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miltonregoA indústria brasileira de cloro-álcalis tem potencial de ser a principal fonte de hidrogênio verde, considerada a energia do futuro no mundo. Durante o processo de produção de cloro, chamado de eletrólise (passagem de uma corrente elétrica através de uma solução de salmoura), além da soda cáustica, é gerado também hidrogênio. O hidrogênio gerado nas plantas de cloro-álcalis no Brasil é produzido a partir da quebra da molécula de água proveniente de fontes limpas, ou seja, é um “hidrogênio verde”. No Brasil, vale lembrar, 83% da matriz elétrica é renovável.

Para cada tonelada de cloro, são produzidos 28 kg de hidrogênio durante a eletrólise. Hoje na indústria esse hidrogênio é utilizado como matéria prima ou fonte térmica, substituindo o gás natural e reduzindo a emissão de gás carbônico.

Como a indústria prevê um aumento da capacidade de produção de cloro em 700 mil toneladas considerando a meta de universalização do saneamento até 2033, haveria uma disponibilidade nas plantas brasileiras de cloro-álcalis de gerar 18 mil toneladas de hidrogênio verde por ano (a estimativa considera um rendimento de 90% do processo). Essas 18 mil toneladas de hidrogênio verde/ano que serão produzidas poderiam, por exemplo, substituir 60 mil toneladas de gás natural, o que representaria uma redução na emissão de gás carbônico para a atmosfera de 160 mil toneladas.

Segundo dados de mercado, cerca de 4% do hidrogênio consumido no mundo já é originado em plantas de eletrólise, especialmente de cloro-álcalis.

“A mudança para uma matriz energética mais sustentável no mundo coloca alguns desafios como o armazenamento de energia de fontes intermitentes e a eletrificação de processos. O hidrogênio será um dos principais fatores para essa mudança, tanto para o armazenamento como para células de combustível. A indústria de cloro-álcalis está pronta para produzir ou vender hidrogênio, e hidrogênio verde”, afirma o presidente-executivo da Abiclor, Milton Rego.

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O termo greenwashing pode ser traduzido como a prática de camuflar, mentir ou omitir informações sobre os reais impactos de uma empresa no meio ambiente, ou seja, “pintar de verde” algo que não poderia ser considerado sustentável. Trata-se de um problema alarmante, capaz de ofuscar o que é genuinamente importante quando o assunto é ESG (questões ambientais, sociais e de governança corporativa).

grenwhisngPara o consumidor comum é muito difícil saber se uma empresa realmente tem atitudes sustentáveis ou está praticando greenwashing. “Muitas propagandas nos fazem acreditar nas suas práticas ESG, e garantir que tudo seja verdade é realmente difícil”, aponta Mauricio Longhini Barbeiro, professor de Finanças Sustentáveis no ISAE Escola de Negócios. “Por outro lado, toda empresa tem relatórios e muitas delas têm auditoria dos indicadores, realizados por empresas especializadas. Nem sempre o consumidor comum tem conhecimento disso, mas pesquisar é preciso”, afirma.

Já para um investidor, que está acostumado a buscar por essas referências e por opiniões de revisores externos, é mais fácil a identificação e a tomada de decisão. “No mercado financeiro, por exemplo, existe um alerta constante para o greenwashing, pois a pura criação e comercialização de produtos de investimentos com fundos “rebatizados” minará tudo o que bons profissionais estão há anos tentando realizar em busca de impacto ESG”, destaca.

Segundo o especialista, um bom exemplo são os fundos de investimentos que se posicionam como “de gênero”, mas que apenas calculam o número de mulheres nos conselhos e nada mais. “Isso não é um fundo de investimentos com lente de gênero. Um fundo de verdade requer um gestor que vá muito além, que olhe as práticas, políticas, referências internacionais, cadeias de fornecedores, tudo o que precisa observar para ter um genuíno investimento com a lente de gênero”, explica.

O docente do ISAE destaca ainda que um fundo de investimentos de gênero não se trata apenas de gênero, mas de acesso à educação, recursos financeiros e assistência de saúde. “É sobre transformar para melhor a vida das pessoas enquanto elas forem funcionários das empresas que compõem esse fundo”, aponta.

Para um investidor de qualquer tamanho, a leitura desses documentos disponibilizados publicamente pelas empresas já é considerada obrigatória, bem como a de um relatório de segunda opinião de qualidade. Para o consumidor comum, isso também pode se tornar um hábito, uma disciplina. “O custo do greenwashing é alto, seja por perda de reputação ou perdas financeiras. É necessário pesquisar, e na era da informação é mais fácil escolher o quê e de quem comprar”, finaliza Mauricio Longhini Barbeiro.

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LauraA ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) estará presente no próximo dia 27 de abril, no webinar “Promovendo edificações de baixo carbono”. O evento marca o lançamento, para o mercado brasileiro da construção civil, do Sistema de Informação do Desempenho Ambiental da Construção (Sidac), uma plataforma web inovadora, que permitirá calcular a pegada de energia e de carbono de produtos de construção fabricados no Brasil.

Laura Marcellini, diretora técnica da ABRAMAT e que integra o Comitê Consultivo do projeto, estará presente no webinar que destacará as funcionalidades da plataforma e a importância da mesma para o setor.

“Como parte integrante do Conselho Consultivo, nos sentimos honrados em participar do lançamento do Sidac. Com toda certeza a plataforma irá contribuir para o desenvolvimento da indústria de materiais de construção, aplicando práticas sustentáveis e potencializando o setor”, comentou Laura Marcellini.

O Sidac foi concebido a partir de uma visão holística e participativa, que envolveu diferentes atores, entre eles, o MME, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Eletrobras-Procel, associações de fabricantes de materiais, projetistas e construtoras, entidades ligadas à pesquisa e inovação, entre outros. A ferramenta poderá ser utilizada para elaborar políticas públicas de incentivo à construção sustentável e de baixo carbono.

O sistema permitirá ao usuário conhecer a demanda de energia primária e emissão de CO2, do berço ao portão, ou seja, desde a extração dos recursos naturais necessários para fabricar o material de construção até a porta da fábrica. O Sidac é baseado em uma abordagem simplificada da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), focada nas questões ambientais mais importantes para a cadeia de valor da construção.

Serviço

Webinar – Promovendo edificações de baixo carbono”.

Data: 27 de abril de 2022

Horário: 09h

Local: Remoto — Via Teams Webinar

Inscrições: Site no Ministério de Minas e Energia

 

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basfUm ano após seu anúncio inicial, a BASF reafirmou suas ambiciosas metas climáticas. Em uma atualização para investidores e analistas financeiros sobre seu roteiro de transformação, a BASF confirmou que até 2030 pretende reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 25% em comparação a 2018 e está mantendo sua meta de emissões líquidas zero globalmente até 2050. Em seu caminho para reduzir as emissões globais para 16,4 milhões de toneladas métricas até 2030, a BASF está publicando uma previsão anual de emissões de CO2 para o Grupo BASF como parte de suas perspectivas de mais ou menos 0,5 milhões de toneladas métricas.
“Há uma guerra em curso na Europa, com extensas consequências tanto para as pessoas quanto para a economia. Entretanto, não devemos perder de vista o maior desafio global de nosso tempo – a mudança climática”, disse Martin Brudermüller, presidente da Junta Diretiva da BASF SE. “Em toda a BASF, estamos trabalhando intensamente para implementar muitos projetos para reduzir ainda mais nossas emissões de CO2 significativamente e alcançar nossas ambiciosas metas climáticas. Ao cooperar com fornecedores de matérias-primas, estamos também tomando medidas para reduzir nossas emissões relacionadas aos produtos. Desta forma, estamos impulsionando nossa transformação e apoiando os clientes em seus esforços para reduzir as emissões em seus portfólios de produtos”, acrescentou ele.

Energia renovável como principal motor da redução de emissões
Em 2021, a BASF reduziu as emissões de CO2 em cerca de 3% em comparação a 2020, apesar dos volumes de produção significativamente maiores. Em grande parte, isso se deveu ao aumento do uso de energia renovável. A mudança para energia renovável será o principal motor da redução de emissões até 2025. Em 2021, as energias renováveis representavam 16% da demanda mundial de energia do Grupo BASF. Até 2030, a empresa projeta que 100% de sua demanda global de energia de 2021 será obtida a partir de fontes renováveis.

Para cobrir sua demanda por energia renovável, a BASF está seguindo uma estratégia de fabricar e comprar. Isso inclui investir em ativos próprios de energia renovável e comprar energia verde de terceiros. Em 2021, a BASF adquiriu uma participação no parque eólico de Vattenfall Hollandse Kust Zuid (HKZ). Uma vez totalmente operacional, será o maior parque eólico offshore do mundo com uma capacidade total instalada de 1,5 gigawatt. Espera-se que o projeto se torne totalmente operacional em 2023. Além disso, a BASF assinou contratos de compra de energia (PPAs) para 25 anos com ENGIE e Ørsted para o fornecimento de quantidades significativas de eletricidade renovável de energia eólica e solar na Europa. Nos Estados Unidos, a BASF concluiu contratos de fornecimento a longo prazo de energia eólica e solar para seus locais de Freeport e Pasadena. Na China, a BASF assinou acordos com fornecedores para a compra de energia renovável para uma unidade Verbund (sistema de produção integrado) em Zhanjiang.

Em seu evento Investor Update, a BASF forneceu uma visão geral das várias medidas que a empresa está implementando em diferentes locais para alcançar suas metas climáticas corporativas. Tais medidas dependem em grande parte das condições específicas de cada local.

Ludwigshafen: Desenvolvimento de novas tecnologias e implementação de um novo conceito de fornecimento de vapor
Atualmente, cerca de 50% da demanda por vapor na unidade BASF de Ludwigshafen, na Alemanha, se baseia em processos de geração de vapor que produzem emissões de CO2. Uma nova abordagem aqui é gerar vapor usando eletricidade. A BASF está trabalhando com a Siemens Energy em um primeiro projeto na fábrica de acetileno que utiliza bombas de calor e recompressão de vapor para atualizar o calor residual de forma que possa ser usado como vapor para a rede de vapor no local. A integração deste projeto de bomba de calor permitirá não apenas a produção de cerca de 60 toneladas métricas de vapor por hora, mas também evitará cerca de 160.000 toneladas métricas de emissão de CO2 por ano e reduzirá em mais de 20 milhões de metros cúbicos o consumo anual de água de refrigeração. O início do uso desta tecnologia está planejado para o segundo trimestre de 2024. O projeto também serve para coletar experiências operacionais do dia a dia e para simplificar a implantação em outros locais no futuro.

Outro projeto em andamento nas instalações de Ludwigshafen é o desenvolvimento de uma fornalha de craqueamento a vapor eletricamente aquecida. Atualmente, fornalhas de craqueamento são aquecidas com gás e produzem cerca de 1 tonelada métrica de CO2 por tonelada métrica de olefina. A BASF assinou um acordo com a SABIC e a Linde para desenvolver e pilotar fornalhas de craqueamento a vapor eletricamente aquecidas. O projeto de uma planta piloto multimegawatt em Ludwigshafen está progredindo como planejado e está no caminho certo para começar em 2023, sujeito a uma decisão positiva de financiamento público. Para a produção de hidrogênio livre de CO2, a BASF está desenvolvendo novos processos, como a pirólise do metano.

Antuérpia: pretende se tornar o primeiro local Verbund a se aproximar das emissões líquidas zero em 2030O novo local Verbund (sistema de produção integrado) da BASF em Antuérpia é o maior local de produção química da Bélgica e a segunda maior unidade integrada da BASF depois de Ludwigshafen. A BASF pretende reduzir as emissões no local de 3,8 milhões de toneladas métricas em 2021 para perto de emissões líquidas zero até 2030. Isso pode se tornar possível por meio da importação de energia verde de parques eólicos offshore em combinação à implantação de novas tecnologias de baixa emissão e um projeto de CCS (Captura e Armazenamento de Carbono) planejado de larga escala no porto de Antuérpia. Se essa aspiração for alcançada, a unidade de Antuérpia poderá se tornar o primeiro local petroquímico a se aproximar de zerar as emissões líquidas em 2030. Dado o curto período envolvido, estes esforços constituem um desafio, e é necessário apoio político para estabelecer as condições estruturais corretas.
Zhanjiang: Planejado como pioneiro em sustentabilidade desde o início
Zhanjiang, na China, está para se tornar a terceira maior unidade Verbund da BASF. Um conceito avançado de integração e o uso de energia renovável desempenharão o papel fundamental na redução significativa das emissões de CO2 do local em comparação a uma unidade petroquímica operada a gás. Substituir energia de combustíveis fósseis por eletricidade de fontes renováveis é uma alavanca principal.
Há alguns dias, a BASF assinou um segundo acordo estrutural ao longo de 25 anos com a State Power Investment Corporation Limited (SPIC) nos termos das novas regras de comércio de energia renovável na província de Guangdong, China, para a compra de fornecimento de eletricidade renovável para as próximas fases da unidade de Zhanjiang na província de Guangdong. Este é o acordo estrutural de compra de eletricidade verde mais longo e de maior volume que já foi assinado na China. Apoiada por este acordo e pelas parcerias com outros fornecedores de energia, a BASF está acelerando ainda mais seu plano de energizar toda a unidade de Zhanjiang com eletricidade renovável e metas para atingir 100% em 2025 – mais cedo do que planejado originalmente. Com o uso de eletricidade renovável, a BASF é pioneira na indústria do processo na China.
Schwarzheide: Protótipo para a transformação em locais de porte médio
Em fevereiro de 2022, a BASF Schwarzheide GmbH e a empresa enviaM estabeleceram uma joint venture para um parque solar que tem uma produção de eletricidade esperada de 25 gigawatts-hora por ano, cerca de 10% da atual demanda anual de eletricidade do local. Será a primeira grande usina de energia solar na qual a BASF está diretamente envolvida. A energia solar pode ser utilizada para a produção de materiais de bateria para eletromobilidade, que serão produzidos em Schwarzheide, na Alemanha, a partir do final de 2022. A modernização da usina de energia de turbinas combinadas a gás e a vapor própria do local está quase completa. Uma vez iniciada mais tarde em 2022, produzirá 10% mais eletricidade com 16% menos emissão de CO2, graças à maior eficiência do combustível.

América do Sul: soluções para compensação e redução de CO2
Na região da América do Sul, a BASF atua com foco em eficiência energética e redução de emissões mesmo antes da estratégia global de redução da companhia. Os processos de eficiência energética na região que se baseiam-se em reduzir o consumo de energia elétrica e a emissão de CO2 nos sites de plantas produtivas.

Entre as diversas iniciativas implementadas na região para reduzir ao máximo os impactos ambientais está projeto Triple E (Excellence in Energy Efficiency), cujo objetivo é melhorar os índices energéticos e de sustentabilidade, além de aumentar a competitividade da companhia na América do Sul. Com a implementação de mais de 100 projetos desde 2015, essa iniciativa permitirá a economia de 2,8 milhões de euros e a redução de 6,9 mil toneladas de CO2 equivalentes/ano, o que levou a BASF a ser a primeira indústria química certificada pela ISO 50001 de Eficiência Energética no Brasil.

Por meio do programa Demarchi+Ecoeficiente, a companhia aplica o conceito de ecoeficiência para medir e otimizar os processos de produção do Complexo Industrial de Tintas e Vernizes em São Bernardo do Campo (SP, Brasil). A iniciativa tem foco na melhoria contínua e na implementação de uma gestão cada vez mais sustentável, com ações para incentivar a prática de valores socioambientais e o uso eficiente de recursos por todos os colaboradores. Desde o início de sua implementação em 2010, o programa contribuiu para reduzir 3,29 mil de toneladas de CO2, o equivalente a 62 voltas com um caminhão ao redor da Terra. No período, houve aumento nas produções e, ao mesmo tempo, redução do consumo de energia do Complexo, que diminuiu 16%, contribuindo para a diminuição em 21% de gases de efeito estufa. Além disso, em 10 anos, a iniciativa melhorou sua ecoeficiência em 20%, isto é, combinando o melhor desempenho ambiental e econômico.

Na Argentina, a companhia compensou suas emissões de CO2 combinando o cuidado com o meio ambiente com a contribuição para o desenvolvimento das comunidades locais. Com a compra de ligações de carbono certificadas, 100% da pegada de carbono gerada durante o ano de 2020 nas plantas produtivas e na frota de veículos foi compensada, o que representa 5.376 Tn CO2eq. Além disso, 1.330 árvores foram plantadas em áreas desmatadas do país (Tucumán e Corrientes).

Em 2021, foi compensada a Pegada de Carbono da frota de veículos da companhia na Colômbia e Equador nos anos de 2019 e 2020, totalizando 795,82 ton CO2eq.

Próximo passo: A BASF está pronta para oferecer aos clientes os primeiros produtos tenham emissões líquidas zero e baixa pegada de carbono
“A BASF está fazendo progressos significativos em seu caminho para atingir suas metas de redução de emissões. E estamos prontos para o próximo passo – alcançar crescimento sustentável através de produtos com pegadas de carbono reduzidas”, disse Brudermüller. Ao utilizar energia verde, vapor de baixo carbono, matérias-primas biológicas e processos altamente eficientes, a BASF é capaz de oferecer a seus clientes produtos que tenham emissões líquidas zero e produtos com uma baixa pegada de carbono (PCF).

A empresa espera que a demanda por tais produtos exceda a oferta a médio prazo e que seu valor de mercado mais do que compensará os custos mais altos de produção. A BASF acredita que os consumidores finais impulsionarão a transformação em direção a produtos de consumo que tenham emissões líquidas zero e baixa pegada de carbono, uma vez que eles estão cada vez mais solicitando alternativas aos produtos de consumo convencionais e querem fazer uma contribuição pessoal para reduzir as emissões. A BASF, portanto, pretende estar entre as primeiras empresas a fornecer grandes volumes do maior número possível de produtos com pegadas de carbono reduzidas.

Muitos dos clientes da BASF estão ansiosos para reduzir a pegada de carbono de seus produtos para atingir suas próprias metas de emissão. Para isso, é necessário um novo nível de transparência.

Assim, a BASF desenvolveu uma solução digital interna para calcular a pegada de carbono para aproximadamente 45.000 produtos de venda. Nesta ferramenta, a BASF atualmente tem que usar médias e valores industriais de bancos de dados comerciais como base para incluir as emissões do Escopo 3 a ma, a
Abordagem estruturada das despesas de capital empresa está contribuindo para a padronização dos cálculos de pegada de carbono (PCF).

Durante o período de 2021 a 2025, a BASF continua a esperar que sejam necessários gastos de capital de menos de €1 bilhão para desenvolver as tecnologias de baixa emissão e expandi-las em fábricas piloto. Esse valor está incluído no orçamento da BASF. Para alguns projetos, o financiamento público já foi concedido, para outros espera-se uma decisão em breve. No período de 5 anos de 2026 a 2030, espera-se que as despesas de capital aumentem para cerca de € 2 a € 3 bilhões.
Neste prazo, a BASF planeja trazer as primeiras novas tecnologias de Gestão de Carbono para escalar e acelerar a mudança para energia renovável. montante. A fim de criar mais transparência sobre as emissões do Escopo 3, a BASF está trabalhando intensamente com os fornecedores para melhorar os dados para as matérias-primas que compra deles. A BASF apoia os fornecedores compartilhando o conhecimento de métodos de avaliação e cálculo. Desta forEspera-se, então, investimentos significativamente maiores para a construção de fábricas de produção em escala mundial utilizando as novas tecnologias, e para aumentar ainda mais o uso de energia renovável após 2030.
1 Com base nas emissões de Escopo 1 e Escopo 2 do Grupo BASF; outros gases do efeito estufa são convertidos em equivalentes de CO2 de acordo com o Protocolo de Gases do Efeito Estufa

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Solar panels used for renewable energy on the field under the sky full of cloudsO setor de energia vem se atualizando já há alguns anos, e ganhando investimentos no mundo todo. O Brasil, que não fica atrás desses avanços, se destaca desde muito cedo, principalmente por receber uma série de novas tecnologias focadas no aproveitamento de energias renováveis. Dentre as aplicadas no país estão: a biomassa da cana (representando 19,1%), a maior delas, seguida pela hidráulica (com 12,6%), lenha e carvão vegetal (8,9%), além de outras (7,7%) como a solar – que deve aumentar exponencialmente nos próximos anos. Mas a pergunta que fica é: será que todas são eficientes e adaptáveis no Brasil?

A vocação energética de cada país depende de condições climáticas e geofísicas específicas. Segundo o professor dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Energia da Universidade Positivo (UP), doutorando em Tecnologia e Sociedade e mestre em Desenvolvimento de Tecnologia, Fabrizio Nicolai Mancini, é possível realizar um benchmarking para analisar o que está sendo usado aqui no Brasil e no exterior, mas sempre cuidando para não aderir a “modinhas”, como ocorre com a energia solar, por exemplo. “Temos que fomentar o desenvolvimento de nossa indústria de painéis e inversores, especialmente com painéis solares orgânicos e não os feitos com silício – que são muito prejudiciais ao meio ambiente”, comenta.

No Brasil, o histórico do uso de energias renováveis é muito antigo, sendo considerado um país com grandes possibilidades nesse tipo de energia, mantendo o investimento em programas como o Proálcool, além da busca por aproveitamentos hidrelétricos expressivos. No ano de 2002, por exemplo, as fontes eólicas e solar ganharam impulso com o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa) e, também, acelerando essa realidade, o país conta com o Renovabio – Política Nacional de Biocombustíveis. Todos esses programas são alinhados com as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), realizadas pelo Brasil no Acordo de Paris, em 2015, e com a agenda 2030 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Das fontes de energia usadas no Brasil, 48,4% são renováveis, enquanto que 51,6% ainda são não renováveis (e poluentes). Segundo Mancini, a manutenção da renovação é uma oportunidade do Brasil em se manter na vanguarda energética. “Essa é, inclusive, uma possibilidade de receber incentivos e investimentos externos para explorar melhor tais fontes e dar mais competitividade para indústrias locais, além de manter a saúde e a sustentabilidade do país”, analisa o especialista.

Para ele, atualmente, o investimento e alguns ajustes na questão das licenças ambientais são os maiores impasses para o Brasil em adotar o uso de energias renováveis. Outra questão seria, também, o desenvolvimento de novos mercados de energia, contemplando não só grandes consumidores, mas também os pequenos.

O que são fontes de energia renovável?

Uma fonte renovável é aquela que pode ser “recomposta” no tempo do homem, ou seja, em algumas dezenas de anos, como a eólica, a solar ou a biomassa. Muito diferente das fósseis, que precisam de milhares ou milhões de anos (tempo geológico) para serem transformadas na natureza, como o petróleo e seus derivados, o gás natural ou a nuclear.

Tradicionalmente, as energias renováveis são a hidráulica, a eólica, a solar (fotovoltaica, heliotérmica e os coletores solares – que transformam a energia do sol em água quente), as oceânicas (energia das ondas, marés ou correntes); e a biomassa (cana, florestas energéticas, resíduos urbanos, agropecuários ou industriais).

Confira detalhes das fontes usadas no Brasil com as vantagens e desvantagens de cada uma delas:

Biomassa da Cana – líder de uso no Brasil, tem como fonte de energia a cana-de-açúcar. O termo biomassa se refere a qualquer tipo de matéria orgânica que pode ser usada na geração de energia. A biomassa oriunda do bagaço da cana-de açúcar é uma alternativa de energia renovável com potencial para complementar a geração de energia proveniente da hidrelétrica do país. Desvantagens: quando se utiliza o método de combustão da biomassa não é totalmente limpo, gerando partículas no meio ambiente.

Hidráulica – é captada a partir do aproveitamento do potencial gravitacional da água corrente e de quedas d’água, provenientes dos rios e, a partir daí, gera energia, movimentando turbinas. Em geral, ela é produzida nas chamadas usinas hidrelétricas. Desvantagens: podem causar erosão de solos e impactos na fauna e flora se não houver medidas de mitigação/compensação ambiental.

Lenha e carvão vegetal –  Também classificados como biomassa, são empregados como combustível em pequenas metalúrgicas e geram calor para estabelecimentos como restaurantes, hospitais, indústrias e residências. Aqui no Brasil, a biomassa foi o primeiro combustível utilizado, consumido em forma de lenha, quando seus principais usos eram o doméstico (nos engenhos de cana), no transporte (ferroviário e marítimo), e na indústria siderúrgica. Desvantagens: boa parte da produção de carvão vegetal ainda é feita de maneira rudimentar e utilizando vegetação nativa, agravando o desmatamento, além de emitir gases poluentes devido ao uso de fornos rudimentares.

Solar – Criada a partir do calor do sol, é uma energia sustentável e possui baixo impacto ambiental. É dividida em dois tipos: a fotovoltaica (mais comum) e a heliotérmica. Na fotovoltaica, a luz solar é convertida diretamente em eletricidade, usando células fotovoltaicas por meio de painéis ou placas. No caso da heliotérmica, os sistemas de energia renovável convertem o calor da luz solar em energia térmica, quando o sol incide em espelhos que direcionam a luz para um ponto com água. Em seguida, a água vira vapor, que pode então ser utilizado para gerar energia elétrica utilizando turbinas. Desvantagens: investimento inicial alto, utilização dos painéis apenas durante o dia (tendo um alto custo para armazenamento e uso durante a noite), dependendo do clima.

Eólica – é a energia gerada por meio dos ventos, os quais movimentam turbinas e transformam a energia mecânica em energia elétrica. Ela é considerada 100% limpa, pois não polui o meio ambiente no processo de geração de energia e é renovável. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgados no primeiro semestre de 2020, 8,94% das usinas no Brasil são eólicas. Desvantagens: alto custo dos equipamentos, dependência do vento – que, muitas vezes é irregular, necessidade de criação de grande parque eólico para instalação dos aerogeradores.

Oceânica – considerada a menos conhecida, mas muito estudada aqui no Brasil, essa energia é gerada a partir de um processo que obtém energia mecânica por meio dos movimentos fortes da água do mar e das ondas oceânicas. A água é um recurso natural e abundante, e uma das fontes para produção de energia que não contribui para o aquecimento global. A energia gerada a partir dos oceanos pode ser dividida em: energia das marés, energia das ondas, correntes (marés e oceânicas), gradiente de temperatura e gradiente de salinidade. Cada uma delas é aplicada e funciona de forma específica. Desvantagens: altos custos de instalação dos equipamentos, instalações fortes e sólidas o suficiente para resistirem às tempestades, mas que também devem ser sensíveis para captação da energia das marés.

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mitsubishi eletricA Mitsubishi Electric acaba de receber, pela quinta vez, nota máxima na categoria Mudanças Climáticas no ranking elaborado pela organização não-governamental CDP. O ranqueamento com a classificação máxima (A List) aponta o sucesso da política ambiental que norteia as nossas atividades e objetivos comerciais, assim como, a transparência das informações divulgadas pela companhia.

A CDP avalia iniciativas ambientais de empresas e governos com apoio de mais de 590 investidores, que administram fundos mundiais que totalizam US? 110 trilhões.
“Baseadas no documento Visão de Sustentabilidade Ambiental 2050 de 2019, nossas iniciativas ambientais visam proteger o meio ambiente através de ações e tecnologias para proporcionar um futuro melhor para todos. O objetivo é reduzir o impacto ambiental nas cadeias de valor globais, desenvolver produtos e sistemas que economizem energia, reduzindo a pegada de carbono e criando um ambiente global mais sustentável”, destaca Hiroyuki Mizutani presidente da Mitsubishi Electric do Brasil. Em 2021, a ONG também avaliou a nossa política para uso de água, classificada com a nota “A -“, apenas um ponto abaixo da categoria Mudanças Climáticas.

Iniciativas de mudança climática da Mitsubishi Electric:

.Reduzir gases de efeito estufa em todas as cadeias de valor da empresa, desde o desenvolvimento, projeto e aquisição de matérias-primas e produção até a venda, distribuição, uso e descarte, visando emissões líquidas zero de CO2 até 2050;

.Entregar sistemas operacionalmente mais sofisticados para fontes de energia distribuídas e baterias de armazenamento, maior estabilização da rede e transmissão de energia de energia renovável de alta capacidade e alta eficiência para ampla adoção de energia renovável na sociedade;

.Reduzir emissões na produção, introduzindo equipamentos de alta eficiência e IoT, aumentando a taxa de adoção de energia renovável e otimizando a operação de equipamentos, além de desenvolver modelos avançados de economia de energia.

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omegaA Omega, maior geradora brasileira de energia renovável, anuncia um contrato de longo prazo com a Air Liquide, empresa entre as líderes mundiais em gases, tecnologias e serviços para setores como indústria, meio ambiente e saúde. A parceria resultará no abastecimento de energia 100% renovável para a produção de uma unidade da Air Liquide no Nordeste do país, entregando ao mercado produtos que vão ao encontro do objetivo de reduzir a emissão de carbono já divulgado pelo Grupo Air Liquide, que possui metas de reduzir as emissões de carbono até 2035 e zerá-las até 2050, sendo a energia elétrica um importante fator para atingir esses objetivos. Esses produtos são e continuarão sendo essenciais, dentre outras aplicações, para manutenção da vida em hospitais da região, como foi observado com maior intensidade durante os picos da pandemia de Covid-19.

A companhia está sempre pronta para gerar valor aos seus clientes, oferecendo soluções alinhadas à estratégia de atuação sustentável de seus parceiros, como é o caso da Air Liquide. Esse projeto apresenta os selos REC dos parques de energia renovável, o que possibilitará o abatimento das emissões para compra de energia (Escopo 2 do GHG Protocol) e contribuirá para a redução de aproximadamente 25 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

“Essa parceria ressalta nosso compromisso com a agenda ESG e a relevância que temos na estratégia de grandes companhias globais como a Air Liquide. A Omega tem muito orgulho de poder fornecer energia limpa, sustentável e competitiva para uma empresa que utiliza a força da ciência e inovação para atuar como referência na transição energética e promover melhorias para a sociedade.” afirma Fabiana Polido, diretora comercial da Omega.

“Mantemos o nosso compromisso de melhorar a experiência dos nossos clientes por meio da entrega de produtos e serviços de uma forma mais sustentável. Este contrato com a Omega é mais uma clara demonstração da Air Liquide Brasil com o seu compromisso na redução da emissão de carbono e na fabricação de produtos “verdes”. Continuamos determinados em propor soluções que atendam a demanda da sociedade, e dos nossos clientes e pacientes, bem como as expectativas dos nossos colaboradores.” afirma Fábio Nascimento, diretor de Grandes Indústrias da Air Liquide Brasil.

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solisA Win Energias Renováveis, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo All Nations, acaba de anunciar uma parceria com a chinesa Ginlong Solis para trazer ao País uma tecnologia de inversor que permite o controle de carga e de consumo de eletricidade para os usuários de energia solar no Brasil.

Trata-se do último lançamento do inversor “zero grid” da marca Solis, uma solução destinada para projetos fotovoltaicos em regiões isoladas da rede elétrica ou para funcionar como backup de sistemas conectados no fio da concessionária, seja para viabilizar o consumo nos horários de pico ou para proteger as instalações solares contra surtos e falhas de fornecimento.

A nova tecnologia permite gerenciar a energia produzida pelo sistema fotovoltaico, evitando a injeção na rede da distribuidora local ou controlando a capacidade que pode ser injetada. O inversor possibilita que o consumidor direcione a energia produzida em sistema grid zero para a demanda de um determinado quadro de distribuição ou para diversas atividades específicas.

“Trata-se de um sistema inteligente que controla a geração de acordo com a necessidade de cada consumidor em carga e consumo”, comenta Camila Nascimento, diretora comercial da Win Energias Renováveis.

A oferta da nova tecnologia no País integra o plano de expansão da empresa em novos projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos. A companhia registrou um aumento de 448% no faturamento com a comercialização de kits solares utilizados em residências e empresas entre janeiro e agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2020. O aumento nas vendas ocorre justamente no período de crise hídrica no setor elétrico e de elevação máxima na conta de luz com a nova bandeira tarifária de escassez hídrica.

A Win Energias Renováveis pretende figurar entre as TOP 3 empresas de distribuição de geradores fotovoltaicos no Brasil este ano. Ao longo dos dois anos de atuação, a empresa forneceu equipamentos fotovoltaicos para mais de 3,4 mil projetos de energia solar em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais no País, espalhados por todos os estados brasileiros, sendo muitos deles para consumidores de média e baixa rendas.

“Somos a distribuidora que possui uma das melhores ferramentas web de criação de gerador fotovoltaico e uma das poucas grandes que trabalham com todas as tecnologias de inversor: inversor de string, microinversor e otimizador SolarEdge, além de mantermos parceria com importantes marcas, como Fronius, Canadian e JA, que já fazem parte do portfólio de produtos”, conta Camila.

A distribuidora, sediada no Rio de Janeiro, consegue atender a todos os tipos de projetos dos integradores, desde sistemas em residências pequenas e médias, bem como em estabelecimentos comerciais e também para grandes usinas”, acrescenta.

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carlosPor Carlos Heise*

O ozônio é um gás conhecido há mais de um século pela humanidade. A molécula de fórmula química O3 é responsável pelo cheiro característico das chuvas com trovoadas e também o agente de proteção do nosso planeta, por meio da famosa e esburacada camada de ozônio. Muitos não sabem, mas esse gás também tem funções cada vez mais notórias no cotidiano dos seres humanos, pois contém a característica de ser um poderoso e ecológico oxidante.

Em agosto de 2020, cientistas da Universidade de Fujit, no Japão, constataram que o ozônio tem capacidade para neutralizar o coronavírus em ambientes fechados. Esse estudo leva em consideração condições específicas de concentração, tempo de exposição e tipo de aplicação, mas foi um grande marco para o gás.

Embora o ozônio tenha ganhado notoriedade no combate à Covid-19, ele já é utilizado há mais de um século e ainda segue desconhecido pela maior parte da população. Alguns países da Europa, como a França, começaram a utilizá-lo no início do século passado nas Estações de Tratamento de Água (ETA) municipais para abastecimento da população. Logo em seguida, Japão e Estados Unidos também embarcaram nessa aplicação. No Brasil, existem empresas que trabalham há anos com as aplicações do ozônio, mas ainda não é algo comum e amplamente conhecido pelo público em geral.

Além do tratamento de água das cidades, podemos citar diversas outras aplicações, como o tratamento da água em caixas d’água, piscinas e lagos, tratamento de efluentes industriais para descarte e até mesmo para reuso de água, além da ozonioterapia e oxi-sanitização de carros.

Apesar de ser um oxidante que pode eliminar praticamente todo tipo de contaminantes microbiológicos, os geradores de ozônio precisam utilizar materiais nobres e possuem uma tecnologia complexa. Por isso é importante entender que existem “geradores” e “geradores” de ozônio no mercado. Algumas marcas vão durar por muitos anos enquanto outras marcas de menor qualidade podem reduzir ou parar a geração com poucas semanas de uso.

E por que é tão difícil produzir um gerador de ozônio confiável? Por conta da célula geradora de ozônio. Ela é responsável por “pegar” o gás oxigênio do ar ambiente e, por meio de uma descarga elétrica chamada de “descarga de corona” (que não tem nada a ver com o vírus), quebrar a molécula de oxigênio. A partir dessa quebra, os átomos se rearranjam e formam o famigerado O3. Para conseguir este efeito, é aplicada uma descarga de alta tensão em uma determinada frequência elétrica, e para isso é importante utilizar componentes de alta qualidade que não se danificam com o tempo de uso.

A célula citada é basicamente o coração do equipamento. Ela é responsável pelas diferenças de produção de ozônio e diferenças de preços nos equipamentos. Um componente fraco, desses que são trazidos da China por exemplo, acaba se desgastando muito rapidamente e, muitas vezes, dura poucos meses ou até mesmo algumas semanas.

Outro ponto é a quantidade de ozônio gerada informada pelos fabricantes ou vendedores. Como atualmente não existe uma norma ou leis no Brasil sobre isso, cada fabricante diz o que quer e alguns colocam quantidades produzidas com mais de 10 vezes a real. Teoricamente isso se caracteriza como crime de concorrência desleal, porém, a fiscalização no Brasil é insipiente, permitindo que algumas empresas anunciem quantidades falsas no mercado. Portanto, sugerimos cautela na hora de pesquisar por um gerador de ozônio. Pagar barato pode parecer uma boa no curto prazo, mas a qualidade do equipamento com certeza não será a mesma.

Uma coisa é certa: o ozônio veio para ficar. Seja em aplicações para indústrias, o agronegócio ou para a própria residência dos brasileiros, estamos vendo um aumento considerável no surgimento de novos produtos e empresas que vieram para revolucionar nossa relação com este elemento.

*Engenheiro e CEO da empresa Panozon Ambiental S/A

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Offshore

Apenas um litro de óleo lubrificante comum usado pode poluir um milhão de litros de água; ou formar uma película de 5000m², causando assim, consequências desastrosas para o meio ambiente. Dessa forma, o setor de Offshore vem buscando uma nova forma de garantir o funcionamento dos maquinários sem atingir a fauna e flora dos oceanos.

Além disso, a indústria Offshore tem a questão ambiental em suas normas regulatórias, o que impulsionou o desenvolvimento de novas tecnologias, mais eficientes e ecológicas. Uma destas tecnologias inovadoras são os lubrificantes especiais biodegradáveis da Kluber e Rocol. “As instalações Offshore cresceram muito e muito rápido. Infelizmente, o número de acidentes também. Para evitar danos graves ao meio ambiente, os países exigem que as empresas utilizem produtos que, caso vazem, não provoquem um dano muito grande aos animais e aos corais da região”, explica Luiz Maldonado, CEO da Lubvap, distribuidora de soluções de lubrificação.

Os lubrificantes ecológicos, como são chamados os óleos utilizados para garantir alto desempenho das máquinas, são desenvolvidos com substâncias químicas que permitem que sejam decompostas por microrganismos. Trata-se de um produto que passa por testes em laboratórios certificados e 60% do material de sua composição precisa desaparecer em até 28 dias. “Além de biodegradáveis, os lubrificantes ecológicos mantêm a sua performance igual ao comum e necessitam de menos produtos para entregar a mesma eficiência”, completa Luiz.

Um dos principais agentes contaminantes presentes nos lubrificantes comuns são os metais pesados, tóxicos aos seres vivos. O óleo lubrificante comum contém elevados níveis de hidrocarbonetos e de metais – ferro, chumbo, zinco, cobre, crômio, níquel e cádmio que, quando descartados de forma errada ou vazados, podem ser absorvidos pelos tecidos animais e vegetais, o que causa também um grave perigo para a saúde pública.

Estima-se que cerca de 25 milhões de toneladas são despejadas nos oceanos todo ano, segundo a International Solid Waste Association (Associação Internacional de Resíduos Sólidos). Deste número, 80% são provenientes das cidades e 12,5 milhões de toneladas são plásticos. Os impactos são ambientais, econômicos, turísticos e na saúde.

 

Acesse: www.Lubvap.com.br

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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