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Victor Penitente Trevizan*

O Código Florestal, instituído pela Lei nº 4.771/65, em seu artigo 1º, demonstra uma política intervencionista do Estado sobre a propriedade imóvel agrária, na medida em que “…as florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação (…) são bens de interesse comum a todos os habitantes do País…”.

De fato, em sua proposição originária ocorrida em 1934, o Código Florestal normatizou a proteção e o uso das florestas com o propósito maior de proteger os solos, as águas e a estabilidade dos mercados de madeira. Devendo-se levar em consideração que, apenas com a edição da Lei Federal n° 6.938/81 (Política Nacional do Meio Ambiente), passaram as florestas nativas a constituir um bem jurídico ambiental com valor intrínseco próprio e independente. Ou seja, as florestas passaram a ser valoradas pela própria existência, e não mais apenas por questão de utilidade prática.

E, sem dúvidas, a percepção exteriorizada por meio da Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981, foi reafirmada pela Constituição Federal de 1988 ao trazer artigos inovadores, como o 170 (subordina a atividade econômica ao uso racional dos recursos ambientais), 186 (informa sobre a Função Social da propriedade rural) e 225 (dispõe sobre o meio ambiente e sobre os direitos atuais e das futuras gerações).

Atualmente, a sociedade brasileira testemunha intenso debate em face das propostas de alteração do conteúdo normativo do Código Florestal e que, assim, transformam condições do exercício dos poderes de domínio sobre a propriedade imóvel agrária.
Basicamente, o debate ocorre em torno das seguintes duas figuras jurídicas: a) a reserva legal; e b) as Florestas e outras formas de vegetação natural de Preservação Permanente e suas respectivas Áreas de Preservação Permanente.

Reserva legal é a área localizada no interior da propriedade ou posse rural que deve ser mantida com a sua cobertura vegetal original, possuindo a função de assegurar o uso econômico sustentável dos recursos naturais, proporcionar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos, promover a fauna silvestre e a flora nativa.

As Áreas de Preservação Permanente estão localizadas nas margens de rios, cursos d´água, lagos, lagoas e reservatórios, topos de morros e encostas com declividade elevada, cobertas ou não por vegetação nativa. Elas têma função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, e de proteger o solo e assegurar o bem estar da população humana.

Como atores do mencionado debate, situam-se, de um lado, aqueles que defendem uma perspectiva conservadora de plena utilização da propriedade imóvel rural (por vezes até mesmo o seu uso irrestrito), como a Confederação Nacional da Agricultura – CNA, e parlamentares que integram a bancada ruralista, ou que estão comprometidos com atividades produtivas que têm na ocupação e no uso da terra um de seus fatores de produção.

Em oposição estão as Organizações Não-Governamentais Ambientalistas, membros do Ministério Público e o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, além de outros diversos grupos de movimentos ambientalistas que entendem ser de grande prejuízo as propostas oferecidas e defendidas pelos ruralistas.

Segundo as alegações dos ruralistas, há falta de áreas agricultáveis no país, o Código Florestal não possui base científica, e é impraticável e prejudicial, sobretudo, aos pequenos produtores e à agricultura familiar.

Em contrapartida, a bancada ambientalista defende que há estudo coordenado pela Universidade de São Paulo – SP comprovando que “a área cultivada no Brasil poderá ser praticamente dobrada se as áreas hoje ocupadas com pecuária de baixa produtividade forem realocadas para o cultivo agrícola”.

Além disso, afirmam que o Código Florestal possui base das duas principais instituições científicas do país, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Ponderam os ambientalistas, ainda, que, ao contrário da alegação de prejudicialidade aos pequenos produtores e à agricultura familiar, há estudos e um manifesto assinado pelos principais movimentos sociais e sindicais que demonstram a inexistência dos impactos decorrentes da aplicação do Código Florestal alegados pelos ruralistas, destacando, principalmente, que jamais houve qualquer reivindicação contrária por parte dos pequenos produtores.

Entre outras diversas alegações trazidas pelos ambientalistas e ruralistas, uma coisa não se pode negar: em meio a uma crise de proporções internacionais que se instala, intimamente ligada à preservação ambiental e ao aquecimento global, eventuais e possíveis alterações que possam ser implementadas ao Código Florestal devem ser cabalmente analisadas e sopesadas. Com o objetivo de evitar uma intensificação incalculável dos prejuízos que há décadas vêm sendo impostos ao meio ambiente, que tanto nos foi favorável com seus recursos naturais durante um sem número de séculos.

Não se pode buscar mudanças apenas com base em interesses econômicos. A questão é muito mais sensível e deve ter a participação de todos aqueles que possam e acabarão por serem afetados com alterações substanciais no meio ambiente.

 

* Victor Penitente Trevizan é advogado de Direito Ambiental do Peixoto e Cury Advogados – victor.trevizan@peixotoecury.com.br

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No ano de 2010, os resultados líquidos das atividades decorrentes da indústria de artefatos da borracha alcançaram US$ 2,49 bilhões, sem a inclusão de impostos. O valor representa um aumento de 84,5% em relação a 2001, quando o resultado foi de US$ 1,35 bilhão. Já as exportações de artefatos leves – excluindo os pneumáticos – tiveram um salto proporcionalmente ainda maior. No mesmo período avaliado, o crescimento foi de 347%, passando de aproximadamente US$ 126,13 milhões para US$ 437,59 milhões. Esses e outros dados do mercado estão reunidos no Perfil da Indústria Brasileira da Borracha, que será apresentado hoje no seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha.

Realizado pelo PDS – Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região, o encontro acontecerá nesta terça-feira, dia 28 de junho, das 19h às 22h, no auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema), com entrada gratuita. O seminário irá analisar os setores do plástico e da borracha tanto no cenário nacional quanto no plano internacional.

O estudo Perfil da Indústria Brasileira da Borracha foi desenvolvido com base em informações organizadas pelo Sindibor, o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo. A apresentação desse levantamento inédito permitirá que os participantes possam conhecer melhor as dimensões do setor em que atuam. O material inclui a estrutura da indústria da borracha (número de empresas e de funcionários, porte e distribuição das companhias por estado), produção e consumo de matérias primas e compostos de borracha, valor e volumes exportados e importados, capacidade instalada e indicadores de desempenho.

No seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha serão apresentados painéis gerais sobre as alternativas e possibilidades de ampliação de mercados, destacando quem são os principais competidores e como desenvolver alternativas comerciais. Os palestrantes serão Gilmar do Amaral, gerente executivo do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), e Élcio Morelli, consultor de inteligência de mercados e pós-graduado em marketing na ESPM, com especialização em administração na FGV.

Serviço

Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha

Datas e horários: hoje, dia 28 de junho, das 19h às 22h

Local: Auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema)

Informações: pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

Entrada gratuita

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A falta de mão de obra no setor de construção civil está acelerando o processo de industrialização dos canteiros. Na Construtora Costa Feitosa, a adoção de sistemas construtivos industrializados foi responsável por reduzir em 50% a necessidade de mão de obra para postos de menor especialização, como pedreiros, carpinteiros, armadores e ajudantes. “Embora haja dificuldades também para os cargos mais técnicos, como engenheiros, o problema é maior para os de menor especialização em função do número de profissionais necessários”, explica o presidente da construtora, Tercio Luis Costa Feitosa.

A Costa Feitosa deve entregar uma unidade da multinacional alemã Big Duchtman em Araraquara nos próximos meses, uma planta de 18 mil metros quadrados onde trabalham cerca de 180 funcionários, sem contar a área técnica. “Se fosse uma obra convencional, precisaríamos de no mínimo 350 pessoas para entregar no prazo exigido, de seis meses”, conta Feitosa.

A construtora, voltada para obras industriais, utiliza elementos pré fabricados em concreto armado (vigas e pilares), lajes e pisos protendidos e estruturas metálicas nas coberturas, um sistema chamado “projeto pré engenhado” pelo empresário.  “Isso tudo chega pronto na obra e deve ser definido ainda no projeto. A laje protendida, por exemplo, é feita com cabos de aço tensionados e depois concretados. Os painéis chegam em carretas ao canteiro e são instalados como se fosse um grande “lego”, com ajuda de “gruas ou guindastes”, explica.

Nas coberturas, além da estrutura metálica, a construtora tem optado por telhas zipadas, que além de reduzirem a necessidade de mão de obra na instalação, aumentam a estanqueidade do telhado. “A siderúrgica envia uma carreta com uma grande bobina de folha de aço que utiliza uma calandra para dar forma à mesma, cobrindo assim a edificação com poucos panos. Este processo só tem imensas laterais, que são soldadas. É possível vencer vãos de até 100 metros de comprimento sem nenhuma ementa”, explica.

Custo
Embora o custo inicial deste sistema seja maior, Feitosa diz que no final há uma economia significativa. “Historicamente, a mão de obra representa 40% do custo total da obra. Com este sistema, a participação cai pela metade em função da redução no número de trabalhadores”, diz. Há ainda redução no tempo necessário para concluir a obra, da infraestrutura e dos gastos secundários. “Menos trabalhadores significa também um gasto menor com a montagem de refeitórios, alojamentos e sanitários. O canteiro fica menor. Economizo ainda com os equipamentos de proteção individual, vale transporte”, ressalta.

A economia fica ainda maior considerando o aumento nos salários, outra conseqüência da grande demanda por trabalhadores. E essa demanda vai crescer mais com as obras do PAC. Uma obra como a usina de Jirau, por exemplo, demanda pelo menos 22 mil trabalhadores”, diz Feitosa. Essa concorrência melhora os salários de trabalhadores mais experientes, como o de mestres de obras. “Tem mestre de obra ganhando até R$ 10 mil, que é um salário de engenheiro com experiência inferior há 5 anos”, conta.

O piso, em geral pago para os postos iniciais e de base, também sobe. Dados do CUB, calculado pela Fundação Getúlio Vargas Projeto para o Sinduscon-SP, mostram que a mão de obra teve uma variação de 7,88% nos últimos 12 meses (fev-2010 a fev-2011) nas construções residenciais, contra 3% nos custos com materiais. A participação da mão de obra no custo total foi de 53%. A variação no mês (janeiro para fevereiro de 2011) no preço do metro quadrado construído foi de 0,21% nas obras residenciais e de 0,13% nas obras de galpões industriais.

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A fabricante de equipamentos para a produção de açúcar Planusi não andava muito satisfeita com o software de suas máquinas CNC, usadas para corte de chapas metálicas. Os programas, originais das máquinas, eram muito básicos, lentos e proporcionavam desperdício de matéria-prima. Depois de exaustiva pesquisa de mercado, a companhia, localizada em Sertãozinho (SP), optou pelo Radan, considerado o mais poderoso software para chapas metálicas.

Para Marcelo Galvão, gerente de engenharia da Planusi, a aquisição do novo programa reduziu drasticamente o tempo consumido no projeto das peças. O processo começa com um programador, que faz o planejamento de uma chapa, de acordo com o produto a ser fabricado. Ele monta o layout e faz o programa calcular a forma mais viável de se cortar a chapa. “Como o software anterior era lento, meus programadores ficavam muito tempo parados, esperando os cálculos serem feitos”, lembra Galvão.

Outro problema resolvido com a chegada do Radan foi o desperdício de material. O alto nível de sofisticação do software permite ao usuário um alto desempenho no processo de nesting, que consiste na otimização do uso da matéria-prima. “Antes, muitos pedaços das chapas eram inutilizados, mas com o Radan o desperdício está consideravelmente menor”, compara Galvão.

O fato de o Radan oferecer um pacote de soluções completo também foi fator preponderante para a escolha do programa. “Com os concorrentes, eu teria de comprar um software básico, e depois adquirir módulos extras para chegar ao nível que o Radan lhe proporciona logo de cara. O custo-benefício é ótimo”, diz Galvão.

O executivo também ressalta que a qualidade da assessoria técnica torna a satisfação com o Radan ainda maior. Fabricado pela empresa britânica de mesmo nome, o Radan é comercializado no Brasil pela MAPData, um dos principais provedores de softwares de prototipagem digital e fabricação no Brasil. Além do Radan, a Planusi também possui as soluções CAD – Autodesk Inventor, AutoCAD, Vault, entre outras oferecidas pela MAPData.

Localizada em Americana (SP), a empresa presta serviços de consultoria, análise, implantação e treinamento em soluções para projetos de manufaturas. “O suporte da MAPData é exemplar, sempre nos trazendo informações e soluções rápidas para nossos problemas”, finaliza Galvão.

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No dia 21 de junho a JCB, líder mundial na fabricação de manipuladores telescópicos e retroescavadeiras, comemora seu 65º aniversário, com milhares de funcionários ao redor do mundo. A data também marca a forte recuperação da recessão mais profunda pela qual passou a indústria global de equipamentos de construção, e que agora volta a obter lucros robustos.

satisfatório. Este ano também começou bem para o grupo JCB, mas ainda estamos atentos a preocupações econômicas que podem conter a recuperação. Continuamos a investir em fábricas, neste ano, notadamente, no Brasil e na Índia e, claro, em novos produtos, com 13 lançamentos até este momento”, completa Sir Bamford.

A celebração coincide com o aniversário de nascimento do fundador da JCB, Joseph Cyril Bamford. Seu filho, Sir Anthony Bamford, presidente da JCB, afirma que “em 65 anos, passamos de um homem em uma garagem em Uttoxeter, cidade no interior da Inglaterra, para uma grande marca, reconhecida mundialmente por seu espírito pioneiro. A JCB está no caminho de um sucesso ainda maior e são os nossos colaboradores que ajudarão a conduzir nosso futuro”.

A JCB informa que em 2010 os lucros – descontados juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) – atingiram £ 235 milhões (US$ 380,70 milhões aproximadamente), frente a £ 94,5 milhões (US$ 153,1 milhões), dados relativos a 2009. As vendas no ano passado cresceram 48% – de £ 1,35 bilhão (US$ 2,19 bilhões) em 2009 para £ 2 bilhões (US$ 3,24 bilhões) em 2010. A JCB fechou o ano de 2010 com 51,6 mil máquinas vendidas – em 2009, foram 36 mil.

Em 2011, a JCB empregará mais de £ 20 milhões (US$ 32,4 milhões) na modernização e no aumento da capacidade de suas 11 plantas fabris no Reino Unido. A empresa também investirá em uma nova fábrica de 32,55 mil m² em Sorocaba/SP, para a fabricação de retroescavadeiras e escavadeiras. A nova planta será inaugurada no primeiro semestre de 2012. A companhia também abriu uma manufatura de motores na Índia, que iniciou a produção este ano.

 

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No ano de 2010, os resultados líquidos das atividades decorrentes da indústria de artefatos da borracha alcançaram US$ 2,49 bilhões, sem a inclusão de impostos. O valor representa um aumento de 84,5% em relação a 2001, quando o resultado foi de US$ 1,35 bilhão. Esse e outros dados do mercado estão reunidos no Perfil da Indústria Brasileira da Borracha, que será apresentado no seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha.

Realizado pelo PDS – Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região, o encontro acontecerá no dia 28 de junho (próxima terça-feira), das 19h às 22h, no auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema), com entrada gratuita. O seminário irá analisar os setores do plástico e da borracha tanto no cenário nacional quanto no plano internacional.

O estudo Perfil da Indústria Brasileira da Borracha foi desenvolvido com base em informações organizadas pelo Sindibor, o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo. A apresentação desse levantamento inédito permitirá que os participantes possam conhecer melhor as dimensões do setor em que atuam. O material inclui a estrutura da indústria da borracha (número de empresas e de funcionários, porte e distribuição das companhias por estado), produção e consumo de matérias primas e compostos de borracha, valor e volumes exportados e importados, capacidade instalada e indicadores de desempenho.

No seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha serão apresentados painéis gerais sobre as alternativas e possibilidades de ampliação de mercados, destacando quem são os principais competidores e como desenvolver alternativas comerciais. Os palestrantes serão Gilmar do Amaral, gerente executivo do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), e Élcio Morelli, consultor de inteligência de mercados e pós-graduado em marketing na ESPM, com especialização em administração na FGV.

As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou pelo telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

O PDS – Lançado em março de 2010, o Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região é uma ação realizada em parceria entre a Prefeitura de Diadema, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) e o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha do Estado de São Paulo (Sindibor).

Serviço

Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha

Datas e horários: 28 de junho (terça-feira), das 19h às 22h

Local: Auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema)

Informações e inscrições: pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

Entrada gratuita

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Com o intuito de fomentar o intercâmbio comercial entre empresas, o Simespi (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas e Fundições de Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras) promoveu a segunda edição das rodadas de negócios, durante os quatro dias do Simtec 2011.

Participaram 120 empresas compradoras e vendedoras, vindas de várias cidades de São Paulo, além dos estados de Goiás e Alagoas. “As empresas associadas ao Simespi também aproveitaram a oportunidade para a troca de contatos, prospecção de novos clientes e fornecedores”, citou o presidente da entidade, Tarcisio Angelo Mascarim.

Até a tarde desta sexta-feira (17), haviam sido promovidas 150 reuniões. “As rodadas de negociações estão movimentando o estande do Simespi, com retorno positivo das empresas, que prospectaram negócios a curto e longo prazo”, contou Mascarim, ressaltando que, por questões comerciais, os empresários optaram por não divulgar valores prospectados.

Representando a Bardella S/A Indústrias Mecânicas (Sorocaba e Guarulhos), Valter Rohm está otimista. “As rodadas de negócios são a oportunidade ideal para conhecer novos e potenciais fornecedores”, comentou.

Entre as empresas vendedoras, para a Redrasfer Indústria de Auto Peças Ltda., de Rio das Pedras, representada por Marcilio Raymundo, a expectativa positiva se confirmou. “É a primeira vez que participamos de um evento como esse, pois nossos clientes são direcionados. Interessante, principalmente pela possibilidade de ampliar o leque de compradores”.

Essa também foi a primeira participação da Maqhidrau Máquinas Hidráulicas e Equipamentos Agrícolas Ltda., de Piracicaba. “Aconteceu um fato interessante. Viemos para conhecer um cliente meta da empresa, com o qual tínhamos marcado a reunião. E encontramos uma outra empresa que já estávamos de olho, sentada justamente à mesa ao lado. As conversas estão sendo bastante promissoras”, contou Jerônimo Poloni.

De acordo com Julio Cesar Mutti, da Mutti Equipamentos Industriais Ltda., de Piracicaba, as conversas foram produtivas, com possibilidade de futuros negócios. “Convidamos as empresas com as quais conversamos para uma visita. Vamos aguardar”, disse.

Também participando como empresa vendedora, a Alusolda Locação Comércio e Serviços de Solda Ltda., de Aparecida de Goiânia (Goiás), apresentou sua máquina de solda disponível para locação. “As reuniões foram interessantes. Identifiquei várias possibilidades de novos clientes. Alguns negócios devem ser fechados entre dois e três meses”, contou Paulo Cesar.

Representando a Tork Express do Brasil Ltda., de Piracicaba, Kleberson Luiz contatou potenciais novos clientes. “Estamos aqui para convidar os compradores para conhecerem melhor nossa atuação, a empresa e  nosso mix de serviços”, falou.

Para Vicente A. Secamilli, da Gusfer Indústria e Comércio Ltda., de Piracicaba, as perspectivas de novos negócios são as melhores possíveis.  “Agora é aguardar os contatos para participar de cotações”.

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A Sherwin-Williams/Euronavy reuniu cerca de cem profissionais do setor de construção naval offshore de todo o Brasil no último dia 07 de junho, durante a segunda edição no Workshop Sherwin-Williams/Euronavy. O tema deste ano foi o mercado de Petróleo e Gás, com abordagem focada nos desafios enfrentados pelas empresas de construção naval para aliar tecnologia de ponta em revestimentos sem exceder seu budget.

Na primeira parte do encontro, João Azevedo, gerente global de desenvolvimento de negócios, falou sobre a importância do investimento em pintura de alto desempenho e desafios da atividade. “Na fase de construção, a escolha da tinta parece pequena quando comparada ao todo. Falamos de 3% do investimento. No entanto, as implicações e retrabalho que uma escolha errada pode gerar são enormes”, explicou. “É preciso ter clareza de que um custo inicial mais alto, assim como desprender mais tempo para aplicação, pode significar economia significativa no futuro”, completa.

Raouf Kattan, diretor da empresa inglesa Safinah, apresentou fatores que ajudam a minimizar perdas no investimento em tintas e revestimentos de alto desempenho. Segundo o especialista, que é perito em avaliação de riscos na escolha e aplicação de revestimentos, o processo de pintura das grandes construções deve ser encarado como um minucioso sistema de engenharia, que requer atenção em todos os detalhes. “É preciso pensar em como será realizada a pintura desde o início. O sucesso do revestimento começa em um projeto bem desenvolvido, que permita que a tinta chegue a toda a superfície”, afirma. “Um segundo ponto fundamental é a análise cautelosa dos contratos de compra e prestação de serviços. Após certificar-se desses itens é que deve-se passar para a especificação correta do produto, gestão de cronograma e aplicação e, por fim, verificar as condições ambientais, operacionais e químicas, sem esquecer da legislação”, pontua.

Mercado em ascensão

Frente ao bom momento vivido pelo Brasil no segmento e petróleo e gás, a Sherwin-Williams/Euronavy se prepara para conquistar esse nicho de mercado. Mark Pitt, Presidente da Sherwin-Williams Brasil, conta que a companhia trabalha para se destacar em duas vertentes: o desenvolvimento de produtos altamente especializados, como o ES301, epóxi sem solvente, que apresenta tecnologia exclusiva da marca, e o diferencial em serviços, por meio de uma rede de distribuição capilarizada e bem treinada. “Vemos hoje mais oportunidades na participação de ativos maiores no Brasil. Pensando nessa oportunidade, investimos constantemente em pesquisas para avanço tecnológico e ganho de rentabilidade para nossos clientes”, complementando que a companhia fornece treinamento para os aplicadores, para garantir a qualidade dos serviços. “Nossa equipe passa por certificação da NACE (The National Association of Corrosion Engineers), a fim de assegurar um padrão das atividades”, completa.

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No ano em que completa seus 10 anos de atuação, a SERQUÍMICA recebeu homenagem na Câmara Municipal de Vereadores de Sertãozinho. Idealizada pelo vereador Ricardo Almussa e proferida no dia 6 de junho, a moção parabenizou não somente a SERQUÍMICA, mas também todo o Grupo, incluindo a empresa LIDERQUÍMICA e a atuação da  equipe de colaboradores.

Foi ressaltada a atuação proativa das empresas, que ingressaram no mercado priorizando a qualidade e o dinamismo no setor sucroenergético, e, também em diversos segmentos industriais. As empresas do Grupo consolidam seus nomes produzindo e fornecendo produtos e insumos químicos de extrema qualidade a todo o mercado nacional.

Junto a outras empresas deste grande polo industrial do Estado de São Paulo, o Grupo SERQUÍMICA é motivo de orgulho e incentivo não somente para o mercado, mas para todo o município de Sertãozinho, que tem grande parte de seu crescimento alavancado pelas indústrias locais.

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Aos representantes de seis pavilhões internacionais – Alemanha, China, Dinamarca, França, Estados Unidos e Reino Unido -, às 152 empresas multinacionais, de 31 países, e a toda a cadeia de fabricantes nacionais de plataformas de petróleo, o Grupo KSB, por meio da KSB Bombas Hidráulicas, vai mostrar, durante o Brasil Off-Shore 2011, que acontece de 14 a 17 de junho, no Centro de Exposições Jornalista Roberto Marinho, em Macaé, RJ, a bomba de processo para serviços pesados, destinada à injeção de águas do mar em plataformas, modelo CHTR, e da KSB Válvulas, a válvula de esfera de diâmetro 18″, classe 600#, fabricada de acordo com a norma API 6D, acionada por atuador pneumático retorno por mola RM 7, sendo utilizadas também no segmento de Óleo & Gás.

Segundo Edison Borges, gerente de Vendas Técnicas do Segmento Petróleo e Gás, da KSB, “a nossa primeira venda das bombas especiais CHTR  no Brasil aconteceu em 2007. Na KSB Alemanha essa tecnologia já existe há décadas. Em quatro anos, a KSB já comercializou 33 conjuntos de bombas de processo seguindo integralmente a norma API 610. Conseguimos, nesse periodo, obter grandes avanços tecnológicos, oferecendo aos clientes confiabilidade no processo com reduzido custo operacional”.

As bombas barril de múltiplos estágios, horizontal, para serviço pesado, modelo CHTR – execução BB5, atendem à norma API 610 última edição. Estão disponíveis nos tamanhos de 2 a 6, vazão até 900 m3/h, altura manométrica até 4.000 m, pressão até 400 bar, temperaturas de operação até 80º C, rotações até 7.000 rpm, construídas em aços especiais duplex e superduplex.

Já a válvula de esfera, construída conforme API 6D, com seu corpo em aço carbono ASTM A 216 GR WCB, os componentes internos em aço inox  ASTM A 217 Gr CA15, vedação em PTFE (politetrafluoretileno) carregado e  seu acionamento por atuador pneumático com retorno de mola, modelo RM7, é certificada pela SGS em 99,68% de conteúdo local, em atendimento às regulamentações da Agência Nacional de Petróleo – ANP, segundo Djalma Bordignon, gerente de Vendas da KSB Válvulas.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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