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abimaqDescontente com a Medida Provisória 774, a ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos ingressou com mandados de segurança junto às delegacias regionais da Receita Federal, com pedido de liminar, visando assegurar a aplicação do cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita bruta durante todo o exercício de 2017 para os contribuintes que fizeram essa opção em janeiro deste ano.

De acordo com José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, trata-se de uma medida inconveniente no momento em que a indústria de máquinas e equipamentos passa pela pior crise da sua história. “A chamada ‘desoneração da folha’ – explica Velloso – consistia em efetiva redução de custos para a maioria das empresas do setor tendo em vista o peso da mão de obra na composição do preço das máquinas e equipamentos. Para as empresas que exportam, o benefício era ainda maior, visto que a parcela das vendas para o exterior podia ser deduzida da base de cálculo”.

As liminares obtidas até o momento pela entidade garante o benefício da desoneração da folha de pagamento até 31 de dezembro às associadas da ABIMAQ sediadas nas seguintes regiões das cidades de: São Paulo, Santo André, Jundiaí, Barueri, Contagem, Governador Valadares e Londrina “Dos 60 mandados de segurança ajuizados no Brasil na Procuradoria-Geral da Fazenda (PGFN), 45 são de titularidade da ABIMAQ”, esclarece José Velloso, presidente executivo da entidade.

SENTENÇA FAVORÁVEL

A ABIMAQ também conquistou sentença favorável, em 1ª Instância, na 13ª Vara Federal de Porto Alegre. O juíz reconheceu o direito de preservar o regime da Medida Provisória 774 as empresas no Estado do Rio Grande do Sul que fizeram a opção de continuar a aplicação do cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita bruta durante todo o exercício de 2017. “Essa decisão da Justiça será essencial para a manutenção de mais de 42 mil empregos”, frisa Velloso.

Para o presidente executivo da ABIMAQ, o parecer dos juízes vai contribuir para o aumento das exportações em cerca de 20%, diminuir 4% nos gastos sobre a receita líquida de vendas para o exportador e no mercado interno o fabricante terá uma dedução média na ordem de 1,5% no seu custo.

 

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quimicaO Brasil importou US$ 3,2 bilhões em produtos químicos no mês de maio, aumento de 29,8% em relação ao mês anterior e de 11,2% em relação ao total de US$ 2,8 bilhões em compras externas de maio de 2016. De janeiro a maio foram importados US$ 13,9 bilhões, valor 6,7% maior que no mesmo período do ano passado. A quantidade importada nos primeiros cinco meses de 2017 foi de 16,8 milhões de toneladas, aumento de 21,9%, na comparação com o acumulado entre janeiro e maio de 2016, devido, em grande parte, ao forte ritmo de importações de intermediários para fertilizantes, cujas compras externas superam 10,1 milhões de toneladas no acumulado do ano.

As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, somaram US$ 1,2 bilhão em maio, elevação de 12,1% em relação a abril e de 13,8% em relação às vendas externas de maio de 2016. No acumulado do ano, até maio, as exportações somam US$ 5,5 bilhões, valor 13,5% superior ao registrado em igual período do ano passado. Em termos de volumes, as exportações de produtos químicos movimentaram 6,9 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2017, crescimento de 1,6% em relação ao acumulado em igual período do ano passado.

O déficit acumulado da balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 8,4 bilhões entre janeiro e maio deste ano. Nos últimos 12 meses, de junho de 2016 a maio de 2017, o déficit em produtos químicos foi US$ 22,2 bilhões, registrando-se um leve aumento em relação ao déficit registrado em 2016, de US$ 22,0 bilhões.

“Apesar da recente elevação do volume importado e do bom desempenho em vendas externas no acumulado do ano, ainda permanecem razoavelmente incertos os rumos da balança comercial em produtos químicos para os próximos meses, uma vez que ainda é bastante conturbado o momento econômico nacional, bem como é um desafio colocar o produto brasileiro no mercado internacional com as perspectivas de fortalecimento do ritmo da produção e dos investimentos em mercados maduros como Estados Unidos e países europeus”, explica a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo.

 

 

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abimaqO Blog Industrial transcreve abaixo e na íntegra o posicionamento da ABIMAQ frente ao momento econômico atual.

Avança Brasil!

A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entidade que representa mais de 7,5 mil fabricantes de máquinas e equipamentos em todo o território nacional, acredita que as instituições brasileiras estão em pleno funcionamento, fruto do amadurecimento da nossa democracia.

 

Neste contexto, reiteramos as expressões do nosso total e irrestrito apoio ao princípio da legalidade, respeito aos preceitos estabelecidos na Constituição Federal e obediência ao devido processo legal.

 

Reafirmamos o nosso apoio ao Poder Judiciário, à Polícia Federal e ao Ministério Público na apuração e responsabilização daqueles que praticaram atos ilícitos ou que se beneficiaram deles, em detrimento de toda a sociedade brasileira e que resultaram em uma das maiores crises políticas e econômicas da história do Brasil.

 

A sociedade brasileira tem pressa, espera e cobra das instituições uma solução rápida para o impasse que se estabeleceu na política brasileira e que tanto tem prejudicado a nossa economia. O Brasil parou e precisa voltar a caminhar rumo ao restabelecimento da economia, o que só será possível com a rápida solução da crise política.

 

A atual crise ética e política têm sido catastrófica para a indústria e trabalhadores. Nós da ABIMAQ repudiamos que as desavenças e embates políticos se sobreponham aos interesses maiores da nação. A indústria, que já vem agonizando há anos em um claro processo de desindustrialização por conta de equívocos cometidos na política econômica, não suportará esse quadro de profundas incertezas que só pioram as perspectivas econômicas.

 

O Brasil tem pressa. É imprescindível restabelecer a governabilidade sejam quais forem os desdobramentos do processo de impeachment que tramita no Congresso Nacional.

 

O setor produtivo cobra celeridade, serenidade e espírito público daqueles que compõem os três poderes da República, para que o país possa retomar o caminho da confiança e crença no futuro, que passa, necessariamente, por reascender o espírito empreendedor dos brasileiros, com a retomada da indústria e geração de empregos.

 

Carlos Pastoriza

 

Presidente – Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ

 

 

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blogManufatura Avançada: O futuro se faz presente na FEIMEC

A interligação e comunicação entre as máquinas em uma linha de produção, controlada e monitorada virtualmente, onde há uma interação entre o ambiente real e virtual, com acesso às informações necessárias de desempenho na fabricação de produtos individualizados, já é uma realidade na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, evento de iniciativa da ABIMAQ e entidades do setor, que se realizará no período de 03 a 07 de maio, no São Paulo Exhibition & Convention Center

Inédito na América Latina, uma Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, Indústria 4.0, como é chamada na Alemanha, será apresentada no maior e mais moderno evento para lançamento de novas tecnologias, a FEIMEC. Com investimento superior a R$ 5 milhões e envolvimento de mais de 20 empresas, além de apoio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, o projeto contempla em paralelo à realização do Seminário “Manufatura Avançada: Indústria 4.0 Aplicação na Prática”, em parceria com a VDI – Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – e gerenciamento do Instituto Mauá de Tecnologia.

De acordo com João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia da ABIMAQ, o objetivo principal do Demonstrador é disseminar o conceito da Manufatura Avançada, contemplando as tecnologias, métodos e processos flexíveis, onde o P&D e a Engenharia são fatores críticos para o sucesso, além de integrar o setor de bens de capital aos sistemas informatizados, ao Big Data, à Inteligência Artificial, à Internet das Coisas e de Serviços, entre outros.

A ABIMAQ e o IPDMAQ, em conjunto com as indústrias de máquinas e equipamentos, automação e controle, integradores, tecnologia da informação e instituições de ensino e fomento, estão desenvolvendo o projeto que, baseado no uso de sistemas físico-cibernéticos, vai otimizar os processos fabris, principal eixo dos conceito da Manufatura Avançada.

4ª Revolução Industrial

A FEIMEC apresentará aos visitantes com esse Demonstrador as principais tendências no que vem sendo chamado como a 4ª Revolução Industrial que, no Brasil, é sinônimo do que denominamos de Manufatura Avançada e vem transformando a maneira como projetamos, fabricamos, distribuímos e nos comunicamos em nossa cadeia de valor, mudando o patamar da competitividade da indústria de transformação no mundo, onde imperam os sistemas produtivos por encomenda, adaptados para as necessidades de cada processo produtivo, com enfoque na individualização dos produtos.

“A demonstração prática desse conceito – de acordo com Delgado – utiliza máquinas e equipamentos de alta tecnologia cedidos ao evento pelas empresas participantes com o objetivo de mapear competências técnicas instaladas nas indústrias brasileiras e no mercado, prospectar oportunidades de negócios e inserir o Brasil na rota tecnológica, que é tendência no cenário internacional. Nesse sentido, o projeto poderá subsidiar políticas públicas voltadas, entre outras, para a capacitação e o investimento tecnológico na indústria brasileira”.

A ABIMAQ e a Manufatura  Avançada

A primeira ação da ABIMAQ foi a instalação de um Laboratório de Comissionamento Virtual no Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio do CNPq, para atender a uma demanda por capacitação nessa tecnologia.

Anita Dedding, secretária executiva do IPDMAQ, explica que, em 2014, o IPDMAQ realizou o ABIMAQ Inova, fórum anual de inovação da indústria de máquinas e equipamentos, com o tema “A Indústria do Futuro”. Participaram empresas como a Festo, Kuka Roboter, Siemens do Brasil, entre outras, para desmistificar o conceito e mostrar, na prática, suas iniciativas de sucesso.

Em 2015, a ABIMAQ e o IPDMAQ foram convidados para participar do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para discutir um plano de ações estruturantes para a Manufatura Avançada no Brasil. Nessas reuniões, a ABIMAQ e o IPDMAQ ressaltaram a importância para uma ação prática e que desafiassem as engenharias das indústrias de máquinas e equipamentos para esta tendência.

No final de 2015, ABIMAQ – IPDMAQ lançam um desafio às engenharias das empresas de bens de capital, para a criação de Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, a ser apresentada na FEIMEC 2016, como uma resposta das empresas brasileiras a esta tendência da Manufatura Avançada.

O que é Manufatura Avançada

É uma indústria onde:

– O produto é individualizado;

– O produto leva suas características e “fala” com as máquinas;

– Há a completa integração do Espaço Físico Cibernético;

– O que acontece no mundo real acontece no  mundo virtual (Gêmeo Virtual);

– Existe intensa Comunicação Máquina-Máquina;

– As máquinas decidem sobre o melhor fluxo produtivo;

– Existe a integração de toda cadeia de valor;

– Está tudo conectado gerando o Big Data;

– O Data Analitics identifica tendências e antecipa ações;

– O ser humano tem um novo papel, como elemento criativo e gestor de recursos.

O que você verá no Demonstrador

É uma indústria onde:

– Robôs colaborativos;

– Manufatura Aditiva;

– RFID na produção;

– Comissionamento Virtual;

– Qualidade do produto integrado no processo;

– WiFi network na produção;

– Alto nível de customização;

– Comunicação Máquina-Máquina;

– QR Codes;

– Plataforma virtual para aquisições customizadas;

– Eficiência do processo com controle em tempo real.

 

 

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feimec

Capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), projeto envolveu mais de 20 empresas e entidades. Linha de produção inteligente, com 300 metros quadrados, será uma exclusividade da feira, que acontece de 3 a 7 de maio, em São Paulo.Conhecida também por Indústria 4.0, Indústria do Futuro e Fábrica Inteligente, a Manufatura Avançada está atualmente no centro do debate mundial sobre produtividade e inovação dos meios de produção. Considerado a quarta revolução industrial (antecedida pela mecânica, elétrica e digital), o novo paradigma representa a interação, autônoma e inteligente, entre sistemas de fabricação automáticos complexos.A combinação de modernos recursos de automação industrial com os avanços dos sistemas de computação, informação e comunicação via internet, permite que linhas de montagem e produtos troquem informações entre si ao longo do processo, ao mesmo tempo que diferentes unidades fabris tomam decisões sobre produção, compras e estoques sem interferência humana.O Brasil terá a primeira e exclusiva demonstração de Manufatura Avançada na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 3 a 7 de maio, em São Paulo. O projeto, capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), envolveu mais de 20 empresas e entidades ligadas aos mais diferentes setores, como automação e controle, robótica, mecatrônica, comunicação e internet (internet das coisas), virtualização (virtual twin / comissionamento virtual) e vários outros (veja relação abaixo).

A realização da Manufatura Avançada durante a feira foi viabilizada pela ABIMAQ, que agregou os muitos setores envolvidos, firmou as parcerias e buscou o patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI.

A ABIMAQ integra o Grupo de Trabalho formado pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) que visa transformar a Manufatura Avançada numa política de Estado, da mesma forma que acontece nos países mais adiantados nesse tema, como Alemanha e Estados Unidos.

 

Fábrica inteligente

Durante os cinco dias da FEIMEC, a fábrica inteligente produzirá cerca de 250 unidades customizadas de um acessório para escritório que une as funcionalidades de um porta-lápis e um porta-celular. Convidados, parceiros das empresas participantes, empresários, engenheiros, técnicos e outros visitantes da feira receberão um QR-Code via e-mail, que será lido a partir da tela do seu smartphone no início da linha de produção montada no pavilhão.

Em seguida, o “cliente” seleciona suas preferências em relação às cores e à disposição dos lápis no acessório. Ele não precisa informar o modelo de seu smartphone para definir a largura do suporte, pois o sistema faz essa identificação automaticamente no momento da leitura do QR-Code.

A fábrica inteligente vai ocupar uma área de 300 metros quadrados do pavilhão, onde os visitantes poderão acompanhar ao vivo todos os detalhes do processo de produção.

 

Empresas envolvidas no projeto de Manufatura Avançada da FEIMEC 2016

  • ABB LTDA.
  • AUTODESK DO BRASIL
  • BALTEC MAQUINAS AUTOMAÇÃO
  • CHEMPOXY
  • FESTO BRASIL LTDA.
  • HEXAGON MANUFACTURING INTELLIGENCE
  • INDÚSTRIAS ROMI S/A.
  • KUKA ROBOTER DO BRASIL LTDA.
  • MCK AUTOMAÇÃO INDÚSTRIAL EIRELI – EPP
  • MULT-E ENGENHARIA DIGITAL
  • NC SYSTEMS
  • PHOENIX CONTACT
  • PLMX SOLUÇÕES
  • POLLUX AUTOMATION
  • PRESS MAT
  • SICK
  • SIEMENS LTDA.
  • SMC PNEUMÁTICOS DO BRASIL LTDA
  • STÄUBLI SÃO PAULO
  • WESTCON INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL LTDA

Entidades que forneceram apoio institucional e operacional ao projeto de Manufatura Avançada na FEIMEC 2016

  • Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI
  • Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ / IPDMAQ
  • Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – VDI
  • Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES
  • Instituto Mauá de Tecnologia – IMT
  • Instituto Senai de Inovação Metalmecânica

 

Conteúdo

Para adicionar ainda mais valor à demonstração, a Manufatura Avançada será tema do seminário “Indústria 4.0: Aplicação na Prática” durante a FEIMEC 2016. O conteúdo apresentando por palestrantes nacionais e internacionais vai tratar de temas como: O futuro dos processos industriais no Brasil, Alemanha e Estados Unidos; Manufacturing Execution System – MES; gerenciamento de ciclo de vida do produto, sistema de gerenciamento de informações que integra dados, processos e sistemas de negócio – PLM, Simulação de Processos por Comissionamento Virtual; Internet das Coisas; Big Data; Espaço Físico Cibernético; Comunicação Máquina-Máquina; a individualização de produtos; Manufatura Aditiva; e Realidade Aumentada (programação sujeita a alterações).

Serviço: Mais informações pelo http://www.feimec.com.br/Home/Index

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feiasticPerfil do visitante/comprador, interesse em participação da próxima edição e números estáveis da indústria de transformados indicam boas chances de negócios para ano que vem.

Após reposicionamento de marca, a maior feira da indústria plástica na América Latina, a Feiplastic – Feira Internacional do Plástico volta a ocupar o Pavilhão de Exposições do Anhembi, em 2015. Na última edição, visitantes qualificados percorreram o Anhembi em busca de inovação, lançamentos e alta tecnologia aliados à sustentabilidade de 673 empresas e 1402 marcas nacionais e internacionais. Além disso, 144 novas empresas participaram devido ao interesse em ampliar presença no mercado brasileiro e concretizar novos negócios e expositores chegaram a vender até 60 máquinas. O evento é promovido e organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico e Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entre outras entidades setoriais.

“Neste ano, nosso esforço é para que o evento seja ainda maior e que possa melhorar como plataforma de negócios para a indústria de transformação. Nossas expectativas de fechamento de negócios e visitação são grandes, pois na edição 2013 97% dos visitantes demonstraram interesse de estar na próxima edição e 72% dessas pessoas tinham poder de recomendar compras ou decisão final na hora de investir”, explica Liliane Bortoluci, diretora do evento. A Feiplastic 2015, que já está com 85% da feira vendida, deve bater o número de marcas expostas da última edição e receber cerca de 70 mil visitantes/compradores nos 85 mil m² totalmente ocupados do Anhembi.

Plataforma para recuperação de crescimento da indústria

Se 2014 apresentou baixos índices de crescimento macroeconômico no Brasil, dados da Abiplast apontam que, até agosto de 2014, o setor empregava 360,4 mil pessoas, número estável em relação ao verificado um ano antes. Entretanto, a produção física precisa de uma alavanca de negócios para superar a produção física de 3,08 milhões de toneladas de transformados plásticos, número que já foi maior, e valorizar o produto nacional frente ao crescimento das exportações. “Por isso mesmo, é vital a existência da Feiplastic e sua nova edição, como plataforma de encontros e investimentos para aumentar a competitividade do setor”, conclui Bortoluci.

Neste ano, a feira deve receber visitantes e compradores de países tão diversos como Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados árabes, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Índia, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Peru, Portugal, Reino Unido, República tcheca, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia e Uruguai.

Serviço

Feiplastic – Feira Internacional da Indústria do Plástico

Data: 4 a 8 de maio de 2015

Horário: 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feiplastic.com.br

 

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feimafeEm ano de dificuldades macroeconômicas, indústria de bens de capital registra alta em exportações para Europa (32,5%) e Estados Unidos (47,8%). Resultado pode sinalizar otimismo no parque industrial para próximos anos.

Como ponto de partida de toda a indústria, as máquinas-ferramenta e ferramentas industriais necessitam de constantes renovações e investimentos para quesitos como produtividade e eficiência energética. Trata-se de um dos principais suportes para que a economia do Brasil possa se reestruturar e alcançar a almejada competitividade. Diante desse cenário, a Reed Exhibitions Alcantara Machado organiza e promove em maio de 2015 a 15ª edição Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, de 18 a 23 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Liliane Bortoluci, diretora do evento, explica que a feira “é a principal plataforma de negócios na América Latina com foco em máquinas-ferramenta e controle de qualidade. Aqui, reunimos as principais empresas do setor em um ambiente adequado para o relacionamento comercial. Na Feimafe os profissionais desse segmentos terão oportunidade de realizar pesquisas de produtos, serviços e ver tudo isso de perto, funcionando. Além de estar frente a frente com as principais empresas, marcas e lançamentos do setor”. Por isso, a Feimafe é o local mais adequado para criar oportunidade, buscar e disseminar tecnologia. Mais de 90% da feira já está vendida.

 Exportações brasileiras de máquinas registram alta

Dados da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – entidade apoiadora do evento, indicam que de janeiro a julho desse ano o faturamento bruto do setor somou R$ 40,68 bilhões. Esse montante é 14,5% menor que o de igual período do ano passado. Contudo, no mesmo período, as exportações foram de US$ 7,86 bilhões, aumento de 18,2%. De janeiro a julho, as vendas para fora do país foram 44,6% do faturamento total do setor, acima da média histórica de 32%.

Remessas para os Estados Unidos tiveram um aumento surpreendente de 47,8% até julho, em relação a 2013. Para Europa, a alta foi de 32,5%. Para a América Latina, houve recuo de 5,7%.

 Dados da última edição

A Feimafe 2013 recebeu 68.170 mil  compradores e profissionais do setor, que tiveram contato com lançamentos e inovações da indústria de bens de capital de 1.466 marcas expositoras que ocuparam os 85 mil m² do Anhembi.

 De acordo com Liliane Bortoluci, diretora da feira, um dos destaques daquela edição foi a presença internacional. “Recebemos 776 marcas nacionais e 690 internacionais, oriundas de países como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, entre outros. Isso demonstra a solidez da economia brasileira, e como o mercado internacional está interessado em fortalecer os negócios e as parcerias com o Brasil.”

Em 2013, 79% dos expositores confirmam interesse em renovar a participação para a próxima edição da Feimafe. Ainda, por volta de 69% consideram que a feira proporciona um retorno sobre investimento no longo prazo, devido a quantidade de visitantes e leads realizados durante o evento.

De acordo com pesquisa de visitação da promotora da feira, praticamente metade dos visitantes de poder de recomendar compras ou tomam decisões de aquisição para suas empresas. A Feimafe 2013 contou com visitantes de 78 países e a próxima edição não deve ser diferente em abrangência e interesse gerado em todo o mundo.

 

 

Serviço:

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário:  2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feimafe.com.br

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As fusões e aquisições realizadas pela indústria de Óleo e Gás no Brasil tiveram um aumento de 50% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2011. Foram registradas seis transações em 2012, contra quatro nos três primeiros meses do ano passado. A alta é reflexo do aumento do interesse das empresas pela indústria impulsionada pela descoberta do pré-sal e que colocou o País na rota dos investimentos estrangeiros. Os números fazem parte da Pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil realizada trimestralmente.

Das seis operações realizadas em 2012, uma envolvia apenas empresas de capital brasileiro (doméstica); uma foi feita por companhia de capital majoritário estrangeiro adquirindo outra estrangeira estabelecida no Brasil (CB4); duas de estrangeiras comprando brasileiras (CB1); e duas de brasileiras adquirindo de estrangeiras capital de empresas estabelecidas no País (CB3). Com essas transações concretizadas este ano, o setor de Óleo e Gás alcançou a 9ª posição no ranking feito pela KPMG, e que inclui ainda outros 41 segmentos, que juntos totalizaram 204 operações no 1° trimestre de 2012, total recorde para este período do ano.

Para o sócio da KPMG no Brasil, Paulo Guilherme Coimbra, o aumento pode ser um sinal de recuperação do setor, que se mostrou estagnado no ano passado. “Alguns fatores contribuíram para manter represadas transações em 2011, sendo que o setor só voltou a registrar aumento no segundo semestre. Um deles diz respeito à espera do anúncio do leilão de campos de exploração de petróleo pela ANP. Até agora, o governo não acenou com uma data em que serão feitas as concessões no pré-sal, e não se sabe quando ocorrerá a licitação para a camada pós-sal. Mas os investidores sabem que será uma grande oportunidade para realizar investimentos diretos no setor”, analisou o executivo.

De acordo com o sócio, o setor foi tomado por uma onda de investimentos bilionários, que está movimentando a cadeia produtiva de negócios e impulsionando a busca por novas tecnologias. “A euforia dos investidores, principalmente estrangeiros, é grande, e podemos conferir isso na movimentação de compra e venda das empresas. O movimento de investimentos internacionais é uma tendência que prevalecerá nos próximos anos já que a descoberta do pré-sal representa para eles uma perspectiva de longo prazo interessante”, conclui.

Para o coordenador da pesquisa, Luis Motta, sócio-líder da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, o que chama a atenção neste trimestre é a forte participação das empresas estrangeiras no número total de operações. “Das 204, 99 envolveram organizações de fora do país na ponta compradora, sendo 74 de operações do tipo CB1 (veja legenda logo abaixo) e 25 do tipo CB4. E, apesar das turbulências internacionais percebidas nos últimos meses, prevíamos de fato que a atividade de fusões e aquisições seguiria aquecida e essa diferença foi mesmo determinada pelo apetite das empresas estrangeiras”, explica.

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* Claudio Nasajon
Se você é empregado e depende das suas horas trabalhadas para ganhar dinheiro, este é o momento de construir a sua independência financeira. A mão de obra nunca esteve tão valorizada no Brasil. O mercado está aquecido, reflexo do crescimento econômico do país e melhor do que isso: não há motivos para crer que o cenário vá reverter nos próximos anos.

Se não houver nenhuma catástrofe inimaginável, até 2016 o cenário deve melhorar ainda mais para o trabalhador. Isso de certa forma acaba com a “escravidão moderna” onde os profissionais muitas vezes trabalham em troca de “casa e comida” (na versão moderna, o salário às vezes nem para isso dá).

Empregados que têm alternativas, não precisam mais trabalhar com hora de entrada, mas sem hora de saída. Pessoas que têm farta oferta de emprego não precisam submeter-se a maus tratos, humilhações, imposições de seus “superiores”. Se você é disputado a tapa, se pode escolher onde quer trabalhar, as empresas precisam reinventar-se.
Como resultado desse cenário que alguns chamam de “apagão de mão de obra” e eu chamo de “oportunidade de mudar a cara do Brasil”, surgem “melhores empresas para se trabalhar”, corporações preocupadas em criar bons ambientes de trabalho, mais flexibilidade para entender os problemas e as necessidades de cada um.

Se há falta de mão de obra, os empregadores precisam seduzir, interessar, motivar. É o contrário do regime ‘escravagista’ moderno onde ‘se você não quer, tem quem queira’. No momento atual se o empregado não for seduzido pelas condições de trabalho, simplesmente coloca seu perfil no Linkedin e em questão de minutos pode encontrar outra colocação.

Então motoristas de táxi, empregadas domésticas, manicures, designers gráficos, técnicos de informática, supervisores de telemarketing… enfim, todos os que de alguma forma dependem das suas horas de trabalho e estão sendo demandados pelo mercado, precisam correr para aproveitar este momento único em que suas horas estão valendo mais do que nunca e “leiloar” o seu tempo.

 
É importante, contudo, saber que esse cenário não vai durar para sempre. Nos próximos cinco a dez anos o mercado vai se ajustar. Instituições de ensino vão preparar profissionais para atender à demanda das empresas. Cursos de todos os tipos e tamanhos vão surgir para preparar aqueles que hoje são ‘despreparados’ – e vão prepará-los. Haverá mais oferta de mão de obra e o “apagão” vai se acender novamente.
Você tem uma janela de cinco a dez anos para se valorizar. Se preparar para o próximo ciclo. A minha empregada doméstica já fez o seu dever de casa. Matriculou-se numa graduação a distância e há poucos meses concluiu seu curso superior de Letras. Se eu quiser mantê-la, e quero, preciso ajustar-me à nova realidade, pois a alternativa dela é buscar uma recolocação no mercado cada vez mais aquecido. E agora estou concorrendo não mais com ofertas para empregadas domésticas e sim para graduados em Letras. Parabéns ao Brasil por ter criado a oportunidade, e parabéns à Jozi (é o nome dela) por tê-la aproveitado.

 
* Claudio Nasajon é Presidente da Nasajon Sistemas, Presidente do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Associação Comercial do Rio de Janeiro e Professor de Planejamento de Negócios na PUC-Rio (www.claudionasajon.com.br).

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Segundo pesquisa do Banco Central, perspectiva antes estava em 3,48%

A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2012 fechou em 3,30%, conforme dados da pesquisa semanal realizada pelo Banco Central e analistas de mercado, a Focus.

A pesquisa diz que a expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 3,40% para 3,30%.

Com a economia mais fraca, todos os setores são influenciados, assim como a indústria. Para 2011, a expectativa de expansão do segmento caiu de 0,82% para 0,78%. Há um mês, o mercado apostava em avanço industrial de 0,94% em 2011. Para 2012, os números não foram alterados, com a previsão de crescimento de 3,43%, ante 3,46% de um mês atrás.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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