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Os negociadores do Brasil, África do Sul, Índia e China (países que compõem o grupo Basic) na 17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP 17), em Durban, na África do Sul, declararam nesta terça-feira, 06.12, que apóiam um segundo período do Protocolo de Kyoto e têm esperança de que o acordo aconteça até o final desta COP, daqui a três dias.

O anúncio, feito em coletiva de imprensa conjunta, reforça a recente mudança de posição da China, que até antes do início da COP17 era contra assinar um acordo legalmente vinculante (obrigatório) que prorrogue o Protocolo de Kyoto. O primeiro período do protocolo, assinado em 1997, entrou em vigor em 2008 e termina no ano que vem.

A analista de Meio Ambiente da CNI Paula Bennati, que acompanha em as negociações em Durban, avalia que a mudança de posição da China e o endosso da Índia, que nos últimos dias vinha se mostrando contrária ao acerto, devolve à mesa a possibilidade de se chegar a um acordo. “O grupo Basic é importante para as negociações, inclusive porque tem o mesmo posicionamento que o Grupo dos 77+ China. Uma pressão do Basic e da União Europeia pode forçar os Estados Unidos a reverem sua posição e aceitar algum acordo”, analisou.

Para a analista de Meio Ambiente da CNI, a consolidação do posicionamento conjunto dos países dos Basic e a eventual mudança de posição dos Estados Unidos podem trazer a bordo também Japão, Canadá, Rússia e Austrália, signatários do acordo inicial mas que declararam oficialmente que não ratificarão o segundo período de compromisso.

“Estamos trabalhando duramente para a renovação do Protocolo de Kyoto. Estamos dispostos a um esforço extra para garantir o segundo período”, declarou, na coletiva de imprensa, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty, negociador-chefe do Brasil na COP 17. Quando questionado por jornalistas sobre o que seria “esforço extra”, Figueiredo respondeu que é “construir pontes” entre os países reticentes ao acordo.

Segundo Paula Bennati, a declaração da ministra do Meio Ambiente da África do Sul, Edna Molewa, de que o grupo Basic está negociando a adesão ao mapa do caminho (Road Map, na expressão em inglês) proposto pela União Europeia também adiciona otimismo às negociações.

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Pesquisa da Poli/USP faz diagnóstico do problema no Brasil e mostra a importância de leis mais rígidas e de incentivos para o uso do asfalto-borracha.

            As Resoluções do Conama, no 258/99 e 416/09, que obrigam fabricantes e importadores a dar destinação adequada para pneus inservíveis, não surtiram o efeito desejado. De 2002 ao primeiro quadrimestre de 2011, as empresas brasileiras deixaram de dar destinação adequada a cerca de 425 de milhões de pneus que não servem mais para rodar em automóveis, ônibus e caminhões, o que corresponde a 2,1 milhões de toneladas desse artefato. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas estabelecidas; fabricantes, 47,3%; e importadores de pneus usados, 12,92%.

É o que mostra uma pesquisa feita pelo engenheiro mecânico Carlos Lagarinhos, em sua tese de doutorado Reciclagem de Pneus: Análise do Impacto da Legislação Ambiental Através da Logística Reversa, defendida em outubro, no Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), na qual foram comparadas as políticas de reciclagem de pneus da Europa e do Brasil; feita avaliação do sistema de logística reversa implementada pela associação que representa os fabricantes no país; e desenvolvido um modelo de logística reversa para a reciclagem.

Durante seu trabalho, Lagarinhos constatou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a solução definitiva para a destinação correta desse material. Tampouco existe um trabalho conjunto entre os fabricantes e importadores de pneus do Brasil para o desenvolvimento de um modelo de logística reversa que reduza os custos, aumente a oferta de pneus servíveis (que podem rodar) para as empresas de reforma, por meio da seleção e triagem nos pontos de coleta. E não existem ações que visem aumentar a oferta de pneus inservíveis para atender a capacidade das empresas de pré-tratamento, coprocessamento, pirólise e queima em caldeiras.

Os consumidores também não fazem a sua parte para diminuir o problema. Segundo ele, hoje, ao fazerem a troca de pneus nas lojas e revendas 36% dos consumidores levam os usados para casa, achando que ainda existe algum valor neles. “Os fabricantes, importadores, revendas e distribuidores não divulgam programas de coleta e destinação dos pneus inservíveis para incentivar o descarte após a troca, pela população”, diz o pesquisador. A título de exemplo, para os 6,6 milhões de veículos licenciados no município de São Paulo, há na cidade apenas quatro pontos de coleta em convênio com a prefeitura, o que dificulta a coleta sistemática dos pneus inservíveis.

Para piorar, o descarte de pneus não é uma tarefa fácil. A maior parte acaba amontoada em grandes depósitos a céu aberto, que funcionam como verdadeiros criadouros de mosquitos transmissores de dengue, febre amarela e malária. “A disposição em aterros é inviável, porque são difíceis de comprimir, não sofrem biodegradação e formam um resíduo volumoso, que ocupa muito espaço”, explica o pesquisador. “Como se não bastasse, os pneus podem reter ar e gases em seu interior, fazendo com que tendam a subir para a superfície do aterro, rompendo a camada de cobertura. Com isso, os resíduos ficam expostos, atraindo insetos, roedores e pássaros e permitindo que os gases escapem para a atmosfera.”

Diante desse quadro, Lagarinhos acredita que o aproveitamento dos pneus usados como componente para asfalto seria uma forma de reduzir a quantidade deles nos depósitos a céu aberto e aterros sanitários. Ele propõe que os governos, em todos os níveis, deem incentivos para a utilização do asfalto-borracha na pavimentação de ruas e estradas. “A utilização do asfalto-borracha ainda é incipiente no País”, lamenta. De 2001 a 2010 foram pavimentados 4.900 km de rodovias no Brasil, com aproveitamento insignificante dos pneus descartados.

Outra medida seria o endurecimento da lei em relação à reciclagem de pneus. A Resolução do Conama nº 258/99, que, no ano de 2005, obrigava fabricantes e importadores a reciclar cinco pneus inservíveis para cada quatro pneus fabricados, foi substituída pela Resolução nº 416/09, segundo a qual os fabricantes e importadores só precisam reciclar os pneus vendidos no mercado de reposição. Ou seja, boa parte do passivo de pneus fabricados no País, continua sem destinação adequada. 

“Apesar de não atingir as metas estabelecidas pelo IBAMA, houve um avanço, uma vez que as metas eram muito difíceis de serem alcançadas”, pondera o pesquisador. “Criou-se, a partir da Resolução Conama no 258/99, um sistema de logística reversa que não havia anteriormente”, acrescenta.

Antes da aprovação da Resolução Conama no 258/99, somente 10% dos pneus inservíveis eram reciclados. Em 2010, foram montados 469 pontos de coleta pelos fabricantes. Atualmente são 1.884 pontos de coleta montados pelos fabricantes e importadores de pneus, sendo que 73,04% estão instalados em municípios com população acima de 100 mil habitantes. A quantidade de pontos de coleta representa 47,1% das revendas e distribuidores de pneus no Brasil. Em 2010, existiam 124 empresas cadastradas no IBAMA para as atividades de reciclagem e valorização energética de pneus inservíveis.

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A ServMelt, empresa que prestadora de serviços da Inductotherm, Grupo que atua em processos de fusão e aquecimento por indução, anunciou hoje,06 de dezembro, sua transferência para Indaiatuba,interior de São Paulo, após 13 anos sediada em Diadema. A empresa investiu um montante de US$ 2,5 milhões nesta nova instalação e prevê gerar 50 empregos diretos.

A unidade da Inductotherm Group está no Brasil desde 1972 e mudou-se para Indaiatuba em 1998. A escolha da cidade deu-se, entre outros motivos, ao acesso fácil às principais rodovias do País, proximidade do aeroporto de Viracopos. O presidente da Inductotherm Group Brasil, Edison da Cunha Almeida ainda ressalta que a cidade tem boa estrutura urbanística.  

Para o próximo ano, a ServMelt projeta crescimento de 10% na demanda, até 30% nos próximos 3 anos. “Esperamos este aumento devido à elevação da produção de automóveis, equipamentos agrícolas e ainda a aceleração das obras do PAC, com vista para a Copa de 2014”, completa Almeida.

Com as duas unidades do Grupo ocupando o mesmo espaço, Grupo prevê redução de custos, além do aumento de produtividade e qualidade de seus processos/produtos.

Meio ambiente

Preocupada com a questão ambiental e base na implantação do Sistema A ServMelt ISO 14001, a empresa trabalha a gestão de seus resíduos praticando ações como coleta de lixo seletivo, descarte de materiais líquidos, política ambiental com a conscientização de seus colaboradores e sistema de reuso de água nas duas unidades.

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Empresa caxiense será responsável por tornar o Estado referência em transporte público no Brasil

O Grupo Voges entregou na última sexta-feira, 2 de dezembro, o painel de controle do Aeromóvel. O projeto, que fará a ligação direta entre a Estação Aeroporto e o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, apresenta um sistema rápido, seguro, confortável, econômico e sem prejuízo para o meio ambiente. A Voges participa no projeto com uma solução de acionamento que une motor elétrico e inversor de frequência. A entrega do painel, na sede da Voges Motores, em Caxias do Sul, contou com a presença do diretor-presidente do Aeromóvel e idealizador do projeto, Oskar Coester, do diretor-presidente do Trensurb, Humberto Kasper, e do diretor-presidente do Grupo Voges, Osvaldo Voges, entre diretorias e gerências de projetos, engenharias e equipes técnicas das três empresas.

Para o projeto, a Voges forneceu um motor de 500 HP, 2 polos, carcaça 355. O motor, de alto rendimento, customizado e desenvolvido especificamente para a aplicação, é o responsável por acionar o ventilador que promove o fluxo de ar que impulsiona o Aeromóvel. Na parte de inversores, a linha Unidrive SP, desenvolvida em parceria com a Emerson Control Techniques, aciona eletronicamente o motor, controlando a velocidade e o fluxo de ar do sistema.

A participação da Voges no Aeromóvel está acertada desde o surgimento da ideia, quando o engenheiro Oskar Coester, na década de oitenta, contatou a ainda Eberle Motores Elétricos, fabricante do primeiro motor brasileiro, para integrar o projeto. “A opção pela solução Voges deu-se pela referência histórica muito positiva dos 27 anos de operação da Linha Piloto do Aeromóvel em Porto Alegre, operada com os motores da então Eberle, tradicionalmente associados com robustez e confiabilidade em aplicações de alto compromisso”, comenta Coester.  O engenheiro faz ainda referência à pujança da cidade em engenharia e soluções de projetos e do pioneirismo na captação e inovação de produtos. “Caxias do Sul, como um polo industrial de referência nacional, tem se destacado na composição do arranjo produtivo da empresa Aeromovel Brasil S.A., com geração de empregos e renda no Rio Grande do Sul, reafirmando o potencial deste estado em desenvolver soluções tecnológicas competitivas e inovadoras”, diz Coester.

O diretor-presidente da Trensurb,  Humberto Kasper, ficou surpreso com a potência das fábricas Voges e parabenizou o presidente pela tecnologia e investimentos em inovação e novos negócios. “ É um orgulho ter uma empresa gaúcha deste nível sendo a responsável por fazer voar nosso aeromóvel”, comentou Kasper.

Para o diretor-presidente do Grupo Voges, Osvaldo Voges, participar de um projeto de vanguarda como é o Aeromóvel, que está em plena sintonia com a sustentabilidade, a inovação e a eficiência energética, missões do Grupo Voges, é um orgulho. “Nestes anos que estamos à frente da segunda maior fábrica de motores elétricos da América Latina, herdeira de uma tradição centenária e referência em todo o setor, conseguimos impulsionar a Voges para que participe cada vez mais de projetos que ofereçam soluções em energia. E entregar o painel que vai ser o responsável por colocar o Aeromóvel  em movimento é motivo de orgulho, ainda mais na semana em que conquistamos a ISO 14001, que reconhece o nosso Sistema de Gestão Ambiental.”

O projeto do Aeromóvel vai possibilitar uma maior integração para o transporte público da região Metropolitana de Porto Alegre, colocando o estado do Rio Grande do Sul como referência no transporte público brasileiro.

O projeto Aeromóvel e seus benefícios

O Aeromóvel é um meio de transporte 100% automatizado (sem condutores a bordo) que funcionará em via elevada, ligando a estação da Trensurb ao aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão percorrer 944 metros em apenas 90 segundos. Estão previstos modelos para 150 e 300 passageiros por viagem, cuja escolha dependerá da demanda do período. A tecnologia que será utilizada no projeto foi desenvolvida no Brasil e demonstra excelente aplicação na capital da Indonésia, Jacarta, onde funciona há 21 anos.

A ligação direta entre a Estação Aeroporto e o Aeroporto Salgado Filho, feita em um sistema rápido, seguro, confortável, econômico e sem prejuízo ao meio ambiente foi idealizada em um projeto que trará mais integração para o transporte público da região metropolitana de Porto Alegre, e que demonstra o compromisso da Trensurb na melhoria da infraestrutura da cidade para a Copa de 2014.

Seus principais diferenciais e vantagens se concentram nos quesitos a economia e segurança.

Economia pois a tecnologia de construção e operação é 100% nacional, com baixo custo de energia e possuirá veículos leves com capacidade para 150 e 300 passageiros.

Segurança justificada por ter veículos totalmente automatizados, sem condutores a bordo, funcionamento em via elevada com veículos trafegando em diferentes trechos, sistema de propulsão a ar movido por ventiladores elétricos e tecnologia “limpa”, sem a emissão de poluentes, preservando o meio ambiente.

Além disso, o sistema de freio pneumático de alta confiabilidade, oferece mais conforto no deslocamento, com veículos silenciosos, sem ruído de motores, acessibilidade universal, com espaço para cadeirantes e idosos.

Outro foco do aeromóvel também é o cuidado com o meio ambiente. Além de e atender às legislações ambientais vigentes, o aeromóvel trabalhará com tecnologia “limpa”, com motores elétricos e sem a emissão de poluentes gasosos. Suas estruturas serão elevadas e menos espessas, motores dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas evitando poluição sonora;

Em suma, um projeto que eleva a qualidade de vida e do transporte público da Grande Porto Alegre, pensando na melhoria da infraestrutura da cidade para a Copa de 2014.

*Crédito da Foto Grupo Voges. Na foto Coester,Voges e Kasper.

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O ano de 2011 foi marcado por muitos investimentos por parte da indústria brasileira, motivadas pela forte competitividade do mercado. A melhoria do processo produtivo foi o foco do investimento para 28,0% das empresas, que apostaram na a introdução de novos produtos e processos produtivos.

Segundo CNI (Confederação Nacional da Indústria ), nove em cada dez empresas brasileiras investiram em 2011, com a maioria (57,8%) com êxito em seus planos de investimento. Contudo, a incerteza econômica foi o principal fator para a frustração dos planos de investimento das empresas restantes. Outros fatores, como o custo de obtenção do crédito, a burocracia e a dificuldade de obtenção de mão de obra também influenciaram para as empresas respondentes.

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A Caterpillar Brasil encerra suas comemorações de 35 de produção em Piracicaba com um presente para a população. Traz para a cidade a primeira apresentação do projeto cultural e ambiental Código H20, desenvolvido em parceria com a The Nature Conservancy (TNC) e a Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria de Ação Cultural e Secretaria de Educação. O projeto foi produzido pela Guerilla Construction, conta com incentivo do Ministério da Cultura e tem entrada gratuita.

A água é o destaque de uma grande instalação temática que ocupará a marquise da Estação Paulista, a partir deste sábado, dia 11 de novembro. Com uma abordagem artística e criativa, tratará de questões relacionadas aos recursos hídricos e apresentará soluções inovadoras para os problemas enfrentados atualmente.

O projeto promove o diálogo cultural para encontrar soluções para os problemas relacionados à água. A estratégia para atingir tal objetivo é proporcionar um espaço para expressões artísticas relacionadas às essas questões, de maneira que informação e conhecimento sejam trocados. Ilustrações, fotografias, materiais audiovisuais e artes cênicas são as ferramentas empregadas para levar essa mensagem além das fronteiras do dia-a-dia.

A instalação CÓDIGO H2O visa estimular crianças e adultos para que informações relacionadas à água sejam criadas, trocadas e disseminadas na comunidade, envolvendo famílias, escolas e organizações civis.

Em uma área aproximada de 500 metros quadrados, os visitantes terão acesso a exposição multimídia, cinema e teatro, todos com conteúdos exclusivos desenvolvidos especialmente para o projeto. 

De maneira didática e interativa, a exposição multimídia permite conhecer todos os aspectos da água, suas características físicas, sua presença e papel no desenvolvimento das civilizações, os problemas sociais enfrentados pela dificuldade de acesso a este recurso natural e projetos inovadores que trazem soluções a esses problemas, entre outros temas abordados.

O Cine Água oferece um espaço de reflexão e contemplação sobre a questão da preservação e conservação dos recursos hídricos. Um filme de curta duração leva o público a considerar seu papel e responsabilidade no mundo atual.

Crianças e famílias também têm um espaço especial na instalação – o Teatro H2O, onde poderão assistir, gratuitamente, ao espetáculo infanto-juvenil A Fantástica Jornada, uma história emocionante e bem-humorada de um garoto e seu pai que embarcam em uma verdadeira aventura em busca da última fonte de água do mundo.

O projeto Código H2O propõe a formação de uma nova consciência, motivando a população a exigir de si mesma, de empresas e órgãos responsáveis, atitudes de conservação e preservação, além de repensarem a própria maneira de compreender e de se relacionar com o meio-ambiente. As informações contidas na instalação são um complemento importante para as aulas de Geografia, Ciências e Ecologia.  

 

“CÓDIGO H2O”

 De 11 a 27 de novembro de 2011

Local: Centro Cultural e de Lazer “Estação Paulista”

Endereço: Av. Dr. Paulo de Moraes, 1680 – Paulista – Piracicaba/SP – 13400-971

Horários da exposição: de segunda a domingo das 9h às 20h

Funcionamento Teatro H2O: terça a domingo – espetáculos às 10h e às 15h

Duração do espetáculo: 45 minutos – classificação livre

*  Retirada de ingressos com uma hora de antecedência *

 AGENDAMENTO DE GRUPOS E VISITAS ESCOLARES:

Das 13:30h às 17h pelo telefone (19) 3436-0466 ou pelo e-mail grupos@codigoh2o.com.br

Transporte gratuito para escolas sob consulta

 Entrada gratuita

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A Siemens estará presente de 26 a 30 de novembro na segunda edição da Soccerex, realizada no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, para apresentar variadas soluções focadas no desenvolvimento e crescimento sustentável dos grandes centros urbanos.  Durante a convenção global, direcionada a megaeventos como a Copa do Mundo 2014 no Brasil e as Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro, a companhia, referência mundial em infraestrutura para grandes eventos, apresentará seu portfólio completo de tecnologias integradas capazes de atender as demandas existentes e potenciais por infraestrutura geradas pelo grande fluxo de visitantes, como a distribuição e gerenciamento eficiente de energia, melhoria da mobilidade urbana, sistemas para portos e aeroportos, além da segurança de bens e pessoas.

Durante a Soccerex, a empresa também terá um espaço aos visitantes que, por meio de iPads, poderão conhecer e explorar de forma dinâmica a cidade virtual Siemens e todas as suas soluções voltadas aos centros urbanos em prol do desenvolvimento sustentável. Este portfólio abrange a infraestrutura aeroportuária, hoteleira e de telecomunicação; tratamento de água, segurança, saúde, transporte ferroviário e rodoviário, a gestão inteligente de estádios e arenas, bem como sua construção, iluminação e controle de fluxo de visitantes.

Responsáveis, hoje, por 30 bilhões de euros do faturamento global da empresa, as soluções ambientais da Siemens correspondem a mais de um terço do total de 76 bilhões de euros arrecadados em 2010. Já no Brasil, um terço do faturamento está ligado também ao portfólio ambiental, com destaque para mobilidade, energias renováveis e soluções industriais para eficiência energética e de tratamento de água.

Na Soccerex 2011 será apresentada ainda a experiência da Siemens em grandes eventos esportivos, como a Copa da Alemanha em 2006, e seu trabalho na estruturação da África do Sul para os jogos de 2010, com intervenções na construção de oito dos nove estádios, além de ter fornecido tecnologia para mais de 150 arenas esportivas em todo o mundo.

Entre os demais destaques da empresa na convenção está a apresentação de animações mostrando soluções da companhia, como o suporte à Olimpíada de Pequim e à Copa do Mundo de 2006, além de tecnologias relacionadas à mobilidade urbana e sinalização de trânsito em Londres e Viena.


Serviço

 

16ª edição do Global Soccerex Convenção

– Rio de Janeiro – cidade sede da Copa do Mundo 2014 Final e das Olimpíadas de 2016.

– Data: 26 a 30 de novembro

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Empresa fornecerá tecnologia de refrigeração para cumprimento de metas acordadas entre Ministério do Meio Ambiente e Unilever

Representantes da Metalfrio e Unilever assinaram nesta quarta-feira, com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), uma iniciativa voluntária para substituir o uso de gases de refrigeração e de expansão de espuma de poliuretano, nocivos ao meio ambiente, por gases naturais que não agridam a camada de ozônio e reduzam o potencial de aquecimento global. O compromisso, assinado pela Unilever, tem a Metalfrio como interveniente, empresa fornecedora dos equipamentos de refrigeração.

            A “iniciativa voluntária conservadoras” integra o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, do MMA, em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em agosto de 2010. Está alinhada, também, com o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs, que integra a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.

            Pelo acordo, a empresa assume a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, incentivando melhores práticas ambientais e a adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo.

A empresa se compromete a substituir as substâncias HCFCs (Hidroclorofluorcarbonos) e HFC (Hidrofluorcarbonos), utilizadas como fluidos frigoríficos e agente expansor de espumas, por gases naturais, como R290 e o cicloisopentano, já utilizados pela Metalfrio em suas conservadoras e refrigeradores.

Pelas metas estabelecidas, a substituição de substâncias danosas ao meio-ambiente por outras com potencial zero de destruição da camada de ozônio e baixo potencial de aquecimento global deverá ser de 80% até o final de 2020, data que marca o término de vigência do acordo. Para 2012, a substituição deverá ser de 20%. A partir daí, a meta prevê a substituição de 15% das substâncias, a cada dois anos.

O pacto prevê ainda que a reutilização e/ou reciclagem dos componentes das conservadoras devem atingir 100% até 2020.

De capital nacional, mas uma das empresas mais internacionalizadas do País, a Metalfrio tem uma tradição de inovação e pioneirismo na adoção de práticas sustentáveis. Em 1998, a empresa eliminou totalmente de seus produtos e instalações os gases CFC, tornando-se a primeira fábrica de refrigeradores totalmente ecológica da América Latina. Entre outras práticas ambientalmente amigáveis, eliminou o setor de pintura da fábrica através do uso de chapas pré-pintadas, extinguindo todos os processos com componentes danosos ao meio ambiente; implantou coleta seletiva do lixo gerado em suas fábricas; adotou a reciclagem de componentes e o uso do cicloisopentano  (gás agente expansor)  e do gás refrigerante R290 e R744 , insumos que não prejudicam a camada de Ozônio e reduzem sensivelmente (cerca de 99%) a emissão direta de gases de efeito estufa.

 

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FCDL-RS estima que 40% dos consumidores usarão o salário para quitar dívidas

Tablets, televisores e smartphones. Estas são as apostas dos lojistas gaúchos para o Natal de 2011. Mesmo com a procura maior por eletrônicos, a previsão é que a venda de roupas, confecções e acessórios também deverá apresentar crescimento, segundo a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS). A expectativa é de que o varejo venda 7% a mais, em comparação com o mesmo período do ano passado com o pagamento do 13º salário.

“É um número extraordinário, uma vez que 2010 foi o ano que o PIB mais cresceu no Brasil. Nós acreditamos que aumentará até mais que 7%, mas para isso acontecer, o comércio terá que identificar as necessidades e contemplar os anseios de consumo de seus clientes”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Koch.

O reforço no orçamento não servirá apenas para comprar os presentes de natal, viajar ou adquirir novos bens. A FCDL-RS estima ainda que aproximadamente 40% dos consumidores vão utilizar o pagamento para quitar de dívidas atrasadas. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13º salário significa a injeção de aproximadamente R$ 7,5 bilhões no mercado rio-grandense, índice comemorado pelos varejistas.

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Cruz do Sul conhecerá as vantagens do novo SPC Brasil no dia 22 de novembro. O serviço oferece ao lojista diversas soluções para auxiliá-lo a conceder crédito com segurança. O leque de produtos disponíveis ao associado é dividido em quatro áreas de atuação: informação, inteligência, estratégia e rede de relacionamento.

Além disso, o SPC Brasil conta com a parceria do Serasa Experian, que determina a consolidação de ferramentas de proteção ao crédito mais apuradas e um banco de dados extremamente consistente.

O treinamento será realizado pelo gestor administrativo da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Jerri Madruga. O evento inicia às 19h, na sede da CDL Santa Cruz do Sul, localizada na Rua Assis Brasil, 951, Centro.

Atualmente, cerca de um milhão de empresas filiadas às Câmaras de Dirigentes Lojistas e Associações Comerciais se beneficiam com o sistema. Trata-se do birô de crédito com a maior presença no país, com presença em 26 estados e Distrito Federal, atuando em mais de 1.300 municípios brasileiros.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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