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diadoeconomistaOs economistas são aqueles que buscam compreender os processos coletivos, individuais e institucionais ligados aos fenômenos econômicos e socioeconômicos. Ou seja, o profissional desta área, em suma, pesquisa e organiza a produção, distribuição e consumo dos bens materiais e serviços.

No dia 13 de agosto comemorou-se o Dia do Economista, eles que ajudam as pessoas a entenderem os acontecimentos econômicos, por meio de ferramentas oferecidas de acordo com cada escola de pensamento. Para Klaus Schwab, presidente do Fórum Econômico Mundial, e Nicholas Davis, líder de Sociedade e Inovação do Fórum, o novo e principal fenômeno a ser estudado é a atual revolução industrial, inclusive, lançaram dois livros, no Brasil pela Edipro, sobre a temática: A Quarta Revolução Industrial e Aplicado a Quarta Revolução Industrial.

As mais recentes tecnologias estão reformulando a economia global, desde a forma como produzimos e transportamos os bens e serviços até o modo como nos comunicamos. Aplicando a Quarta Revolução Industrial aponta caminhos para que líderes e gestores possam gerenciar os riscos e complexidades dessas mudanças.

Alguns pontos são discutidos mundialmente na imprensa, e muitos deles são expostos nos dois livros do presidente do Fórum Econômico Mundial. Alguns dos mais importantes são: Novas tecnologias podem provocar saída de multinacionais do Brasil, Avanço de robôs desafiam trabalhadores do futuro e A Quarta Revolução Industrial

 

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image003A Braskem anuncia parceria com a empresa Dinâmica Ambiental para implementação do Programa de Logística Reversa de Copos Plásticos de Polipropileno (PP). O projeto, que já conquistou o apoio da Jaguar Transforma, da Altacoppo e Copobrás busca orientar e incentivar organizações a instituírem melhores procedimentos de logística para o destino correto de copos plásticos após o seu uso.

 O programa faz parte da Plataforma Wecycle, iniciativa da Braskem que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, e tem como objetivo disseminar informações e boas práticas sustentáveis junto a companhias de diferentes perfis e setores da economia. Para isso, a Dinâmica Ambiental disponibilizará o recolhimento apropriado para a coleta dos copos descartados por empresas e estabelecimentos comerciais.

 O material coletado será levado para recicladoras parceiras Wecycle e, posteriormente, transformado em resina pós-consumo, que será usada na fabricação de novos produtos, como tampas para cosméticos, utensílios domésticos, entre outros. Durante este processo também serão coletados dados sobre a geração de resíduos, índices de reciclagem e melhor valorização dos materiais.

 “Estudamos diversos meios para promover o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da cadeia de logística reversa de copos descartáveis, buscando conciliar isso com as demandas de nossos clientes. Esta é mais uma medida que reforça o compromisso da Braskem com a economia circular”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem.

 De acordo com o diretor corporativo da Dinâmica Ambiental, Helio Junior, o escopo do projeto possibilita também que as organizações que aderirem a ele possam expor a aplicação da iniciativa em uma plataforma especializada em sustentabilidade. “Essa é uma iniciativa que apoiará as companhias no descarte responsável. Todos os parceiros e apoiadores poderão disseminar a adesão. A plataforma terá seu conteúdo repercutido em mídias sociais visualizadas por leitores e influenciadores com interesse pelo tema, qualificando a percepção do público sobre sua atuação sustentável”, conclui.

 O programa já estreia com dois importantes participantes importantes, a Davines, fabricante internacional de produtos para cabelo, e a SICK Brasil, empresa de tecnologia industrial com sede na Alemanha e operação em 88 países, incluindo o Brasil. A meta é atuar junto a companhias de todos os segmentos, tanto produtoras e distribuidoras de copos descartáveis e plástico, quanto empresas que apenas os utilizam, engajando parceiros e apoiadores ao programa.

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MerieuxNutriScienceA China é a maior produtora de agroquímicos do mundo. De acordo com o Conselho Chinês para Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), em 2017, a produção de defensivos agrícolas foi de mais de três mil toneladas e o faturamento anual do segmento chegou aos 308 bilhões de iuanes.

Os avanços do mercado chinês estão diretamente relacionados com o desenvolvimento de novos produtos e os constantes investimentos em novas tecnologias e na melhora do processo produtivo dos defensivos. “O setor é um dos que mais cresce no país, pois as empresas têm capacidade para investir na produção de ingredientes ativos, que estão com as patentes quase expirando, como piraclostrobina e protioconazol, assim como produtos mais antigos como Glifosato, 2,4-D e Atrazina, conta a Gerente de Agroquímicos de Xangai da Mérieux NutriScience, Kathy Zhu.

Devido ao protagonismo brasileiro na produção agrícola, que acarreta no consumo de insumos, a China passou a procurar o Brasil para realização de estudos e análises, principalmente dos ativos de agroquímicos genéricos, com o objetivo de registrar os produtos e ingressar no mercado do país. “A procura pelo Brasil deve-se a atratividade do nosso mercado, pois somos um dos maiores produtores agrícolas do mundo. Além disso, com o objetivo de registar produtos no país e considerando o alto nível de exigência técnica das autoridades reguladoras MAPA, ANVISA e IBAMA, muitos fabricantes chineses optam por realizar os estudos em laboratórios brasileiros, que possuem conhecimento sobre as exigências especificas dos órgãos, assim como proximidade e acesso para manter discussões técnicas quando necessário. Os estudos realizados aqui também são aceitos nos países membros da OCDE, o que facilita o registro e posteriormente a venda do defensivo em outros mercados”, explica o Gerente de Desenvolvimento e Suporte Técnico da Mérieux NutriScience, Roberto Sardinha.

Para atender à crescente demanda chinesa, a Mérieux NutriScience desenvolveu um modelo de negócios especial para o país. Desde 2010, a companhia conta com um laboratório e uma equipe dedicada em Xangai.  Hoje, cerca de 50% da receita da empresa vem dos negócios realizados em território chinês. “Nos últimos anos, o market share da China em defensivos agrícolas vem crescendo de forma exponencial, por isso decidimos investir fortemente nesse mercado e os resultados obtidos até o momento são muito positivos”, afirma Sardinha.

A Mérieux NutriScience oferece ao mercado chinês todos os estudos necessários para o registro de produtos técnicos, que são as matérias primas com altas concentrações dos ingredientes ativos e dos formulados. Entre os testes mais procurados pela China, está o estudo de Cinco Bateladas, que analisa a composição química do produto, avaliando a quantidade de ingredientes ativos e as impurezas presentes.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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