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abimaqDescontente com a Medida Provisória 774, a ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos ingressou com mandados de segurança junto às delegacias regionais da Receita Federal, com pedido de liminar, visando assegurar a aplicação do cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita bruta durante todo o exercício de 2017 para os contribuintes que fizeram essa opção em janeiro deste ano.

De acordo com José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, trata-se de uma medida inconveniente no momento em que a indústria de máquinas e equipamentos passa pela pior crise da sua história. “A chamada ‘desoneração da folha’ – explica Velloso – consistia em efetiva redução de custos para a maioria das empresas do setor tendo em vista o peso da mão de obra na composição do preço das máquinas e equipamentos. Para as empresas que exportam, o benefício era ainda maior, visto que a parcela das vendas para o exterior podia ser deduzida da base de cálculo”.

As liminares obtidas até o momento pela entidade garante o benefício da desoneração da folha de pagamento até 31 de dezembro às associadas da ABIMAQ sediadas nas seguintes regiões das cidades de: São Paulo, Santo André, Jundiaí, Barueri, Contagem, Governador Valadares e Londrina “Dos 60 mandados de segurança ajuizados no Brasil na Procuradoria-Geral da Fazenda (PGFN), 45 são de titularidade da ABIMAQ”, esclarece José Velloso, presidente executivo da entidade.

SENTENÇA FAVORÁVEL

A ABIMAQ também conquistou sentença favorável, em 1ª Instância, na 13ª Vara Federal de Porto Alegre. O juíz reconheceu o direito de preservar o regime da Medida Provisória 774 as empresas no Estado do Rio Grande do Sul que fizeram a opção de continuar a aplicação do cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita bruta durante todo o exercício de 2017. “Essa decisão da Justiça será essencial para a manutenção de mais de 42 mil empregos”, frisa Velloso.

Para o presidente executivo da ABIMAQ, o parecer dos juízes vai contribuir para o aumento das exportações em cerca de 20%, diminuir 4% nos gastos sobre a receita líquida de vendas para o exportador e no mercado interno o fabricante terá uma dedução média na ordem de 1,5% no seu custo.

 

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dentes okO cenário de instabilidade política econômica que vem assolando o Brasil nos últimos anos reflete diretamente no desempenho dos principais responsáveis pela engrenagem da economia brasileira. E o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) – historicamente mais resiliente – sente, pelo segundo ano consecutivo, o impacto deste cenário negativo somado às medidas indiscriminadas de aumento de alíquotas tributárias no país.

O setor fechou 2016 com faturamento “Ex-factory”, líquido de imposto sobre vendas, de R$45 bilhões e queda real de 6% com relação ao ano anterior. “A indústria de HPPC segue empenhando esforços para superar o momento que estamos vivendo no Brasil e, apesar da queda, já conseguimos entregar um resultado melhor do que em 2015”, comentou João Carlos Basilio, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

O aumento das alíquotas tributárias teve impacto direto em importantes categorias de cuidados pessoais e o consumidor brasileiro – que já vem mantendo o orçamento apertado – sentiu a alta nos preços. Categorias ligadas diretamente à saúde, como produtos de higiene oral, por exemplo, perderam posição no ranking mundial de consumo, de 3ª para 4ª posição. “Somente o creme dental, essencial para o cuidado da saúde bucal, teve queda de volume de 4,6%. Do ponto de vista da saúde do brasileiro, significa dizer que estamos dando um passo para trás”, alerta Basilio.

O efeito cambial para conversão do real para dólar também influenciou o resultado negativo e, como consequência, o setoracabou perdendo liderança no mercado mundial em outras categorias de reconhecimento internacional e essenciais no dia a dia, como a de cuidados para os cabelos (passando de 3° para 4° consumidor mundial).

Cenário político econômico e perspectivas

A ABIHPEC acredita que o setor volte a crescer e feche 2017 com pequena melhora em relação a 2016. “Se tudo correr da forma como estamos planejando, prevendo e trabalhando, somado ao encaminhamento das reformas vitais para a sustentação da economia nacional, acreditamos em uma breve recuperação ao longo do ano” analisa Basilio. O Brasil segue como um dos mais importantes mercados mundiais e o consumidor reconhece a essencialidade que os artigos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos representam para a manutenção da saúde e bem-estar. “Vamos continuar trabalhando fortemente para antecipar necessidades e entregar os melhores produtos para o brasileiro”, finalizou o presidente executivo da entidade.

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otimismoCrises e oportunidades podem andar juntas se tiverem o devido respaldo de uma visão estratégica e cuidadosamente forjada nas mais prementes necessidades do mercado, leia-se inovação, eficiência e qualidade com redução de custo.

Sabemos que isso ainda é pouco para quem planeja prosperar no mercado brasileiro tal como ele é, no melhor estilo montanha russa – cheio de curvas e ladeiras íngremes nas quais não se pode enxergar mais de um palmo adiante.

Evidentemente, no mundo empresarial a diferença entre naufragar com as estatísticas de economias decadentes e surfar nas ondas que tentam nos derrubar também depende de coisas como olhar para dentro. Avaliar nossas próprias proficiências e identificar rigorosamente cada uma de nossas fragilidades para então tratar de saná-las é indispensável para qualquer empresa em qualquer circunstância.

Dito isto ainda resta acreditar – otimismo é mesmo muito importante – e investir. Foi exatamente assim que conseguimos alçar em nossa empresa, 100% brasileira, o crescimento de 52% em serviços a projetos de engenharia em 2016, puxados principalmente por testes na área automotiva. Não foi uma tarefa fácil, como devem imaginar.

Dentro desse escopo projetamos para 2017 crescer mais 25%, respaldados por investimentos na expansão da estrutura de testes, no aumento e na capacitação do capital humano especializado – de que o mercado não dispõe – e em novos segmentos de negócios.

Cremos que fazer engenharia no Brasil seja uma chave importante para melhorar a eficiência e diminuir os obstáculos ao desenvolvimento mais rápido do setor produtivo brasileiro. Como players, temos apostado, com sucesso, na estratégia de trazer para o mercado serviços de suporte a processos de engenharia que não se encontravam por aqui.

No mundo corporativo não há quem ignore que a incrível lacuna existente no Brasil quanto ao suporte local a processos de engenharia, notadamente em segmentos industriais de alta complexidade como o automotivo, ainda gera muitos contratempos e dores de cabeça.

Não bastasse a eterna pressão para preços mais competitivos ante o custo Brasil, as empresas ainda sofrem as consequências de terem de mandar suas amostras ao Exterior para validação e testes, enfrentando trâmites alfandegários, despacho aéreo e marítimo e filas para a execução de testes, que podem levar meses se houver problemas na execução.

Não precisa ser assim. O desenvolvimento da economia brasileira acontecerá, e ainda temos imenso potencial a ser explorado com perspectivas positivas. Basta apostar no Brasil.
*Ricardo Nogueira é presidente da SMARTTECH, empresa 100% brasileira especializada em tecnologia e serviços de apoio a projetos de engenharia.

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Museu Garoto_2Espaço localizado na fábrica da empresa reúne importantes momentos da trajetória de 88 anos da marca no país

 A Chocolates Garoto, uma das principais fabricantes de chocolates brasileira e que possui uma das 10 maiores fábricas de chocolates no mundo, reabre o Museu da Garoto, situado nas dependências da empresa em Vila Velha, no Espírito Santo, com espaços renovados e área ampliada. Esta é mais uma iniciativa da companhia que comprova a sua forte ligação e grande compromisso em investir no estado, promovendo importantes ativos sociais, que são o fomento ao turismo e o desenvolvimento da economia local.

O público vai poder vivenciar momentos marcantes de toda a história da Garoto ao longo dos 88 anos e conhecer sua relação de confiança e orgulho com o Espírito Santo. Isso porque o amplo espaço do Museu da Garoto foi dividido em três ambientes, que apresentam a história da empresa passando pelo plantio de cacau, depois introduzindo as primeiras máquinas utilizadas na produção e trazendo outros fatos, que fizeram parte do crescimento da Garoto desde a venda de balas pelas ruas de Vila Velha até os tempos atuais.

O Museu passa a enriquecer ainda mais a experiência promovida por meio do programa denominado Chocotour, o qual recebe, anualmente, cerca de 350 mil turistas em sua fábrica e na loja, que disponibiliza artigos exclusivos da marca. Tamanha relevância deste número de visitantes confere à fábrica da Chocolates Garoto o título de segundo ponto turístico mais visitado no estado, ficando atrás apenas do Convento da Penha.

O Chocotour é referência não apenas para os turistas, mas também para a população local, uma vez que 60% das visitas são destinadas a escolas e instituições, sendo que os colégios públicos podem contar com a gratuidade para a entrada dos alunos. Os participantes são guiados por equipes de atendimento compostas em 70% por universitários dos cursos de Turismo, História e Comunicação.

Para conhecer apenas o Museu da Garoto, não há necessidade de agendamento. O ingresso tem o valor de R$ 2,00 e a visita pode ser feita de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 14h.

Museu Garoto_1Caso o interesse seja visitar a Fábrica além do Museu, deve-se fazer o agendamento pelo site www.garoto.com.br. O roteiro completo de visita pelo Chocotour custa R$ 20,00 e é preciso verificar a disponibilidade de vagas ao fazer o agendamento pelo site.

 

SERVIÇO

Museu da Garoto

Endereço: Praça Meyerfreund, 1 – Glória, Vila Velha

Horário de visitas: de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 14h

Classificação: todas as idades

Entrada: R$ 2,00

 

Chocotour: Visita à Fábrica e Museu da Garoto

Endereço: Praça Meyerfreund, 1 – Glória, Vila Velha

Horário de visitas: agendamento deve ser feito pelo site www.garoto.com.br

Classificação: todas as idades

Entrada: R$ 20,00

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_MG_0250A considerar as declarações das autoridades presentes na solenidade de abertura da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, nesta segunda-feira, 3 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, o momento para o setor é de retomada do crescimento depois de um período de resultados ruins na economia. “O pior já passou”, resumiu o presidente da ABIPLAST(Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho. A solenidade de abertura

Segundo o presidente da entidade, a melhor maneira de se enfrentar as dificuldades é aumentar a produtividade e passar a ser mais competitivo, condições que a indústria do plástico possui dada às características inerentes de sua cadeia, como inovação e presença em inúmeros setores da economia. “Nossa indústria está presente desde a seringa do posto de saúde até o avião”, lembrou Roriz. Na mesma linha, o vice-presidente do SIRESP (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas), Edison Terra Filho, afirmou que é justamente por conta das várias inovações proporcionadas pelo plástico que o setor “segue trabalhando e cuidando da produtividade”.

Um bom sinal de que a FEIPLASTIC pode ser o termômetro dessa recuperação evidenciou-se na informação do presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, ao destacar que o pré-credenciamento de visitantes está 30% maior no número de visitantes no primeiro dia do evento, em comparação ao mesmo período da última edição.

Outro sinal de que o setor tem boas condições de recuperação está nos investimentos oficiais realizados. A diretora da área de Indústria e Serviços e de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Claudia Prates, que representou o governo federal na abertura da FEIPLASTIC, disse que o banco investiu nos últimos anos cerca de R$ 11 bilhões no setor. As pequenas e médias empresas, de acordo com ela, têm sido o foco do BNDES no que se refere às facilidades de crédito. Claudia destacou o aporte de R$ 300 milhões feito pelo banco nesta área, do aumento do limite para R$ 2 milhões no Cartão BNDES (para financiar a compra de materiais e serviços) e outros benefícios presentes para capital de giro, além do Fundo Garantidor de Investimento, para concessão de garantia em operações indiretas a empresas de menor porte.

O representante do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos de Souza Meirelles, afirmou que o país vem passando por intensas transformações e salientou as mudanças importantes que acontecem nos setores químico, petroquímico e plástico. Meirelles ressaltou o trabalho da Braskem no desenvolvimento de materiais plásticos originados da cana-de-açúcar, cuja produção já está em 200 mil toneladas. Ele também convidou o setor a aderir ao programa do governo do estado para uma usina de transformação de lixo, no âmbito dos processos de reciclagem já realizadas por várias empresas. Segundo o secretário, um dos principais produtos dessa transformação será o aquecimento de fornos para a indústria de cimento.

Ciente de que o período crítico da indústria ficou para trás, a ADIRPLAST(Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins) está empenhada em implementar três pontos fundamentais para o desenvolvimento do setor, de acordo com o seu presidente Laércio Gonçalves. O primeiro deles é em relação à tributação, a fim de equalizar as grandes diferenças do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados. Outro ponto, segundo Gonçalves, diz respeito à inadimplência, buscando uma nova cultura de gestão financeira para o setor, e, finalmente, a sustentabilidade, que é enaltecer a importância dos produtos plásticos na vida moderna.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o diálogo e a interação entre os atores do setor do plástico é o caminho mais seguro para a retomada do crescimento. “E a FEIPLASTIC é o local indicado para isso”, disse. Mendes afirmou que a recuperação “saudável” do setor terá de ser feita com o incentivo à indústria de bens de consumo, sem cometer os erros do passado, que privilegiou o “consumo desenfreado” e desconsiderou os investimentos na produção.

 

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tributosA carga tributária no Brasil com certeza é assustadora, com altos índices e poucos retornos aos empresários. Contudo, com um trabalho de elisão fiscal, é possível encontrar diversas formas de redução dos custos a pagar com taxas, tributos e impostos em geral.

“O primeiro passo para redução dos impostos que se paga é realizar uma análise do tipo de tributação a qual sua empresa é optante. As formas de aplicar ações de redução tributária dependerão do enquadramento tributário de cada empresa, contudo, essas geralmente se dividem em dois grupos, as empresas Simples Nacional e as empresas no lucro real e lucro presumido”, conta o advogado especializado na área tributária, Gilberto Bento Jr., sócio da Bento Jr Advogados. Veja a seguir análise montada por ele:

Como reduzir no Simples

Quando tratamos de empresas Simples Nacional, por essas já pagarem tributos normalmente menores, se limitam as opções de redução de custo tributário. O que parece mais importante nesse caso é acertar a opção de CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) em relação ao objeto social da empresa (motivo pela qual a empresa nasceu). Cada CNAE gera uma alíquota distinta de tributação, então com uma análise ponderada pode economizar muito dinheiro. O custo será uma alteração de contrato social, ou seja, baixo custo e muita segurança na aplicação.

A partir de certo ponto de evolução nos negócios a empresa deve considerar a migração de regime tributário para lucro presumido ou lucro real, mas antes dessa decisão deve consultar um bom contabilista e fazer projeções de cálculos para saber se esta mudança é acertada. O ideal é tratar este assunto no segundo semestre do ano a partir julho e no máximo até novembro, pois a data de opção é sempre em janeiro e em dezembro os órgãos públicos entram em recesso, assim você terá um serviço prestado com atenção sem a correria do fim do ano.

Para todas empresas

Para empresas Simples e para as demais, existem opções interessantes como pedir de volta os valores do adicional da multa de FGTS (aquele que passou de 40% para 50% para pagar pelos erros de nosso governo, mas que já foram pagos e continuam cobrando), isso significa que se você teve alguns funcionários dispensados pode ter um bom dinheiro a recuperar e ainda vai ter o direito de reduzir os custos em caso de dispensa.

Podendo também usar os aproveitamentos de crédito em contas de energia elétrica para aqueles que consumiram mais R$ 30.000,00 (trinta mil) por mês, com retorno em dinheiro para a empresa Simples, lucro presumido e lucro real.

Opções para empresas do Lucro Real e Presumido

Quando a empresa está em lucro presumido ou lucro real aumentam as opções de aproveitamento de créditos tributários (a maioria das empresas tem créditos a utilizar, que os contadores não usam por excesso de conservadorismo, lembramos que a função principal do contador é receber, processar e transmitir as informações da empresa em declarações exigidas pelos governos e autarquias, e disso, originam as guias para pagamentos de impostos). Exemplos são créditos de ICMS, IPI, PIS, COFINS, entre muitos outros. Usar os próprios créditos da empresa para reduzir os custos tributários é a maneira mais barata que existe. Cuidado, pois, para fazer de forma segura, se deve um profissional experiente que fará uma apuração comprovada do que existe e dará instruções para utilizar, lembre-se de contabilizar toda a informação em qualquer operação. Normalmente o profissional adequado para o trabalho é um advogado tributarista com boas noções contábeis.

A utilização de créditos próprios vai custar basicamente os honorários do profissional contratado e algumas taxas de viabilização pagas a órgãos administrativos ou poder judiciário, em resumo vai te gerar uma economia, próxima de 80% do que gasta com tributos mensais por um bom período de tempo, dependendo da quantidade de créditos que você tiver.

E para quando você terminar de utilizar seus créditos você pode se valer de créditos de terceiros (precatórios) e economizar algo próximo de 40% do dinheiro que você paga de tributos.

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A indústria brasileira enfrenta dificuldades para retomar a atividade. Mas há sinais positivos no horizonte. A produção do setor voltou a cair e alcançou 45,8 pontos. O índice de evolução do número de empregados ficou estável em 46,5 pontos em setembro, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta sexta-feira, 21 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores a pesquisa variam de zero a cem.

Quando estão abaixo de 50 indicam queda na produção e no emprego. Com isindso, quase um terço do parque industrial ficou ocioso no mês passado. O indicador de nível de utilização da capacidade instalada permaneceu em 66%, o mesmo registrado em setembro de 2015, e um dos mais baixos da série histórica mensal que começou em janeiro de 2011. No entanto, os estoques continuam ajustados. Isso significa que a produção voltará a crescer assim que a demanda aumentar. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 49,6 pontos em setembro. O indicador varia de zero a cem e quando está próximo dos 50 pontos mostra que os estoques efetivos estão de acordo com o planejado pelas empresas.

DESACELERAÇÃO DOS PREÇOS – Outro dado positivo é que diminuiu a insatisfação dos empresários com a situação financeira e a margem de lucro das empresas. “Após atingirem seus mínimos históricos no primeiro trimestre, os índices de satisfação com a margem de lucro e com a situação financeira aumentaram pelo segundo trimestre consecutivo”, diz a pesquisa da CNI. O indicador de situação financeira foi de 41,5 pontos e o de margem de lucro operacional alcançou 36,4 pontos no terceiro trimestre. Ambos, contudo, continuam abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a satisfação da insatisfação. Além disso, o índice de evolução dos preços de matérias-primas recuou para 59,3 pontos no terceiro trimestre. “Trata-se do quarto recuo consecutivo do indicador, ou seja, o ritmo de crescimento dos preços vem se desacelerando desde o quarto trimestre de 2015. No período, o índice acumula recuo de 9,9 pontos”, afirma a Sondagem Industrial. De acordo com a pesquisa os estoques ajustados e a melhora, ainda que pequena, dos indicadores da situação financeira das empresas são importantes porque aumentam as possibilidades de recuperação da indústria no futuro.

PROBLEMAS E EXPECTATIVAS – A Sondagem Industrial também aponta os principais obstáculos enfrentados pelas empresas no terceiro trimestre. A elevada carga tributária, com 43,7% das respostas, ficou em primeiro lugar. Em seguida, com 41,8% das menções, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar, com 27,9% das assinalações, os empresários citaram a taxa de juros elevadas. Em outubro, as perspectivas dos empresários em relação aos próximos seis meses estão menos otimistas do que em setembro. O índice de expectativa de demanda caiu 2,6 pontos em relação a setembro e ficou em 52,3 pontos. O indicador de expectativa de compras de insumos e matérias-primas caiu para 49,7 pontos e o de exportações recuou para 50,8 pontos. “Não há mais expectativa de aumento de compras de matérias-primas ou de aumento da quantidade exportada”, diz a pesquisa.

O indicador de expectativa de evolução do número de empregados também caiu para 46 pontos, o que significa que os empresários não pretendem contratar nos próximos seis meses. Os indicadores de expectativa variam de zero a cem pontos. Abaixo que 50 mostram que as perspectivas são de queda. Com perspectivas menos otimistas, a disposição dos empresários para investir continua baixa. O índice de intenção de investimento ficou em 43,5 pontos em outubro. Embora esteja 4,2 pontos abaixo da média histórica, o indicador não apresenta queda há seis meses consecutivos e está 2,8 pontos acima dos 40,7 pontos registrados em outubro do ano passado.

A Sondagem Industrial foi feita entre 4 e 14 de outubro com 2.457 empresas. Dessas, 1.011 são pequenas, 886 são médias e 560 são de grande porte.

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aspas2_marcos_troyjoO comércio internacional tem avançado abaixo do esperado nos últimos cinco anos devido à desaceleração dos países desenvolvidos. Para 2016, a previsão de crescimento, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), é de 2,8% impulsionado pelos países emergentes. Mas o Brasil não ajudará nessa conta. O país está aquém da sua capacidade de exportação. Apesar de ser uma das dez maiores economias do mundo, é apenas o 25º exportador. A participação brasileira nas vendas mundiais é de apenas 1,2%. O Canadá, por exemplo, que tem um PIB menor do que o Brasil, participa de 2,5%. E as vendas de manufaturados da indústria nacional tiveram, neste ano, o pior primeiro semestre desde 2010. Em entrevista à Agência CNI de Notícias, o economista Marcos Troyjo explica o que acontece com o país. Acompanhe:

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – Por que o Brasil não consegue ser um ator relevante no comércio internacional?

MARCOS TROYJO – Se pegarmos a história dos países que mudaram de patamar nos últimos 70 anos, como Alemanha, Japão, China, Coreia do Sul e Chile, é praticamente impossível ver uma trajetória de crescimento sem pelo menos 40% do PIB daquele país resultante das somas de importações e exportações. No Brasil, se pegarmos do período em que fomos descobertos por Cabral até 1999, com exceção dos ciclos da monucultura de exportação, como o ciclo da borracha, do café ou da cana-de-açúcar, é muito raro encontrarmos um momento do PIB brasileiro que tenha 25% do PIB resultante de importações e exportações. A primeira conclusão que a gente tira é que não fizemos parte desse grupo de países que privilegiou o comércio exterior como principal plataforma de crescimento econômico.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – O comércio exterior não foi prioridade?

MARCOS TROYJO – Nos últimos 15 anos nós tivemos, vou usar uma expressão da arquitetura para explicar melhor, um retrofit (revitalização) das antigas teses de substituição de importação. Se nos anos 1940 e 1950 a palavra forte era nacionalização da indústria, nestes últimos anos, esse conceito foi substituído por um termo que eu chamo “local contentismo”. Tivemos uma ênfase muito forte nas políticas industriais de substituição de importação, mas não necessariamente com nacionalização da indústria, pelo contrário, esse retrofit que nós vimos nos últimos anos foi muito amistoso ao capital estrangeiro.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – O senhor se refere à política de conteúdo local?

MARCOS TROYJO – Toda a estratégia brasileira de compras governamentais, oferecimento de benefícios fiscais e tentativa de criação de cadeias de produção do setor industrial estiveram associadas ao papel das estatais e dos governos, como grandes formadores da demanda para que essas empresas de outros países viessem ao Brasil e aqui estabelecessem suas operações produtivas, portanto gerando empregos e impostos locais.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – E por que isso é um problema?

MARCOS TROYJO – O problema é que, à medida que o Brasil optou por não construir acordos de comércio (leia reportagem sobre o tema) nem se integrar às cadeias globais de produção, as atividades industriais que vieram se instalar não apenas passaram a competir com os similares nacionais, como também tiveram como objetivo exclusivo o mercado brasileiro. Ninguém vinha montar uma fábrica aqui para fazer uma plataforma de exportação para terceiros mercados. Eles vieram para explorar o mercado brasileiro, que é muito protegido comercialmente e, portanto, paga um sobrepreço para quem se instala aqui. Essa é uma das razões pelas quais o Brasil se tornou o quinto maior destino de investimento direto do mundo durante esse período Lula-Dilma. Nós tivemos, de fato, uma política industrial que atraiu investimentos, só que pelas razões erradas. Vieram bens de capital visando atender demandas reprimidas, mirando o universo do consumo interno, e não fazendo o Brasil por meio do seu próprio mérito um elo dessas cadeias mais globais de produção. E isso só fez com que o nosso comércio exterior de maior valor agregado e, particularmente, do setor industrial, definhasse.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – Essa política favoreceu o que alguns economistas chamam de desindustrialização prematura?

MARCOS TROYJO – Isso mesmo. Uma coisa é o que aconteceu com Londres, com Paris, com os grandes centros urbanos na Europa que se converteram ao longo do século de ramos industriais para o ramo de serviços e entretenimento. Houve um processo de maturação bastante clara. Alguns desses setores de serviços e entretenimento se converteram em locação para a quarta revolução industrial, com empregos em pesquisa e desenvolvimento voltados para tecnologia e para a indústria. No caso do Brasil, a gente não cumpriu essa fase, não existe como nos Estados Unidos um rust belt (cinturão de ferrugem) – uma região de indústria pesada e manufatureira. Nós tínhamos que fazer com que a indústria ocupasse uma parcela ainda maior no PIB brasileiro e uma fatia ainda maior das nossas exportações, mas nós acabamos regredindo ao longo do tempo. Tem outro elemento também que foi a nossa volta a uma situação semicolonial de comércio com a Ásia e particularmente com a China.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – A China hoje é nosso principal parceiro. Mas as nossas exportações estão concentradas em poucos produtos básicos.

MARCOS TROYJO – À medida que nós temos vantagens comparativas com as commodities agrícolas e minerais, pelas quais os chineses têm grande apetite, cai o interesse dos empresários em investir na indústria. É muito mais barato ou, pelo menos foi durante uma época, fazer outsourcing a partir do mercado chinês, isso contribuiu demais para a nossa desindustrialização. De modo que nós estamos agora no meio do caminho. Recentemente as exportações da indústria aumentaram por causa da desvalorização do real frente ao dólar. Nós ganhamos competitividade via câmbio. No entanto, o câmbio é um dos muitos pilares que nós temos que aperfeiçoar para dar ao Brasil competitividade exportadora industrial.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – Se o câmbio é um dos pilares de competitividade, quais seriam os outros?

MARCOS TROYJO – Nós privilegiamos muito mais nossas ambições políticas no âmbito externo do que um maior pragmatismo econômico. O resultado disso tudo é que, aquilo que nós podemos considerar segundo e terceiro pilares – acesso a grandes mercados do mundo e facilitação da participação do Brasil nas cadeias internacionais de agregação de valor – não foi privilegiado nesse período mais recente. E isso num momento em que o mundo estava aberto para negócios. Agora, infelizmente, nós estamos entrando numa fase que eu chamei num livro recente de “desglobalização”, protecionismo e um individualismo muito grande por parte dos países. Está muito mais difícil fazer agora o que o Brasil deveria ter feito na última década.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – O que deve ser feito?

MARCOS TROYJO – Nós tivemos essencialmente dois exemplos bastante exitosos. O primeiro é o sul-coreano, que fez algumas coisascomo substituição de importações e criação de campeões nacionais. Mas a Coreia do Sul não fez isso para garantir fatias do mercado interno ao empresariado local, e sim para promover exportações, aumentar a competitividade do capital nacional em relação a terceiros mercados, e substituiu importação para promover exportações. Essa é a grande diferença entre o modelo exitoso e aquela que nós aplicamos no Brasil. Os sul-coreanos se aproveitaram de um interesse geopolítico dos Estados Unidos e da Europa para fazer algumas concessões pontuais a países asiáticos. Isso também é verdade em relação à China. Se quebrarmos a molécula da competitividade chinesa e do milagre dos últimos 38 anos, quais são os átomos? Acesso privilegiado aos grandes mercados do mundo, mediante a cláusula de nação mais favorecida. Para o Brasil, talvez fizessem mais sentido acordos setoriais, um acordo bilateral com os Estados Unidos, nesse ou naquele setor, que é uma coisa que o Brasil nunca privilegiou e perdeu o bonde. As várias modalidades de acesso privilegiado a um grande mercado comprador foi algo que nós não trabalhamos, não priorizamos.

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – Ainda dá tempo?

MARCOS TROYJO – O Brasil tem marcos regulatórios, tem segurança jurídica. Em primeiro lugar, o tamanho quer queira quer não ainda importa. Essa é uma lição muito importante que jamais poderemos deixar de considerar. Se olharmos o mapa mundi, seria muito difícil encontrar um país que consegue equilibrar um potencial exportador da cadeia agroalimentar, agromineral e algumas áreas de alta tecnologia, como é o setor aeronáutico, com um mercado interno que ainda é vibrante. O Brasil tem condições de avançar se fizer as escolhas corretas.
CNI SUSTENTABILIDADE – Marcos Troyo é um dos debatedores no CNI Sustentabilidade, que ocorre em 22 de setembro, no Rio de Janeiro. Ele participará do painel A influência dos valores socioambientais nos padrões de produção e consumo. Os Encontros CNI Sustentabilidade têm o objetivo de mobilizar o setor empresarial para debater tendências de negócios, tecnologias inovadoras, oportunidades e desafios que norteiem a indústria na busca de competitividade com sustentabilidade.

Foto: Divulgação
Fonter: Agência CNI de Notícias

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cniA atividade da indústria continua em queda, mas o recuo registrado em maio foi menos intenso que os verificados no mês passado e no mesmo período de 2015. O índice de evolução da produção foi de 45,5 pontos em maio contra 42,4 em abril. A Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (17), também aponta uma melhora nas expectativas do empresário, principalmente em relação à demanda, cujo índice saltou de 47,8 para 51 pontos. Os indicadores de evolução de produção e de expectativa de demanda variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam aumento na comparação com o mês anterior e expectativa de aumento para os próximos seis meses.

As expectativas com relação às exportações se tornaram otimistas. O índice de expectativa de quantidade exportada passou de 50,7 para 52,5 pontos. O empresariado também se disse menos pessimista quanto ao número de empregados e à compra de matérias-primas. Houve aumento no índice de expectativas desses dois indicadores, mas a pontuação permanece abaixo dos 50 pontos.

Os números mostram também que os estoques de produtos finais da indústria recuaram e permanecem no nível planejado pelas empresas. O índice de evolução dos estoques foi a 48,9 pontos, indicando queda dos estoques pelo sétimo mês consecutivo. Já a ociosidade no parque industrial se manteve elevada: o percentual médio de utilização da capacidade instalada (UCI) permaneceu em 64% pelo terceiro mês consecutivo. O valor é dois pontos percentuais  inferior ao registrado em maio de 2015.

MUDANÇA DE TRAJETÓRIA – Na avaliação da CNI, a expectativa mais favorável com relação à demanda pode alterar as decisões dos empresários, limitando ou até mesmo impedindo futuras quedas na produção e na quantidade de empregados. Caso as expectativas otimistas se confirmem nos próximos meses, a tendência é que se traduzam em aumento de produção, uma vez que, com o quadro de estoques ajustados, é possível iniciar uma trajetória de redução da elevada ociosidade do parque industrial.

Fonte: Agência CNI

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enEmpresa global no fornecimento de tecnologias que atendem à crescente demanda da cadeia produtiva de alimentos, eficiência energética, soluções favoráveis ao clima e infraestrutura moderna, a Danfoss leva soluções que permitem fazer mais com menos para a Greenbuilding Brasil 2015, feira de negócios da construção sustentável no Brasil que acontece de 11 a 13 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Um dos focos da multinacional são as soluções que reduzem o consumo de energia elétrica em sistemas de ar-condicionado para edifícios comerciais. Quem visitar o estande da empresa (nº C19) poderá conhecer os benefícios das seguintes soluções:

Compressores

Os sistemas de HVAC são projetados para trabalhar nas condições de pico, ou seja, em carga total. Porém, apenas 98% do tempo os sistemas operam em cargas parciais. Por esta razão, a Danfoss oferece uma grande variedade de soluções de alta eficiência para cargas parciais, como configurações manifold para modulação da capacidade, compressores de velocidade variável e a nova de linha de compressores com IDV (Intemediate Discharge Valve).

 Conversores de frequência

O VLT® HVAC Drive é um produto de alta qualidade focado para o segmento de HVAC. Esse drive é indicado para aplicações com ventiladores, bombas e compressores em sistemas de ar condicionado e refrigeração. Como diferencial, o VLT® HVAC Drive possui resfriamento via Back Channel e opera em temperaturas ambientes de até 50°C sem derating.

O Shopping RioMar de Recife é um dos cases de sucesso do VLT® HVAC Drive da Danfoss. Mais de 140 conversores de frequência deste modelo foram instalados no sistema de climatização do shopping para controlar o fornecimento de energia na central de água gelada (CAG), da torre de resfriamento, bombas de água gelada, do fancoil e dos exaustores. Essa solução contribuiu para a redução do consumo geral de energia, estimado em 35%.

Válvula AB-QM

Com a crescente preocupação com o consumo energético em diversos sistemas de geração de calor e frio, aumenta a procura por produtos que venham a esse encontro, que economize energia sem prejuízo ao conforto dos usuários. Unindo essas duas principais funções em apenas um componente, as válvulas de controle e balanceamento dinâmico AB-QM proporcionam uma instalação mais rápida, maior precisão e controle da vazão independente das variações de pressão no sistema. Dessa forma, é possível garantir que cada ponto de consumo receba a vazão que necessita em diversas condições de carga térmica. Proporciona assim eficiência e economia em todas as etapas do desenvolvimento dos sistemas, desde a especificação simplificada, o fácil comissionamento, a manutenção reduzida e, principalmente, o desempenho otimizado no dia-a-dia. Entre os cases de sucesso com a aplicação das válvulas AB-QM estão a Arena das Dunas e o Shopping Ponta Negra, que planeja poupar até 15% da energia em sistema de climatização.

Válvula de Expansão Eletrônica

As válvulas de expansão eletrônicas são utilizadas com controles eletrônicos Danfoss, permitindo um controle preciso das temperaturas, pressões e superaquecimento do sistema. A linha é inicialmente dedicada para aplicações em Chillers, Splits e VRFs, mas pode ser utilizada para todos os sistemas de Ar Condicionado e Refrigeração Comercial, com qualquer tipo de refrigerante fluorado, onde irá proporcionar uma redução no consumo de energia do equipamento. Seu extenso range de capacidades – que vai de 0,7 TR até 400 TR – atende as exigências dos grandes fabricantes em todo o seu portfólio de produtos.

Trocador de calor microcanal MCHE

O trocador de calor microcanal MCHE combina economia de matéria-prima e eficiência energética com menor consumo de refrigerante. Ideal para uso em diferentes aplicações, tais como chillers, unidades condensadoras, displays internos, A/C residencial, balcões refrigerados, split/rooftops, o MCHE é construído 100% em alumínio, o que resulta em uma maior resistência à corrosão galvânica, prolongando a vida útil do condensador. Com seu volume interno até 70% menor que um tubo-aleta, o MCHE utiliza, em média, 30% a menos de carga de refrigerante em todo o equipamento.  Além disso, os microcanais apresentam menor perda de carga do ar, necessitando uma menor potência de ventilação. São também cerca de 60% mais leves, se comparados com os condensadores tubo-aleta.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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