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A Virada Tecnológica é um evento que acontece em 1° e 2 de julho, na Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP, e que atrai apaixonados por​ ​​engenharia, ​matemática, física, robótica, jogos e computação. São CEOs, CTOs de empresas, especialistas, acadêmicos, estudantes e interessados em compartilhar e disseminar conhecimentos, em um formato de “imersão temática”.

virada tecnologicaDesde 2002, sediando o evento, a Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP é a principal apoiadora da iniciativa que une academia com estudantes, curiosos pelos temas ciências e tecnologia a executivos e empreendedores. Com o sucesso do evento – recepção média de 500 pessoas passando pelas palestras e oficinas – a Virada Tecnológica viajará pelo Brasil e vai intercalar entre São Paulo e outros estados que solicitarem o formato do evento. O próximo em São Paulo acontecerá somente em 2019.

Neste ano, participam com apoio e patrocínio algumas das principais empresas de inovação e tecnologia do Brasil e do mundo. Temos presenças confirmadas de especialistas da IBM, National Instruments, Back4app, Faculdade Impacta, FS Security, BandTec, PUCSP, Insper, Confederação Brasileira de Esportes Eletrônicos, E-Sports/Fisu Web Games, iBLISS, Solutions IT, Standout, Engenharia Clínica, Tecnologia Para Crianças, Fábrica de Nerdes, Team DASH, Digital Rights, Garoa Hacker Clube, Econobit, Semantics, FHO – Uniararas, MPlay, Caelum, Grupo HDI, Área31, Palestras Moretzsohn, Pothix, DeepNetworks.io, NetCoders e Pagar.me.

Empresas, startups, estudantes e acadêmicos podem colaborar com as próximas edições da Virada Tecnológica. Para saber mais, envie e-mail ao info@viradatecnologica.com.br.

Oficinas e Palestras acontecem das 9h de sábado até às 17h de domingo, com programação até durante a madrugada. Os ingressos vão de gratuito a R$ 30. Para pessoas com crianças a entrada é livre para grupos, bolsistas e pessoas com necessidades especiais há descontos, como incentivo à geração de conhecimento de ciências.

Destino da Arrecadação: Por ser um evento acadêmico, os valores arrecadados com os ingressos serão utilizados pela organização da Virada Tecnológica para cobrir os custos do próprio evento.

Para mais informaçõe e programação completa, acesse: www.viradatecnologica.com.br

 

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das-coisasA Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, anunciou hoje inovações para a proteção das redes. Novas soluções de segurança, parcerias e produtos de infraestrutura conectada foram desenvolvidos para acelerar a migração para o ambiente de trabalho digital, além de tratar das preocupações de segurança associadas à adoção de iniciativas de IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês).

Com a explosão do uso de dispositivos de IoT conectados às redes corporativas, é essencial identificar, conectar e proteger todos os dispositivos móveis e de Internet das Coisas com segurança reforçada e tecnologia de combate a ameaças. Os novos parceiros Aruba ClearPass Universal Profiler e Aruba ClearPass Exchange e os switches Série 2540 são fundamentais na estratégia mais abrangente de IoT da HPE, que foi apresentada esta semana na Conferência HPE Discover.

De acordo com o Gartner, 6,4 bilhões de dispositivos conectados estarão em uso no mundo inteiro em 2016, aumento de 30% em relação ao cenário de 2015, e esse número chegará a 20,8 bilhões em 20201.. Além disso, o instituto estima que haverá mais de 300 milhões de dispositivos de automação e mais de 400 milhões de dispositivos de gerenciamento de energia nos edifícios2 . Segundo o relatório do Gartner intitulado Real Time Discovery, Visibility and Control are Critical for IoT Security (Descoberta, visibilidade e controle em tempo real são fundamentais para a segurança da IoT), a falta de visibilidade da rede e dos dispositivos é uma grande preocupação dos CIOs, tanto nos mercados verticais de IoT industrial como para o consumidor.

Preparado para IoT: ClearPass Universal Profiler

Para tratar desses aspectos, a Aruba desenvolveu uma estratégia para atender aos requisitos corporativos de identificação, conexão e proteção de todos os dispositivos móveis e de IoT conectados à borda da rede. O novo Aruba ClearPass Universal Profiler descobre e identifica automaticamente todos os dispositivos gerenciados, não gerenciados e de IoT conectados por IP em redes com ou sem fio de múltiplos fornecedores. Isso oferece ao setor de TI a capacidade de visualizar claramente quantos dispositivos no total e por categoria estão conectados a qualquer momento. Informações abrangentes sobre o tipo, sistema operacional, status e localização do dispositivo são exibidas na interface gráfica do usuário, de fácil leitura.

Essas informações podem ser usadas para ajustar o desempenho e a segurança em todos os componentes da infraestrutura e compartilhadas com os parceiros ClearPass Exchange para fornecer análises do comportamento do usuário, avaliação de estratégia de ataques de cibercriminosos e proteção por firewall.

Para as organizações que exigem gerenciamento de políticas, existe um caminho simples de migração para o Aruba ClearPass Policy Manager, que permite a autenticação e aplicação de políticas automaticamente depois da identificação do dispositivo. Os equipamentos que apresentarem comportamento indesejável podem ser ajustados automaticamente usando os dados dos parceiros Aruba para minimizar o risco de sua rede.

Switches Aruba Série 2540 e melhorias no ArubaOS

A Aruba também apresenta seus novos switches Série 2540, além de melhorias no sistema operacional ArubaOS-Switch, tudo desenvolvido para intensificar e proteger a borda inteligente da rede, otimizada para os dispositivos móveis e de IoT. Essas melhorias permitem o acesso unificado às redes com e sem fio, com a possibilidade de identificar e atribuir funções a dispositivos de IoT conectados para priorizar os aplicativos essenciais aos negócios e proteger a rede.

Os switches Aruba de camada 3 (29xx/3810/5400) também podem fazer o “tunelamento” de tráfego com base no usuário ou por porta para um Controlador de Mobilidade Aruba, para que políticas possam ser aplicadas, serviços avançados sejam estendidos e o tráfego decodificado para proteger a LAN, reduzindo ainda mais os riscos para as redes.

 

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artigoEscrito por Mara Santos da ClickSoftware

Aqueles que se recordam do Inspetor Bugiganga, provavelmente também devem lembrar-se do relógio futurista de sua sobrinha e ajudante Penny. Com o apertar de um botão, Penny podia fazer chamadas de vídeo, iluminar a escuridão com uma lanterna ou perfurar metais com um tiro de raio laser. Agora, 30 anos decorridos, essa fantasia de um smartwatch de desenho animado já é uma realidade – menos o raio laser, claro.

Wearables, relógios, óculos e a Internet das Coisas (IoT) mudarão completamente o serviço em campo, gostemos ou não. A grande questão a ser colocada, portanto, é quando e de que maneira exatamente esse conjunto de tecnologias se tornará parte do dia a dia de nosso trabalho.

Antes de sairmos entregando smartwatches a todos os técnicos em campo, é importante avaliar como esses dispositivos conectados estão melhorando a gestão do serviço em campo e em que momentos iniciativas à moda antiga como um bom aperto de mão ou um telefonema, ainda fazem a diferença.

Os dispositivos conectados são um modismo?

Definitivamente não. De acordo com um recente relatório do Gartner, as vendas de dispositivos wearable em todo o mundo devem crescer cerca de 20% até o fim de 2016. E não são apenas os consumidores que estão seguindo e sendo beneficiados com essa tendência. Wearables, smartwatches e IoT devem impactar os prestadores de serviço em campo mais cedo do que se imagina. O guru de serviços na nuvem, analista da consultoria americana de tecnologia Moor Insights & Strategy e colaborador regular da Forbes, Chris Wilder, relata: “Nos próximos três anos, 75% das empresas de serviços em campo irão equipar seus técnicos com dispositivos portáteis, como relógios, óculos e outras tecnologias”. É uma afirmação ousada, por isso, é importante compreender algumas das principais formas em que estas mudanças irão impactar o gerenciamento de serviços de campo.

Principais tendências da tecnologia de serviço em campo para focar

Naturalmente, diferentes dispositivos com necessidades distintas vão se tornar populares no mercado. Wearables com recursos de segurança em tempo real atendem bem os segmentos ferroviário, de petróleo e gás, construção e utilities. Já os dispositivos de diagnóstico ou com capacidades robustas de comunicação com o cliente estão revolucionando os setores de varejo, contact centers e telecomunicações.

  1. Os relógios inteligentes revolucionarão as tecnologias de segurança, rastreamento e comunicação em campo

Diversos estudos revelam que uma força de trabalho saudável é estatisticamente mais eficiente. A maioria, se não todos os smartwatches, podem acompanhar dados biométricos, que trazem grandes benefícios para as empresas que procuram melhorar a produtividade e a saúde da sua força de trabalho. Imagine monitorar a saúde de toda a equipe técnica durante os meses quentes de verão ou definir os limites da frequência cardíaca dos técnicos durante o trabalho realizado em campo de setores como utilities, construção ou petróleo e gás. E imagine se a central puder receber notificações imediatas quando o técnico tiver um pico na frequência cardíaca ou ser avisada quando essa frequência estiver em um nível elevado por um longo período de tempo.

O centro de comando poderia utilizar esses dados para ajudar as empresas a criar turnos de horários mais inteligentes e saudáveis, melhorando a eficiência geral. O impacto em longo prazo dos smartwatches sobre a saúde dos técnicos pode ser substancial.

Além disso, ter acesso à localização dos técnicos a todo o momento seria revolucionário para o gerenciamento dos serviços.Imagine a criação de um sistema de mensagens automáticas capaz de informar aos clientes quando um técnico está a 10, 20 ou 30 minutos de distância. Mapas como o do Uber, por exemplo, poderiam mostrar ao cliente onde o técnico está e quando ele chegará. Quem não gostaria de ter acesso a esse serviço? E qual o gerente que não gostaria de saber o que todos os seus técnicos estão fazendo? Essa comunicação em tempo real entre a empresa e o cliente também abre a porta para o engajamento e a personalização de toda a experiência em curso do serviço em campo.

Já os smartwatches estão mudando a comunicação em campo e melhorando a eficiência. Os relógios ativados por voz não exigem que os técnicos pressionem qualquer botão, o que significa que eles podem tomar notas, realizar pesquisas no banco de dados ou retornar a chamada à sede, mantendo-se fisicamente focados em suas tarefas no campo e o melhor, com as mãos livres.

  1. Carros inteligentes e dispositivos conectados irão revolucionar o mapeamento de rota

Os carros ainda não dirigem a si próprios. No entanto, uma série de tecnologias móveis já é capaz de proporcionar benefícios como mapeamento de rotas, comunicação hands-free e um deslocamento em campo mais eficiente.

Segundo uma recente pesquisa da Juniper, dispositivos e aplicações em veículos conectados estão em ascensão – e a um ritmo surpreendente. Como a adoção do serviço em campo está cada vez mais regular, espera-se melhorias no mapeamento de rota, redução de custos globais com combustível por quilômetro rodado, além de uma diminuição expressiva do tempo de serviço. Esses benefícios impactam, e muito, a satisfação geral do cliente.

As empresas que já implementaram a tecnologia de carro conectado para otimizar o mapeamento de rota estão percebendo uma significativa economia de custos. Um estudo de caso sobre o mapeamento de rotas ORION da UPS indica que eles projetam uma redução anual de 100 milhões de milhas dirigidas e uma economia de combustível de 10 milhões de galões por ano.

Assim como Google, Volvo, Tesla e outros, veremos também as equipes em campo mais focadas em seus postos de trabalho e menos no deslocamento. Imagine se o tempo do técnico fosse gasto examinando registros de peças, em comunicação com os clientes e na preparação para resolver os principais problemas de serviço de campo no local – ao invés de apenas no deslocamento de uma chamada a outra. O aumento da eficiência será substancial.

  1. Realidade Virtual e Drones: O próximo horizonte

A realidade virtual está pronta para alcançar um tamanho de mercado de mais de $ 15 bilhões em 2020. Certamente, a maior parte desse mercado tem sido representada por jogos, marketing experimental e filmes em 3D. Entretanto, as aplicações de realidade virtual no serviço em campo em longo prazo poderiam provar ser tanto rentáveis quanto fundamentais para a segurança. A companhia de IoT, Space-time Insight, ofereceu a seus executivos a oportunidade de utilizar fones de ouvido Oculus Rift VR e percorrer subestações virtuais para identificar problemas.

A simulação revela que os dados e a análise em tempo real oferecem métodos criativos para resolver problemas em campo, utilizando a tecnologia de realidade virtual.

Finalmente, os drones oferecem uma incrível oportunidade de diagnóstico para a gestão do serviço em campo para suplantar o risco por meio de um voo imediato. O serviço em campo pode ser perigoso – especialmente para técnicos que trabalham em parques eólicos, arranha-céus e plataformas de petróleo. Os drones podem ajudar os profissionais de serviço em campo a observar grandes áreas, examinar paisagens perigosas ou de difícil acesso e escalar alturas anteriormente inacessíveis aos técnicos, trazendo mais segurança à operação.

Um recente relatório da Business Insider aponta que o crescimento no setor corporativo deve superar a demanda dos consumidores tanto nos embarques quanto nas receitas. Preparem-se, os drones estão chegando.

*Mara Santos, Gerente de Alianças da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

 

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 Por Rodrigo Fragola

A indústria mundial de varejo vem avançando de forma admirável numa disciplina multifacetada que se convencionou chamar de “prevenção de perdas” e que envolve desde a perda por falha nos controles de estoque, até os prejuízos ocasionados por furtos ou fraudes no sistema digital de pagamento.

Para não abrir demasiado o leque neste artigo, proponho uma passada de olhos nas vulnerabilidades de segurança que o setor precisa enfrentar para sanar uma sangria conhecidamente gigantesca, que são as perdas por falha na segurança do negócio, mais especificamente, no aparato digital e eletrônico disponível para a prevenção contra ataques às gôndolas, ao caixa e às bases de dados de clientes.

Entram, portanto, neste rol as categorias de risco cibernético e de vulnerabilidade física tradicional (que dá ensejo ao roubo ou desvio de produtos), de modo que se possa pensar numa visão holística (unificada) da questão das perdas varejistas e sua respectiva prevenção.

Vamos mirar especificamente o comércio em rede, uma vez que esta é forma predominante na indústria atual do varejo, embora a abordagem geral caiba também aos estabelecimentos isolados.

A primeira constatação é a de que o setor vem adotando certas medidas razoáveis, como o uso de etiquetas de rastreamento com alarme (RFID), para evitar a saída de produtos não pagos, uma iniciativa cada vez mais comum, principalmente em lojas de produtos com alto valor unitário, como perfumarias, lojas de eletrodomésticos e confecções.

Entre os sofisticados itens em fase de disseminação estão as câmeras de vigilância, muitas delas associadas a analisadores de ambiente capazes de detectar pessoas em movimentação brusca, ou até com leitores biométricos para o cadastramento facial de suspeitos.

São iniciativas ainda incipientes na grande maioria das redes no Brasil, como atestam pesquisas setoriais, mostrando que só 35% dos supermercados e atacarejos dispõem de planejamento e equipes dedicadas à prevenção.

Mas um tópico mais preocupante, a meu ver, é o cenário de alta vulnerabilidade da estrutura de informática presente nos pontos de vendas do país, o que agrava de forma dramática a própria segurança física.

Isto porque tal estrutura é vital não apenas para o gerenciamento das transações eletrônicas da loja, mas também para o monitoramento da segurança de itens como as câmeras, os alarmes, os detectores RFID, os sensores de presença nos depósitos, os leitores de códigos de barra, os registradores de cash, balanças e até catracas de entrada e saída de clientes.

No aspecto estritamente digital, é certo que todos estes estabelecimentos deveriam já se submeter a normas básicas de compliance impostas pelas bandeiras de cartão de pagamento como Visa, Diners e MasterCard através do seu rigoroso padrão PCI-DSS, que mundialmente mobiliza bilhões em tecnologia de combate à vulnerabilidade de dados e transações.

Mas embora utilizem necessariamente uma rede credenciada de transporte de transações (como Elo ou PagSeguro) tais estabelecimentos raramente dispõem de uma rede interna isolada para seus serviços gerais, em relação a pontos críticos de interface com o cliente ou com o mundo externo, como os terminais de PDV ou de captura de cartões.

Assim, toda a blindagem com base em normas (compliance) adotada pelo transportador de transações e exigida pelas bandeiras dos cartões se depara, no ambiente da loja, com uma brecha de segurança pela qual, se passa boi, certamente em algum momento deixará passar a boiada, como diz a linguagem popular e referencia a velha e infeliz “Lei de Murphy”.

Este é um cenário, aliás, não muito diferente do que se verifica em todo o espectro das empresas, principalmente na faixa das PMEs. A mesma conexão de Internet que equipa uma câmera IP é usada pra trafegar informações fiscais e contábeis ou dados críticos de cliente.

O mesmo WiFi da lanchonete, que conecta o cliente ao Facebook e permite ao garotinho jogar o seu passatempo enquanto espera um sanduíche, conecta também a garçonete, com seu terminal de pedido, ao sistema de gestão de entregas e está ligado ao software de RH da loja ou até mesmo da rede.

Um tipo de negligência nas pontas que, está provado, contamina a própria rede global de pagamentos e promove lucros bilionários ao crime cibernético, além de facilitar toda sorte de fraudes ou desvios no ambiente físico e virtual da rede varejista.

Para quem conhece um pouco sobre as especificações de compliance contidas no PCI DSS ou nas modalidades da norma ISO dirigidas à segurança, é preciso reconhecer que o investimento exigido em segurança cibernética é, quase sempre, o maior entrave à melhoria desse aspecto.

Quando a correlação de custos favorece, o nível de adesão do comerciante é altamente positivo. E aí está o exemplo das câmeras IP, hoje quase tão abundantes quanto lâmpadas no ambiente da farmácia ou supermercado.

E isto pelo simples fato de que sua instalação “agite e use” dispensa maior planejamento, não carece de fiação e atinge custos hoje em dia tremendamente acessíveis.

Agora, o que começa a mudar, é que o mesmo movimento de massificação que ocorreu com as câmeras WiFi, começará a ocorrer em relação ao lado cibernético e à centralização de controle dos itens de segurança digital.

Consoles a custos compatíveis, com baixa exigência de aprendizado e fácil integração com dispositivos de monitoramento físico e virtual já despontam como a novidade da vez.

Um exemplo disto são as centrais de proteção unificadas (tecnicamente chamadas de Firewall UTM) que reúnem todas as funções de segurança em nível cibernético de rede interna e que permitem gerenciar a segurança de dispositivos como os próprios POS, as câmeras IP do ambiente, os terminais de leitura e celulares de clientes e funcionários.

Tudo isto contando ainda com funções de fácil uso para a criação de redes virtuais isoladas, fornecendo blindagem para a comunicação de negócios e garantindo a criação de políticas de priorização de tráfego para aquilo que realmente interessa.

De um patamar até recentemente em torno de sete ou oito mil reais no mercado interno, centrais UTM de alta confiabilidade já podem ser encontradas a valores próximos a R$ 2 mil. Abre-se assim uma perspectiva nova para pequenas e grandes redes de varejo, que por um baixo investimento inicial, poderão iniciar a implantação da segurança holística em todas as suas lojas.

E quem sabe não seja o momento para que as grandes empresas da cadeia de pagamentos (operadoras de cartão, adquirentes e bancos) comecem a distribuir incentivos para que o pequeno comerciante (ou franqueado) atinja, efetivamente, níveis mais sólidos de conformidade com as normas de segurança.

*Rodrigo Fragola é Presidente da Aker Security, Vice-Presidente de Segurança e Defesa do Sindicato da Indústria da Informação (Sinfor) e Diretor de Segurança e Defesa da Associação Brasileira das Empresas de Software(Assespro-DF)

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blogindustrialEscrito por Richard Landim,

 Especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil

 

O antigo ditado “tempo é dinheiro” se aplica em grande medida aos testes de cabos. Nos últimos 20 anos, o setor corporativo de  se beneficiou dos avanços das ferramentas e tecnologias de teste e certificação. Esses avanços reduziram o tempo de teste e certificação de cada enlaçe de cabo a apenas alguns segundos. Testadores mais rápidos certamente reduziram também os custos envolvidos. Ainda assim, há etapas adicionais em qualquer instalação que consomem um tempo valioso e que resultam em custos adicionais. Desta forma, empresários experientes e fornecedores de dispositivos compreenderam que ainda existem oportunidades reais para a redução do tempo gasto em muitas funções relacionadas com o teste, ajudando assim os integradores a obter novos lucros durante o processo.

Uma recente pesquisa da Fluke Networks realizada com instaladores de cabo sobre o tempo gasto para a realização das várias funções relacionadas aos testes revelou resultados surpreendentes. Um grande aprendizado: lidar efetivamente com os problemas e as ineficiências durante o processo de testes definitivamente aumenta a margem de lucro. De fato, algumas empresas relataram um aumento de até 10% no lucro final. Elas conseguiram isso utilizando sistemas que reduzem os elementos que desperdiçam tempo de teste. Esse lucro adicional significa mais receita para os instaladores de cabo ou, se eles optarem por repassar a economia aos possíveis clientes, ofertas mais competitivas.

Um estudo realizado com instaladores dos EUA relatou que 63% do tempo foi gasto efetivamente na instalação de cabos. Após o término da instalação, 14% do tempo normal de projeto envolviam tarefas relacionadas a testes, 6% se relacionava à elaboração de relatórios, 8% a retrabalho e 9% a contingências e outras atividades. As partes do trabalho não relacionadas à instalação, ou seja, testes, elaboração de relatórios, retrabalho e resolução de problemas, representam um terreno fértil para o corte de custos mediante a implantação de sistemas de testes com recursos expandidos.

As ações que as empresas citaram para reduzir os custos e aumentar os lucros foram reduzir os erros durante o planejamento e a configuração, eliminar os erros de teste causados por funcionários inexperientes, evitar os atrasos causados quando instaladores menos experientes estão ociosos e esperando mais ajuda de gerentes experientes, reduzir o tempo de resolução de problemas, reduzir a necessidade de novos testes, agilizar os processos ineficientes de elaboração de relatórios e evitar tempo de viagem desnecessário.

Testadores avançados melhoram a produtividade

Os instaladores de cabo que usaram testadores padrão relataram uma média de 20 horas gastas na resolução de problemas durante a conclusão de um trabalho habitual de 1000 links. Porém, eles conseguiram reduzir a média de horas gastas na resolução de problemas a apenas sete, com o uso de  sistemas de teste avançados, o que representa um ganho de produtividade de 65%.

A melhoria do planejamento e da configuração é um primeiro passo essencial para reduzir tempo e custos. Um sistema de testes que ofereça uma função única de gestão de tarefas para controlar todos os requisitos do trabalho desde o início pode proporcionar grandes dividendos durante o trabalho. Esse sistema pode definir eficientemente os requisitos e o andamento do trabalho, da configuração à aceitação dos sistemas, assegurando que todos os testes sejam concluídos com precisão.

Quando os parâmetros de teste podem ser configurados em um ponto central e transmitidos pela nuvem tanto por técnicos quanto pela equipe administrativa, temos como resultados economia de tempo e redução de erros. Os sistemas de teste avançados eliminam a ida e volta ao escritório para elaborar relatórios de teste, o que resulta em relatórios mais precisos e fechamento mais rápido do projeto.

Escassez de trabalhadores qualificados exige novos métodos para os testes de cabos

Os instaladores definitivamente não querem erros no campo e utilizam uma série de abordagens para minimizá-los. Um método é contratar mais funcionários habilitados. Entretanto, há escassez de trabalhadores que compreendam as nuances dos testes de cabo e fibra. 78% dos proprietários entrevistados na pesquisa da Fluke Networks relataram que é um desafio global encontrar bons trabalhadores.

Como o treinamento desses funcionários é caro e a contratação de trabalhadores mais experientes e mais gerentes de projeto para supervisioná-los consome grande parte dos lucros, uma abordagem melhor é projetar sistemas de teste, diminuindo espaço para erros.

Projetar e automatizar de modo mais inteligente algumas das funções de teste para evitar erros são ações essenciais para tornar o processo de teste mais eficiente. Mais de 800 instaladores em todo o mundo foram questionados e quase metade informou que tem de voltar a testar as ligações porque elas foram testadas com os limites errados. 37% relataram que lidam com medições de fibra de perda negativa (uma perda negativa em uma fibra é como registrar um tempo negativo em uma corrida de 100 metros rasos – evidentemente algo está errado).

Corrigindo a causa principal de muitos problemas de teste: a configuração inadequada

Definir os níveis de referência de fibra corretamente é essencial para fazer boas medições, mas é um processo relativamente complexo. Se alguma das etapas for realizada de forma inadequada, toda leitura feita a partir daquele ponto com o testador será incorreta. O próprio dispositivo de teste pode eliminar os erros, conduzindo o operador passo a passo pelo processo de configuração e verificando se ele está correto. A sequência de telas abaixo mostra algumas das etapas do processo. Assim que cada uma é concluída, o testador verifica e apresenta a próxima etapa. Observe que a utilização de um código de cores no cabeamento ajuda ainda mais a reduzir as chances de erro.

Outra etapa do processo de certificação de cabo que exige mais tempo do que o necessário é a resolução de problemas quando eles se acumulam. Segundo mais de 300 prestadores de serviço que participaram de nossa pesquisa, um dos maiores fatores de desperdício no processo de teste é o tempo que as equipes têm que esperar até que o técnico mais experiente resolva o problema: em média, 4,6 horas por mês para cobre e 3,8 horas por mês para fibra.

A pesquisa da Fluke Networks apontou que apenas 30% dos técnicos conseguiam configurar os limites personalizados para testes de fibra; e 64% das empresas relataram atrasos nos seis meses anteriores enquanto aguardavam que um técnico configurasse os limites personalizados para fibra.

Tornando mais eficiente a elaboração de relatórios

Outro grande fator de desperdício de tempo é a elaboração ineficiente de relatórios. Um grande problema para muitas empresas é o tempo que gastam todos os meses para transportar os testadores até os PCs para que os resultados possam ser baixados para criar os relatórios necessários. Elas informam que 4,4 horas por mês são gastas simplesmente fazendo com que as informações sejam colocadas no local adequado. Um sistema de testes que gerencie todos os resultados de vários testadores através da nuvem pode acessar facilmente os dados do testador para monitorar o andamento e gerar relatórios. Os custos totais dos relatórios foram reduzidos à metade pelas empresas que usaram sistemas de teste com recursos avançados de elaboração de relatórios – de 4% do custo total do projeto para 2% em relação a um trabalho habitual de 1000 links.

 

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blogEm virtude da grande quantidade de fraudes baseadas no roubo de dados pessoais, a Aiseesoft decidiu lançar para o mercado de fala portuguesa uma ferramenta dedicada à proteção de dados armazenados em dispositivos portáteis. FoneEraser é um software para a eliminação segura de arquivos armazenados em iPhone, iPad e iPod.
Atualmente, o smartphone pode ser a porta de entrada para a vida de uma pessoa através dos seus registros e arquivos. Que tipo de informação é possível obter de um dispositivo no qual se tenha deletado os arquivos “de forma manual”? Praticamente todas. Existem ferramentas que permitem recuperar o histórico de mensagens, dados de compras, arquivos de aplicativos, fotos, e-mails, contatos e muitos outros arquivos, inclusive de dispositivos quebrados.
Michael S., CEO da Aiseesoft, comenta: “Recomendamos aos nossos clientes que jamais doem ou vendam um iPhone ou outro dispositivo da Apple sem antes apagar de forma irreversível os dados com uma ferramenta especializada como FoneEraser. Mesmo que você o ceda a uma pessoa de confiança, é impossível assegurar que o dispositivo não caia em mãos erradas. Hoje em dia, isso significa se expor a ceder toda a informação que contenha, inclusive a que foi deletada, mesmo sem ter a senha”.
Como funciona o apagado permanente
O Aiseesoft FoneEraser tem três níveis de apagado com diferentes algoritmos. O apagado permanente elimina os arquivos e os substitui por conteúdo em branco. Desta forma, o arquivo não só deixa de ser visível para o sistema, mas também o espaço fica ocupado por outros dados, o que faz que o arquivo seja irrecuperável. O nível mais alto de eliminação reescreve os dados três vezes seguindo as mais estritas normas de segurança internacionais, garantindo assim a eliminação total e irreversível não só de arquivos, como também das configurações do dispositivo.
Além de proteger as informações pessoais armazenadas no iPhone, a ferramenta também permite fazer uma limpeza de arquivos para melhorar o desempenho do dispositivo. Esta limpeza profunda é equivalente a uma restauração, já que elimina todos os aplicativos e arquivos relacionados do dispositivo, deixando-o com a configuração de fábrica.
Para mais informações sobre FoneEraser, visite o site oficial em português.

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feiraA TÀ PAGO, que disponibiliza uma sistema de gerenciamento de benefícios via celular, estará presente na feira Cards, Payment & Identification 2016, que será realizada de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa aproveitará a oportunidade para lançar um novo serviço: o Private Label Mobile para grandes redes de varejo. O modelo, que está sendo testado junto a uma instituição da cidade de Pompéia, no interior de São Paulo, concentra toda a operação no celular, eliminando a necessidade de um cartão, além de reduzir custos.

“Estamos animados em participar da Cards, onde teremos um espaço de demonstração da nossa tecnologia. Um dos destaques será a nossa solução de pagamento mobile em um terminal de autoatendimento (“self-checkout”). Queremos reforçar o nosso posicionamento como uma empresa de mobile wallet”, afirma Vinicius Amorim, CEO da TÁ PAGO.

Atualmente, a empresa adota o modelo de pré-pago, em que o usuário compra créditos que são utilizados em uma rede conveniada – cerca de 250 estabelecimentos em Marília (SP). Outra oferta da TÁ PAGO é a gestão de benefícios trabalhistas, por meio de TÁ PAGO Alimentação, TÁ PAGO Refeição, TÁ PAGO Combustível e Convênio TÁ PAGO. “O grande diferencial em relação à nossa concorrência são as taxas mais baixas de administração – 3% contra 5% à 9% de outras companhias que atuam nesse setor de benefícios. Pela TÁ PAGO, é possível que o trabalhador tenha todos os benefícios em contas separadas e independentes, porém em um único aparelho celular”, ressalta Amorim.

Para 2016, a empresa espera expandir sua operação na região de Marília e Bauru, com possibilidades de ampliar a atuação em Jundiaí e incorporar o mercado de Campinas. “Nosso sistema é simples, seguro e contempla todos os modelos de celulares, com a facilidade de receber uma senha via SMS para informar o lojista e finalizar a operação”, explica o CEO da TÁ PAGO.

De acordo com o executivo, o consumidor é cada vez mais mobile. “Hoje em dia, ninguém mais sai de casa sem o celular; caso o esqueça, volta para buscá-lo. Já quando esquecemos a carteira, acabamos pegando dinheiro emprestado com alguém. Portanto, nada mais prático do que nosso aparelho celular ser nossa própria carteira”, ressalta Amorim.

Serviço

Feira Cards
Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

 

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autoRepresentantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil – desembarcaram no último dia 12 na Europa com a missão de visitar empresas fabricantes de autopeças e componentes de alta tecnologia a fim de atrai-las para a cadeia de produção do segmento de veículos premium no Brasil. As companhias a serem visitadas foram mapeadas pela própria agência, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e indicadas por Audi, BMW, Jaguar Land Rover e Mercedes-Benz, cujos projetos de fábrica já estão a todo vapor em solo brasileiro.

Para detectar as possíveis empresas a estabelecerem fábricas ou expandir operações no País, a Apex identificou junto às montadoras deste segmento os gaps na produção nacional e quais poderiam ter demanda agregada suficiente que interessasse a indústrias a abrir uma fábrica no Brasil. Entre as partes identificadas estão pneus, baterias, sistemas de injeção e componentes de segurança veicular.

“Ao abordar essas empresas da cadeia de automotiva premium, queremos reduzir os custos da indústria brasileira e aumentar sua competitividade frente a outras no mundo que já se consolidaram como grandes exportadores neste segmento”, explica David Barioni Neto, presidente da Apex-Brasil.

A missão liderada pela Apex prevê visitas a empresas de autopeças no Reino Unido, entre os dias 12 e 18, e na Alemanha, de 19 a 23 de outubro com o objetivo de apresentar as possibilidades de preencher lacunas da cadeia de fornecimento local.

Enquanto o mercado de carros de passeio em geral amargou perdas de 0,8% em média por ano entre 2010 e 2014, os veículos premium aumentaram suas vendas em 17,5% no mesmo período. O setor responde hoje por apenas 2% do total de vendas de automóveis no Brasil, mas especialistas da Apex-Brasil defendem o potencial do mercado brasileiro e a possibilidade de aumentar esse porcentual, e citam o México como exemplo, onde os modelos de luxo têm participação de 6% do mercado de veículos de passeio. A agência também cita o dado de que o número de pessoas das classes A e B no Brasil mais que dobrou em 11 anos, subindo de 13,3 milhões em 2003 para 27,1 milhões em 2014.

Fonte: Automotive Business

 

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Johnson ControlsA Johnson Controls é responsável pelo monitoramento e controle dos sistemas de água gelada, sistemas de condicionamento de ar e supervisão do sistema elétrico e do sistema hidráulico, interface com sistemas de detecção e alarmes de incêndio, agregando as novas áreas do Hospital Sírio-Libanês ao bloco já existente.

A instituição anunciou em dezembro de 2011 um novo projeto de expansão que pretende dobrar a capacidade de atendimento da unidade localizada no bairro de Bela Vista, em São Paulo, passando de 372 para 727 leitos até 2016, e criando novas unidades de tratamento, centros cirúrgicos e alas especializadas.

 

“O processo de homologação de tecnologias e fornecedores foi criterioso, com apoio de uma empresa de consultoria especializada em automação. Para a tomada de decisão, combinamos o diagnóstico das instalações existentes, a avaliação das tecnologias disponíveis no mercado e visita internacional a sites de referência dos principais fabricantes em junho de 2012. A Johnson Controls apresentou a melhor solução para a atualização do sistema BMS das áreas existentes e instalação nas novas torres”, comenta Rodrigo Almeida, Superintendente do Hospital Sírio-Libanês.

 

O Superintendente do Hospital Sírio-Libanês também destaca o desafio de instalação do sistema BMS. “Por se tratar de uma obra de ampliação do hospital existente, que permanece em funcionamento, a execução apresenta dificuldade adicional, com inúmeras manobras e interrupções de funcionamento. Estamos atualizando e integrando o BMS existente às novas torres e a Johnson Controls trabalha muito integrada com as áreas de manutenção, projetos e a instaladora eletromecânica, avaliando riscos e planejando com critério todos os passos”, finaliza Almeida.

 

 

Expertise em ambientes críticos

 

O hospital, assim como indústrias farmacêuticas e datacenters, é um ambiente de missão crítica por natureza, ou seja, para funcionar nos padrões exigidos e sem interrupção necessita de cuidados diferenciados nos sistemas de temperatura, ventilação e segurança, por exemplo. Instalações de missão crítica não podem ter sistemas interrompidos, sob o risco de grande comprometimento financeiro da empresa ou até ameaça para a integridade física dos ocupantes. No exemplo do hospital, o rigor com a temperatura é um componente essencial para o sucesso das cirurgias.

 

“Um hospital só pode iniciar suas operações se todos os sistemas estiverem em pleno funcionamento, exatamente devido a sua natureza crítica, que exige funções em execução ininterruptas 24 horas”, explica Gilberto Dantas, Gerente Executivo de Projetos de Mission Critical da Johnson Controls, que se destaca no segmento por sua expertise mundial em hospitais como o Hospital Infantil de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

 

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okA organizadora de feiras Messe Brasil anuncia a 10ª edição da Intermach – Feira e Congresso Internacional deTecnologia, Máquinas,Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica. O evento será realizadode 1 a 4 de setembro, na Expoville, em Joinville, SC.

A Intermach acontece nos anos ímpares e reúne toda a tecnologia de ponta em equipamentos, protótipos e serviços. Em 2013, a feirareuniu 32 mil visitantes de 11 países e 16 estados brasileiros que conferiram as novidades trazidas por550 empresas expositoras doBrasil, Colômbia, Itália, China, Turquia, Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Peru,Espanha e Paraguai, em uma área de 21.000 m².Estima-se que a edição de 2013 tenha gerado cerca de R$ 360 milhõesem negócios durante sua realização e nos seis mesesseguintes, por conta dos contatos iniciados no evento.

Serviço

Intermach 2015 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica – www.intermach.com.br
Data: 1 a 4 setembro de 2015
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

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O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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