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Conforme a BBC Brasil em Washington,o Brasil está incluído em um grupo de seis economias emergentes que, segundo o Banco Mundial, irão redefinir a estrutura econômica global no futuro próximo.

O relatório lançado nesta terça-feira, 17, em Washington, e noticiado pelo jornal Estado de São Pauo, até 2025 as economias do Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Coreia do Sul vão responder por mais da metade do crescimento global.

“À medida que o poder econômico muda, essas economias bem-sucedidas vão ajudar a conduzir o crescimento em países de baixa renda por meio de transações comerciais e financeiras transfronteiriças”, afirmativa do documento.

Segundo o relatório Global Development Horizons 2011 – Multipolarity: The New Global Economy (“Horizontes do Desenvolvimento Mundial 2011 – Multipolaridade: a Nova Economia Mundial”, em tradução livre), os emergentes vão crescer em média 4,7% até 2025. Os países avançados, apesar de continuarem a ter um peso importante na economia global, deverão crescer em média apenas 2,3% no mesmo período.

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Sócio-fundador do Grupo Bener narra em livro como aconteceu o processo de abertura para a importação de máquinas-operatrizes no Brasil, que deu origem a um dos maiores grupos importadores de bens de capital do país

 

“Máquinas e Equipamentos Industriais – Uma história a ser contada e eternizada por Bernard Lerner” é um livro para quem quer conhecer o cenário político e econômico que culminou com a abertura para a importação de máquinas-operatrizes e outros bens de capital no Brasil, na visão de quem estava no centro dos acontecimentos.

Bernard Lerner, sócio-fundador do Grupo Bener, era capitão de indústria nos anos 80 (era sócio da Infresa, então líder na fabricação de fresas no país) e sofria todos os reveses que a inflação desenfreada e a economia fechada impunham ao industrial brasileiro. Como muitos, perdeu tudo com o confisco do Governo Collor e teve que recomeçar, enxergando na importação de máquinas uma boa oportunidade. Tão boa que nascia ali o Grupo Bener, fundado em 1995, que rapidamente se tornou um dos maiores importadores de máquinas e equipamentos industriais do Brasil.

Reunindo histórias e relatos de quem ajudou a construir um dos setores chaves do país, o livro, gratuito, será lançado no dia 23 de maio, às 18h, durante a FEIMAFE 2011. Bernard Lerner estará no stand do Grupo Bener (Rua F 68), autografando para amigos, clientes e interessados no processo atual da industrialização no Brasil.

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No último dia de Brasilplast, Blog Industrial desmistifica algumas das dúvidas mais usuais sobre sacolas plásticas

A Brasilplast, 13º Feira Internacional da Indústria do Plástico, de 9 a 13 de maio no Anhembi, São Paulo, está no seu último dia e o assunto que permeia o evento é o uso inadequado das sacolas plásticas e a lei que proíbe seu uso nos supermercados, ainda em votação.

Neste contexto, Blog Industrial esclarece alguns Mitos e Verdades, mostrando também o lado positivo do produto, conforme pesquisa cedida pela ABIEF, Associação brasileira da indústria de embalagens flexíveis.

– As sacolas de plástico não são recicláveis – MITO.

A Entidade afirma que os plásticos são 100% recicláveis, além de não emitirem resíduos tóxicos. Este tipo de material pode gerar energia para abastecer residências e indústrias.

A cadeia de valor que produz e consome sacolas plásticas no País vem há mais de dois anos trabalhando em campanha educativa sobre o consumo responsável das sacolas. Tal campanha visa conscientizar a sociedade sobre a necessidade de praticar os 3Rs (Reduzir, Reciclar e Reutilizar) como forma de enfrentar o problema causado pelos resíduos. Segundo a Califórnia Integrated Waste Management Board, sacos plásticos utilizam apenas 0,4% do espaço em aterros sanitários.

– Sacolas de plástico têm uma produção mais poluente do que as sacolas de papel – MITO

Um exemplo claro disso, segundo a pesquisa da ABIEF, em cidades americanas em que sacolas de plástico foram abolidas, como São Francisco- Califórnia, o que se viu foi um enorme aumento no consumo das sacolas de papel, que, embora tenha uma fonte renovável (celulose das árvores), estudos sugerem que sua produção é mais poluente do que a das plásticas, feitas com derivados de petróleo.

Inclusive, a emissão de gases poluentes desde a extração da matéria-prima até a disposição final dos produtos, foi constatada que as sacolas de papel com 30% de fibras recicladas emitiram o dobro de CO2 do que as de polietileno (o plástico usado nas sacolas de supermercado). Parte desta diferença se dá ao uso de água na fabricação e na geração de lixo, que chega a ser cinco vezes maior.

Consumidor prefere sacolas de papel, pano – MITO

De acordo com pesquisa Ibope, 71% das donas de casa brasileiras consideram sacolas de plástico como o meio ideal de transportarem as compras, inclusive as que utilizam de transporte público. Os consumidores geralmente acondicionam o lixo doméstico e outros resíduos nestas sacolas plásticas, racionalizando e reutilizando-as naturalmente.

Estes são alguns dos pontos defendidos pelos industriais deste setor, que pregam principalmente o não radicalismo diante este assunto.

Campanha educativa

O Programa de Qualidade e Consumo responsável de Sacolas Plásticas (6 kg – sacola mais resistente) é realizado pela Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos), o INP (Instituto Nacional do Plástico) e a ABIEF, que há três anos promove a substituição das sacolas menos resistentes, pelas sacolas com mais resistência e qualidade, de acordo com a Norma ABNT NBR-14937. Uma ação que visa reduzir o consumo e mostrar à população o uso adequado deste produto.

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Ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, participará no Simtec 2011- Simpósio Internacional e Mostra de Tecnologia e Energia Canavieira, que ocorrerá de 14 a 17 de junho, no Engenho Central, em Piracicaba/SP.

O economista abordará o tema “Diretrizes Governamentais voltadas ao desenvolvimento da mobilidade”, durante o 3º Simpósio de Bioenergia SAE BRASIL, agendado para o dia 15 de junho. A palestra de Mercadante está marcada para às 11h40.

O 3º Simpósio de Bionergia Sae Brasil terá início às 8 horas, com credenciamento dos participantes. A abertura do evento será feita por Pedro Mizutani, vice-presidente executivo de Etanol, Açúcar e Bioenergia da Raízen. Também serão aborados os temas Motor Diesel Movido a Etanol, Uso de motor a Etanol em condições de alto rendimento e Projeto BEST – Ônibus Etanol.

Participarão da programação como palestrantes o diretor de Desenvolvimento de Produto da Iveco, Renato Mastrobuono; o diretor de Compras da DaimlerChrysler, Ricardo Santos e o presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-açúcar), Marcos Jank. Ao final do evento está prevista mesa redonda com os palestrantes e participantes.

Para o coordenador geral do Simtec, José de Jesus Vaz, a programação do simpósio está bastante atrativa e contribuirá para um enriquecimento do setor. “Os temas foram bem definidos e os especialistas discutirão assuntos atuais, o que possibilitará maior acesso as novidades e tecnologias do ramo sucroalcooleiro”, destaca.

 SERVIÇO:

3º Simpósio de Bioenergia SAE BRASIL

15 de junho – a partir das 8h – durante o Simtec 2011

Engenho Central – Piracicaba/SP

 www.simtec.com.br

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Troféu Project of the Year Awards da CG/LA reconhece os melhores profissionais e as melhores práticas do setor de infraestrutura em cinco categorias diferentes

A CG/LA Infrastructure, consultoria especializada na realização de eventos voltados para infraestrutura, contemplou na manhã de hoje (11/maio) o Projeto da Refinaria Comperj com o Year Awards 2011 – nas categorias Projeto Estratégico de Infraestrutura do Ano e Projeto de Criação de Emprego do Ano. A homenagem foi concedida durante o 9º Latin American Leadership Forum (LALF9), que se encerra hoje no Hotel Copacabana Palace – Rio de Janeiro (RJ). Os projetos e os respectivos líderes idealizadores foram reconhecidos por promover os modelos que deverão proporcionar o desenvolvimento da infraestrutura na América Latina.

A premiação também destacou o Projeto de Geração de Energia (PEG-1-2010) da Guatemala, como Projeto de Engenharia do Ano; o Pedágio Urbano de Estradas em Bogotá (Colombia), como Projeto Financeiro do Ano; e o Projeto de Gerenciamento de Energia de São José dos Campos, para o Projeto de Inovação e Infraestrutura Verde do Ano.

“Temos de reconhecer estas lideranças que estão contribuindo para o desenvolvimento destes países, desta região. O fato é que a infraestrutura tornou-se prioridade para os governos, pois é parte primordial do futuro de um país em todos os sentidos – simbologicamente, culturalmente, fisicamente e estrategicamente“, afirma Norman F. Anderson, estrategista de infraestrutura pública e privada global, presidente e CEO da CG/LA Infrastructure.

Durante o evento foram discutidos os 25 melhores projetos de infraestrutura do Brasil, e outros 50 da América Latina. Neste ano, as palestras também têm trazido à tona os planos e oportunidades de negócios reais que deverão ocorrer dentro de 3 a 12 meses no Brasil.

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 O feriado do carnaval em março, ao contrário do usual, em fevereiro, quando houve forte crescimento na indústria, fez cair a maioria dos indicadores industriais no mês, revela a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira, 09.05, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Comparativamente a fevereiro, recuaram, sem influências sazonais, o faturamento real (menos 5,2%), as horas trabalhadas (2,4% menores) e o emprego (0,1% menos). A utilização da capacidade instalada (UCI) decresceu um ponto percentual, de 83,4% para 82,4% de um mês para o outro, voltando praticamente ao mesmo nível de março de 2010. 

A ligeira queda no emprego em março não influenciou para baixo, contudo, a massa salarial e o rendimento médio real, que registraram, ambos, crescimento de 3,7%, segundo a CNI.   Para o gerente da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, tal desempenho demonstra que “os reajustes salariais concedidos pela indústria estão contemplando um ganho real significativo”. 

Na comparação do primeiro trimestre, a indústria registrou dados positivos. Entre janeiro e março, em relação a idêntico período de 2010, todos os indicadores cresceram, sem influências sazonais, à exceção isolada da UCI: faturamento real (mais 2%), horas trabalhadas (0,4% acima), emprego (mais 0,6%), massa salarial real (6,6% acima) e rendimento médio real (2,5% mais). A UCI recuou um ponto percentual. 

O levantamento da CNI mostra que, por setores, o segmento têxtil, que já vinha registrando dificuldade de recuperação da crise internacional, deteriorou ainda mais sua situação em março sobre o mesmo mês de 2010. O faturamento caiu 10,8% sobre março de 2010, com queda igualmente nas horas trabalhadas, de 0,8% na mesma comparação. O segmento de móveis foi o que apresentou o maior declínio, faturando 23,8% menos em março comparativamente a igual mês do ano passado.

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Em 2010 o faturamento da indústria brasileira de transformação do plástico (estimulado pelo consumo interno) cresceu 35% em relação a 2009, saltando de R$ 35 bilhões para  R$ 41 bilhões no ano passado. Foram R$ 6 bilhões a mais, conforme dados da  Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Segundo a entidade, foram transformadas 5,9 milhões de toneladas de resinas termoplásticas no período, ante 4,9 milhões em 2009, significando expansão de 20%.

O consumo aparente (vendas internas mais importações), por sua vez, totalizou 6,2 milhões de toneladas de transformados plásticos, uma alta de 20% frente a 2009. Os setores que mais impulsionaram a demanda foram o alimentício, a construção civil e embalagens diversas.

Do total consumido no País, cerca de 10% foram supridos pelas importações, que continuam a crescer e pesar sobre a balança comercial do setor. Em 2010, enquanto o mercado importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, as exportações somaram apenas 310 mil toneladas.

O resultado refletiu em um aumento do déficit da balança comercial, que passou de 189 mil toneladas para 306 mil toneladas no ano passado.

A indústria tem enfrentado o alto custo das matérias-primas. Segundo a Abiplast, esse é um dos principais desafios do setor. “A indústria está se descapitalizado. As matérias-primas em alta e a competição dos importados têm estado no centro das atenções”, afirmou o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, acrescentando que o dinamismo do mercado pôde ser constato na Brasilplast, principal feira do setor, realizada de 09 a 11 de maio, no Anhembi, em São Paulo.

Apesar dos desafios, as perspectivas para o setor são positivas em 2011. O consumo aparente em 2011 será de 6,4 milhões toneladas. O faturamento deve recuar um pouco. A projeção da Abiplast aponta para um pouco mais de R$ 35 bilhões. As importações também deverão continuar crescendo, podendo ficar no patamar de 700 mil toneladas neste ano.

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Na 13ª edição da Feimafe, realizada entre os dias 18 a 23 de maio, no Anhembi, em São Paulo, a Siemens apresenta soluções inovadoras para o segmento de máquinas-ferramenta. A companhia adequou seu portfólio de produtos da linha SINUMERIK para suprir as diferentes necessidades e características do mercado, como o automotivo, aeroespacial, metalurgia, óleo e gás, medicina e energia. Os visitantes do evento podem conferir o portfólio mais atual da empresa, incluindo diversos lançamentos, no estande da companhia na Feimafe. Além da exposição de produtos, especialistas demonstrarão, durante palestras, as vantagens e novidades dos produtos da família SINUMERIK.

O destaque da Siemens no evento é o SINUMERIK 828D. Um CNC (Comando Numérico Computadorizado), destinado a tornos, fresas e centros de usinagem de alto desempenho. O produto combina a funcionalidade de PLC, CNC e controle de eixo em um só painel em formatos compacto na versão vertical ou horizontal e contém um monitor colorido de 10.4 polegadas. O SINUMERIK 828D pode controlar até oito eixos/fusos e possui um canal de processamento.

O principal lançamento será o SINUMERIK  828D Basic, que segue a filosofia do bem-sucedido SINUMERIK 828D e também estará presente no estande da companhia. A nova versão Basic apresenta formato compacto e robustez, e é a solução perfeita para as aplicações mais usuais de tornos e fresas. Graças a sua flexibilidade de programação, e a possibilidade de programação sequencial com a ferramenta ShopTurn e ShopMill, este comando é ideal para a produção tanto de peças em larga escala, quanto para peças individuais, oferecendo eficiência de usinagem.

O comando numérico SINUMERIK 840D sl oferece o mais alto desempenho em dinâmica e precisão, além de uma vasta opção de funcionalidades. Com sua arquitetura distribuída, ajustável e aberta o SINUMERIK 840D sl é ideal para as mais diversas aplicações que exigem a mais avançada tecnologia.

O SINUMERIK 802D Solution Line, para tornos, fresas e retíficas, com capacidade de controlar até quatro eixos (dos quais um fuso) e um eixo auxiliar adicional, completa a linha de comandos numéricos presentes no estande da Siemens.

A interface de operação para comandos numéricos da Siemens, o Sinumerik Operate oferece uma operação simples, intuitiva e com interface amigável, unificando ferramentas e funções já conhecido do HMI Advanced, ShopTurn e ShopMill em telas gráficas e elementos animados.

A linha de servoacionamentos SINAMICS S120 tem presença garantida no evento. A companhia apresenta outro lançamento, o SINAMICS S120 Combi, especialmente desenvolvido para utilização em conjunto com o SINUMERIK 828D e SINUMERIK 828D Basic. O SINAMICS S120 Combi, é um sistema compacto e robusto que integra a unidade de retificação e três a quatro unidades de potência, com possibilidade de expansão, para um controle avançado e preciso dos motores.

Na área de servomotores, acontecerá o lançamento da nova geração da linha para uso geral 1FK7. A principal novidade da geração 2 é o seu sistema de encoder que possibilita a troca em campo, sem necessidade de levar o equipamento para o laboratório para realizar a manutenção. Além disso, estarão expostos os servomotores 1FT7, que oferecem a mais alta dinâmica e desempenho com baixas inércias, ideais para máquinas-ferramenta com as maiores exigências, oferecendo velocidade e precisão. Por fim, os servomotores compactos da linha 1PH8, ideais para fusos de máquinas-ferramenta, também podem ser vistos no estande da companhia no evento.

Combinando software industrial com engenharia da automação, a Siemens lança solução para o mercado capaz de trazer rápido retorno de investimento: o T.I.A. Portal. Trata-se de um software inovador para o setor industrial para todas as ferramentas de engenharia de automação e acionamento da Siemens. Entre os exemplos estão os novos sistemas de engenharia SIMATIC STEP 7 V11 para os controladores SIMATIC e SIMATIC WinCC V11 para o SIMATIC HMI (Interface Homem-Máquina) e aplicativos de visualização de processos. O T.I.A. Portal oferece variedade de funcionalidades de engenharia em uma única estrutura com interface padronizada para o usuário.

A funcionalidade do T.I.A. Portal pode ser expandida com instalação de pacotes adicionais de software, por exemplo, para permitir a engenharia de acionamento utilizar o novo software de engenharia StartDrive V11. Nos preparativos para o desenvolvimento da estrutura do T.I.A. Portal, a Siemens analisou os aplicativos típicos da engenharia e investigou e avaliou os requisitos de clientes em todo o mundo. Antes do lançamento no mercado dos pacotes de software agora totalmente integrados, o conceito já havia sido testado em profundidade. Desde o ano passado, mais de 20 mil clientes de SIMATIC S7-1200 e de IHMs SIMATIC Basic Panels têm usado os módulos do software da nova estrutura.

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O ICS subiu de 131,3 pontos para 135,3 pontos, de março para abril

A satisfação com a demanda atual e uma boa perspectiva quanto ao futuro dos negócios nos próximos meses aumentou a confiança dos empresários do setor de serviços em abril, conforme dados obtidos hoje através da Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar o Índice de Confiança de Serviços (ICS), que mostrou alta de 3% em abril contra mês anterior. Em março, o indicador caiu 1,9% ante fevereiro.

Na escala de até 200 pontos, onde resultados abaixo de 100 pontos são negativos, e próximos a 200 pontos são classificados como positivos, o ICS subiu de 131,3 pontos para 135,3 pontos, de março para abril.  Este é o terceiro maior nível do indicador em sua série histórica iniciada em junho de 2008, perdendo apenas para os apurados em março de 2010 (135,5 pontos) e de agosto de 2008 (138,4 pontos). Ainda segundo a FGV, a média móvel trimestral do indicador apurada até abril, de 133,5 pontos, é a maior desde maio de 2010.

Fatores positivos

Entre os fatores que ajudaram nesse resultado está a boa avaliação da demanda atual. Das 2.370 empresas consultadas para cálculo do indicador, a parcela de entrevistados que avaliam a demanda atual como forte subiu de 23,8% para 26,2%  de março para abril. Já a fatia de pesquisados que a consideram fraca caiu de 15,5% para 11,5% no mesmo período.

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Associação é recebida em audiência na Secretaria de Comércio Exterior, do Mdic, e na diretoria de Operações da CNI

O presidente da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais) Ennio Crispino, e o diretor Daniel Dias de Carvalho, estiveram em Brasília, na última quarta-feira, 27 de abril, onde foram recebidos pela Secretária de Comércio Exterior (Secex),  Tatiana Lacerda Prazeres, e pelo diretor de Operações de Comércio Exterior daquela Secretaria, Albertino Antonio da Costa Filho. Em encontro separado, estiveram também com o diretor de Operações da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Eduardo Abijaodi. Em ambas as reuniões, os representantes da ABIMEI reforçaram a importância das máquinas-ferramenta e equipamentos industriais importados para o crescimento e aumento da competitividade do Brasil e se colocaram à disposição para colaborar com o Grupo de Aceleração da Competitividade (GAC) na elaboração da lista de produtos que passarão por critérios mais rigorosos de importação.  “O Governo compreende  que não adiantará impor barreiras de importação às máquinas, porque o problema está na importação de componentes e peças já manufaturados”, diz Crispino.

O presidente da ABIMEI alertou os representantes da Secex e da CNI para o perigo de medidas excessivamente protecionistas levarem a uma desaceleração do crescimento, prejudicando ainda mais os fabricantes nacionais.  “A importação de bens de capital é necessária para o Brasil continuar competitivo no mercado internacional. A questão que atinge o fabricante atualmente é que boa parte da indústria ou as multinacionais estão deixando de produzir peças e componentes no Brasil, preferindo trazer manufaturados do Exterior”.  Segundo Crispino, o Governo demonstrou ver com cautela a imposição de barreiras tecnológicas à importação dos meios de produção, “por meio de certificações que a indústria nacional terá dificuldade em se adequar”, em sua opinião. “ A ABIMEI participa do grupo do Inmetro/ ABNT que discute normas de segurança para prensas  e está em negociação com o grupo de tubos e conexões de ferro. Sabemos quão rigorosas podem ser estas certificações”, afirma o presidente da ABIMEI.

Crispino diz que tanto os diretores da Secex como o diretor de Operações da CNI mostraram-se receptivos à proposta de ter a colaboração da ABIMEI na elaboração da lista de especificações técnicas de produtos que vão sofrer restrições de importação – uma das grandes reivindicações do GAC.Crispino lembra ainda que a ABIMEI sempre defende, através de seus associados, a boas práticas de importação. “As máquinas importadas são imprescindíveis para garantir o crescimento sustentado do país e temos muito a contribuir neste processo”, sustenta.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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