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A Schneider Eletric, que se especialista constantemente na gestão de energia, trazendo tecnologia de ponta e soluções destinadas ao segmento de máquinas para embalagens, traz novidades durante a Fispal Tecnologia 2011. O evento ocorre durante os dias 7 e 10 de junho, no pavilhão de exposições do Anhembi, São Paulo.

Com o conceito de soluções para fabricantes de máquinas, chamado MachineStruxure, a Schneider Eletric oferece redução de tempo da produção da máquina de até 50% e 30%em economia. Estas soluções auxiliam o cliente desde a concepção do projeto até o final, através de soluções de plataformas de controle, que abrangem o mercado de máquinas.

Com o TVDA – Arquiteturas testadas,validadas e documentadas,além da redução de até 30%no tempo entre a concepção do projeto e a colocação da máquina no mercado, estas aplicações,projetadas para máquinas de embalagem, tem ganho de desempenho, modularidade e flexibilidade.

A empresa também disponibiliza uma equipe de engenharia de aplicação para suporte e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, o que permite desenvolver e customizar os produtos (hardware e software) e aplicações com menor custo e mais eficiência.

Igor Guardino, OEM Solutions lembra que esta tecnologia existe no Brasil desde 2009, mundialmente lançada em 2007.

Quanto as expectativas para esta feira, Guardino  diz que o público é interessante, “um mix de fabricantes de máquinas para embalagens e também matérias primas”. “Muitos de nossos parceiros estão expondo aqui, com máquinas da Schneider”, completa ele.

Lançamentos

Entre dos lançamentos da empresa para esta edição da Fispal Tecnologia estão o Magelis STO e Magelis STU, IHMs gráficas com tela sensível ao toque; o Modicon M238, que oferece flexibilidade para aplicações; o Modicon M258, com desempenho eficiente para aplicações e o Harmony XB4R e XB5R, metálicos e plásticos, com botões sem fio (wireless) e sem bateria.

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A batata-doce é a sexta hortaliça mais plantada no País, principalmente por pequenos agricultores familiares das regiões Nordeste e Sul. Além de ser uma excelente fonte de energia e proteínas para essas famílias, ela tem grande importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha, amido e doces. Considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande resistência a pragas e cresce em solos pobres e degradados, a batata-doce pode ser plantada praticamente o ano todo nas regiões Norte e Nordeste.

Para 2011, a novidade fica por conta de quatro novas cultivares lançadas ou introduzidas no Brasil pela Embrapa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As batatas-doces Beauregard, BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia apresentam qualidades nutricionais e produtividade bem acima da média das cultivares disponíveis no mercado atualmente e são comercializadas pelos Escritórios de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia em Canoinhas (SC) e em Capão do Leão (RS).

A batata Beauregard, por exemplo, apresenta 10 vezes mais carotenóides, pró-vitamina A, do que suas principais concorrentes e rendimentos que variam entre 23 e 29 toneladas por hectare. Como o custo de produção da cultivar também é baixo, a expectativa é que ela seja amplamente adotada por agricultores familiares, principalmente da Região Nordeste.

O analista Werito Melo, da Embrapa Hortaliças (Brasília – DF), destaca que a coloração alaranjada da batata Beauregard se deve à elevada quantidade de betacaroteno, que se transforma em vitamina A no organismo. “Quando se fala em vitamina A, é importante ressaltar que ela tem um papel muito importante na saúde da população, especialmente de mulheres e crianças”, explica Werito.

De acordo com ele, um dos objetivos do trabalho é beneficiar as crianças por meio do uso dessa batata até mesmo na alimentação escolar. A Beauregard foi introduzida no Brasil pela Embrapa, por intermédio do Centro Internacional de La Papa (CIP), do Peru.

Já as cultivares BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia foram desenvolvidas pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas – RS) e apresentam produtividade superior a 32 toneladas por hectare, quatro vezes mais do que a média brasileira. A BRS Amélia apresenta casca de coloração rosa clara e também é rica em pró-vitamina A.

Seu alto teor de suculência, sabor e polpa alaranjada são bastante apreciados pelos consumidores. Quando cozida, a textura é úmida e melada, macia e extremamente doce. Em ensaios da Embrapa e testes com agricultores a produtividade da cultivar chegou a 32 toneladas por hectare.

Com casca avermelhada, a BRS Rubissol destaca-se pela aparência e uniformidade das raízes. A polpa é de cor creme tendendo ao amarelo, com pontuações em amarelo mais intenso. A cultivar possui excelentes características para consumo de mesa, mas também pode ser utilizada no processamento industrial. Sua produtividade média é de 40 toneladas por hectare.

A BRS Cuia, por sua vez, tem coloração creme e pode chegar a até 60 toneladas por hectare. Ganha destaque na questão culinária devido à uniformidade e ao tamanho relativamente grande das batatas e também apresenta boa adequação ao processo industrial. Tanto a casca como a polpa são de cor creme, mas em tonalidades diferentes.

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A Petrobras lançou nesta segunda-feira, dia 6, o Programa Progredir, que viabiliza de forma ágil e padronizada a oferta de crédito em volume e condições competitivas para todas as empresas que integram a cadeia de fornecedores da companhia.

No evento de lançamento do programa, a ABINEE foi representada pelo seu gerente regional no Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Galvão, que também participa das reuniões do Prominp. Com foco no crescimento sustentável da cadeia de fornecedores, a iniciativa, desenvolvida em parceria com os seis maiores bancos de varejo do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC e Santander) e com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), conta com o apoio da indústria e de suas entidades de classe. A fase piloto do programa, que é complementar a outras ações da companhia voltadas para o fortalecimento de sua cadeia produtiva, foi implantada em setembro de 2010.

Nesta primeira etapa, 14 empresas obtiveram financiamento junto aos bancos por meio da iniciativa, com volume total de R$ 137 milhões. A estimativa é que o custo de captação dos fornecedores caia, em média, 20%.

O programa está baseado na criação de um ambiente favorável para a concessão de crédito, lastreado nos recebíveis ainda não performados em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia. Assim, qualquer fornecedor que participe dessa cadeia está, em princípio, apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos integrantes do programa. O crédito não envolve recursos da Petrobras.

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O início da safra da cana-de-açúcar , com aumento da oferta de álcool,permitiu queda de 11,34% do produto em maio, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o que ocasionou queda no IPCA(Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ), 0,77% em abril para 0,47% em maio.

A gasolina, foi de 6,26% em abril para 0,85% em maio. Especialistas dizem que os preços altos desestimularam o consumo, apesar da freada em abril, a gasolina acumula alta de 10,51% no ano. No coso do álcool, o aumento é maior: 16,22%.

Os combustíveis pressionaram o grupo transporte (alta de 4,98%) no ano, que teve um quarto da variação acumulada do IPCA no ano (3,71%). Alimentos tiveram aceleração de abril (0,58%) para maio (0,63%) por consequência do aumento das carnes (0,25%), do leite (3,15%) e do tomate (9,41%).

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  As indústrias brasileiras de blocos e pisos de concreto que produzem com o Selo de Qualidade fornecido pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) vêm crescendo a cada dia: atualmente, os fabricantes associados à Associação Brasileira dos Fabricantes de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) já alcançam a meia centena. As indústrias que produzem blocos e pisos de concreto têm, como exigência básica para obter a associação à BlocoBrasil, possuir o Selo de Qualidade da ABCP.

O Selo de Qualidade é uma garantia aos compradores de que os blocos e pisos de concreto que estão adquirindo são resultado de processos produtivos adequados, com ensaios que atestam sua resistência e adequação às normas brasileiras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O processo para obtenção do Selo de Qualidade por uma indústria envolve a realização de auditoria por auditores qualificados pela ABCP e certificados pelo Inmetro, na qual é feito um check-list de 12 itens, tais como o controle de cura do concreto, gestão de produção e rastreabilidade – que permite identificar a origem de eventuais problemas na produção -, entre outros. A indústria de blocos também passa por auditorias periódicas, quinzenais inicialmente, até a obtenção do selo, e mensais, posteriormente e pelo período de um ano. Após esse prazo e caso todas as auditorias anteriores não tenham apresentado problema, as inspeções passam a ser trimestrais.

“O Selo de Qualidade existe desde 2002 e hoje há 63 fabricantes de blocos de concreto no Brasil com esse atestado”, diz Fernando Dalbon, coordenador do Programa Selo de Qualidade da ABCP. Atualmente, o Selo de Qualidade é atribuído aos fabricantes de blocos e pisos de concreto e de cimento. De acordo com o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da BlocoBrasil, o programa Selo de Qualidade garante também que as empresas obtenham maturidade empresarial, “pois precisam ter processos de gestão da produção eficientes para conseguir fabricar produtos de qualidade”. Para Tauil, essa é a diferença entre bons produtores e aqueles que ainda não desenvolveram suficientemente seus processos produtivos. “A empresa fabricante de blocos e pisos de concreto detentora do Selo de Qualidade oferece maior segurança aos seus clientes, devido ao controle de todo o processo de produção. Isto representa economia e garantia de uma obra realizada com materiais de boa procedência”, afirma Tauil.

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 Diante da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisou para cima suas estimativas para o desempenho da economia este ano. A previsão para o crescimento do PIB, que era de 3,5% em abril último, aumentou para 3,8%, e a expectativa de expansão do PIB industrial subiu de 2,8% para 3,2%. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira, 3 de junho, a economia brasileira cresceu 1,3% no primeiro trimestre de 2011 em relação ao último trimestre de 2010.

A CNI destaca que o resultado foi puxado pelo bom desempenho da indústria, que teve expansão de 2,2% no período. O setor da indústria que mais cresceu foi o de transformação, com alta de 2,8%. O PIB da construção civil expandiu-se 2%. O único setor industrial que registrou queda foi de extrativo mineral, com retração de 1,5% no período.

O IBGE informa ainda que o ritmo de expansão dos investimentos se acelerou no primeiro trimestre deste ano. A formação bruta de capital fixo expandiu-se 1,2% frente ao último trimestre do ano passado. Na avaliação da CNI, em compensação as medidas de restrição ao crédito reduziram o consumo das famílias, que teve forte queda no primeiro trimestre de 2011, passando de 2,3% no quarto trimestre de 2010 para 0,6% no primeiro de 2011, na comparação com o trimestre anterior. Essa é a menor variação desse indicador desde a forte queda registrada no quarto trimestre de 2008, quando eclodiu a crise financeira internacional.

Na contramão da tendência do consumo das famílias, assinala a CNI, os gastos do governo aumentaram 0,8% nos primeiros três meses de 2011 em relação ao último trimestre de 2010. As exportações caíram 3,2% e as importações recuaram 1,6% no período, interrompendo a sequência de alta registrada em todos os trimestres de 2010. Apesar do aumento do PIB detectado pelo IBGE no início deste ano, indicadores recentes das pesquisas da CNI Sondagem Industrial e Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mostram que o ritmo da atividade econômica será menor nos próximos meses.

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Artigo “Termine-se a festa antes que a bolha do Brasil estoure” publicado no jornal Financial Times discute a os rumos da economia brasileira e faz alusão a uma bolha, caso o País não providencie reformas estruturais, como frear o consumo.

“Inevitavelmente, essa combinação de moeda forte, euforia dos investidores estrangeiros, aumento do consumo e gargalos que sufocam a capacidade de responder à crescente demanda torna tudo mais caro. Enquanto o Brasil permanece uma nação muito pobre, é atualmente uma das mais caras do mundo”, afirma o autor, Moisés Naim, ex-editor-chefe da revista “Foreign Policy” e hoje é associado da Carnegie Endowment for International Peace.

Naim afirma, por exemplo, que alugar um escritório no Rio de Janeiro está ficando mais caro do que em Nova York. Ele ainda diz que a presidente Dilma Rousseff devia “tomar medidas hoje para desaquecer a economia, mesmo que isso envolva decisões impopulares”. Caso ela não faça nada agora, diz ele, “os mercados financeiros irão, no momento apropriado, impor as correções necessárias de um modo mais brutal”.

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 Os produtores de algodão do Oeste baiano vão transferir tecnologia para a região Sudoeste do Estado, com a promoção de seminários, dia de campo e disponibilização de consultores. Foi esta uma das decisões tomadas na tarde desta quarta-feira, (1º), durante reunião realizada entre o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, a presidente da Associação de Produtores de Algodão da Bahia, Apaba, Isabel da Cunha e o secretário executivo da Câmara Setorial de Algodão, Celito Breda, secretário da Agricultura de Barreiras. A reunião aconteceu no estande da Seagri instalado em Luis Eduardo Magalhães, na Bahia Farm Show, da qual participaram também o superintendente de Atração de Investimentos da Seagri, Jairo Vaz, o diretor de Inspeção Vegetal da Adab, Armando Sá, e diretores da Apaba.

Destacando que a iniciativa conta com o apoio do Fundeagro, Fundo de Desenvolvimento do Agronegócio Algodão, Eduardo Salles disse que o objetivo é fazer com que os produtores de algodão do Sudoeste consigam alcançar produtividade semelhante à registrada no Oeste. Entre as atividades que serão realizadas, a Câmara Setorial do Algodão vai se reunir em Guanambi, na primeira semana de agosto, devendo acontecer na mesma ocasião um dia de campo, para demonstração das novas tecnologias, e um seminário para o qual serão convidados os deputados estaduais que fazem parte da Comissão de Agricultura, para que eles conheçam os problemas e os desafios do algodão da Bahia.

“Somos o segundo maior produtor de algodão do País e não temos nenhuma grande indústria têxtil no Estado”, disse Salles, informando que o estudo encomendando à Fundação Getúlio Vargas, FGV, pela Seagri, Apaba, Fundeagro, Fundação Bahia e Aiba, para apontar as formas de oferecer condições e atrair investidores para verticalizar as cadeias do milho, soja e algodão já ficou pronto. Conforme decisão tomada na reunião desta quarta-feira, o estudo será apresentado no dia 8 de julho, em Luis Eduardo Magalhães, para um público de aproximadamente 600 pessoas, durante evento que a Apaba vai promover no auditório do Hotel Saint Louis, constando na programação palestra do ex-ministro Mailson da Nóbrega sobre “Economia Global e as Tendências do Agronegócio e do Algodão”. No dia seguinte, 9 de julho, será realizado um Dia do Campo do Algodão, no campo experimental da Fundação Bahia.

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Com o objetivo de capacitar profissionais em relação ao desenvolvimento e implementação do Sistema da Qualidade Laboratorial, o Centro de Referência em Metrologia e Instrumentação da Fundação CERTI realiza, entre os dias 08 e 10 de junho, o curso QL 1 – Implantação da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005. As aulas serão ministradas na sede da CERTI, no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

O curso é voltado para metrologistas, gestores da qualidade, implementadores de sistema de gestão laboratorial, profissionais de Laboratórios de Ensaio e Calibração, profissionais envolvidos com essas atividades ou com pesquisa em laboratórios. Inscrições e outras informações com Caroline Rosa pelo email cursos@certi.org.br ou telefone (48) 3239-2120.

Serviço

Curso QL 1 – Implantação da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005

Data: 08, 09 e 10 de junho

Local:Fundação CERTI, Florianópolis – SC

Inscrições: cursos@certi.org.br ou (48) 3239-2120.

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Os preços do etanol hidratado dos postos brasileiros caíram em todos os 26 Estados e no Distrito Federal, conforme informações da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na semana terminada em 27 de maio de 2011.

Em São Paulo, maior Estado consumidor, a queda foi de 4,12% na semana. Em um mês, as cotações do etanol recuaram 20,64% nos postos paulistas. A maior queda semanal foi verificada no Paraná, de 9,62% O preço médio em São Paulo ficou em R$ 1,696 por litro ante R$ 1,769 na semana anterior. No Paraná, o preço médio ficou em R$ 1,738 (R$ 1,923 na semana anterior).

Na média de preços do Brasil, a gasolina atingiu o equilíbrio com o etanol, de acordo com a ANP. Em relação à média do preço da gasolina no País, que foi de R$ 2,813 por litro, o preço do etanol é competitivo até R$ 1,969 por litro. Como o preço médio do etanol no Brasil está em R$ 2,076, os preços dos dois combustíveis estão no corredor de indiferença entre 70% a 70,5%.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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