da Árvore, devemos refletir sobre a importância dessas duas datas que voltam nossos olhares sobre a responsabilidade que todos nós temos.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o sexto Panorama Ambiental Global de 2019 alerta que o mundo não está no caminho para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030, ou mesmo até 2050, e que os poluentes em nossos sistemas de água potável farão com que a resistência antimicrobiana se torne a maior causa de mortes até 2050.

Outro dado lastimável: o relatório afirma que se não ampliarmos drasticamente a proteção ambiental, cidades e regiões na Ásia, Oriente Médio e África poderão testemunhar milhões de mortes prematuras até a metade do século. Por outro lado, o estudo também destaca que o mundo tem a ciência, a tecnologia e os recursos financeiros de que precisa para seguir na direção de um caminho de desenvolvimento mais sustentável, e é neste ponto que quero tocar.

Nesse sentido, acredito que as indústrias brasileiras precisam ter uma postura proativa na conservação de recursos genéticos da biodiversidade brasileira e na atuação com as comunidades que habitam as regiões, envolvendo-as no fomento e na valorização do trabalho local de modo a garantir a sustentabilidade. E em tempo de pandemia onde estamos todos olhando para dentro de casa, é inevitável que as empresas façam o mesmo.

O Grupo realiza inúmeros esforços visando minimizar sua pegada. Trabalha ativamente por práticas como economia circular, reuso de água e logística reversa, além de termos sido a primeira indústria do setor químico da América Latina a emitir títulos verdes. Podemos destacar que por razão da inauguração da Planta de Clorito de Sódio, em Santa Bárbara d’Oeste, em São Paulo, inaugurada em 2019, evitamos a emissão de 1.292,75 tCO2e, já que antes o produto era importado da China.

Também nos associamos este ano ao Benchmark Club do CDP nos temas Mudanças Climática e Segurança Hídrica, no intuito de trazer as melhores práticas do mercado para dentro de casa, e compartilhar um pouco da nossa expertise.

O CDP é uma organização sem fins lucrativos e uma das maiores referências no mundo quando se trata de captação, estudo e disponibilização de dados nestes temas.

Atualmente, mais de 90% do desmatamento na Amazônia é ilegal, o que ameaça o equilíbrio ambiental global, prejudica a imagem do Brasil e impacta negativamente a economia do país.  Neste sentido, apoiamos publicamente o documento 10 Princípios Empresariais para uma Amazônia Sustentável, lançado pela Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura, CEBDS, Instituto ETHOS, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Sistema B e Instituto Arapyaú, que tem como objetivo se tornar um movimento do setor empresarial brasileiro para a construção de propostas concretas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia no caminho para a COP-25 e além.

No dia a dia da Concepta Ingredientsuma das nossas unidades de negócios, temos como objetivo desenvolver soluções naturais e tecnológicas com foco nas indústrias de alimentos saudáveis, naturais e orgânicos, mas sempre de modo a incentivar as cadeias agroflorestais e extrativistas que valorizam a floresta em pé e forneçam alternativas viáveis de produção e obtenção de renda para as comunidades produtoras, por meio do trabalho com produtos de origem na sociobiodiversidade, evitando assim o desmatamento e a consequente emissão de gases do efeito estufa.

Com essa forma de atuar, já podemos comemorar a conquista de resultados expressivos como ter 295 produtores rurais envolvidos diretamente no processamento e coleta das cadeias de valor, preservando 237 hectares de floresta nativa certificada orgânica por incentivo direto da empresa, o que representam cerca de 256 campos de futebol, e ter mais de75% dos fornecedores certificados orgânicos para nossa linha de Óleos Exóticos.

Um outro exemplo que evidencia como é possível promover a atividade industrial e ao mesmo tempo envolver as comunidades brasileiras para preservar os recursos naturais nativos do país é o Programa de Valorização da Sociobiodiversidade®, um sistema de colaboração participativa com comunidades e associações regionais que garante a rastreabilidade completa de matérias-primas provenientes da Floresta Amazônica e de outros biomas brasileiros. Mantido pela Beraca, unidade de negócio do Grupo Sabará, as ações previstas promovem mudanças substanciais na vida das famílias envolvidas.

A atividade é conduzida hoje em dia em doze Estados do país, beneficia 2.500 famílias diretamente de 105 núcleos comunitários, envolve mais de 255 mil hectares com certificação orgânica e recebe, por parte da empresa, mais de R$ 8 milhões em investimento para a manutenção do Programa.

Mas não são apenas grandes investimentos que fazem a diferença. Participar de outras causas já existentes é um ótimo passo. Nesse sentido, somos parceiros do Programa Mundo Limpo Vida Melhor, que existe no estado de Pernambuco há 11 anos, e que tem como objetivo a coleta de óleo de fritura usado para reutilização no processo de fabricação de sabão em barra. Entre os resultados, temos como benefícios a redução no consumo de recursos naturais, evitar o descarte inadequado do resíduo no meio ambiente além da contaminação de recursos hídricos e ainda contribuir com recursos financeiros para o Hospital Público local.

Com essa análise, quero mostrar que empresas de qualquer porte possuem condições de se engajar, e consequentemente envolver seus colaboradores em ações e hábitos de extrema importância para uma mudança de comportamento em busca de um mundo mais verde.

Além disso, ações mais tradicionais também são de extrema relevância para as indústrias como mudar o uso da água com práticas de reuso e captação de água de chuva, expandir fontes de energia, reforçar as ações de reciclagem e destinação adequada de resíduos, alterar fontes combustíveis, e principalmente atuar como propagador de conhecimento e informação. Afinal, essas iniciativas mostram que é possível que instituições privadas, cada uma delas dentro da sua realidade, possam agir em prol da defesa de questões ambientais e sociais.

*Responsável pela Área ESG – Ambiental, Social e Governança do Grupo Sabará

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veraliaComposto essencialmente por areia, barrilha e calcário – matérias-primas naturais e abundantes – , o vidro é 100% reciclável, infinitamente. As embalagens de vidro também são benéficas ao consumidor, pois conservam adequadamente alimentos e bebidas, além de precisarem de menos conservantes e estabilizantes.

A Verallia, fabricante de embalagens de vidro para alimentos e bebidas, destaca cinco vantagens das embalagens de vidro para alimentos e bebidas.

  1. Sustentabilidade. Material 100% reciclável, a embalagem de vidro pode ser reciclada infinitas vezes, sem perder a qualidade ou a pureza do produto. Com a utilização de cacos para a produção de novas embalagens são reduzidos o consumo de energia, a emissão de CO2 e a extração de matéria-prima.
  1. Conservação. A embalagem de vidro é inerte e não reage quimicamente. Como o vidro é neutro, não altera sabor, odor, cor ou qualidade do produto embalado, preservando a saúde do consumidor em produtos alimentícios, cosméticos e farmacêuticos. Alimentos e bebidas acondicionados no vidro levam menos conservantes e estabilizantes.
  1. Prazo de validade. Como é impermeável, a embalagem de vidro impede a ação de qualquer agente externo, o que aumenta o prazo de validade dos alimentos.
  1. Design. A maior resistência e a durabilidade permitem ao vidro ousadia no design, respeitando as especificações técnicas exigidas para envase e manuseio. Sua versatilidade possibilita inúmeras opções de design, tornando a embalagem atrativa ao consumidor.
  1. Temperatura. O vidro é um mal condutor térmico e elétrico, ideal para armazenamento de produtos que precisam de cuidado especial quanto a exposição à temperatura, como palmito, azeitonas e bebidas alcoólicas, por exemplo, pois prolonga a conservação de alimentos.

“Escolher o vidro para ser a embalagem preferencial de seus produtos não é apenas uma escolha econômica, mas é, principalmente, um caminho inteligente e consciente. Temos trabalhado nossos desenvolvimentos sempre focados em sustentabilidade. A maioria de nossos produtos é desenvolvida pensando no conceito ECOVA, com produtos até 30% mais leve do que as tradicionais. Além disso, são produtos eco-projetados, ou seja, atendem aos requisitos técnicos, otimizando o uso de recursos naturais”, finaliza Letícia Zydowicz, gerente de EHS da Verallia.

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Anderson-Mancini-3Por Anderson Mancini*

Não há mais tempo para perfumarias. A pandemia de Covid-19 fez com que as metas e objetivos das empresas tivessem de ser ainda mais assertivas. Conquistar novos clientes, aumentar as vendas e expandir os mercados é, muitas vezes, questão de sobrevivência. Nesse cenário, a principal aposta é a transformação digital.

Uma pesquisa recente da KPMG, que entrevistou 315 executivos de alto escalão em todo o mundo, indicou que mais da metade dos empresários brasileiros irão priorizar investimentos em novas tecnologias e na digitalização de processos como forma de lidar com a crise e preparar as empresas para o pós-pandemia.

Ao contrário do que muitos podem acreditar, a transformação digital não é feita apenas com soluções de inteligência artificial ou machine learning, por exemplo. O investimento necessário para esse processo demanda investimentos, é claro, mas não somente financeiros. É preciso tempo e dedicação para criar uma cultura digital que inspire todos os funcionários de maneira top-down – ou seja, a começar pelos líderes. Conhecimento técnico também é fundamental, assim como diminuir o tempo de decisão, fazendo com que os planos sejam aprovados de forma mais ágil e autônoma.

Tecnologia é o meio, não o fim

Entretanto, como já disse algumas vezes em outros artigos, a transformação digital é feita de pessoas para pessoas. A tecnologia é apenas um dos meios que permitem que ela aconteça. Com a estrutura que sua empresa já dispõe e maior engajamento para conhecer seu público, é possível criar formas diferentes de oferecer seus produtos e serviços. Vale lembrar que a inovação e a transformação também podem ocorrer no seu modelo de negócios – será que ele é o mais adequado para o momento?

Nenhuma estratégia é capaz de atingir bons resultados sem o devido conhecimento do mercado, do comportamento dos clientes e suas expectativas em relação ao que você tem a oferecer. Com essas informações em mãos, é possível desenhar ações para atrair o cliente certo, no momento certo.

Como fisgar os clientes online?

Isso pode ser feito de várias maneiras. Oferecer promoções como “leve junto”, categorizar produtos de acordo com as necessidades dos clientes, disponibilizar diversas formas de filtro para que ele encontre a mais agradável – “Mais vendidos”, “Menor preço”, “Maior desconto”, etc.

Para lojas online que ainda estão começando, uma boa estratégia para fidelizar os clientes é oferecer um desconto na primeira compra a partir do cadastro de e-mail. Assim, você ganha um valioso canal de comunicação com o consumidor e deixa uma boa impressão logo de cara.

Estratégias de marketing digital e de conteúdo, UX (User Experience) e mídias sociais devem fazer parte do planejamento de qualquer negócio online. Quanto mais você puder criar relacionamento com o seu cliente, melhor! Lembre-se que, com a pandemia, a concorrência digital aumentou – e muito! Portanto, ofereça a melhor experiência para se destacar.

Os dados são o bem mais valioso para uma empresa nos dias de hoje. E fazer análise desses dados, transformando isso em informações úteis, novos produtos, serviços, ou novas formas de oferecer os produtos, é essencial para gerar previsões capazes de aumentar vendas e atrair novos clientes. Sem dúvida, vale o investimento.

Fundador da  Neotix Transformação Digital*

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Tom Clancy

Tom Clancy

A UiPath  divulgou os resultados de um estudo por ela solicitado e realizado pela Forrester Consulting: O Futuro do Trabalho: Um Enfoque na Pandemia. O estudo mostrou que as empresas estão cada vez mais usando o RPA e outras tecnologias inteligentes de automação para lidar com as novas pressões de negócios e de mercado decorrentes da pandemia, mas ainda acreditam que uma abordagem centrada nas pessoas é a chave para o sucesso do futuro do trabalho.

Durante o mês de maio de 2020 (no auge da crise), a Forrester conduziu uma pesquisa on-line com 160 tomadores de decisão na área de automação robótica de processos advindos de operações, serviços compartilhados, finanças e outras linhas de negócios em organizações que abrangem França, Alemanha, Japão, Reino Unido e os EUA. Os resultados da pesquisa mostraram que a pandemia:

.Acelerou as transformações digitais e criou um aumento no investimento em automação. 

O mundo testemunhou mais transformações digitais nos últimos meses do que nos cinco anos anteriores. As tecnologias inteligentes de automação, incluindo o RPA, estão apoiando e acelerando tal aumento.

Com 48% dos entrevistados planejando aumentar os investimentos com RPA no próximo ano, as empresas estão usando o RPA para:

-Aumentar a agilidade, a diversidade e a flexibilidade nas operações da cadeia de suprimentos (83%);

-Lidar com pressões extraordinárias de custos, automatizando tarefas administrativas (back-office) e operacionais (80%); e,

-Apoiar a mão-de-obra remota (75%).

.Aumentou a necessidade de uma mão-de-obra centrada nas pessoas. 

A automação é necessária para enfrentar os desafios econômicos pós-pandemia, mas requer uma abordagem focada nos funcionários. Cinquenta e sete por cento dos entrevistados dizem que seus funcionários estão moderadamente ansiosos ou muito ansiosos em relação à capacidade de ter sucesso em seus empregos com a automação e com o estresse causado pela pandemia.

Como resultado, é fundamental que as empresas ofereçam oportunidades de aprimoramento e treinamento sobre automação, para que os funcionários tenham as habilidades necessárias para prosperar no trabalho futuro e maximizar o potencial de investimentos em automação. Sessenta por cento dos tomadores de decisão concordaram que os treinamentos no local de trabalho, para melhorar as habilidades digitais e de máquina, ajudam seus funcionários a lidar com os efeitos potenciais da automação e os prepara para o trabalho do futuro. As organizações devem desenvolver uma experiência pós-pandemia aos funcionários, oferecendo oportunidades de educação e monitorando sua saúde.

 “A pandemia virou o mundo de cabeça para baixo, e o choque acelerou muito o ritmo das empresas em direção ao futuro do trabalho. A automação emergiu como um ativo inestimável para as organizações adotarem esse novo modo de trabalho. A hora de automatizar é agora”, disse Tom Clancy, vice-presidente da UiPath Learning. “Agora, mais do que nunca, as habilidades digitais são necessárias. Para aumentar a retenção e ter maior produtividade, é de responsabilidade dos empregadores oferecer capacitação digital – especificamente treinamento em automação – como parte de iniciativas de desenvolvimento de carreira.”

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quimicaO Brasil importou US$ 3,5 bilhões em produtos químicos no mês de novembro. O valor representa uma redução de 17,6% em relação a outubro deste ano e de 14,1% na comparação com novembro de 2018. No acumulado do ano, por sua vez, as compras externas de produtos químicos somam US$ 41,1 bilhões, aumento de 3% frente ao mesmo período do ano passado.

Em termos de quantidades, as movimentações que superaram 43,8 milhões de toneladas, até novembro, significaram um aumento de 7% na comparação com o mesmo período de 2018. Os elevados níveis de aquisições farão de 2019, com projeção de mais de 47,5 milhões de toneladas, o terceiro ano em que se terá batido consecutivamente o recorde em volumes de compras externas de produtos químicos (anteriores eram de 45,2 milhões de toneladas em 2018 e de 43,1 milhões de toneladas em 2017), sobretudo em intermediários para fertilizantes, produtos que possuem plenas condições técnicas e econômicas de serem fabricados no País.

As exportações, de US$ 931,8 milhões, em novembro, foram 9% inferiores na comparação com outubro e 20,8% em relação ao mesmo mês de 2018. Entre janeiro e novembro deste ano, as vendas para o exterior totalizaram US$ 11,6 bilhões, recuo de 6,8% frente ao registrado em igual período do ano passado. As resinas termoplásticas, com vendas de US$ 1,7 bilhão, foram os produtos químicos mais exportados pelo País, apesar de uma queda de 11,2% de janeiro a novembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado.

O déficit na balança comercial de produtos químicos, no acumulado do ano, chegou a US$ 29,5 bilhões, 7,4% acima daquele registrado em igual período de 2018. Nos últimos 12 meses (dezembro de 2018 a novembro deste ano), o déficit de US$ 31,8 bilhões somente é inferior àquele do ano de 2013, então de US$ 32 bilhões.

“Pelo terceiro ano seguido, o volume das importações será recorde. As aquisições de mercadorias estrangerias deverão superar 47,5 milhões de toneladas em 2019, com uma participação, também recorde, de 42% de todo o consumo nacional de produtos químicos. Em um cenário como esse, se faz ainda mais crucial uma agenda de competitividade com entregas rápidas para a melhoria sistêmica do ambiente de negócios. Tanto o presente quanto o futuro de toda a indústria brasileira, especialmente a química, estão em pauta e é exatamente por isso que o setor químico defende um processo de inserção internacional amparado em negociações com parceiros estratégicos, avaliação de impacto econômico e regulatório, dialogado, transparente e condicionado à redução progressiva do Custo Brasil”, destaca Denise Naranjo, diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim.

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carlos jungPor Carlos Jung*

O mundo está em busca de alternativas para se recuperar da crise econômica. Para países com redução do consumo interno, como os da América Latina, uma das melhores alternativas para retomada do crescimento econômico é a exportação. A exportação cria demanda para a volta da atividade nas fábricas, gera empregos e capta investimento estrangeiro para a retomada da economia.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) comprovam essa tendência. A América Latina e o Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A maior parte dos países está aberta para o comércio e o crescimento da exportação gera muitas oportunidades para diversas empresas, independente de seu tamanho. Os países da América Latina têm como principal fonte de produção matérias-primas e commodities, sendo que os alimentos são o mais forte segmento devido à multicultura privilegiada pela geografia e condições climáticas. Também somos grandes produtores de máquinas industriais, com uma participação importante na economia e presente em todas as cadeias produtivas, fortalecendo a produção nos parques fabris instalados em diversos países latino-americanos.

A competitividade faz parte do cotidiano de uma empresa e, para integrar um mercado, é preciso estar presente nos principais canais de visibilidade do segmento. Esse é um dos motivos pelo qual lançamos a Expo América Latina Negócios, feira que acontecerá de 13 a 16 de outubro de 2020, em São Paulo.

Ao reunir compradores e clientes em potencial do mercado de alimentos e máquinas industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, temos o objetivo de criar uma oportunidade em que compradores e fornecedores dos principais mercados latino-americanos interajam e fomentem a economia, gerando negócios entre os países. Quando uma empresa está pronta para exportar o melhor a se fazer é estar onde seus potenciais clientes possam te ver.

* Diretor presidente da Diretriz Feiras e Eventos e idealizador da Expo América Latina Negócios.

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IndústriasA indústria paulista cresceu 2,6% em agosto, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada ontem (08/10), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa alta interrompeu o índice negativo dos últimos três meses. Além de São Paulo, outros 11 locais dos 15 pesquisados, demonstraram taxas positivas, contribuindo para o crescimento de 0,8% da indústria nacional no mês de agosto. Apenas os estados de Amazonas e Pará tiveram um avanço superior ao de São Paulo, com 7,8% e 6,8% respectivamente. Apesar de ainda manter uma retração de 0,7% no índice acumulado do ano, a alta de agosto eliminou quase inteiramente a queda acumulada nos meses de maio até julho.

 

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indO IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou agora em setembro,  os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. O levantamento aponta  que a indústria nacional recuou em sete Estados brasileiros, mas em contrapartida avançou em oito regiões no mês de julho, na comparação com o mesmo período de 2018. Dentre as regiões que apresentaram crescimento estão: Rio de Janeiro (4,8%), Paraná (4,8%), Pará (3,4%), Goiás (2,1%), Rio Grande do Sul (1,8%), Santa Catarina (1,4%), Ceará (1,9%) e Amazonas (0,3%).  Já os Estados que apresentaram queda foram: Espírito Santo (-14,2%), Pernambuco (-10,2%), Minas Gerais (-6,5%), Bahia (-5,6%), Mato Grosso (-3,2) e São Paulo (-2,7%).

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indO resultado do Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial para o mês de agosto apresentou crescimento de 18,3% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 3,5%. Na comparação com agosto do ano anterior, o índice apresentou queda de 22,2%. A mesma tendência foi identificada no acumulado de janeiro a agosto 2019, onde o índice recuou 3,7% na comparação com o mesmo período de 2018.

“O desempenho positivo do Índice em agosto foi relevante e conseguiu reverter a queda do mês anterior. No entanto, precisamos estar atentos pois o resultado acumulado no ano nos mostra que a cautela do empresariado para o lançamento de produtos ainda é predominante”, analisa Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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