Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

omronA OMRON anuncia o lançamento no Brasil do laboratório de inovação tecnológica Proof of Concept (PoC). Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da Indústria 4.0 no país, o PoC brasileiro conta com tecnologia de ponta para testar as últimas tendências em soluções integradas de automação industrial, incluindo robótica, redes industriais, segurança e controle de qualidade.

“A OMRON é reconhecida mundialmente por seu investimento em inovação impulsionada pelas necessidades sociais. Aumentar a segurança e eficiência na indústria são fatores cruciais para que nossos clientes se desenvolvam, sejam mais competitivos e se destaquem no mercado global. O conceito da Indústria 4.0 se apresenta como uma enorme oportunidade para o Brasil e o nosso laboratório Proof of Concept é mais uma forma de estimular este progresso”, destaca Carlos Neves, diretor da unidade de Automação Industrial da OMRON Brasil.

O Proof of Concept da OMRON está presente em países-chave entre os 117 em que a empresa possui operações. Por meio dele, a OMRON viabiliza testes e validações de sistemas que se comunicam em rede (EtherCAT, EtherNet/IP, OPC UA etc.), geram dados que ajudam na tomada de decisão e aplicações de inteligência artificial. Este processo minimiza riscos de falhas nas aplicações e garante o retorno do investimento em automação.

A estrutura do Proof of Concept da OMRON Brasil acomoda três células robotizadas capazes de trabalhar conectadas entre si no mesmo processo de fabricação ou separadas em aplicações independentes. “Esta flexibilidade é um elemento característico da Indústria 4.0. A partir da implementação das células robotizadas, as indústrias conseguem elevar a produtividade, reduzir custos e obter maior controle sobre o processo produtivo”, afirma o gerente de Marketing da OMRON Brasil, Edicley Machado.

Automatizadas 100% com produtos OMRON, as células são compostas por três robôs fixos desenvolvidos pela empresa: o Quattro 650H, o Viper 850 e o eCobra 800, além de um robô móvel colaborativo, o LD-90. O PoC da OMRON Brasil apresenta ainda uma integração completa da plataforma Sysmac, que reúne as tecnologias de automação industrial em um único software.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Duramitsubishinte a oitava edição do Fórum Mundial da Água, que acontecerá entre os dias 18 a 23 de março, na Arena Mané Garrincha, em Brasília (DF), a Mitsubishi Electric do Brasil apresentará soluções de integração entre software e hardware capazes de proporcionar redução do consumo de energia e melhorar o gerenciamento operacional e tarefas de manutenção. A multinacional estará presente no estande no Japão (Japan Pavillion).

André Chimura, gerente de vendas da unidade de negócios de Automação Industrial, explica que no Brasil as despesas com energia elétrica representam o segundo maior custo nas operações de água. Além disso, no processo de tratamento e distribuição de água, mais de 70% da demanda de energia é utilizada para o bombeamento. “Com a integração entre software e hardware, além da utilização de inversores de frequência e controladores, pode-se atingir economia de energia de até 40% em aplicações de bombeamento”, pontua.

A Mitsubishi Electric possui sistemas capazes de proporcionar uma alta eficiência energética no processo de bombeamento e compressão, por meio de componentes como inversores de frequência e controladores, além de instrumentos de medição e softwares que oferecem uma gestão de energia completa e integrada. Entre as soluções, destaque para os inversores de frequência com função energy saving além do sistema de monitoramento MCWorks 64, capaz de integrar de modo transparente sistemas SCADA de alto desempenho com componentes de automação.

“Ao oferecer um sistema de alta redundância e rede para monitoramento e controle, a Mitsubishi Electric possibilita instalações ininterruptas. Ou seja, mesmo que um componente falhe, a operação pode continuar durante o reparo ou a substituição”, pontua o executivo.

Na Ásia, a Mitsubishi Electric é, há muito tempo, sinônimo de qualidade. Há mais de 50 anos, a empresa é a principal fornecedora de tecnologia e conhecimento no segmento de tratamento de água no Japão, onde contribuiu para instalações de tratamento de água e esgoto com a maior capacidade de processamento país. Essa mesma tecnologia em automação de água já pode ser encontrada também na Europa.

 

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

0

         foto-fabricaconceito2018bUma edição focada na tecnologia da informação, tendo como destaque a conexão entre equipamentos, com a possibilidade de acompanhamento de cada etapa do processo, permitindo aos gestores tomar decisões em tempo para corrigir problemas na linha de produção. Esta será a marca da Fábrica Conceito 2018, que será apresentada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC, Fenac S.A e Coelho Assessoria Empresarial, durante a Fimec 2018. “Tecnologia da informação a serviço da indústria calçadista” será o tema da edição 2018 do projeto que reunirá 70 empresas, 90 máquinas e será operada por 70 operários.

         Para dar vida ao projeto, a coordenação convidou as indústrias Ramarim, de Nova Hartz/RS, fabricante de calçados femininos, e Kildare, de Novo Hamburgo/RS, marca de calçados masculinos.

         A Fábrica deverá produzir 3.000 pares de calçados em três dias de feira – parte da produção será destinada a instituições que atuam na área de responsabilidade social, escolhidas pelos coordenadores do projeto e pelas duas indústrias de calçados.

         A proposta da fábrica é mostrar na prática máquinas, equipamentos, processos e componentes inovadores que estão sendo apresentados na feira, oportunizando que os visitantes da Fimec os vejam em condições reais de trabalho em uma indústria de calçados em pleno funcionamento.

         Uma das linhas será totalmente operada por alunos do curso de formação profissional do Instituto de Tecnologia do Calçado Senai de Novo Hamburgo. É uma oportunidade para que eles possam vivenciar uma situação profissional real.

          Além de trazer máquinas e equipamentos que garantem a otimização da produtividade das indústrias de calçados, o projeto mostrará como este setor está avançado no que diz respeito à integração de cada processo a partir do uso de tecnologias de informação.

         Também estarão sendo apresentados uma série de materiais e componentes inovadores e sustentáveis, como o processo produtivo de colagem do scarpin, totalmente isento de solventes orgânicos e altamente produtivo. Os solados também trazem muito de inovação e sustentabilidade. Os materiais de injeção direta são a base de poliuretano, um deles produzido a partir de fontes renováveis. Os solados colados serão a base de um composto de Borracha Termoplástica e EVA, mais leve e confortável.

 

TAGS: , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Tau330E-4CPresseA Durst (#Stand 815, Pavilhão Branco) estará presente em mais uma edição da ExpoPrint Latin America / ConverExpo 2018, que acontece de 20 a 24 de março,  no Expo Center Norte, em São Paulo.

Durante os cinco dias de evento, os participantes poderão conferir os novos patamares de qualidade, produtividade e robustez das soluções de impressão digital Durst para os segmentos de comunicação visual e label.

“Nosso objetivo na ExpoPrint é mostrar como empresas que atuam no segmento de impressão industrial de rótulos, etiquetas e comunicação visual podem aumentar sua produtividade, sem prejudicar a qualidade, em processos de produção mais exigentes, em que cor, definição de imagem e prazos são fundamentais”, explica Ricardo Pi, diretor geral da Durst Brasil.

Segundo Ricardo, a expectativa para a feira é grande, não somente pela oportunidade de fazer contato com profissionais gráficos de toda a América Latina e de outros continentes, como também pelo nível de qualidade dos visitantes. “A Durst Brasil vem apresentando crescimento anualmente. De 2016 para 2017, crescemos 30%, e também investimos em nossa estrutura profissional e técnica no país, ampliando nossa equipe comercial e de suporte”, explica o diretor. “Queremos ajudar nossos clientes a chegarem ao topo no que se refere aos níveis de qualidade e produtividade. Quem visitar nosso stand na ExpoPrint poderá conferir o resultado desse crescimento da Durst no Brasil e, ainda, saber como nossa tecnologia pode ajudar suas empresas a se tornarem mais produtivas no atendimento a diferentes tipos de clientes, incluindo grandes marcas, e, ao mesmo tempo, permitir o aumento da rentabilidade.”

Tecnologias

Durante a ExpoPrint Latin America / ConverExpo, a Durst Brasil estará presente com toda sua equipe comercial e técnica para apresentar os diferenciais produtivos de duas principais soluções: a Tau 330E e a Rho P10 200 HS.

Voltada ao segmento de impressão digital de rótulos e etiquetas, a Tau 330E é um equipamento entry-level que incorpora tecnologia de tinta pigmentada e oferece alta produtividade a um custo bastante competitivo para a produção de rótulos e etiquetas.  Pode trabalhar com até cinco cores (CMYK, mais branco), tem velocidade de até 48 metros lineares/minuto e resolução de até 1260 x 720 dpi.

Por sua vez, a Rho P10 200 HS incorpora toda a robustez que consagrou a Durst no segmento de impressão digital inkjet UV para comunicação visual, introduzindo novos patamares de produtividade. Em sua configuração HS (High Speed), o equipamento oferece uma produtividade cerca de 40% superior à geração anterior, com uma vantagem importante: apesar de mais produtivo, o consumo de tinta é reduzido em até 15%, oferecendo a mesma qualidade, com mais produtividade e economia.

Pode trabalhar com configurações para mídias rígidas ou flexíveis (rolo), tem resolução padrão de 1000 dpi, e velocidade de 350 m2/hora. A Rho P10 200 HS vem equipada com o padrão de cores CMYK, mas com suporte opcional para agregar as cores light cyan, light magenta, laranja, violeta e branco.

“Tanto a Tau 330E quanto a Rho P10 200 HS ilustram muito bem a filosofia da Durst sobre impressão digital inkjet UV, que é a de oferecer a melhor qualidade através de equipamentos robustos e velozes, que permitam ciclos de produção ininterruptos sete dias por semana, 24 horas por dia”, destaca Ricardo.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Os veículos elétricos são uma tendência sustentável e irreversível ao redor do mundo, graças ao seu sistema primário de energia e seu meio de locomoção não poluente, já que não emite gases nocivos ao meio ambiente, o que torna uma das grandes soluções na luta contra a poluição nos centros urbanos e consequentemente o aquecimento global. Além de apoiar a sustentabilidade, um modelo elétrico é também muito econômico. Na Europa, que é o lugar com a maior concentração de carros desse tipo, um veículo movido a gasolina gasta, no mínimo, quase 10 € por cada 100km; um movido a diesel fica em média de 7 €, enquanto o automóvel movido a eletricidade percorre os mesmos 100km por 2 € – convertendo para o real seriam apenas R$ 7,90. Uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro – cerca de 450 km – sairia por R$35,50.

Além disso, serviços de aplicativos de mobilidade – como táxi e Uber – ficariam mais baratos, se houvessem mais carros no modelo elétrico em circulação. Porém, de acordo com os dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), há apenas 2,5 mil veículos nesse modelo no Brasil, número muito baixo comparado ao total da frota nacional de 92 milhões, segundo Departamento Nacional de Trânsito.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), lidera a discussão no grupo de trabalho que trata de mobilidade elétrica e híbrida do Rota 2030. A agência defende incentivos ao setor automobilístico para pesquisa e desenvolvimento de modelos tecnologicamente mais avançados. O presidente da ABDI, Guto Ferreira, diz que a inserção dos carros elétricos no mercado é estratégica e deve estar na agenda do Brasil. “Depois da assinatura do acordo climático de Paris e várias nações anunciarem a extinção da produção de veículos movidos a combustíveis fósseis em um curto período de tempo, é impensável que o Brasil não vá participar dessa mudança”, explica Ferreira, que está fechando uma agenda de visitas a plantas que produzem veículos elétricos ao redor do mundo.

MDIC e ABDI têm defendido um regime tributário diferenciado para quem alcançar metas de eficiência energética. “O país precisa acelerar a produção dos carros elétricos e híbridos, tanto para maior desenvolvimento da indústria brasileira, como para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”, diz o presidente da ABDI.

O país com maior número de carros elétricos em relação ao total de veículos é a Noruega. Lá, um em cada quatro carros circulando nas ruas é elétrico. Na Holanda, segundo país da lista, 10% da frota já é elétrica. Outros quatro europeus  —  Suécia, Dinamarca, França e Reino Unido  — , mais a China, têm 1% dos veículos movidos a eletricidade. “O carro elétrico ainda tem preço alto no Brasil. O que mais onera a produção é a bateria, que representa de 30 a 50% do valor total do veículo. Mas a tendência é de queda à medida que a produção ganhe escala”, avalia Guto Ferreira.

As baterias de carros elétricos podem ser produzidas com alguns tipos de materiais, como níquel, lítio e sódio. Devido ao menor custo e melhor rendimento, o lítio é a liga mais utilizada. No Brasil, que possui reservas do mineral, os estudos para a produção de baterias de lítio já começaram.

 

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

*Reinaldo Pinho

Nunca se propagaram tantas palavras inerentes ao meio ambiente, como se faz atualmente. Coleta seletiva, reciclagem, reuso, selo verde, sustentabilidade, dentre tantos outros conceitos são relevantes para a preservação ambiental.

O mundo todo tem consciência da necessidade de se melhorar as condições ambientais para continuidade e avanço do desenvolvimento das nações. Um significante compromisso foi firmado no Japão há duas décadas – o Protocolo de Kyoto – tendo como objetivo a redução da emissão dos gases para a atmosfera, que agravam substancialmente o chamado efeito estufa, tão crítico para o aumento do aquecimento global.

Casos trágicos como o de Mariana, em Minas Gerais, ou do Golfo do México expõem quão vulneráveis somos a essas situações.

O Brasil, independentemente do cenário político econômico em que vivenciamos, é centro do interesse de empresas com disponibilidade para investimentos, até em setores como o de Oil&Gas e Petroquímico, que mesmo com todos os escândalos envolvendo a Petrobras, ainda são listados como uns dos principais negócios para aportar recursos.

 Mas, mesmo com essa constatação e apesar do avanço tecnológico latente no nosso dia a dia e da transformação digital que estamos vivenciando, os produtos que dispõem de soluções tecnológicas específicas para a mitigação de riscos ambientais ainda são renegados dentro das organizações.

 Para exemplificar, quando há um vazamento de óleo em portos, terminais portuários, aeroportos, rodovias, ou indústrias, existe uma incidência elevadíssima de uso de produtos alternativos incorretos para fazer a absorção desse óleo que vazou. Aplica-se, invariavelmente, serragem de madeira ou até mesmo areia como absorventes, materiais que não exercem essa função. Isso é, no mínimo, insensato, pois existem produtos próprios para essa finalidade, com tecnologias variadas de capacidade de absorção de óleo. A evolução desse mercado foi tanta, que atualmente há produtos de última geração, que além de absorverem o óleo, fazem a sua decomposição, evitando eventuais gastos com a destinação do resíduo gerado.

 É “conditio sine qua non” que os executivos de alto escalão das empresas, sejam elas públicas ou privadas, estejam atentos à prevenção dos acidentes ambientais e, principalmente, às consequências danosas atreladas à ocorrência deles. Deveriam pois, participar ativamente da decisão de uso de produtos adequados para a devida proteção ambiental.

 De que adianta ter a certificação mais complexa e atual, ou mesmo seguir, ao menos na teoria, todos os procedimentos padrões estabelecidos pelas políticas contempladas pelos sistemas de gestão ambiental, se a falsa economia gerada na aquisição de produtos inadequados, oriundos de fornecedores oportunistas, que não agregam valor algum, visando apenas “vender preço”, tem consequência infindável, se por ventura um problema acontecer? Aliado ao aqui exposto, há um ceticismo exacerbado direcionado aos produtos tecnologicamente mais qualificados, por total falta de conhecimento. Invariavelmente, questiona-se sempre na compra desses materiais o “quanto custa” e não “quais os benefícios que obterei”.

 Se fosse levada em consideração a contabilização dos passivos ambientais gerados pelas empresas, isso poderia criar uma revolução nos DRE’s apresentados e nos balanços publicados. Os departamentos jurídicos passariam a ter especialistas em Direito Ambiental em seus quadros de colaboradores, pois certamente a incidência dos casos de ações trabalhistas seriam infinitamente inferiores às ambientais.

 Portanto, com todo conflito ético e moral incitado pela corrupção descabida que está instaurada no País e que afeta diuturnamente o “modus operandi” de nossa nação, que felizmente caminha a passos largos para tomar as atitudes cabíveis para extirpar o quanto antes, definitivamente do nosso dia a dia, esse quadro que temos enfrentado nesses últimos anos, podemos, concomitantemente, criar parâmetros e mecanismos para também cobrar de todos executivos, que tem a incumbência para poder contingenciar danos ambientais fortuitos, uma maior responsabilidade ambiental.

*Sócio da Dex Advisors, responsável pelas áreas de Infraestrutura e M&A. Engenheiro Químico formado pela FEI e pós-graduado em marketing pela ESPM. Carreira profissional em organizações como Ecosorb, Camargo Correa, General Eletric Dow Corning, Henkel, entre outras.

reinaldo.pinho@dexadvisors.com.br

 

TAGS: , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

unnamedPor Mauricio Prado, presidente da Salesforce Brasil

A tecnologia na nuvem cada vez mais se consolida como um importante e indispensável catalisador da capacidade de inovação e transformação digital. Projeções indicam que, conforme os anos avancem, a cloud computing vai impactar ainda mais a economia, gerando empregos e aumentando os ganhos de empresas de todos os setores.

O estudo Salesforce Economy realizado pela IDC e patrocinado pela Salesforce reforça essa percepção. Prevê-se que entre 2016 e 2022 a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros estimularão a criação de 3,3 milhões de novos empregos e injetarão mais de US$ 859 bilhões em novas receitas de negócios em todo o mundo.

O cliente no centro de tudo e a nuvem ao seu redor
O cenário positivo projetado pela pesquisa é resultado do aumento da capacidade de inovação em TI proporcionado pela nuvem, tecnologia que embasa todos os nossos serviços. É a partir dela que as empresas conseguem inovar mais e desenvolver projetos de maneira mais acelerada e com menores custos operacionais.

Para chegar a esse resultado, é preciso conhecer muito bem o consumidor utilizando como base o uso de ferramentas como o Big Data e a Inteligência Artificial – fundamentais para traçar os perfis do seu público. Com a combinação dessas duas tecnologias, é possível ler traços em comum entre as pessoas, identificar temas de interesse e até perceber o lapso de tempo da interação de cada uma. A partir dessas informações também é possível antecipar-se aos desejos do público, prever tendências e direcionar as estratégias das empresas de uma maneira muito mais assertiva.

Cenário positivo para o Brasil
A pesquisa também analisou o impacto dos serviços da Salesforce em alguns países isoladamente e, pela primeira vez, o Brasil entrou nessa lista. A projeção prevê que a Salesforce e seu ecossistema contribuam com a geração de US$ 27 bilhões em receitas apoiadas inclusive pela criação de 195 mil empregos diretos em apenas seis anos. Só em 2018, serão mais de 37 mil novos empregos diretos no País.

Tem sido um deleite comprovar como ajudamos organizações a alcançar padrões de relacionamento diferenciados com seus clientes e a desenvolver novos caminhos de carreira e negócios para aumentar o crescimento, apesar dos desafios macroeconômicos. Acredito que parte dessa grande motivação vem de compartilharmos uma plataforma de aprendizado online e gratuita para que qualquer internauta possa desenvolver soft skills assim como aprender a utilizar nossas soluções e responder às demandas de negócios, algo que faz parte da rotina de desenvolvedores, administradores da plataforma e dos próprios usuários. A superação dos desafios da Era do Cliente é recompensada pelas enormes oportunidades de ampliar os negócios para empresas e instituições de todos os portes e setores.

 

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

indO mundo digital está cada vez mais presente na vida das empresas e das pessoas.  Hoje, em maior ou menor grau, a tecnologia impacta estilos de vida e o processo produtivo nas empresas, facilitando as atividades como um todo.

Essa transformação digital apoiada na internet propiciou uma grande plataforma de intercâmbio de informações que, aliada à abrangente conectividade dos sistemas e dispositivos, a custos cada vez menores, será responsável por fortes transformações econômicas e sociais, que já se insinuam no presente e se acentuarão nos próximos anos.

A conjugação de tecnologias conhecidas como: IoT (Internet das Coisas); Big Data (manuseio e análise de volumes crescentes de dados); Computação na Nuvem, Machine learning (máquinas que se atualizam a partir de dados sem a intervenção humana contínua)  e manufatura aditiva (produtos impressos por tecnologia 3D), bem como um profundo processo de integração dos sistemas, entre outras, dará origem a novos modelos de negócio que proporcionarão, em última análise, enormes benefícios aos consumidores finais.

Esse processo de evolução está sendo identificado mundo afora como uma “quarta revolução industrial”, ou de forma mais específica “Indústria 4.0”. A ideia principal é a implementação de “fábricas inteligentes” que aliam sistemas virtuais e físicos, combinados a redes e plataformas digitais com viabilidade de abrangência global, dando origem a cadeias de valor revolucionárias.

Para uma fábrica ser considerada inteligente, ou seja, estar modelada nos padrões da Indústria 4.0, deve apresentar as seguintes características:

  • interoperabilidade (a capacidade de sistemas ciberfísicos promoverem a conexão e comunicação entre seres humanos e as fábricas inteligentes);
  • virtualização (gerar uma cópia virtual das fábricas inteligentes e, através dos sensores de dados que monitoram os processos físicos, gerenciá-las e operar modelos de simulação, possibilitando avaliar ou testar mudanças de processo a custos viáveis e antes da implementação na linha de produção real);

ü  descentralização (Habilidade dos sistemas ciberfísicos tomar suas próprias decisões e produzir localmente);

ü  capacidade em tempo real (capacidade de coletar e analisar os dados de forma extremamente rápida e a baixo custo, gerando conhecimento derivado dessas análises imediatamente);

ü  orientação a serviços (Service Oriented Architecture (SOA) em inglês é um modelo de arquitetura de softwares e também de estrutura corporativa ou negócios, no qual as funcionalidades devem ser disponibilizadas na forma de serviços interoperáveis com outras funcionalidades e sistemas, baseado no conceito de computação distribuída; constitui requisito fundamental para a integração de sistemas na indústria); e

ü  modularidade (capacidade de adaptação flexível das Fábricas Inteligentes para requisitos mutáveis, através da reposição ou expansão de módulos individuais).

Os aspectos inovadores mais relevantes da indústria 4.0 são o atingimento de melhores resultados quantitativos, representados pela diminuição de erros e aumento na produtividade, assim como os qualitativos, relacionados a atributos de produto e processo, com resultados que muitas vezes superam as capacidades humanas.

Os impactos se estendem a todos os aspectos da cadeia, inclusive os ligados ao fluxo dos produtos, informação e valor, do ponto de origem ao consumidor final, e vice-versa. Assim, também já se fala de Supply Chain 4.0 e Procurement 4.0, por conta das oportunidades de aplicações tecnológicas no estabelecimento de processos colaborativos e mais efetivos entre os diversos agentes fornecedores e clientes, de forma ágil, flexível e responsiva. “Ou seja, a aplicação de tecnologia resultando num produto certo, na qualidade adequada, com agilidade na entrega, ao melhor custo e ainda assegurando o consumo racional e sustentável de recursos”.

Em última instância, caminhamos através de um processo inexorável de transformação da economia como um todo, que alguns já começam a denominar de maneira mais abrangente como Economia 4.0. E uma das características marcantes desse novo modelo econômico é que o potencial de ganhos não se restringe a um dígito, pelo contrário, presenciamos o nascimento de um novo paradigma de ganho exponencial.

Desafios do Brasil na indústria 4.0  
1.- Infraestrutura tecnológica deficiente referente à conectividade – banda larga 6.- Aderência a padrões trabalhistas globais (qualificação, remuneração e regulatório)
    
2.- Falta de estrutura logística de transportes, geração e transmissão de energia 7.- Má distribuição de renda prejudica o desenvolvimento do mercado consumidor potencial
   
3.- Falta de modelos adequados e atrativos para financiamentos de novos projetos, principalmente, com investimentos em tecnologia envolvendo equipamentos importados
  1. Risco político impede a percepção de bom ambiente para negócios
   
4.- Maior segurança jurídica para assegurar atratividade ao investimento direto com capital nacional e internacional 9.- Desregulamentação e abertura econômica, fazendo que as empresas em desvantagem competitiva com empresas de outros países tenham melhor visibilidade da necessidade dessa atualização tecnológica
   
  1. Altos custos de implantação de projetos (serviços, juros, impostos sobre materiais e equipamentos importados e burocracia para licenciamento)
 

 

 

Por trás dessas mudanças existe ainda uma grande ideia, ou seja, o ato de compartilhar grande parte das informações e do conhecimento, gerando oportunidades de negócios. O grande desafio, para cada empresa, na economia de compartilhamento é a identificação dos nichos de vantagem competitiva que assegurem diferenciação.

Mas como é comum em processos de transformação, precisamos nos adequar a essas mudanças. Um ponto interessante para ser avaliado é o impacto que ocorrerá na distribuição do trabalho na sociedade. “Estudos já indicam que o processo de transformação digital, ao longo dos próximos 20, 30 anos, tem o potencial de eliminar 40 a 50% dos empregos em formato atual. Por outro lado, empregos de natureza totalmente inovadora e mais qualificados serão criados, possivelmente em quantidade menor do que os que irão desaparecer”.

Para ocupar os novos espaços demandados na cadeia de valor, os profissionais deverão estar plenamente capacitados a entregar contribuições estratégicas e bem delineadas. Eles devem ter capacitação para lidar com as tecnologias envolvidas e seus instrumentos, além de habilidades imprescindíveis como: trabalhar em equipes multidisciplinares; ser pessoas empreendedoras em seu grupo; saber desapegar de ideias e ciclos que se esgotaram; saber lidar com ambiguidades; ter capacidade de síntese; dominar a comunicação e a linguagem; estabelecer relações quantitativas, ter poder de negociação, além de ser resilientes, intuitivos, curiosos, íntegros e ter propósitos claros e adequados.

Então eis uma série de perguntas: Será que sua empresa está pronta para tantos avanços? Sua empresa já começou a identificar e desenvolver profissionais com as características descritas acima? Sua empresa tem uma visão estratégica sobre os rumos para inovação em seu parque produtivo e processos, tirando proveito dessas novas tecnologias disponíveis? Na innovativa Executivos Associados acreditamos que essas e outras perguntas são respondidas mediante extensa pesquisa, aplicação de conhecimentos específicos e desenvolvimento da visão de oportunidades da transformação digital na indústria.

Ganhos mensuráveis usando tecnologia da indústria 4.0
 
1.- Recursos (consumo inteligente e racional de energia e matérias-primas)
 
2.- Otimização dos processos – cadeia produtiva
 
3.- Utilização dos ativos/CAPEX no processo produtivo
 
4.- Sistemas ciberfísicos, integração homem-máquina
 
5.- Redução de inventário (produção local /3D, produção unitária e otimização na cadeia
 
6.- Qualidade (atributos do produto final)
 
7.- Cadeia produtiva (otimização da previsão e gestão de demanda)
 
8.- Responsividade ao mercado / Time to Market (co-criação/open innovation, engenharia simultânea)
 
9.- Serviços / Pós-Vendas (orientação e manutenção remota)
   

 

 

Artigo escrito pelos sócios da innovativa Executivos Associados, Fernando Grobman e Renato Cajado.

 

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Empreendedores, empresas, imprensa e entidades de vários setores da economia segsi reunirão na solenidade de entrega do XX Prêmio Automação, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, no próximo dia 07 de novembro, quando serão conhecidos os trabalhos de maior relevância para a sociedade no ano de 2017. A premiação e as homenagens reconhecem os melhores projetos inovadores em processos automatizados com os padrões de tecnologia GS1. Durante a cerimônia de premiação, os vencedores recebem um troféu de reconhecimento pela iniciativa de aprimoramento dos processos de toda a cadeia de abastecimento.

Realizado no espaço Tom Brasil, em São Paulo, o evento completa vinte anos de valorização das iniciativas de boas práticas de empresas, entidades e imprensa. Nesse período, a entidade já privilegiou o trabalho de 324 companhias. “O Prêmio Automação é hoje uma referência quando se fala em empenho e pioneirismo na adoção de padrões para se atingir a excelência no mundo dos negócios”, afirma João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A comemoração já se incorporou à história da GS1 Brasil, que promove uma festa descontraída, sempre no mês de novembro, desde 1998. Para homenagear os vencedores, é entregue o Troféu Harpia, que representa a maior ave de rapina do mundo e faz parte da fauna brasileira. As categorias do Prêmio Automação são Negócios, Educação, Sustentabilidade e Imprensa. Mais detalhes em https://www.gs1br.org/premioautomacao.

 

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

faturamento negócios Radar Industrial Perspectivas infraestrutura máquinas exportação IBGE importação PIB CNI Revista P&S Evento Pesquisa máquina inovação Feira Internacional da Mecânica Artigo Investimento FIESP meio ambiente sustentabilidade Lançamento máquinas e equipamentos mercado tecnologia Economia Feimafe Feira indústria