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Aspen adota a gestão compartilhada, em que as decisões são tomadas por ‘pool’ executivo

Algumas empresas como a subsidiária brasileira do laboratório sul-africano Aspen Pharma adotaram a administração compartilhada. Na empresa, três executivos utilizam uma espécie de gestão “parlamentarista”. A empresa, que tem faturamento anual de R$ 120 milhões ao ano no Brasil, é gerida no conceito “gestão compartilhada”, em que um “pool” de executivos é responsável pela tomada de decisões.

Contudo, na Aspen, as funções dos três principais diretores são previamente definidas: Alexandre França é responsável pela área comercial e de marketing, Evandro Paiva fica com as finanças e Germano Mackrodt é o com a produção. Contudo, a maioria das ações estratégicas passa pelo comitê. França define o sistema como “um exercício de humildade e transparência”.

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Segundo dados da ABINEE, em 2010 as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 14.860 vagas, elevando para 174.680 o número total de trabalhadores diretos. O resultado representa um crescimento de 9,3% em relação a dezembro de 2009 (159.820).

Para 2011, a previsão inicial da ABINEE é de que a trajetória de crescimento seja mantida, contudo em ritmo menor. De acordo com as perspectivas, as empresas do setor deverão abrir cerca de trê mil vagas, empregando, ao final deste ano, 178 mil funcionários diretos.

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Segundo Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, a maioria das empresas investe de maneira errada em processos de melhoria contínua. Para o especialista, deve-se focar em projetos que tenham visão a longo prazo, mas que ao mesmo tempo já tragam resultados rápidos.

Com o inicio do ano, muitas empresas aproveitam o momento para adotar um novo ciclo produtivo ou de gestão. É uma boa hora para renovar processos e preparar-se para novos desafios. Para muitos empresários, o processo de reorganização é vital, pois injeta um novo fôlego que pode, combinado aos esforços corretos, alavancar a expansão dos negócios. Na opinião de especialistas, as empresas brasileiras realmente estão investindo em diversos processos de melhorias, mas grande parte delas apenas consegue as chamadas melhorias popcorn, que surgem de todos os lados, porém sem que haja relação entre si, resultando em perdas financeiras ao invés de aumentar a produtividade e a eficiência do negócio. O que falta é foco na condução dos projetos e metas definidas previamente.

Outro fator fundamental para que uma ação como esta gere os resultados desejados é que a alta diretoria esteja diretamente ligada às mudanças pretendidas pela empresa. É necessário adotar um modelo de direcionamento de cima para baixo, mas que a construção e as ideias dessas melhorias venham de todos os departamentos, especialmente do chão de fábrica ou do nível operacional. Caso não exista um modelo certo, com metodologia e objetivo claros para todos, a empresa terá apenas ações isoladas, obtendo resultados pontuais, sem retorno no caixa.  Os grandes empresários precisam conhecer os processos de melhoria que estão sendo trabalhados atualmente e utilizá-los de forma estratégica para que os resultados de fato apareçam.

Outro equivoco cometido pelas empresas é pensar que um processo de melhoria ocorre do dia para noite. Em produtividade, não há milagre. Há empenho, atitude e comprometimento.

Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, pode ser fonte para esse tema. A metodologia Kaizen é focada na melhoria de produtividade e na integração de sistemas e processos que reduzam em até 50% das perdas, conforme o setor e a configuração da empresa.

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Victor Penitente Trevizan*

Passados mais de 90 dias da publicação da Lei Federal n°. 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, foi publicado, em 23 de dezembro de 2010, o Decreto Federal nº. 7.404/2010, que regulamentou a referida Lei por meio da instituição de normas cuja finalidade é viabilizar a aplicabilidade de seus instrumentos.

Vale destacar que o recente decreto, além de regulamentar a lei, criou o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, tendo, ambos, o propósito de apoiar a estruturação e implementação da lei mediante a articulação dos órgãos e entidades governamentais. O Comitê Orientador tem o objetivo de “estabelecer a orientação estratégica da implementação de sistemas de logística reversa”, definindo prioridades e cronogramas, além de avaliar e aprovar estudos, diretrizes, necessidades e medidas.

Segundo o artigo 5º do decreto, a responsabilidade pela eficácia da Política Nacional dos Resíduos Sólidos recai sobre todos os integrantes da cadeia que proporcionam ou ajudam na geração dos resíduos. Ou seja, além da responsabilidade atrelada às pessoas físicas e jurídicas ligadas à fabricação, importação, distribuição, comercialização, limpeza e/ou manejo, o referido decreto, específica e corretamente, mantém a determinação contida na Lei n°. 12.305/10 e impõe, aos próprios consumidores, desde que estabelecido o sistema de coleta seletiva ou sistema de logística reversa no respectivo município, a responsabilidade pelo correto e diferenciado acondicionamento dos resíduos sólidos gerados, disponibilizando os reutilizáveis e recicláveis de forma ordenada para coleta ou devolução.

Cumpre esclarecer que a coleta seletiva é a segregação prévia dos resíduos sólidos conforme a constituição ou composição, que deverá ser implantada pelo titular do serviço público de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. A coleta seletiva fixa, no mínimo, a separação de resíduos secos e úmidos de forma progressiva, que será estendida à separação dos resíduos secos em suas parcelas específicas, cujas metas serão indicadas em cada um dos planos.

Já a logística reversa, como define o artigo 13 do decreto federal, “é o instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

De fato, não é de se estranhar que uma das grandes preocupações do setor empresarial trazida pela lei tenha sido a  logística reversa. Isso porque, em que pese sua inquestionável importância ambiental, não são efetivamente conhecidos os custos de implementação deste procedimento por ele ser consideravelmente recente. Tampouco é conhecida a magnitude das providências a serem adotadas para seu efetivo cumprimento.

Assim, o Decreto Federal n° 7.404/2010, proporcionando maior clareza ao procedimento em referência e cumprindo sua incumbência constitucional para fiel execução da lei, indicou os instrumentos para implementação e operacionalização da logística reversa. São eles os acordos setoriais, os regulamentos expedidos pelo Poder Público e os termos de compromisso, devendo, todos, ser previamente avaliados pelo Comitê Orientador.

Os acordos setoriais são definidos como os “atos de natureza contratual, firmados entre o Poder Público e os fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, visando a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto”, que deverão ser precedidos de editais de chamamento caso iniciados pelo Poder Público. Ou, se provocados pelos fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, deverão ser “precedidos da apresentação de proposta formal pelos interessados ao Ministério do Meio Ambiente”.

Já os instrumentos chamados pelo decreto de “regulamentos expedidos pelo Poder Público”, significam, segundo o artigo 30, que a logística reversa poderá ser instituída por regulamento e de forma direta. Basta, para tanto, a expedição de decreto pelo Poder Executivo, cuja viabilidade técnica e econômica deverá ser previamente avaliada pelo Comitê Orientador.

O terceiro e último instrumento para a implantação da logística reversa previsto no decreto são os “termos de compromisso”, que, como o próprio nome diz, buscam vincular quem os assina à instituição da logística reversa.

O decreto abrange, ainda, as diretrizes para gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, a possibilidade de participação dos catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis nos procedimentos de coleta, a previsão dos planos nacional, estaduais, regionais e municipais para a gestão dos resíduos. Isso entre outros procedimentos e providências interligados ao tema, além de indicar hipóteses de dispensa ou minimização do plano de gerenciamento de resíduos sólidos quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte.

Com estas e outras consideráveis determinações, o Decreto Federal n°. 7.404/10 confere aplicabilidade à Lei Federal n°. 12.305/10. E, assim, busca implementar procedimentos e providências que garantam maior equilíbrio ao meio ambiente e diminuam o impacto sofrido em decorrência do imensurável volume de resíduos sólidos gerados por uma sociedade cada vez mais dependente de bens industrializados.

* Victor Penitente Trevizan é advogado de Direito Ambiental do Peixoto e Cury Advogados victor.trevizan@peixotoecury.com.br

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O Banco Central brasileiro anunciou medida para conter a desvalorização do dólar na última semana, ação esta que foi considerada positiva, porém insuficiente para a indústria recuperar a competitividade perdida com a valorização do real diante da moeda norte-americana, segundo visão do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade.

O presidente da CNI acredita que o depósito compulsório para os bancos que apostam na valorização do real atestam que o Banco Central está atento à questão do câmbio. Ele explicou que a decisão reduzirá o impacto de eventuais aumentos dos juros para controlar a inflação no mercado de câmbio. “Sem a medida anunciada hoje, as operações de arbitragem pressionariam a moeda brasileira com o aumento do diferencial entre os juros no Brasil e no exterior”, afirmou o presidente da CNI.

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Os rumos da indústria no Brasil

Por Nara Faria

A indústria brasileira sentiu os efeitos da crise internacional em 2009. Logo em seguida, percebeu a alavancagem causada pelo período de recuperação pós-crise, período que, de acordo com os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), resultou no aumento no faturamento na indústria em 11,9% nos sete primeiros meses deste ano, se comparado com o mesmo período de 2009.
Após a fase de recuperação, chegou o momento em que o país terá de encontrar o equilíbrio econômico para dar continuidade ao desenvolvimento. Para isso, o setor espera por medidas de incentivo, como a redução de impostos, taxas, controle cambial, incentivos à instalação de novas indústrias e à exportação, fatores que interferem no desenvolvimento do setor no país.

Para dar a sua opinião sobre os caminhos da indústria diante deste cenário, a Revista P&S entrevistou com exclusividade o analista de Políticas e Indústria, da Unidade de Política Econômica (PEC) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo de Ávila. O especialista faz uma análise dos recentes dados e dá um panorama da atual situação econômica do país e das estratégias para os próximos anos.

De acordo com dados publicados pela CNI, o faturamento da indústria iniciou o segundo semestre em alta, com um crescimento de 3,6% de junho para julho e avançou 11,4% nos sete primeiros meses deste ano contra igual período de 2009. Como você avalia esses dados?

Tivemos um primeiro trimestre de intensa atividade, por conta de medidas anticrise, como as desonerações tributárias. O mês de março – último mês de vigência da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) – foi, de fato, um mês além do normal em termos de produção e vendas na indústria, justamente pela antecipação de consumo. Após o mês de março, a atividade industrial perdeu ritmo e acredito que a indústria voltará a crescer, mesmo que em ritmo inferior ao registrado no primeiro trimestre do ano.

Mesmo com a retomada da produção, a utilização da capacidade instalada recuou pelo terceiro mês consecutivo. Você poderia explicar esse fato? Como o cenário deverá ficar para os próximos meses?

Logo após a forte queda da produção industrial no final de 2008, os investimentos começaram a retomar o crescimento. Esse movimento se deu de forma rápida e contínua: a produção de bens de capital, setor que oferta bens para fins de investimento, cresceu de abril de 2009 a maio de 2010 de forma ininterrupta. Assim, no segundo trimestre de 2010, mesmo com a acomodação da atividade industrial, os investimento cresceram 26,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Essa foi a maior taxa de expansão em 14 anos. Parte desses investimentos está maturando, o que amplia a capacidade produtiva da indústria. Nesse sentido, acredito que a utilização da capacidade instalada deverá flutuar entre 82% e 83% nos próximos meses, o que não resulta em descompasso entre demanda e oferta de produtos industriais.

Os setores que se destacaram pelo maior ritmo de crescimento em julho foram o de veículos automotores, material eletrônico e de comunicação, máquinas e materiais elétricos, máquinas e equipamentos, produtos de metal e química, outros equipamentos de transporte e minerais não-metálicos, o que demonstra um aumento não somente de bens intermediários, mas também de bens duráveis. Em sua opinião, essa constatação é positiva para ambos os setores?

A recuperação da atividade industrial ocorre de forma diferenciada de setor para setor. Os setores que ofertam bens duráveis foram os que sentiram primeiro – e de forma mais intensa – a crise internacional, justamente pela falta de crédito. Assim, quando olhamos os números de 2010, as taxas de crescimento de dois dígitos desses setores podem impressionar, mas ocorrem também por se darem em uma base de comparação muito baixa, pois a queda da atividade nesses setores também foi mais intensa no final de 2008. Os setores que ofertam bens intermediários estão se recuperando bem na esteira dos setores de bens duráveis, ou de construção civil, no caso de minerais não-metálicos. Acredito que entre o terceiro e quarto trimestres desse ano, a recuperação setorial estará mais homogênea e já superando o patamar pré-crise, ou seja, setembro de 2008.

Quer conferir a entrevista completa? Acesse a edição online da Revista P&S edição 430 pelo site: www.ps.com.br ou solicite um PDF pelo e-mail nara.faria@banas.com.br

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Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), considera como acertada a decisão do Comitê de Política Monetária de manter a taxa de juros Selic inalterada, pelo menos para este momento. Andrade diz que as medidas de restrição ao crédito anunciadas pelo Banco Central na semana passada já refletem a preocupação do BC com o excesso de liquidez na economia e seus impactos sobre a trajetória da inflação, tornando desnecessário elevar a Selic.

O presidente porém atentou para o patamar dos juros no país, um dos mais elevados do mundo. “A combinação de juros altos e câmbio apreciado precisa ser revista”, defendeu Andrade.

“Não é aceitável um novo ciclo de elevação dos juros – já pré-anunciado com as medidas de contenção monetária da semana passada – sem ajustes no lado fiscal. É imprescindível dar maior peso à política fiscal, com a imposição de limites aos gastos correntes”, concluiu o presidente da Unidade.

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No período de julho a setembro a Índia teve crescimento de 8,9% em ritmo anual, o que resulta o segundo trimestre do ano fiscal do país, segundo os números oficiais divulgados hoje (30 de novembro), superando previsões anteriores dos analistas.

Os economistas projetavam um índice de crescimento de 8,2%. A alta trimestral foi motivada por um salto de 9,8% em ritmo anual da produção manufatureira e de 8,8% no setor de construções.

A terceira maior economia asiática também registrou um salto na produção agrícola, que foi de 4,4%, segundo as estatísticas oficiais divulgadas pela Folha de São Paulo.

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O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista subiu 3,03% na terceira quadrissemana de novembro, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola – IEA/Apta da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A maior alta foi do índice de produtos de origem animal (5,92%). Já o índice de produtos de origem vegetal apresentou variação positiva de 1,87%.

Entre os produtos pesquisados, 11 apresentaram alta nos preços (9 de origem vegetal e 2 de origem animal) e 9 sofrem queda (5 de origem vegetal e 4 de origem animal). Os aumentos mais expressivos ocorreram nos preços da batata (15,71%), da carne bovina (15,02%), do café (10,22%) e da carne suína (7,20%).

As quedas mais relevantes foram verificadas nos preços do tomate para mesa (25,23%), do feijão (15,09%), da carne de frango (6,86%), do arroz (5,57%), do leite C (5,02%) e da laranja para indústria (4,45%).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Apta

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A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) considera insuficiente a autorização da Camex para a importação de 250 mil toneladas de algodão. De acordo com a entidade, a alta histórica do algodão tem um impacto de 30 a 50% sobre os preços dos jeans e brins.

“Este é o aumento dos últimos 140 anos. Somente em 2010, majoração foi de 60 a 70%. O impacto ainda é pior se ocorrer no início da cadeia, ou seja, na produção de fios de algodão”, explica Aguinaldo Diniz Filho, presidente da ABIT. Ainda segundo ele, esta situação não deve se resolver no curto prazo, porque o consumo está em alta e os estoques estão baixos.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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