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Durante a Fispal Tecnologia 2011, a Betim Química apresenta novas soluções em codificação industrial para agregar valor aos negócios de seus clientes

 Entre os dias 07 e 10 de junho, a Betim Química esteve presente na Fispal Tecnologia, uma das mais importantes feiras de âmbito internacional no segmento de embalagens, processos e logística para indústrias de alimentos e bebidas. Durante a exposição, a empresa apresentou ao mercado três revolucionárias opções em codificadoras industriais da sua joint venture Zanasi. Os modelos Z3000, Z4500 e Z640 trazem soluções em impressão de 3 a 4 linhas, em baixa ou em alta resolução, a partir de tintas de alto contraste, standard ou pigmentadas; com sistemas auto-limpantes e arquitetura aberta. “O nosso diferencial de mercado é essa característica peculiar das máquinas Zanasi, a arquitetura aberta, que facilita a intervenção e o manuseio das peças e do sistema, caso haja alguma falha” afirma o gerente comercial da Betim Química, Miguel Tanure.

Durante a feira, a Betim Química, lançou oficialmente no país a codificadora Z101 para linhas de expedição. Leve, com cabeçote integrado, compacta e com programação em tela touch screen, destina-se à impressão tanto em superfícies porosas como caixas de embarque quanto em superfícies não porosas, como sacarias plásticas e metais. Todos os modelos expostos fizeram demonstração em tempo real, codificando plásticos e papéis, utilizando tintas vermelhas e azuis em aplicações especiais, tinta preta para impressão em baixa e em alta resolução, e para codificação de pequenos caracteres. “Essa apresentação das máquinas Zanasi é muito importante para a Betim Química, única empresa distribuidora dos produtos da marca no Brasil, pois amplia o portfólio de opções de tecnologia de ponta oferecidas ao mercado”, afirma o gerente comercial Miguel Tanure.

As codificadoras apresentadas na Feira vêm oferecer ao mercado mundial soluções que potencializem e agreguem mais valor e qualidade às produções industriais. “A Betim Química como única distribuidora das máquinas Zanasi no Brasil e fabricante oficial das tintas para impressão, pretende oferecer às indústrias brasileiras, novas opções em tecnologia de ponta para aumento e potencialização de produção”, ressalta o gerente comercial.

A Betim Química aproveitou a oportunidade para também apresentar a sua linha de tintas para codificação industrial, Tecno Jet, que desenvolve mais de 70 tipos de tintas e diluentes de alta qualidade e baixo custo, específicos para impressoras industriais de todas as marcas. A Feira foi uma oportunidade de apresentar os modelos de tintas oferecidos pela linha que há mais de 15 anos atua no mercado e, atualmente, é responsável por 15% de participação no fornecimento desses insumos aos principais segmentos industriais do Brasil.

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A produção de grãos do Brasil poderá aumentar de 23% até 2021, com a perspectiva de colheita de mais de 175,8 milhões de toneladas. E 2010, a safra foi de 142,9 milhões de toneladas. A estimativa, que leva em conta o cultivo de arroz, feijão, milho, soja em grão e trigo, divulgada em nota do Ministério da Agricultura.

Essa previsão leva em conta a expansão de 9,5% na área plantada até 2021. De acordo com o Ministério, as projeções para os próximos 10 anos foram feitas com base no cenário mais conservador.

Segundo estudo “Brasil – Projeções do agronegócio 2010/11 a 2020/21” projeta a produção de 175,8  milhões de t em 2021. No ciclo 2010/11, a previsão é de que a safra alcance 142,9 milhões de t. A expectativa é de que a produção de soja avance cerca de 25,9% nos próximos 10 anos, para uma colheita estimada de 86,5 milhões de t em uma década.

Até 2021, o governo estima que a área total de lavouras será de 68 milhões de hectares. Atualmente, a área plantada é pouco superior a 62 milhões de hectares. A  expansão deverá ocorrer por consequência do plantio de soja (que passará de 24,74 milhões de hectares pra 30 milhões de hectares,) e da cana, que deve subir de 9,42 milhões de hectares para 11,52 milhões de hectares.

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Dez anos após lançar o programa de inovação para as turbinas a gás categoria H, a Siemens alcançou um novo recorde mundial em eficiência em termelétricas com a turbina a gás SGT5-8000H na fábrica Irsching 4, na Baviera. Com rendimento de mais de 578 megawatts (MW) e nível de eficiência de 60,75% (líquidos), a Siemens ultrapassou a marca-alvo de eficiência de “mais de 60%” durante a fase de testes – entrando mais uma vez para a história na área da tecnologia para termelétricas. A nova turbina a gás da Siemens deve produzir 400 MW de funcionamento em ciclo simples e 600 MW em ciclo combinado.

A Siemens não só ultrapassou todos os recordes atuais em relação a rendimento e eficiência, mas também excedeu as expectativas em flexibilidade operacional. Essas dimensões históricas são níveis recordes mundiais. “Em especial, com mais termelétricas eólicas e solares fornecendo um percentual firme e cada vez maior de entrada de energia flutuante na malha. Termelétricas em grande escala que reagem com rapidez e que podem compensar as flutuações que dependem do tempo são um fator decisivo para manter a estabilidade da malha”, declarou Michael Suess, CEO do Setor Energia da Siemens.

A nova termelétrica de categoria H pode reagir rapidamente às demandas por produção adicional ou reduzida. A Siemens testou gradientes correspondentes de carga para isso. Como exemplo, mais de 500 MW podem ser colocados na linha no espaço de apenas 30 minutos e podem ser conseguidos gradientes estáveis de carga de 35 MW/minuto.

Esse desempenho é possível pela interação entre tecnologia inovadora de turbinas a gás e os principais componentes de toda a termelétrica, que são otimizados para altas temperaturas e pressão. “Nossa termelétrica com tecnologia inovadora e turbina a gás na mais alta eficiência da categoria demonstra de maneira impressionante que proteção climática e geração de energia de baixo custo utilizando combustíveis fósseis podem caminhar juntas. A nova geração de nossas termelétricas de ciclo combinado, por exemplo, consume um terço menos gás natural por quilowatt-hora gerado do que a média apresentada pelas termelétricas de ciclo combinado atualmente instaladas no mundo. Ao mesmo tempo, as emissões de CO2 também são reduzidas em um terço”, declarou Suess.

“A termelétrica Irsching 4 é um excelente exemplo de suprimento de energia para o futuro que respeita o meio ambiente e é flexível”, disse Klaus Hammer, COO da E.ON, com responsabilidade por termelétricas de ciclo combinado. “Termelétricas com turbina a gás de alta eficiência e flexíveis como as Irsching 4 e Irsching 5, que entrou em funcionamento em 2010, ajudam de maneira significativa a compensar as flutuações cada vez mais pronunciadas da entrada de energia baseada em renováveis e assim faz uma importante contribuição para garantir o fornecimento de energia na Alemanha”, acrescentou Hammer.

Mais de 750 colaboradores da Siemens, incluindo 250 engenheiros, estiveram envolvidos no desenvolvimento da nova turbina a gás e da nova termelétrica de ciclo combinado. A Siemens investiu mais de 500 milhões de euros no desenvolvimento da turbina e na construção e operação de uma usina protótipo em Irsching, na Baviera. Por um ano e meio, a Siemens deu andamento ao projeto para concretizá-lo. Em meados de 2009, após bem sucedidos testes de funcionamento, a termelétrica movida à turbina a gás foi ampliada para formar uma instalação de ciclo combinado, com o acréscimo de ciclo inferior de vapor, inovador gerador de vapor com recuperação de calor e uma turbina a vapor em altas temperaturas funcionando a 600° Celsius para criar a termelétrica de ciclo combinado mais eficiente do mundo. No término da fase de testes que está em andamento, a E.ON assumirá a operação comercial da Irsching4 neste verão.

Além da usina de ciclo combinado em Irsching4, a Siemens já vendeu seis das novas turbinas a gás em versões de 60-Hz para uma empresa de serviços públicos na Flórida. As primeiras máquinas desse pedido já estão em produção e serão despachadas para o cliente em 2012. A Siemens também recebeu um pedido da Coréia do Sul para construir, pelo sistema turn-key, outra termelétrica de ciclo combinado single-shaft [turbina a gás e turbina a vapor conectadas em um mesmo eixo acionando um único gerador] com a versão de 60 Hz da nova turbina a gás. Esta termelétrica deverá entrar em funcionamento em 2013.

Termelétricas de ciclo combinado altamente eficientes fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2010, a receita do Portfólio alcançou cerca de 28 bilhões de euros, tornando a Siemens a maior fornecedora do mundo de tecnologias benéficas para o meio ambiente. No mesmo período, nossos produtos e soluções possibilitaram que os clientes reduzissem suas emissões de dióxido de carbono (CO₂) da ordem de 270 milhões de toneladas, um volume equivalente ao total anual das emissões de CO₂ das megacidades Hong Kong, Londres, Nova York, Tóquio, Deli e Cingapura.

 

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A Schneider Eletric, que se especialista constantemente na gestão de energia, trazendo tecnologia de ponta e soluções destinadas ao segmento de máquinas para embalagens, traz novidades durante a Fispal Tecnologia 2011. O evento ocorre durante os dias 7 e 10 de junho, no pavilhão de exposições do Anhembi, São Paulo.

Com o conceito de soluções para fabricantes de máquinas, chamado MachineStruxure, a Schneider Eletric oferece redução de tempo da produção da máquina de até 50% e 30%em economia. Estas soluções auxiliam o cliente desde a concepção do projeto até o final, através de soluções de plataformas de controle, que abrangem o mercado de máquinas.

Com o TVDA – Arquiteturas testadas,validadas e documentadas,além da redução de até 30%no tempo entre a concepção do projeto e a colocação da máquina no mercado, estas aplicações,projetadas para máquinas de embalagem, tem ganho de desempenho, modularidade e flexibilidade.

A empresa também disponibiliza uma equipe de engenharia de aplicação para suporte e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, o que permite desenvolver e customizar os produtos (hardware e software) e aplicações com menor custo e mais eficiência.

Igor Guardino, OEM Solutions lembra que esta tecnologia existe no Brasil desde 2009, mundialmente lançada em 2007.

Quanto as expectativas para esta feira, Guardino  diz que o público é interessante, “um mix de fabricantes de máquinas para embalagens e também matérias primas”. “Muitos de nossos parceiros estão expondo aqui, com máquinas da Schneider”, completa ele.

Lançamentos

Entre dos lançamentos da empresa para esta edição da Fispal Tecnologia estão o Magelis STO e Magelis STU, IHMs gráficas com tela sensível ao toque; o Modicon M238, que oferece flexibilidade para aplicações; o Modicon M258, com desempenho eficiente para aplicações e o Harmony XB4R e XB5R, metálicos e plásticos, com botões sem fio (wireless) e sem bateria.

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A batata-doce é a sexta hortaliça mais plantada no País, principalmente por pequenos agricultores familiares das regiões Nordeste e Sul. Além de ser uma excelente fonte de energia e proteínas para essas famílias, ela tem grande importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha, amido e doces. Considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande resistência a pragas e cresce em solos pobres e degradados, a batata-doce pode ser plantada praticamente o ano todo nas regiões Norte e Nordeste.

Para 2011, a novidade fica por conta de quatro novas cultivares lançadas ou introduzidas no Brasil pela Embrapa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As batatas-doces Beauregard, BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia apresentam qualidades nutricionais e produtividade bem acima da média das cultivares disponíveis no mercado atualmente e são comercializadas pelos Escritórios de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia em Canoinhas (SC) e em Capão do Leão (RS).

A batata Beauregard, por exemplo, apresenta 10 vezes mais carotenóides, pró-vitamina A, do que suas principais concorrentes e rendimentos que variam entre 23 e 29 toneladas por hectare. Como o custo de produção da cultivar também é baixo, a expectativa é que ela seja amplamente adotada por agricultores familiares, principalmente da Região Nordeste.

O analista Werito Melo, da Embrapa Hortaliças (Brasília – DF), destaca que a coloração alaranjada da batata Beauregard se deve à elevada quantidade de betacaroteno, que se transforma em vitamina A no organismo. “Quando se fala em vitamina A, é importante ressaltar que ela tem um papel muito importante na saúde da população, especialmente de mulheres e crianças”, explica Werito.

De acordo com ele, um dos objetivos do trabalho é beneficiar as crianças por meio do uso dessa batata até mesmo na alimentação escolar. A Beauregard foi introduzida no Brasil pela Embrapa, por intermédio do Centro Internacional de La Papa (CIP), do Peru.

Já as cultivares BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia foram desenvolvidas pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas – RS) e apresentam produtividade superior a 32 toneladas por hectare, quatro vezes mais do que a média brasileira. A BRS Amélia apresenta casca de coloração rosa clara e também é rica em pró-vitamina A.

Seu alto teor de suculência, sabor e polpa alaranjada são bastante apreciados pelos consumidores. Quando cozida, a textura é úmida e melada, macia e extremamente doce. Em ensaios da Embrapa e testes com agricultores a produtividade da cultivar chegou a 32 toneladas por hectare.

Com casca avermelhada, a BRS Rubissol destaca-se pela aparência e uniformidade das raízes. A polpa é de cor creme tendendo ao amarelo, com pontuações em amarelo mais intenso. A cultivar possui excelentes características para consumo de mesa, mas também pode ser utilizada no processamento industrial. Sua produtividade média é de 40 toneladas por hectare.

A BRS Cuia, por sua vez, tem coloração creme e pode chegar a até 60 toneladas por hectare. Ganha destaque na questão culinária devido à uniformidade e ao tamanho relativamente grande das batatas e também apresenta boa adequação ao processo industrial. Tanto a casca como a polpa são de cor creme, mas em tonalidades diferentes.

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A Petrobras lançou nesta segunda-feira, dia 6, o Programa Progredir, que viabiliza de forma ágil e padronizada a oferta de crédito em volume e condições competitivas para todas as empresas que integram a cadeia de fornecedores da companhia.

No evento de lançamento do programa, a ABINEE foi representada pelo seu gerente regional no Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Galvão, que também participa das reuniões do Prominp. Com foco no crescimento sustentável da cadeia de fornecedores, a iniciativa, desenvolvida em parceria com os seis maiores bancos de varejo do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC e Santander) e com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), conta com o apoio da indústria e de suas entidades de classe. A fase piloto do programa, que é complementar a outras ações da companhia voltadas para o fortalecimento de sua cadeia produtiva, foi implantada em setembro de 2010.

Nesta primeira etapa, 14 empresas obtiveram financiamento junto aos bancos por meio da iniciativa, com volume total de R$ 137 milhões. A estimativa é que o custo de captação dos fornecedores caia, em média, 20%.

O programa está baseado na criação de um ambiente favorável para a concessão de crédito, lastreado nos recebíveis ainda não performados em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia. Assim, qualquer fornecedor que participe dessa cadeia está, em princípio, apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos integrantes do programa. O crédito não envolve recursos da Petrobras.

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O início da safra da cana-de-açúcar , com aumento da oferta de álcool,permitiu queda de 11,34% do produto em maio, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o que ocasionou queda no IPCA(Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ), 0,77% em abril para 0,47% em maio.

A gasolina, foi de 6,26% em abril para 0,85% em maio. Especialistas dizem que os preços altos desestimularam o consumo, apesar da freada em abril, a gasolina acumula alta de 10,51% no ano. No coso do álcool, o aumento é maior: 16,22%.

Os combustíveis pressionaram o grupo transporte (alta de 4,98%) no ano, que teve um quarto da variação acumulada do IPCA no ano (3,71%). Alimentos tiveram aceleração de abril (0,58%) para maio (0,63%) por consequência do aumento das carnes (0,25%), do leite (3,15%) e do tomate (9,41%).

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  As indústrias brasileiras de blocos e pisos de concreto que produzem com o Selo de Qualidade fornecido pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) vêm crescendo a cada dia: atualmente, os fabricantes associados à Associação Brasileira dos Fabricantes de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) já alcançam a meia centena. As indústrias que produzem blocos e pisos de concreto têm, como exigência básica para obter a associação à BlocoBrasil, possuir o Selo de Qualidade da ABCP.

O Selo de Qualidade é uma garantia aos compradores de que os blocos e pisos de concreto que estão adquirindo são resultado de processos produtivos adequados, com ensaios que atestam sua resistência e adequação às normas brasileiras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O processo para obtenção do Selo de Qualidade por uma indústria envolve a realização de auditoria por auditores qualificados pela ABCP e certificados pelo Inmetro, na qual é feito um check-list de 12 itens, tais como o controle de cura do concreto, gestão de produção e rastreabilidade – que permite identificar a origem de eventuais problemas na produção -, entre outros. A indústria de blocos também passa por auditorias periódicas, quinzenais inicialmente, até a obtenção do selo, e mensais, posteriormente e pelo período de um ano. Após esse prazo e caso todas as auditorias anteriores não tenham apresentado problema, as inspeções passam a ser trimestrais.

“O Selo de Qualidade existe desde 2002 e hoje há 63 fabricantes de blocos de concreto no Brasil com esse atestado”, diz Fernando Dalbon, coordenador do Programa Selo de Qualidade da ABCP. Atualmente, o Selo de Qualidade é atribuído aos fabricantes de blocos e pisos de concreto e de cimento. De acordo com o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da BlocoBrasil, o programa Selo de Qualidade garante também que as empresas obtenham maturidade empresarial, “pois precisam ter processos de gestão da produção eficientes para conseguir fabricar produtos de qualidade”. Para Tauil, essa é a diferença entre bons produtores e aqueles que ainda não desenvolveram suficientemente seus processos produtivos. “A empresa fabricante de blocos e pisos de concreto detentora do Selo de Qualidade oferece maior segurança aos seus clientes, devido ao controle de todo o processo de produção. Isto representa economia e garantia de uma obra realizada com materiais de boa procedência”, afirma Tauil.

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 Diante da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisou para cima suas estimativas para o desempenho da economia este ano. A previsão para o crescimento do PIB, que era de 3,5% em abril último, aumentou para 3,8%, e a expectativa de expansão do PIB industrial subiu de 2,8% para 3,2%. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira, 3 de junho, a economia brasileira cresceu 1,3% no primeiro trimestre de 2011 em relação ao último trimestre de 2010.

A CNI destaca que o resultado foi puxado pelo bom desempenho da indústria, que teve expansão de 2,2% no período. O setor da indústria que mais cresceu foi o de transformação, com alta de 2,8%. O PIB da construção civil expandiu-se 2%. O único setor industrial que registrou queda foi de extrativo mineral, com retração de 1,5% no período.

O IBGE informa ainda que o ritmo de expansão dos investimentos se acelerou no primeiro trimestre deste ano. A formação bruta de capital fixo expandiu-se 1,2% frente ao último trimestre do ano passado. Na avaliação da CNI, em compensação as medidas de restrição ao crédito reduziram o consumo das famílias, que teve forte queda no primeiro trimestre de 2011, passando de 2,3% no quarto trimestre de 2010 para 0,6% no primeiro de 2011, na comparação com o trimestre anterior. Essa é a menor variação desse indicador desde a forte queda registrada no quarto trimestre de 2008, quando eclodiu a crise financeira internacional.

Na contramão da tendência do consumo das famílias, assinala a CNI, os gastos do governo aumentaram 0,8% nos primeiros três meses de 2011 em relação ao último trimestre de 2010. As exportações caíram 3,2% e as importações recuaram 1,6% no período, interrompendo a sequência de alta registrada em todos os trimestres de 2010. Apesar do aumento do PIB detectado pelo IBGE no início deste ano, indicadores recentes das pesquisas da CNI Sondagem Industrial e Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mostram que o ritmo da atividade econômica será menor nos próximos meses.

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Artigo “Termine-se a festa antes que a bolha do Brasil estoure” publicado no jornal Financial Times discute a os rumos da economia brasileira e faz alusão a uma bolha, caso o País não providencie reformas estruturais, como frear o consumo.

“Inevitavelmente, essa combinação de moeda forte, euforia dos investidores estrangeiros, aumento do consumo e gargalos que sufocam a capacidade de responder à crescente demanda torna tudo mais caro. Enquanto o Brasil permanece uma nação muito pobre, é atualmente uma das mais caras do mundo”, afirma o autor, Moisés Naim, ex-editor-chefe da revista “Foreign Policy” e hoje é associado da Carnegie Endowment for International Peace.

Naim afirma, por exemplo, que alugar um escritório no Rio de Janeiro está ficando mais caro do que em Nova York. Ele ainda diz que a presidente Dilma Rousseff devia “tomar medidas hoje para desaquecer a economia, mesmo que isso envolva decisões impopulares”. Caso ela não faça nada agora, diz ele, “os mercados financeiros irão, no momento apropriado, impor as correções necessárias de um modo mais brutal”.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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