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 manutenaoDe acordo com Hércules Tchechel, presidente da Armo do Brasil, empresa de suprimentos e que presta serviços para o setor industrial há 15 anos, nesta época, cresce a demanda por serviços de manutenção é a hora de executar o que foi planejado. “Uma avaliação criteriosa dos equipamentos pode fazer com que, muitos sejam reciclados por meio de novas tecnologias e voltem a ficar disponíveis dentro do processo, funcionando com segurança e até com a mesma curva produtiva”, esclarece. Bombas centrífugas ou a vácuo, válvulas rotativas, roscas transportadoras de bagaço, rotores de exaustores, cabeçotes ou filtros prensa são alguns dos equipamentos que podem retornar à produção depois de recuperados.

Como uma solução prática e de menor custo, Tchechel acredita que recuperar é a palavra de ordem ao invés de trocar os equipamentos por novos. “Hoje existem técnicas inovadoras que permitem a recuperação de um equipamento desgastado bem próximo dos dimensionais originais como a soldagem a frio, que pode devolver o mesmo potencial de um novo a um custo até 75% menor”, assegura. Ele diz que Armo tem recuperado muitos equipamentos por meio dessa tecnologia.

Outra indicação para reduzir o impacto dos custos de manutenção neste período é lançar mão da tecnologia dos revestimentos químicos. Segundo Tchechel, hoje existem tintas especiais de alto desempenho que revestem os equipamentos com a função de protegê-los da corrosão e dos efeitos nocivos das altas temperaturas. O processo protege e prolonga a utilidade dos equipamentos e, por vezes, dispensa a troca por um novo. “Uma tinta à base de aço inox 316L reveste todo o equipamento, inclusive a área por onde passa os líquidos corrosivos, fazendo com que a resistência química do inox seja transferida para a superfície de carbono, prolongando a durabilidade da máquina”, explica. Segundo Tchechel, é um investimento baixo perto da economia que se faz.  Tchechel recomenda, antes de tudo, contar sempre com o apoio de um especialista para auxiliar nesta tarefa. Para ele, é fundamental estabelecer parcerias com empresas confiáveis e que disponibilizam profissionais técnicos para orientar qual a melhor solução dentro de cada contexto. “Por último, é imprescindível que a manutenção faça parte de todo o ciclo de vida de um equipamento em um trabalho conjunto da Engenharia, Produção e Manutenção. Entendo que, dessa forma, é possível atuar no processo com racionalização de recursos e redução de atrasos da produtividade”, argumentou.

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A Paem tem um setor especializado em manutenção de bombas de vácuo próprias e importadas. Além de fabricante de bombas de vácuo, a empresa destaca-se também pela assistência técnica permanente com peças de primeira linha para maior durabilidade das bombas e tranquilidade dos clientes. A empresa desenvolve com tecnologia a maioria das peças para as bombas importadas conforme a necessidade.
Possui amplo estoque de peças para reposição, no qual se incluem palhetas, filtros, válvulas, rolamentos, rotores, acoplamentos etc. e conta com profissionais altamente capacitados.

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Para atender as necessidades de seus clientes e do mercado, a PAEM iniciou os serviços de locação de bombas. A locação de bombas é ideal nos casos de substituição temporária de bombas em manutenção, sendo uma alternativa viável para evitar custos maiores
como atraso e parada total na produção.
Além disso, a empresa possui um setor especializado em manutenção de bombas de vácuo próprias e importadas e conta com peças
de primeira linha para maior durabilidade das bombas e tranquilidade dos clientes.

Serviço – Para informações a respeito da locação, entre em contato coom a empresa pelo (11) 2291-8622, ou pelo e-mail: paem@paem.com.br

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Porta da Hormann se distingue pela rapidez ao abrir e fechar


A Porta Rápida Espiral é a novidade da Hormann para esta Cemat. A empresa desenvolveu um modelo de porta rápida com velocidade de abertura de 3m/s e altura de 6 m. “É uma peça produzida sob medida e que é importada da Alemanha. É um modelo que não exige manutenção. É um modelo exclusivo da Hormann”, explica Daniel Graciano, gerente de vendas da Hormann.

Segundo ele, a porta abre e fecha em 5 segundos. “Não existe porta tão rápida no mercado. É uma porta ideal para indústria automotiva e química, por exemplo, por causa da sua vedação e velocidade de abertura, ou seja, tudo que exige estanqueidade e controle de partida”, afirma o gerente de vendas da Hormann.

Áreas de fluxo de pessoas, empilhadeiras, indústria alimentícia são alguns dos setores aconselháveis para receber a tecnologia. “São setores que precisam de segurança de entrada e saída”, atesta Graciano.

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Solução reduz paradas de manutenção nas usinas de açúcar e álcool

O kit Polipox 451 é um produto exclusivo, desenvolvido para prevenir e reparar o desgaste interno de bombas hidráulicas.
Lançada em 2011 pela Polipox, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de tecnologia de polímeros, a fórmula é indicada para o setor açucareiro.
O alto poder corrosivo do caldo de cana exige manutenção frequente e a troca constante das peças danifi cadas. Nas operações do setor, dois fatores de agressão estão sempre presentes: o ataque químico do fluido e o ataque abrasivo das partículas que são carregadas pelo líquido no processo de vazão. Com o caldo de cana, muitas vezes, vêm também areia, quartzo e outros detritos que passam em alta velocidade pelo interior das bombas. “O choque, provocado pelo contato destes detritos com as paredes do equipamento, mais a ação corrosiva do fluido, resulta em um ataque mecânicoquímico, que afeta a estrutura interna da bomba, exige manutenções constantes e a consequente paralisação das operações”,
explica Glaucio Conde, gerente técnico e de marketing da companhia.
“A utilização é simples: basta misturar os dois componentes por três a cinco minutos e aplicar sobre a peça com um pincel ou espátula”, continua.
A solução forma uma camada de polímero de alta resistência química e abrasiva que aumenta o tempo de vida útil do equipamento. “Testes de
jateamento comprovaram que o desgaste da película protetora leva o dobro do tempo do metal e a parede da bomba permanece intacta”, afirma
o engenheiro.
Quando aplicado em uma bomba nova, a camada mantém a superfície do equipamento intacta. Nas bombas avariadas, o kit completa os
buracos que foram formados pela abrasão e pelo ataque químico, recuperando totalmente a superfície. “Antes desta solução, a recuperação
da bomba exigiria o uso de soldas de metal e o serviço de usinagem de um
profi ssional especializado e até mesmo a troca total da base do equipamento”, diz o gerente técnico.
Uma embalagem permite o revestimento de mais de 10m2 .
Para aplicação, o técnico responsável deve retirar a parte oxidada do metal e
aplicar o kit 4151. A bomba pode entrar em operação 24 horas depois da
aplicação. Se a a cura for feita sobre aquecimento, o equipamento pode voltar a funcionar após 1 hora.
O material é termofi xo, que impede a liberação de subprodutos pela película.
Por isso, é aprovado para contato com alimentos sem riscos de contaminação.

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O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos para o setor de construção e de obras de infraestrutura no País segue crescendo num ritmo bastante forte. Segundo estimativa feita pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção do total de máquinas vendidas no País, 30% se destinam ao mercado de locação. Com esse percentual, o mercado brasileiro segue uma tendência mundial de maior participação dos equipamentos alugados. Nos países europeus e nos Estados Unidos, o percentual de equipamentos que é destinado ao mercado de locação é de 60%.

A explicação para o expressivo crescimento do mercado de locação de equipamentos está no aumento da frota nas locadoras e também em razão do surgimento de novas empresas no segmento, atraídas pelas boas oportunidades de negócios existentes no mercado.

A direção da Sobratema detectou ainda uma pulverização de investimentos na área de locação no Brasil, acompanhando os projetos de grandes obras, que estão espalhadas por diversas regiões. Diante desse cenário promissor, o segmento de locação sustenta a firme disposição de continuar investindo, a despeito de uma diminuição na rentabilidade registrada este ano. A expectativa para 2012, no entanto, é de melhoria na rentabilidade, até pelo fato de que a totalização da receita do setor, considerando todas as empresas, registra certo crescimento.

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Empresa celebra crescimento dos últimos anos e foca em excelência de qualidade, inovação e praticidade

A TAPMATIC do Brasil, empresa nacional ligada à Tapmatic Corporation dos Estados Unidos e Tapmatic International Corporation da Suíça, participa da Feimafe 2011(23 a 28 de maio, Anhembi, São Paulo), onde traz novidades na linha de especialidades químicas para manutenção. Os produtos fabricados pela companhia são anticorrosivos e tratamento de superfície, tudo para usinagem, solda a frio, desengraxante e agentes de limpeza industrial, manutenção elétrica, lubrificantes e especialidades.

“As prateleiras de produtos químicos aumentam a cada ano”, justifica Jan Strebinger, proprietário e fundador da empresa, quando se refere ao crescimento deste mercado no País e no mundo. Produtos estes que otimizam o dia-a-dia da manutenção industrial,com alta tecnologia e praticidade.

Strebinger afirma que este mercado tem grande margem de expansão, pois não é saturado. Exemplo disso é que a empresa teve aumento de 20% no faturamento de 2011, em relação a 2010. Os últimos cinco anos a empresa cresceu consideravelmente e dobrou seus produtos.

Sobre parcerias com outros países, a companhia atualmente vende para o Chile e inicia um processo de tradução de seus rótulos para o idioma espanhol. Contudo “há muita coisa a desenvolver aqui no Brasil antes” completa Strebinger.

Com 20 técnicos residentes nos principais centros industriais do Brasil, a empresa possui unidade fabril em Barueri,São Paulo, que foi duplicadas a fim de atender o aumento da produção de linhas de produtos existentes e início de produção de novos produtos. Este espaço comporta modernos laboratórios de pesquisa, desenvolvimento e controle de qualidade da tecnologia Quimatic/Tapmatic.

A TAPMATIC do Brasil fabrica produtos químicos para indústrias e para uso doméstico sob a marca QUIMATIC. Os produtos com esta marca são usados e aprovados pelas indústrias petroquímicas, usinas de bioenergia e açúcar, indústrias de alimentos, frigoríficos, indústria automobilística, mineradoras, indústrias pesadas, eletroeletrônicas e a Marinha do Brasil. Além do aval da ANVISA, através da certificação Bureau Veritas, a empresa de três décadas de mercado alcançou a ISSO 2001.

Lançamentos Feimafe

No estande da Quimatic é possível conferir demonstração de diversos lançamentos. Entre eles está o Plasti Film, emborrachamento a frio, flexível,aderente e disponível em diversas cores. O Plasteel, composto de aço com resinas, reforçado com nylon, usinável como aço,cura a frio, é um produto com ótima aceitação nas usinas de açúcar e álcool, papeleiras, mineradoras, oficinas e manutenção em geral.

O Nebulizador Tapmatic IV, um aplicador de lubrificante e refrigerante de usinagem por névoa econômico, ecológico, porque utiliza fluidos adequados, mantém o ambiente de trabalho limpo por sua estrutura inteligente,entre outros valores agregados a este produto. A Solução P.C.F.(fundo convertedor de ferrugem), possui diferenciais visíveis como economia de trabalho e custo de remoção de ferrugem, além de dispensar o uso de outros fundos.

O C.R.Z. galvanização instantânea a frio, é um anticorrosivo que protege e resiste a altas temperaturas. Tem bom rendimento, resistência à corrosão causada por intempéries e é homologado pela Marinha do Brasil.

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Por Fernando José Barbin Laurindo, professor da Fundação Vanzolini

Sempre destaco em meus artigos, a importância dos investimentos em TI serem direcionados a ganhos estratégicos e integrados com os processos organizacionais. Vimos também que a TI está por trás dos esforços em termos de inteligência para compreender o mercado e vislumbrar novas oportunidades inovadoras e que podem trazer vantagem competitiva.

O sucesso ou não destas realizações através da TI decorrem das decisões que são tomadas pelos executivos acerca de quais projetos de TI devem ser priorizados e levados adiante. Não é de se estranhar que este tema tenha sido alvo de inúmeras pesquisas tanto no âmbito acadêmico como no profissional.

A área de TI recebe sempre diversas solicitações das varias áreas usuárias, além dela própria gerar propostas de novos projetos de TI (seja de novas aplicações, de manutenção de aplicações existentes ou ainda de atualizações por razões tecnológicas). Este conjunto de demandas constitui a carteira (ou backlog) de projetos a desenvolver.  Os projetos selecionados para serem desenvolvidos (ou implementados) constituem o portfólio de projetos de TI.

Existem diversas formas de selecionar projetos de TI e construir deste portfólio. Segundo uma pesquisa desenvolvida por um autor chamado Renkema, seriam mais de 60 métodos descritos na literatura para avaliar projetos de TI. E este número continua a crescer! Este mesmo autor agrupou as diferentes propostas para avaliar projetos de TI em quatro grupos: Abordagem Financeira, Abordagem Multi-criterio, Abordagem de Indicadores e Abordagem de Portfólio.

Acerca do último grupo, há diversas formas de construir o portfólio de projetos de TI e os possíveis critérios de avaliação de projetos de TI que costumam incluir aspectos tecnológicos, econômicos e comportamentais. Montar um portfólio de projetos de TI baseia-se em alguns aspectos chave: Estratégia de negócios, a Alocação de Recursos e a Seleção de Projetos que assegurem a estratégia de negócios escolhida pela empresa. Assim, o alinhamento estratégico não é somente uma questão de escolher projetos que estejam em sintonia com a estratégia de negócios da empresa, mas também escolher os projetos que sejam compatíveis entre si. É claro que projetos que devem obrigatoriamente ser incluídos no portfolio, tais como aqueles destinados a corrigir falhas dos softwares (bugs) ou atender requisitos de legislação.

No entanto, no cotidiano das atividades dos gestores de TI, outros aspectos são levados em consideração, que estão mais relacionados com a atividade de gestão do que com o alinhamento estratégico da TI. É muito comum que se adote a prática de incluir no portfólio de implementação “um projeto de cada área usuária”. Isto garante uma relativa paz para o gestor da TI (ou eventualmente para gestores de diferentes níveis na hierarquia) diante dos demais executivos da empresa. Do ponto de vista das relações internas da empresa, esta lógica parece muito razoável, pois parece uma abordagem “justa”.  Além disto, por favorecer a manutenção de um ambiente “amistoso” entre a TI e as áreas usuárias, haveria uma tendência de facilitar o alinhamento estratégico.

No entanto, um análise mais cuidadosa e isenta, levando em conta os objetivos da empresa e não dos executivos da TI, mostra que somente por sorte a adoção deste critério  levará ao portfólio que mais favoreça ao atendimento dos objetivos estratégicos.  Mas para que se adotem outros critérios e métodos para selecionar projetos de TI não basta que somente os executivos de TI mudem de conduta. É antes necessário que se crie um comprometimento geral na empresa para se buscar resultados para o benefício da organização como um todo e não somente para os interesses das diferentes áreas usuárias. Havendo esta postura de todos executivos em relação a TI, então se pode trabalhar de forma a buscar métodos que selecionem os projetos de TI que promovam o tal almejado alinhamento estratégico entre TI e negócio.

Prof.Dr. Fernando José Barbin Laurindo é professor da Fundação Vanzolini (www.vanzolini.org.br), entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP. Email: fjblau@usp.br.

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Os pré-conceitos da lubrificação

Icone Artigo | Por em 15 de julho de 2010

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Dados estatísticos divulgados por fabricantes de rolamentos confirmam que a lubrificação tem peso significativo na disponibilidade de máquina e suas atividades, chegando a 50% dos motivos de quebra dentro da manutenção. No entanto, existem “verdades” do segmento que precisam ser desmistificadas. Veja no artigo de autoria de Celso Antônio de Castro quais “verdades” são essas.

Por Celso Antônio de Castro *

Dados estatísticos divulgados por fabricantes de rolamentos confirmam que a lubrificação tem um peso significativo na disponibilidade de máquina e suas atividades, chegando a 50% dos motivos de quebra dentro da manutenção. No entanto, existem “verdades” do segmento que precisam ser desmistificadas.
Várias empresas ainda acreditam que, para reduzir as quebras ou falhas na manutenção industrial, por motivos voltados à lubrificação, decisões isoladas podem ser suficientes. Ter um plano de lubrificação adequado, contar com mão de obra qualificada, ou utilizar um software específico para aplicação, são iniciativas que, se utilizadas separadamente, não alcançam o resultado desejado. Por outro lado, ainda temos o processo de aplicação de lubrificantes que sempre vai interferir diretamente nesses pontos.

Os gerentes da manutenção industrial não podem mais acreditar no “ou um ou outro”. Ou que “isso já é o suficiente”.  Se, no passado, não havia a necessidade de mão de obra qualificada, diversidade de lubrificantes e indicadores para comprovar a importância da lubrificação, hoje o setor conta com especialistas bem preparados, inúmeros tipos de lubrificantes diferentes, e análises que confirmam a relevância da lubrificação, ainda que, nem sempre, as organizações encontrem as ferramentas corretas para a gestão integrada de serviços neste seguimento. 

Assim, para o futuro, serão necessários trabalhos para redução de custos e aumento de produtividade. Bem como ferramentas que possibilitem a gestão integrada com as técnicas preditivas, utilizando coletores de dados com código de barras, que identificarão os pontos a serem lubrificados e permitirão a eliminação de papel no processo, passando a trabalhar com informações online.

Para se ter uma idéia do salto qualitativo e econômico que pode ser dado, uma ordem de serviço, quando encaminhada ao chão de fábrica para ser executada, leva de cinco a dez dias até seu encerramento. Mas se a velha forma de atuação for substituída pelo novo conceito, o tempo entre a solicitação do serviço e o cumprimento da tarefa pode diminuir para menos de 24 horas, com a redução de até 2,8 toneladas de papel ao ano, além de otimização da mão de obra, que então atuará de forma preventiva pela disponibilidade de dados em tempo real.

O mercado está se tornando cada vez mais acirrado, a tecnologia avança e a informação circula mais rapidamente. Para que as empresas não deixem o bonde passar, basta seus comandantes perderem certos pré-conceitos que, muitas vezes, prejudicam a realização dos serviços na lubrificação.

* Celso Antônio de Castro é Gerente de Engenharia, Confiabilidade e Performance da Hilub Preditiva

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*Por Nilson J. Guiselini

A cana no Brasil

Embora seja planta exótica, originária da Nova Guiné, no Oceano Índico, a cana-de-açúcar é um vegetal intimamente ligado à história brasileira, desde os primórdios da colonização portuguesa até os dias de hoje. Basta dizer que o Brasil é o principal produtor mundial de etanol e açúcar de cana.

O setor sucroalcooleiro tem uma importância grande na geração e movimentação da economia brasileira. Além da produção de alimentos (no período de renovação da lavoura) e combustível renovável, o setor tem uma capacidade instalada para geração de energia elétrica correspondente a “uma Itaipu”. O período de geração de energia elétrica é realizado quando os nossos reservatórios estão baixos, uma vez que a nossa matriz energética utiliza os recursos hídricos (hidroelétricas) para gerar grande parte na energia consumida.

Para manter essa estrutura em funcionamento é necessário lançar mão de técnicas que permitem garantir o funcionamento das instalações com o menor número de paradas provocadas por quebras ou interrupções emergenciais.

Historicamente, a cana-de-açúcar é um dos principais produtos agrícolas do Brasil, sendo cultivada desde a época da colonização. Do seu processo de industrialização obtém-se como produtos o açúcar nas suas mais variadas formas e tipos, o álcool (anidro e hidratado), o vinhoto (utilizado na ferti-irrigação da lavoura) e o bagaço (combustível para produção de vapor no acionamento de turbinas no processo e geração de eletricidade – cogeração). Atualmente, a geração de energia elétrica que é comercializada com empresas especializadas garante uma receita significativa para a usina (fonte geradora).

Devido à grandeza dos números do setor sucroalcooleiro no Brasil, não se pode tratar a cana-de-açúcar apenas como mais um produto, mas sim como o principal tipo de biomassa energética, base para todo o agronegócio sucroalcooleiro.

A busca pela redução dos custos

Poucas vezes na história da cana-de-açúcar no Brasil a redução de custos foi uma meta tão perseguida quanto agora – foco direcionado para manutenção na atual entressafra. Cálculos de consultores e usinas apontam que a atividade representa 40% do custo industrial de uma planta sucroalcooleira.
Em função dessa situação a técnica de manutenção empregada na indústria tem uma grande importância para garantir o funcionamento dos equipamentos envolvidos na produção. As técnicas empregadas buscam garantir:

· confiabilidade nas instalações e equipamentos;
· disponibilidade dos equipamentos para a produção;
· redução de custos com paradas provocadas por falhas (parada imediata) ou defeitos (mau funcionamento).

Situação atual do setor no Brasil

O texto abaixo contém parte do discurso do presidente da UNICA, Marcos Sawaya Jank, no evento de lançamento do “Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar”, no dia 25/06/2009, no Palácio do Buriti, em Brasília, DF.

“…O Brasil responde por um terço da produção mundial de cana-de-açúcar, 20% da produção e 40% das exportações mundiais de açúcar, 30% da produção e 60% das exportações mundiais de etanol. O etanol já representa mais da metade do consumo nacional de combustíveis para automóveis leves e a biomassa da cana responde por 3% da produção de eletricidade, com potencial de chegar a 15% da matriz elétrica brasileira até 2015.
Desde o ano passado, a indústria da cana-de-açúcar já é a segunda principal fonte de energia do país, atrás do petróleo e acima da hidroeletricidade. O setor sucroenergético brasileiro possui quase 400 indústrias processadoras, mais de 1 mil indústrias de suporte, 70 mil fornecedores de cana e gera quase 1 milhão de empregos diretos em 20 estados brasileiros…”

Evolução histórica dos conceitos da manutenção

A história da manutenção acompanha a evolução tecnológica, econômica e social do mundo. Para entender seu desenvolvimento como ciência pode-se dividi-la em sete fases:

 1a Fase: pré-manutenção – século XVIII
· Não existiam equipes de manutenção;
· O próprio operador ou dono da máquina era o responsável pelo reparo;
· A parada da máquina não causava maiores problemas.

 2a Fase: Primeiras equipes – século XIX
· Surgem as grandes invenções: eletricidade, máquinas e motores a vapor;
· Aparecem as primeiras equipes;
· Ter à mão os recursos: MANU + TENERE = MANUTENÇÃO.

3a Fase: Corretiva – 1900 a 1920
· Deflagrada a Primeira Guerra Mundial;
· Surgem as primeiras indústrias;
· A parada da máquina atrasa a produção;
· Formam-se as equipes de manutenção corretiva.

 4a Fase: Preventiva – 1920 a 1950
· Inicia-se a Segunda Guerra Mundial;
· Início da aviação comercial;
· Aparece a eletrônica (transistor), com o primeiro computador;
· É necessário prevenir: surge a manutenção preventiva.

 5a Fase: Racionalização – de 1950 a 1970
· Crise do petróleo;
· Os custos aumentam demasiadamente;
· Aparece a engenharia de manutenção;
· Não basta só consertar e prevenir: isso precisa ser realizado com economia.

 6a Fase: Produtiva total – de 1970 a 1980
· Crescimento das empresas e concorrências;
· Técnicas japonesas (desenvolvidas pós-Segunda Guerra);
· Envolvimento da operação na Falha Zero;
· Produção = operação + manutenção;
· O operador e o usuário das máquinas são importantes;
· Surge a Manutenção Produtiva Total (MPT).

 7a Fase: Manutenção baseada em confiabilidade – de 1980 até hoje
· Diversidade dos itens físicos;
· Complexidade tecnológica;
· Questão jurídica e legal;
· Questão ambiental e segurança do trabalho.

(Fonte: Guia básico para manutenção hoteleira. Editora Senac. Autor Eduardo Linzmayer)

A manutenção preditiva no setor sucroalcooleiro

Conceituação
 
Podemos fazer uma analogia com os conceitos utilizados pela manutenção com um sistema de saúde para o ser humano. No sistema da saúde temos:

· Pronto socorro – atendimentos emergenciais;
· Postos de saúde – vacinas, consultas e orientações;
· Laboratórios para análises – exames clínicos como sangue, urina, dermatológicos etc.
 
Nas atividades realizadas pelas equipes de manutenção temos:

· Corretiva – emergencial ou programada;
· Preventiva – evitar paradas emergenciais;
· Preditiva – monitorar o funcionamento do equipamento ou instalação sem a obrigatoriedade da parada.

Unindo os conceitos com saúde temos:

· Manutenção corretiva – Pronto socorro (atendimentos emergenciais);
· Manutenção preventiva – Posto de saúde (vacinas, orientações, avaliações periódicas etc);
· Manutenção preditiva – Exames laboratoriais (sangue, urina etc).

A manutenção preditiva é uma filosofia ou atitude que usa a condição operacional real do equipamento e sistemas da planta industrial para otimizar a operação total da planta industrial.

A preditiva é a atuação realizada com base na modificação de parâmetro de condição ou desempenho do equipamento, cujo acompanhamento obedece a uma sistemática. Pode ser comparada a uma inspeção sistemática para o acompanhamento das condições dos equipamentos.

Quando é necessária a intervenção da manutenção no equipamento, estamos realizando uma manutenção corretiva planejada.

É conhecida também como manutenção sob condição ou manutenção com base no estado do equipamento (Condition Based Maintenance).

O termo associado à manutenção preditiva é o de predizer. Esse é o grande objetivo da manutenção preditiva: predizer (ou prevenir) as falhas nos equipamentos ou sistemas por meio de acompanhamento dos diversos parâmetros, permitindo a operação contínua pelo maior tempo possível. Ou seja, a manutenção preditiva privilegia a disponibilidade à medida que não promove intervenções nos equipamentos em operação.

Além disso, a intervenção só é decidida quando os parâmetros acompanhados indicam sua real necessidade, ao contrário da Manutenção Preventiva que pressupõe a retirada do equipamento de operação baseada no tempo de operação.

Quando o grau de degradação se aproxima ou atinge o limite previamente estabelecido, é tomada a decisão de intervenção. Isto permite uma preparação prévia do serviço, além de outras decisões alternativas relacionadas com a produção.

Acompanhamento preditivo

A avaliação do estado do equipamento se dá por meio de medição, acompanhamento ou monitoração de parâmetros. Esse acompanhamento pode se feito de três formas:

· Acompanhamento ou monitoração subjetiva;
· Acompanhamento ou monitoração objetiva;
· Monitoração contínua.

A monitoração subjetiva é aquela exercida pelo pessoal de manutenção utilizando os sentidos, ou seja, tato, olfato, audição e visão. Quando um mecânico coloca a palma da mão sobre uma caixa de mancal pode perceber a temperatura e a vibração. Evidentemente quanto mais experiente, mais confiáveis serão os diagnósticos. No entanto, essa monitoração não deve ser adotada como base para decisão por ser extremamente subjetiva.
 
A monitoração objetiva é o acompanhamento feito por meio de equipamentos ou instrumentos específicos. É objetiva, pois fornece um valor de medição do parâmetro que está sendo acompanhado, e o valor medido independe do operador do instrumento, desde que utilizado o mesmo procedimento.
 
A monitoração objetiva pode ser classificada em contínua e pontual. Em situações onde o tempo de desenvolvimento do defeito é muito curto e/ou em equipamentos de alta responsabilidade, adota-se o monitoramento contínuo. Nos demais equipamentos ou onde o defeito pode ser acompanhado ou ainda onde a falha não impacta a continuidade operacional, adota-se um plano de medições periódicas, sendo a frequência, função da importância do equipamento ou do histórico do equipamento.

Principais Técnicas de Manutenção Preditiva

Em termos práticos, uma técnica de manutenção preditiva deve atender aos seguintes requisitos:

· Permitir a coleta de dados com o equipamento em funcionamento, ou com o mínimo de interferência possível no processo de produção;
· Permitir a coleta dos dados que possibilitem a análise de tendência.

Somente para efeito didático, podemos classificar as técnicas preditivas nas categorias indicadas na tabela abaixo.

Algumas técnicas de Ensaios Não Destrutivos (END), listadas na tabela, só podem ser aplicadas com o equipamento fora de operação, o que invalidaria a condição de que as técnicas preditivas são aplicáveis com o equipamento em funcionamento. Para melhor visualização considerar que as técnicas listadas nos quadros em laranja são aplicáveis com o equipamento em operação, enquanto as contidas nos quadros verdes dependem (em geral) da retirada do equipamento de operação para sua realização. Neste artigo serão abordadas apenas as técnicas preditivas que podem ser aplicadas com os equipamentos em operação.

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Análises de vibrações

O acompanhamento e a análise de vibração tornaram-se um dos mais importantes métodos de predição na indústria tendo a sua maior aplicação em equipamentos rotativos (bombas, turbinas, redutores, ventiladores, compressores). O estágio atual de desenvolvimento dos instrumentos, sistemas de monitoração e softwares especialistas é muito avançado, o que vem permitindo, por exemplo, que outras variáveis, além da vibração, sejam acompanhadas simultaneamente pelos mesmos instrumentos.

Alguns dos principais instrumentos para medição e monitoração de vibração estão mostrados a seguir:

· Analisador de vibração
São os aparelhos para medição de vibração mais simples existentes no mercado. São capazes de medir deslocamento e velocidade de vibração. Alguns modelos possuem filtros que permitem ajustar a medição da característica de vibração para uma determinada frequência.

· Coletor/analisador de dados
São instrumentos que oferecem uma variedade muito grande de recursos incluindo interface com softwares especialistas. Além de medir variáveis relacionadas à vibração, aceitam diversos outros parâmetros como temperatura, corrente elétrica e variáveis de processo.

Esses instrumentos são a base de trabalho de um programa de monitoramento de máquinas rotativas em indústrias cuja quantidade de equipamentos justifique sua aquisição. São capazes de fornecer as seguintes informações: espectro de vibração, espectro de corrente (motores elétricos), forma de onda, nível global de vibração e temperatura, dentre outros.

· Monitoramento On-line
Quando se deseja um acompanhamento contínuo do equipamento em função de sua criticidade para o processo ou alto custo, adota-se monitoramento on-line. Esse tipo de monitoramento é feito por meio de probes (sensores) instalados nos mancais, cujos sinais são levados até painéis de controles instalados no campo, ao lado das máquinas, na casa de controle ou locais remotos. Até alguns anos atrás, esse tipo de instalação era restrito a máquinas de grande porte (grupos geradores, compressores centrífugos e axiais de grande porte). Atualmente, com o desenvolvimento da microeletrônica eletrônica e de sensores, o preço vem sofrendo queda significativa e já é muito comum o monitoramento contínuo em máquinas de médio porte ou em equipamentos de uso geral.

Temperatura

A temperatura é um dos parâmetros de mais fácil compreensão e o acompanhamento de sua variação permite constatar alteração na condição dos equipamentos, componentes e do próprio processo produtivo. A seguir estão listados alguns exemplos clássicos, onde a monitoração da temperatura é primordial:

· Temperatura de mancais de máquinas rotativas;
· Temperatura da superfície de equipamentos estacionários;
· Temperatura de barramentos e ligações (conexões) elétricas.

A medição de temperatura pode ser feita por uma série de instrumentos, alguns dos quais estão listados a seguir:

· Termômetro de contato;
· Pirômetro de radiação ou pirômetro ótico;
· Radiômetro;
· Termógrafos ou termovisores.

Uma das técnicas preditivas que proporciona maior retorno e evita a ocorrência de acidentes ou paradas de produção é a termografia em instalações elétricas. O mau contato, a partir do qual se desencadeia a falha, pode ser detectado e corrigido pela utilização de radiômetros ou de termovisores.

Por sua relevância para a manutenção, tanto em indústrias como em instalações prediais, é altamente recomendável a existência de um programa de acompanhamento das instalações elétricas.

Radiômetro

São instrumentos que coletam a radiação infravermelha por meio de um sistema ótico fixo e a direciona para um detector que pode ser do tipo termopilha, pirelétrico ou fotodetectores. São instrumentos portáteis, de custo baixo que, fornecidos a um eletricista que conhece a planta, guiado por um programa de inspeções periódicas, fornece excelentes resultados.

Termografia

A termografia é uma das técnicas preditivas que mais tem se desenvolvido no últimos 30 anos. Atualmente, os termovisores estão cada vez menores e mais precisos, oferecendo recursos importantes para o acompanhamento e controle de tendência.

Algumas das principais aplicações da termografia em instalações industriais são:

· Área elétrica onde existe necessidade  de acompanhamento de componentes defeituoso ou mau contato;
· Usinas siderúrgicas – verificação do revestimento de altos-fornos, dutos de gás, regeneradores e carros torpedos;
· Fábricas de cimento – fornos rotativos para pesquisa de queda de refratários;
· Área de petróleo e petroquímica – vazamentos em válvulas de segurança, problemas com refratários em fornos, caldeiras e unidades de craqueamento catalítico.

Análise de óleo

Existem duas formas de encararmos as informações obtidas a partir de uma análise de óleo:

· Condições do lubrificante – determinação das propriedades físico químicas do lubrificante para garantir uma boa lubrificação;
· Condições da máquina – análise de substâncias estranhas ao lubrificante (gases ou partículas em suspensão no lubrificante);

Para avaliar as condições do lubrificante estão disponíveis diversos testes:

· Viscosidade;
· Índice de neutralização – acidez (TAN) e basicidade (TBN);
· Teor de água;
· Insolúveis;
· Espectrometria (presença de metais);
· Rigidez dielétrica;
· Ponto de fulgor.

Conclusões

Para garantir a disponibilidade dos equipamentos e instalações com confiabilidade é fundamental que a manutenção atue:

· Privilegiando a adoção da manutenção preditiva em detrimento da preventiva sempre que possível;
· Adotando a engenharia de manutenção como uma maneira de analisar e promover as melhorias necessárias na planta.

Com essas ações estaremos diminuindo os custos e privilegiando a disponibilidade dos equipamentos e instalações. Um programa de manutenção preditiva pode minimizar o número de quebras de todos os equipamentos mecânicos da planta industrial e assegurar que o equipamento reparado esteja em condições mecânicas aceitáveis.

O programa também pode identificar problemas da máquina antes que se tornem sérios, já que a maioria dos problemas mecânicos pode ser minimizada se for detectado e reparado com antecedência. Os modos normais de falha mecânica degradam-se numa velocidade diretamente proporcional à sua severidade. Portanto, quando um problema é detectado logo, normalmente pode-se evitar maiores reparos.

Dessa forma, é necessário reduzir fortemente a manutenção preventiva e aumentar a participação da manutenção preditiva como forma de obtermos melhores resultados para nossas empresas e nosso país. A manutenção preditiva é a primeira quebra de paradigma na manutenção e por meio dela estaremos no caminho para a excelência.

Referência bibliográfica

Kardec, Alan; Nascif; Baroni, Tarcisio – Gestão Estratégica e Técnicas Preditivas – Editora Quality Mark, Rio de Janeiro, 2002 – Coleção Manutenção – Abraman
Linzmayer, Eduardo – Guia Básico para Manutenção Hoteleira – Editora Senac – São Paulo, 2008
Almeida, Márcio Tadeu – Artigo: Manutenção Preditiva: Confiabilidade e Qualidade

*Nilson J. Guiselini é engenheiro mecânico e gerente de engenharia da M&MLabtest Ltda., de Ribeirão Preto, SP

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

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Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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