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No ano de 2010, os resultados líquidos das atividades decorrentes da indústria de artefatos da borracha alcançaram US$ 2,49 bilhões, sem a inclusão de impostos. O valor representa um aumento de 84,5% em relação a 2001, quando o resultado foi de US$ 1,35 bilhão. Esse e outros dados do mercado estão reunidos no Perfil da Indústria Brasileira da Borracha, que será apresentado no seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha.

Realizado pelo PDS – Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região, o encontro acontecerá no dia 28 de junho (próxima terça-feira), das 19h às 22h, no auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema), com entrada gratuita. O seminário irá analisar os setores do plástico e da borracha tanto no cenário nacional quanto no plano internacional.

O estudo Perfil da Indústria Brasileira da Borracha foi desenvolvido com base em informações organizadas pelo Sindibor, o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo. A apresentação desse levantamento inédito permitirá que os participantes possam conhecer melhor as dimensões do setor em que atuam. O material inclui a estrutura da indústria da borracha (número de empresas e de funcionários, porte e distribuição das companhias por estado), produção e consumo de matérias primas e compostos de borracha, valor e volumes exportados e importados, capacidade instalada e indicadores de desempenho.

No seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha serão apresentados painéis gerais sobre as alternativas e possibilidades de ampliação de mercados, destacando quem são os principais competidores e como desenvolver alternativas comerciais. Os palestrantes serão Gilmar do Amaral, gerente executivo do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), e Élcio Morelli, consultor de inteligência de mercados e pós-graduado em marketing na ESPM, com especialização em administração na FGV.

As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou pelo telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

O PDS – Lançado em março de 2010, o Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região é uma ação realizada em parceria entre a Prefeitura de Diadema, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) e o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha do Estado de São Paulo (Sindibor).

Serviço

Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha

Datas e horários: 28 de junho (terça-feira), das 19h às 22h

Local: Auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema)

Informações e inscrições: pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

Entrada gratuita

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Com o intuito de fomentar o intercâmbio comercial entre empresas, o Simespi (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas e Fundições de Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras) promoveu a segunda edição das rodadas de negócios, durante os quatro dias do Simtec 2011.

Participaram 120 empresas compradoras e vendedoras, vindas de várias cidades de São Paulo, além dos estados de Goiás e Alagoas. “As empresas associadas ao Simespi também aproveitaram a oportunidade para a troca de contatos, prospecção de novos clientes e fornecedores”, citou o presidente da entidade, Tarcisio Angelo Mascarim.

Até a tarde desta sexta-feira (17), haviam sido promovidas 150 reuniões. “As rodadas de negociações estão movimentando o estande do Simespi, com retorno positivo das empresas, que prospectaram negócios a curto e longo prazo”, contou Mascarim, ressaltando que, por questões comerciais, os empresários optaram por não divulgar valores prospectados.

Representando a Bardella S/A Indústrias Mecânicas (Sorocaba e Guarulhos), Valter Rohm está otimista. “As rodadas de negócios são a oportunidade ideal para conhecer novos e potenciais fornecedores”, comentou.

Entre as empresas vendedoras, para a Redrasfer Indústria de Auto Peças Ltda., de Rio das Pedras, representada por Marcilio Raymundo, a expectativa positiva se confirmou. “É a primeira vez que participamos de um evento como esse, pois nossos clientes são direcionados. Interessante, principalmente pela possibilidade de ampliar o leque de compradores”.

Essa também foi a primeira participação da Maqhidrau Máquinas Hidráulicas e Equipamentos Agrícolas Ltda., de Piracicaba. “Aconteceu um fato interessante. Viemos para conhecer um cliente meta da empresa, com o qual tínhamos marcado a reunião. E encontramos uma outra empresa que já estávamos de olho, sentada justamente à mesa ao lado. As conversas estão sendo bastante promissoras”, contou Jerônimo Poloni.

De acordo com Julio Cesar Mutti, da Mutti Equipamentos Industriais Ltda., de Piracicaba, as conversas foram produtivas, com possibilidade de futuros negócios. “Convidamos as empresas com as quais conversamos para uma visita. Vamos aguardar”, disse.

Também participando como empresa vendedora, a Alusolda Locação Comércio e Serviços de Solda Ltda., de Aparecida de Goiânia (Goiás), apresentou sua máquina de solda disponível para locação. “As reuniões foram interessantes. Identifiquei várias possibilidades de novos clientes. Alguns negócios devem ser fechados entre dois e três meses”, contou Paulo Cesar.

Representando a Tork Express do Brasil Ltda., de Piracicaba, Kleberson Luiz contatou potenciais novos clientes. “Estamos aqui para convidar os compradores para conhecerem melhor nossa atuação, a empresa e  nosso mix de serviços”, falou.

Para Vicente A. Secamilli, da Gusfer Indústria e Comércio Ltda., de Piracicaba, as perspectivas de novos negócios são as melhores possíveis.  “Agora é aguardar os contatos para participar de cotações”.

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A Sherwin-Williams/Euronavy reuniu cerca de cem profissionais do setor de construção naval offshore de todo o Brasil no último dia 07 de junho, durante a segunda edição no Workshop Sherwin-Williams/Euronavy. O tema deste ano foi o mercado de Petróleo e Gás, com abordagem focada nos desafios enfrentados pelas empresas de construção naval para aliar tecnologia de ponta em revestimentos sem exceder seu budget.

Na primeira parte do encontro, João Azevedo, gerente global de desenvolvimento de negócios, falou sobre a importância do investimento em pintura de alto desempenho e desafios da atividade. “Na fase de construção, a escolha da tinta parece pequena quando comparada ao todo. Falamos de 3% do investimento. No entanto, as implicações e retrabalho que uma escolha errada pode gerar são enormes”, explicou. “É preciso ter clareza de que um custo inicial mais alto, assim como desprender mais tempo para aplicação, pode significar economia significativa no futuro”, completa.

Raouf Kattan, diretor da empresa inglesa Safinah, apresentou fatores que ajudam a minimizar perdas no investimento em tintas e revestimentos de alto desempenho. Segundo o especialista, que é perito em avaliação de riscos na escolha e aplicação de revestimentos, o processo de pintura das grandes construções deve ser encarado como um minucioso sistema de engenharia, que requer atenção em todos os detalhes. “É preciso pensar em como será realizada a pintura desde o início. O sucesso do revestimento começa em um projeto bem desenvolvido, que permita que a tinta chegue a toda a superfície”, afirma. “Um segundo ponto fundamental é a análise cautelosa dos contratos de compra e prestação de serviços. Após certificar-se desses itens é que deve-se passar para a especificação correta do produto, gestão de cronograma e aplicação e, por fim, verificar as condições ambientais, operacionais e químicas, sem esquecer da legislação”, pontua.

Mercado em ascensão

Frente ao bom momento vivido pelo Brasil no segmento e petróleo e gás, a Sherwin-Williams/Euronavy se prepara para conquistar esse nicho de mercado. Mark Pitt, Presidente da Sherwin-Williams Brasil, conta que a companhia trabalha para se destacar em duas vertentes: o desenvolvimento de produtos altamente especializados, como o ES301, epóxi sem solvente, que apresenta tecnologia exclusiva da marca, e o diferencial em serviços, por meio de uma rede de distribuição capilarizada e bem treinada. “Vemos hoje mais oportunidades na participação de ativos maiores no Brasil. Pensando nessa oportunidade, investimos constantemente em pesquisas para avanço tecnológico e ganho de rentabilidade para nossos clientes”, complementando que a companhia fornece treinamento para os aplicadores, para garantir a qualidade dos serviços. “Nossa equipe passa por certificação da NACE (The National Association of Corrosion Engineers), a fim de assegurar um padrão das atividades”, completa.

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No ano em que completa seus 10 anos de atuação, a SERQUÍMICA recebeu homenagem na Câmara Municipal de Vereadores de Sertãozinho. Idealizada pelo vereador Ricardo Almussa e proferida no dia 6 de junho, a moção parabenizou não somente a SERQUÍMICA, mas também todo o Grupo, incluindo a empresa LIDERQUÍMICA e a atuação da  equipe de colaboradores.

Foi ressaltada a atuação proativa das empresas, que ingressaram no mercado priorizando a qualidade e o dinamismo no setor sucroenergético, e, também em diversos segmentos industriais. As empresas do Grupo consolidam seus nomes produzindo e fornecendo produtos e insumos químicos de extrema qualidade a todo o mercado nacional.

Junto a outras empresas deste grande polo industrial do Estado de São Paulo, o Grupo SERQUÍMICA é motivo de orgulho e incentivo não somente para o mercado, mas para todo o município de Sertãozinho, que tem grande parte de seu crescimento alavancado pelas indústrias locais.

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Aos representantes de seis pavilhões internacionais – Alemanha, China, Dinamarca, França, Estados Unidos e Reino Unido -, às 152 empresas multinacionais, de 31 países, e a toda a cadeia de fabricantes nacionais de plataformas de petróleo, o Grupo KSB, por meio da KSB Bombas Hidráulicas, vai mostrar, durante o Brasil Off-Shore 2011, que acontece de 14 a 17 de junho, no Centro de Exposições Jornalista Roberto Marinho, em Macaé, RJ, a bomba de processo para serviços pesados, destinada à injeção de águas do mar em plataformas, modelo CHTR, e da KSB Válvulas, a válvula de esfera de diâmetro 18″, classe 600#, fabricada de acordo com a norma API 6D, acionada por atuador pneumático retorno por mola RM 7, sendo utilizadas também no segmento de Óleo & Gás.

Segundo Edison Borges, gerente de Vendas Técnicas do Segmento Petróleo e Gás, da KSB, “a nossa primeira venda das bombas especiais CHTR  no Brasil aconteceu em 2007. Na KSB Alemanha essa tecnologia já existe há décadas. Em quatro anos, a KSB já comercializou 33 conjuntos de bombas de processo seguindo integralmente a norma API 610. Conseguimos, nesse periodo, obter grandes avanços tecnológicos, oferecendo aos clientes confiabilidade no processo com reduzido custo operacional”.

As bombas barril de múltiplos estágios, horizontal, para serviço pesado, modelo CHTR – execução BB5, atendem à norma API 610 última edição. Estão disponíveis nos tamanhos de 2 a 6, vazão até 900 m3/h, altura manométrica até 4.000 m, pressão até 400 bar, temperaturas de operação até 80º C, rotações até 7.000 rpm, construídas em aços especiais duplex e superduplex.

Já a válvula de esfera, construída conforme API 6D, com seu corpo em aço carbono ASTM A 216 GR WCB, os componentes internos em aço inox  ASTM A 217 Gr CA15, vedação em PTFE (politetrafluoretileno) carregado e  seu acionamento por atuador pneumático com retorno de mola, modelo RM7, é certificada pela SGS em 99,68% de conteúdo local, em atendimento às regulamentações da Agência Nacional de Petróleo – ANP, segundo Djalma Bordignon, gerente de Vendas da KSB Válvulas.

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Durante a Fispal Tecnologia 2011, a Betim Química apresenta novas soluções em codificação industrial para agregar valor aos negócios de seus clientes

 Entre os dias 07 e 10 de junho, a Betim Química esteve presente na Fispal Tecnologia, uma das mais importantes feiras de âmbito internacional no segmento de embalagens, processos e logística para indústrias de alimentos e bebidas. Durante a exposição, a empresa apresentou ao mercado três revolucionárias opções em codificadoras industriais da sua joint venture Zanasi. Os modelos Z3000, Z4500 e Z640 trazem soluções em impressão de 3 a 4 linhas, em baixa ou em alta resolução, a partir de tintas de alto contraste, standard ou pigmentadas; com sistemas auto-limpantes e arquitetura aberta. “O nosso diferencial de mercado é essa característica peculiar das máquinas Zanasi, a arquitetura aberta, que facilita a intervenção e o manuseio das peças e do sistema, caso haja alguma falha” afirma o gerente comercial da Betim Química, Miguel Tanure.

Durante a feira, a Betim Química, lançou oficialmente no país a codificadora Z101 para linhas de expedição. Leve, com cabeçote integrado, compacta e com programação em tela touch screen, destina-se à impressão tanto em superfícies porosas como caixas de embarque quanto em superfícies não porosas, como sacarias plásticas e metais. Todos os modelos expostos fizeram demonstração em tempo real, codificando plásticos e papéis, utilizando tintas vermelhas e azuis em aplicações especiais, tinta preta para impressão em baixa e em alta resolução, e para codificação de pequenos caracteres. “Essa apresentação das máquinas Zanasi é muito importante para a Betim Química, única empresa distribuidora dos produtos da marca no Brasil, pois amplia o portfólio de opções de tecnologia de ponta oferecidas ao mercado”, afirma o gerente comercial Miguel Tanure.

As codificadoras apresentadas na Feira vêm oferecer ao mercado mundial soluções que potencializem e agreguem mais valor e qualidade às produções industriais. “A Betim Química como única distribuidora das máquinas Zanasi no Brasil e fabricante oficial das tintas para impressão, pretende oferecer às indústrias brasileiras, novas opções em tecnologia de ponta para aumento e potencialização de produção”, ressalta o gerente comercial.

A Betim Química aproveitou a oportunidade para também apresentar a sua linha de tintas para codificação industrial, Tecno Jet, que desenvolve mais de 70 tipos de tintas e diluentes de alta qualidade e baixo custo, específicos para impressoras industriais de todas as marcas. A Feira foi uma oportunidade de apresentar os modelos de tintas oferecidos pela linha que há mais de 15 anos atua no mercado e, atualmente, é responsável por 15% de participação no fornecimento desses insumos aos principais segmentos industriais do Brasil.

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A produção de grãos do Brasil poderá aumentar de 23% até 2021, com a perspectiva de colheita de mais de 175,8 milhões de toneladas. E 2010, a safra foi de 142,9 milhões de toneladas. A estimativa, que leva em conta o cultivo de arroz, feijão, milho, soja em grão e trigo, divulgada em nota do Ministério da Agricultura.

Essa previsão leva em conta a expansão de 9,5% na área plantada até 2021. De acordo com o Ministério, as projeções para os próximos 10 anos foram feitas com base no cenário mais conservador.

Segundo estudo “Brasil – Projeções do agronegócio 2010/11 a 2020/21” projeta a produção de 175,8  milhões de t em 2021. No ciclo 2010/11, a previsão é de que a safra alcance 142,9 milhões de t. A expectativa é de que a produção de soja avance cerca de 25,9% nos próximos 10 anos, para uma colheita estimada de 86,5 milhões de t em uma década.

Até 2021, o governo estima que a área total de lavouras será de 68 milhões de hectares. Atualmente, a área plantada é pouco superior a 62 milhões de hectares. A  expansão deverá ocorrer por consequência do plantio de soja (que passará de 24,74 milhões de hectares pra 30 milhões de hectares,) e da cana, que deve subir de 9,42 milhões de hectares para 11,52 milhões de hectares.

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Dez anos após lançar o programa de inovação para as turbinas a gás categoria H, a Siemens alcançou um novo recorde mundial em eficiência em termelétricas com a turbina a gás SGT5-8000H na fábrica Irsching 4, na Baviera. Com rendimento de mais de 578 megawatts (MW) e nível de eficiência de 60,75% (líquidos), a Siemens ultrapassou a marca-alvo de eficiência de “mais de 60%” durante a fase de testes – entrando mais uma vez para a história na área da tecnologia para termelétricas. A nova turbina a gás da Siemens deve produzir 400 MW de funcionamento em ciclo simples e 600 MW em ciclo combinado.

A Siemens não só ultrapassou todos os recordes atuais em relação a rendimento e eficiência, mas também excedeu as expectativas em flexibilidade operacional. Essas dimensões históricas são níveis recordes mundiais. “Em especial, com mais termelétricas eólicas e solares fornecendo um percentual firme e cada vez maior de entrada de energia flutuante na malha. Termelétricas em grande escala que reagem com rapidez e que podem compensar as flutuações que dependem do tempo são um fator decisivo para manter a estabilidade da malha”, declarou Michael Suess, CEO do Setor Energia da Siemens.

A nova termelétrica de categoria H pode reagir rapidamente às demandas por produção adicional ou reduzida. A Siemens testou gradientes correspondentes de carga para isso. Como exemplo, mais de 500 MW podem ser colocados na linha no espaço de apenas 30 minutos e podem ser conseguidos gradientes estáveis de carga de 35 MW/minuto.

Esse desempenho é possível pela interação entre tecnologia inovadora de turbinas a gás e os principais componentes de toda a termelétrica, que são otimizados para altas temperaturas e pressão. “Nossa termelétrica com tecnologia inovadora e turbina a gás na mais alta eficiência da categoria demonstra de maneira impressionante que proteção climática e geração de energia de baixo custo utilizando combustíveis fósseis podem caminhar juntas. A nova geração de nossas termelétricas de ciclo combinado, por exemplo, consume um terço menos gás natural por quilowatt-hora gerado do que a média apresentada pelas termelétricas de ciclo combinado atualmente instaladas no mundo. Ao mesmo tempo, as emissões de CO2 também são reduzidas em um terço”, declarou Suess.

“A termelétrica Irsching 4 é um excelente exemplo de suprimento de energia para o futuro que respeita o meio ambiente e é flexível”, disse Klaus Hammer, COO da E.ON, com responsabilidade por termelétricas de ciclo combinado. “Termelétricas com turbina a gás de alta eficiência e flexíveis como as Irsching 4 e Irsching 5, que entrou em funcionamento em 2010, ajudam de maneira significativa a compensar as flutuações cada vez mais pronunciadas da entrada de energia baseada em renováveis e assim faz uma importante contribuição para garantir o fornecimento de energia na Alemanha”, acrescentou Hammer.

Mais de 750 colaboradores da Siemens, incluindo 250 engenheiros, estiveram envolvidos no desenvolvimento da nova turbina a gás e da nova termelétrica de ciclo combinado. A Siemens investiu mais de 500 milhões de euros no desenvolvimento da turbina e na construção e operação de uma usina protótipo em Irsching, na Baviera. Por um ano e meio, a Siemens deu andamento ao projeto para concretizá-lo. Em meados de 2009, após bem sucedidos testes de funcionamento, a termelétrica movida à turbina a gás foi ampliada para formar uma instalação de ciclo combinado, com o acréscimo de ciclo inferior de vapor, inovador gerador de vapor com recuperação de calor e uma turbina a vapor em altas temperaturas funcionando a 600° Celsius para criar a termelétrica de ciclo combinado mais eficiente do mundo. No término da fase de testes que está em andamento, a E.ON assumirá a operação comercial da Irsching4 neste verão.

Além da usina de ciclo combinado em Irsching4, a Siemens já vendeu seis das novas turbinas a gás em versões de 60-Hz para uma empresa de serviços públicos na Flórida. As primeiras máquinas desse pedido já estão em produção e serão despachadas para o cliente em 2012. A Siemens também recebeu um pedido da Coréia do Sul para construir, pelo sistema turn-key, outra termelétrica de ciclo combinado single-shaft [turbina a gás e turbina a vapor conectadas em um mesmo eixo acionando um único gerador] com a versão de 60 Hz da nova turbina a gás. Esta termelétrica deverá entrar em funcionamento em 2013.

Termelétricas de ciclo combinado altamente eficientes fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2010, a receita do Portfólio alcançou cerca de 28 bilhões de euros, tornando a Siemens a maior fornecedora do mundo de tecnologias benéficas para o meio ambiente. No mesmo período, nossos produtos e soluções possibilitaram que os clientes reduzissem suas emissões de dióxido de carbono (CO₂) da ordem de 270 milhões de toneladas, um volume equivalente ao total anual das emissões de CO₂ das megacidades Hong Kong, Londres, Nova York, Tóquio, Deli e Cingapura.

 

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A Schneider Eletric, que se especialista constantemente na gestão de energia, trazendo tecnologia de ponta e soluções destinadas ao segmento de máquinas para embalagens, traz novidades durante a Fispal Tecnologia 2011. O evento ocorre durante os dias 7 e 10 de junho, no pavilhão de exposições do Anhembi, São Paulo.

Com o conceito de soluções para fabricantes de máquinas, chamado MachineStruxure, a Schneider Eletric oferece redução de tempo da produção da máquina de até 50% e 30%em economia. Estas soluções auxiliam o cliente desde a concepção do projeto até o final, através de soluções de plataformas de controle, que abrangem o mercado de máquinas.

Com o TVDA – Arquiteturas testadas,validadas e documentadas,além da redução de até 30%no tempo entre a concepção do projeto e a colocação da máquina no mercado, estas aplicações,projetadas para máquinas de embalagem, tem ganho de desempenho, modularidade e flexibilidade.

A empresa também disponibiliza uma equipe de engenharia de aplicação para suporte e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, o que permite desenvolver e customizar os produtos (hardware e software) e aplicações com menor custo e mais eficiência.

Igor Guardino, OEM Solutions lembra que esta tecnologia existe no Brasil desde 2009, mundialmente lançada em 2007.

Quanto as expectativas para esta feira, Guardino  diz que o público é interessante, “um mix de fabricantes de máquinas para embalagens e também matérias primas”. “Muitos de nossos parceiros estão expondo aqui, com máquinas da Schneider”, completa ele.

Lançamentos

Entre dos lançamentos da empresa para esta edição da Fispal Tecnologia estão o Magelis STO e Magelis STU, IHMs gráficas com tela sensível ao toque; o Modicon M238, que oferece flexibilidade para aplicações; o Modicon M258, com desempenho eficiente para aplicações e o Harmony XB4R e XB5R, metálicos e plásticos, com botões sem fio (wireless) e sem bateria.

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A batata-doce é a sexta hortaliça mais plantada no País, principalmente por pequenos agricultores familiares das regiões Nordeste e Sul. Além de ser uma excelente fonte de energia e proteínas para essas famílias, ela tem grande importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha, amido e doces. Considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande resistência a pragas e cresce em solos pobres e degradados, a batata-doce pode ser plantada praticamente o ano todo nas regiões Norte e Nordeste.

Para 2011, a novidade fica por conta de quatro novas cultivares lançadas ou introduzidas no Brasil pela Embrapa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As batatas-doces Beauregard, BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia apresentam qualidades nutricionais e produtividade bem acima da média das cultivares disponíveis no mercado atualmente e são comercializadas pelos Escritórios de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia em Canoinhas (SC) e em Capão do Leão (RS).

A batata Beauregard, por exemplo, apresenta 10 vezes mais carotenóides, pró-vitamina A, do que suas principais concorrentes e rendimentos que variam entre 23 e 29 toneladas por hectare. Como o custo de produção da cultivar também é baixo, a expectativa é que ela seja amplamente adotada por agricultores familiares, principalmente da Região Nordeste.

O analista Werito Melo, da Embrapa Hortaliças (Brasília – DF), destaca que a coloração alaranjada da batata Beauregard se deve à elevada quantidade de betacaroteno, que se transforma em vitamina A no organismo. “Quando se fala em vitamina A, é importante ressaltar que ela tem um papel muito importante na saúde da população, especialmente de mulheres e crianças”, explica Werito.

De acordo com ele, um dos objetivos do trabalho é beneficiar as crianças por meio do uso dessa batata até mesmo na alimentação escolar. A Beauregard foi introduzida no Brasil pela Embrapa, por intermédio do Centro Internacional de La Papa (CIP), do Peru.

Já as cultivares BRS Amélia, BRS Rubissol e BRS Cuia foram desenvolvidas pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas – RS) e apresentam produtividade superior a 32 toneladas por hectare, quatro vezes mais do que a média brasileira. A BRS Amélia apresenta casca de coloração rosa clara e também é rica em pró-vitamina A.

Seu alto teor de suculência, sabor e polpa alaranjada são bastante apreciados pelos consumidores. Quando cozida, a textura é úmida e melada, macia e extremamente doce. Em ensaios da Embrapa e testes com agricultores a produtividade da cultivar chegou a 32 toneladas por hectare.

Com casca avermelhada, a BRS Rubissol destaca-se pela aparência e uniformidade das raízes. A polpa é de cor creme tendendo ao amarelo, com pontuações em amarelo mais intenso. A cultivar possui excelentes características para consumo de mesa, mas também pode ser utilizada no processamento industrial. Sua produtividade média é de 40 toneladas por hectare.

A BRS Cuia, por sua vez, tem coloração creme e pode chegar a até 60 toneladas por hectare. Ganha destaque na questão culinária devido à uniformidade e ao tamanho relativamente grande das batatas e também apresenta boa adequação ao processo industrial. Tanto a casca como a polpa são de cor creme, mas em tonalidades diferentes.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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