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Por Newton Estéfano de Oliveira

 Até junho de 1993, o Governo Federal não possuía uma lei que especificasse e estabelecesse critérios e normas para a compra de insumos, serviços e construções de obras etc. Por isso, criaram a Lei No. 8666, mais conhecida como a Lei das Licitações. A Lei No. 8666 veio para poder evitar vários problemas que ocorriam nas instâncias governamentais como superfaturamento de obras e corrupção.

 Nela, as obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando contratadas com terceiros, são necessariamente precedidas de licitação, com ressalva às hipóteses previstas na própria Lei, conforme informa o seu segundo parágrafo.

 Nos últimos meses, por conta dos atrasos nas obras previstas para a Copa e as Olimpíadas, o governo elaborou a Medida Provisória 527/11 que inclui regras específicas para licitações de obras e serviços relacionados aos eventos esportivos dos próximos anos.            A algumas dessas regras deu-se o nome de  Regime Diferenciado de Contratações – RDC .

 O RDC como é mais conhecido é baseado na legislação britânica e a grande novidade, se assim podemos mencionar, é a possibilidade da administração licitar um empreendimento por meio de contratação integrada, isto é, o governo compra do vencedor da licitação o projeto e a execução do projeto, o que inclui a obra, a mão-de-obra e os equipamentos de funcionamento da obra, por exemplo. Neste regime, o contratado realiza todas as etapas até a entrega ao contratante, para que este apenas opere a estrutura construída e montada.

 Para a ABRAMCO, o RDC é um balão de ensaio para as novas modalidades de aquisição que o governo federal começa a trabalhar a partir de então. Se por um lado a Lei No. 8666 era engessada devido aos ritos inerentes aos processos previstos na própria norma, a RDC flexibiliza quando se refere à consulta de preços no mercado.

Hoje, a lei menciona que se deve comprar pelo menor preço. Porém, nem sempre o menor preço é, de fato o menor preço se pensarmos que o produto pode não ser o melhor em vista das necessidades e especificidades do edital. A crítica à Lei No. 8666 é que se tenha o melhor preço, ou seja, custo versus benefício. Nesse sentido, o RDC, por sua vez, contempla possibilidades que visam esta característica.

 É importante, porém, observar que ainda devem ser amplamente discutidas, mesmo com o pouco tempo que cabe ao governo e às instâncias legais, as questões que envolvem o sigilo das estimativas, o projeto integral em si e a certificação dos produtos.

 Estes três pontos, por exemplo, são condições que afetam diversos mercados que continuam se profissionalizando, assim como abrem margem para situações ilícitas entre os concorrentes e o próprio governo. Portanto, é hora que as organizações junto ao governo e seus órgãos expandam as discussões para que a Medida Provisória 527/11 já aprovada pela Câmara possa refletir os anseios de todos os públicos que participam direta ou indiretamente de licitações públicas. É tempo de se fazer presente para que a ética impere em terrenos nunca d´antes navegados.

 Newton Estéfano de Oliveira é vice-presidente da ABRAMCO e sócio-diretor da L & T Soluções. Trabalha há mais de 20 anos no mercado de mobiliário corporativo.

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Instalação da Balança Integradora Bextra no processo de mineração da areia possibilita regulagem no fluxo da extração com consequente aumento de produtividade e disponibiliza dados de controle da planta.

Balança Integradora Bextra

A extração de areia segue um modelo no qual, em determinado momento, é comum os produtores enfrentarem dificuldades: no ponto de extração, encontra-se um operador, cuja função é manter a alimentação constante para o sistema de produção por meio do acionamento de uma draga. O operador fica distante da linha de produção; tal condição não permite que conheça o volume de material que está sendo processado, resultando variações no volume extraído – ora acima do limite do equipamento, ora abaixo deste limite.
A Balança Integradora Bextra ao ser instalada na esteira principal do sistema de produção cumpre duas funções:

1. Otimizar a extração por intermédio de um sistema de transmissão por telemetria. A informação da vazão instantânea em (t./h) verificada pela Balança Integradora Bextra é visualizada em um display remoto instalado na draga, possibilitando ao operador condições de manter regularidade na extração, promovendo o aumento da produtividade. Este sistema tem um alcance de até 1.000m e dispensa a onerosa e, por vezes, inviável instalação de cabos e eletrodutos;

2. Permitir o monitoramento da operação. O Microprocessador Bextra informa, por meio de totalizadores, toda a produção processada. Esta informação é disponibilizada também por um canal serial RS232 ou RS485 que poderá alimentar um banco de dados do cliente. Deste modo, múltiplos controles podem ser realizados, como produtividade por turnos e períodos de tempo definidos pelo cliente.

Bextra Sistemas de Pesagem
R. Arabutan, 372 – Bairro Navegantes –Porto Alegre/RS
Cep 90240-470
Tel.: 5133253001
www.bextra.com.br

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Energies Nouvelles, DONG Energy, Nass&Wind Offshore, Poweo ENR, wpd offshore e Alstom estão reunindo  expertise e  capacidade de investimento em um consórcio criado para responder à licitação de “energia eólica offshore” lançada em 11 de julho pelo governo francês. Essa parceria ilustra um compromisso compartilhado de criar, em espírito de equipe, projetos de excelência que sejam tecnologicamente inovadores, financeira e tecnicamente saudáveis, desenvolvidos localmente, controlados e ambiciosos para o plano industrial da França.

Iniciadora do projeto geral e fundadora do consórcio, a EDF Energies Nouvelles organiza e coordena as parcerias, gerencia a futura entidade e coordena as respostas para as licitações. Como líder internacional em energia renovável, a EDF EN fornece sua expertise tecnológica, industrial e financeira, bem como sua experiência offshore proveniente da construção de dois projetos offshore no Reino Unido e na Bélgica. A EDF EN será detentora de uma participação majoritária na empresa-mãe do consórcio.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado eólico offshore do Norte Europeu, a DONG Energy trará sua expertise como especialista e pioneira neste setor. Como um player-chave na indústria de energia renovável, o grupo dinamarquês é a concessionária que mais construiu e operou parques eólicos offshore até hoje no mundo.

O consórcio

O consórcio reúne três parceiras que são desenvolvedoras conhecidas e experientes: Nass&Wind Offshore, Poweo ENR e wpd offshore. Desenvolvedoras de projetos bastante avançados em regiões marítimas selecionadas pelo governo francês, elas darão continuidade ao desenvolvimento, conduzirão estudos de impacto ambiental e construirão suporte local. Os cinco projetos apresentados pelo consórcio serão conduzidos por cinco empresas específicas, em que a empresa-mãe terá participação majoritária, além das parceiras de desenvolvimento estratégico.

O lançamento, em 2014, de equipamentos novos e inovadores com desempenhos inigualáveis fornecerá uma oportunidade única de projetar um aerogerador usando tecnologia francesa, totalmente fabricado e montado na França. Se o consórcio ganhar volumes suficientes, a Alstom planeja construir um centro industrial e tecnológico na França composto de unidades de fabricação de geradores, pás e naceles. Isso seria o centro de um vasto ecossistema econômico e científico que atrairia inúmeras subcontratadas industriais francesas e criaria parcerias tecnológicas com várias entidades. Quase 200 fornecedores do setor de energia eólica offshore estão comprometidos com esse projeto.

Os seis players estão reunindo sua expertise para construir soluções sólidas capazes de criar uma indústria de energia eólica offshore competitiva e geradora de empregos na França.

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*Eloi Fernandes

O crescimento do Brasil tem colocado as diferentes vertentes da engenharia ainda mais em foco. E, para muito além das áreas tradicionais, ligadas à construção civil e à mecânica, hoje já contamos com profissionais que lidam com temas de diferentes naturezas. Um bom exemplo dessa renovação da categoria é a figura do Engenheiro Florestal. Ainda que, se comparado a outros campos de estudo, a Engenharia Florestal venha a ser considerada nova – o primeiro curso no Brasil foi implantado em 1960, na cidade de Viçosa, Minas Gerais – a área já é avaliada como um dos alicerces que contribuirá diretamente para o desenvolvimento do país.

E não é por menos. Responsável por estudar as diversas formas de utilização sustentável dos recursos naturais, esse profissional lida diretamente com a complexidade dos ecossistemas. Em termos práticos, ele pode desenvolver ações de recuperação de áreas degradadas, planejar o manejo de florestas nativas ou plantadas, bem como projetar os impactos ambientais provocados pela atividade humana, como instalações de indústrias. Uma carreira profissional que prevê o conhecimento científico aplicado à realidade e às necessidades sociais.

O cenário da Engenharia no Brasil

Neste mês em que celebramos o Dia Nacional do Engenheiro Florestal cabe reforçar que, ao tudo indica, temos tantos motivos para ficarmos preocupados quanto para comemorar. Isso porque aproximações do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) mostram que há um déficit de 20.000 engenheiros/ano em nosso país. Para complementar, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que se tivermos um crescimento médio de 3.5% na economia, em 4 anos não teremos o número de profissionais necessários. E temos muito que fazer, pois em 2008 conseguimos formar cerca de 47 mil engenheiros, enquanto Rússia e Índia tiveram 190 mil e 220 mil, respectivamente.

Uma profissão que tem a cara do Brasil

Desde seu descobrimento, o Brasil tem sido reconhecido internacionalmente por suas riquezas naturais e, nos últimos anos, a gestão sustentável desses ativos tem se tornado um diferencial importante para as nações que querem alcançar um crescimento sólido. Nesse sentido, o Engenheiro Florestal aparece como engrenagem fundamental a serviço do desenvolvimento do país. E acredita-se no potencial das universidades e centro de estudos voltados à área florestal.

Um grande exemplo é a Escola Superior de Agricultura “Luiz Queiroz”, a ESALQ, integrante da Universidade de São Paulo (USP), onde o curso de Engenharia Florestal, bem como em outras universidades, tem duração de cinco anos e prepara os alunos para a coordenação de projetos. Já em Botucatu, a Universidade Estadual Paulista (UNESP) oferece área extensa para a aplicação da teoria: são três fazendas experimentais, que totalizam 2.500 hectares, incluindo enormes áreas de reflorestamento, que abastecem com matérias-primas as indústrias instaladas na cidade. Outros centros se destacam na Região Sul do país, onde as empresas de reflorestamento ampliam suas atividades, respeitando a conservação das áreas de florestas naturais e de preservação permanente.

Neste cenário de preocupação ambiental e necessidade de manejo dos recursos naturais, o Engenheiro Florestal já se consolida como uma profissão-chave no crescimento sustentável brasileiro. Assim, torna-se premente incentivar a área para que, cada vez mais, esses profissionais possam desvendar as possibilidades do manejo florestal.

*Eloi Fernandes é diretor de Vendas – Brasil da Husqvarna, multinacional sueca líder global na fabricação de equipamentos para manejo de áreas verdes.

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A indústria está perdendo espaço na economia brasileira. Ao longo dos últimos anos, o setor reduziu a participação no Produto Interno Bruto (PIB), no emprego e nas exportações. Mas os instrumentos para frear esse processo estão nas mãos do governo e do Congresso. Essa é a avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes. Ele participou nesta quarta-feira, 6 de julho, da audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), que discutiu os riscos de um processo de desindustrialização no país e a agenda em favor da competitividade industrial.

“Nossa agenda está sob nosso controle”, afirmou Fernandes. Para o diretor executivo da CNI, é preciso trabalhar para reduzir o custo Brasil, desonerando os investimentos e as exportações. Além disso, é necessário eliminar as assimetrias competitivas, como as provocadas pela redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas importações, incentivo concedido por alguns estados em prejuízo de outros.

Fernandes destacou que é também preciso investir na qualidade da educação e na inovação, aperfeiçoar a política macroeconômica garantindo maior controle dos gastos públicos e melhorar os mecanismos de defesa e  negociação comercial. “Tudo isso requer urgência. O tempo econômico é diferente do tempo político e o atraso poderá comprometer a indústria.”

Dados da CNI mostram que a participação da indústria no PIB brasileiro caiu de 35,9% em 1984 para 15,8% no ano passado. O setor que foi responsável por 30,6% de todos os postos de trabalho no país em 1985 hoje emprega apenas  17,4% do contingente de trabalhadores. As exportações industriais, que representavam 60,8% em 1993, hoje participam com 39,4% do total de bens e serviços vendidos ao exterior. Em compensação, as importações industriais aumentaram de 11,4% do total de compras externas do país em 2000 para 18,7% atualmente.

Segundo Fernandes, vários fatores contribuem para a perda de espaço da indústria. Questões macroeconômicas, como a instabilidade econômica dos anos 80 e do início dos 90, o novo padrão de crescimento global e a recente política econômica – que acelerou os gastos públicos, aumentou os juros e fortaleceu o real – contribuíram para a perda de participação da indústria na economia. E fatores estruturais, como o aumento da terceirização, a alta do custo de produção e o crescimento das despesas das famílias com serviços, como o de telecomunicações, que subtrai renda para gastos com outros produtos.

O mesmo diagnóstico também foi feito pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho, que estimou em mais de 8 milhões os empregos diretos e indiretos na cadeia têxtil e de confecções. “O importador de tecido hoje está importando a peça pronta e matando toda a cadeia da confecção. Precisamos de um regime diferenciado de tributação para ganhar escala”, argumentou Diniz.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, lembrou que o setor emprega 360 mil pessoas e paga bons salários. “Quando o setor de confecção deixa de investir ou fecha uma fábrica, é a nossa indústria que deixa de vender máquinas e equipamentos”, contou Aubert Neto.

Para o vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados, Sérgio Marques, há 15 anos os sindicatos alertavam para a necessidade de combater a importação de produtos de baixa qualidade. A saída, para ele, é investir em formação profissional e no combate à pirataria.

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 A Siemens vai instalar no Brasil um dos mais avançados centros globais de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) voltados para o setor de Petróleo e Gás. O anúncio foi feito hoje, no Palácio da Guanabara, pelo governador Sérgio Cabral e pelo CEO mundial da Siemens, Peter Löscher. Resultado de uma parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o centro deve receber cerca de US$ 50 milhões em recursos da empresa. A iniciativa faz parte dos planos da companhia em dobrar suas atividades com novos investimentos no País.

 De acordo com Löscher, a companhia, que nos últimos cinco anos inaugurou oito fábricas, pretende crescer ainda mais investindo até 2016 cerca de US$ 600 milhões na expansão das atividades de tecnologia e inovação e em novas fábricas no País. ”O Brasil é um dos motores da economia global e esta tendência vai se manter nos próximos anos. Hoje nosso comprometimento se aprofunda ainda mais”, afirmou Peter Löscher, CEO Global da Siemens. “O novo centro de pesquisa e desenvolvimento no Rio de Janeiro é um marco desta nova fase de crescimento no Brasil”, destacou.

 “A vinda da Siemens é mais um passo à frente que o Rio de Janeiro está dando rumo à inovação e ao desenvolvimento tecnológico. O Estado do Rio de Janeiro deixa de atuar apenas na indústria de base de petróleo e gás e passa ao nível de inteligência, de gerenciamento de grandes dados. E a escolha da Siemens em se instalar no Rio deixa claro que o estado tem um importante diferencial para o setor de petróleo e gás. Com certeza, o centro de pesquisas irá contribuir, e muito, para o desenvolvimento econômico de nosso estado e para a qualificação de nossa mão de obra”, afirmou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

O novo centro de P&D da Siemens será instalado no Parque Tecnológico da Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, com previsão de ser inaugurado até o final de 2012. Com uma área construída de quatro mil metros quadrados, e operando inicialmente com 800 pesquisadores e engenheiros, deve gerar vagas para pelo menos outros 200 profissionais altamente qualificados até 2016. “Por meio dessa ação, a Siemens reforça o compromisso de mais de 100 anos com o desenvolvimento econômico do País, ampliando a integração do capital intelectual e do potencial científico do Brasil à rede global de inovação da empresa”, afirmou Adilson Primo, CEO da Siemens no Brasil.

Segundo Primo, a iniciativa eleva o País a centro de excelência mundial em Engenharia Avançada, Pesquisa & Desenvolvimento em Óleo & Gás e Tecnologias Submarinas dentro Grupo Siemens. “Conhecimento é a moeda de troca mais valiosa da economia global, e, com essa ação, a Siemens quer se engajar ainda mais com o desenvolvimento e modernização do País, estimulando maior valor agregado local”, afirma.

A Siemens já vem desenvolvendo pesquisa e tecnologia no Brasil em conjunto com clientes, empresas parceiras, instituições de pesquisa brasileiras e universidades, principalmente no setor de energia. Esta proximidade possibilita à empresa, a partir de agora, aumentar as ações de cooperação tecnológica, especialmente com a UFRJ, por meio de sua Divisão de Óleo & Gás, da qual a Chemtech é parte importante. 

Para instalar seu novo centro de P&D no Parque Tecnológico na Ilha do Fundão, a Siemens passou por um rigoroso processo seletivo. Dentro do terreno selecionado, a empresa irá construir uma edificação baseada nos mais modernos padrões de eficiência energética e sob os requisitos da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

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A SEC Alstom (Wuhan) Transformers Co. Ltd., joint venture entre Alstom Grid e Shanghai Electric Group (SEC), ganhou o Prêmio Nacional de Excelência em Projetos de Investimento 2011 da Associação de Investimentos da China. O prêmio reconhece a realização bem sucedida da usina transformadora “verde” SEC Alstom Wuhan Transformers (SAWT) – a primeira do mundo.

A SAWT é uma das unidades de fabricação de transformadores de Ultra-alta tensão mais avançadas da China, capaz de projetar, fabricar e testar transformadores de Corrente Alternada em Ultra-alta tensão (UHVAC – Ultra High Voltage Alternating Current) de até 1200 kV e transformadores de Corrente Contínua em Alta Tensão (HDC – Voltage Direct Current) de até 1100kV.

Desde sua concepção, a SAWT tinha o objetivo de ser uma referência em design e gestão de fábricas ambientalmente conscientes, reafirmando o compromisso contínuo da Alstom Grid com o desenvolvimento sustentável. Em novembro de 2009, a SAWT recebeu um certificado Leadership in Energy & Environmental Design (LEED) do United States Green Building Council. As iniciativas verdes da SAWT incluem o uso de materiais amigáveis ao meio ambiente para escritórios e construções fabris; energia solar para iluminação externa e vapor de resíduos reciclados para aquecimento. A ausência de caldeiras ou geradores a diesel garante baixas emissões de carbono, enquanto um sistema de coleta de água da chuva colabora com a economia de água.

A Investment Association of China (IAC) homenageia projetos que mostram excelência em tecnologia avançada e inovação, e também em segurança. O projeto da Alstom Grid foi um dos 38 a serem reconhecidos pela IAC em 2011. Entre os outros estão o projeto da Represa de Três Gargantas, a Ferrovia Intermunicipal Beijing-Tianjin e a Expansão do Aeroporto de Pudong.Sobre a Alstom.

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Prêmio FINEP de Inovação 2011

Icone Evento,Prêmio | Por em 6 de julho de 2011

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O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, instituições científicas e tecnológicas e inventores brasileiros, desenvolvidos no Brasil e já aplicados no País ou no exterior. Podem concorrer ao Prêmio as empresas que tenham a inovação como elemento relevante em suas estratégias de atuação.

 As empresas e instituições inovadoras são aquelas que desenvolvem soluções em forma de produtos, processos, metodologias e/ou serviços novos ou significativamente modificados, que estejam no mercado há pelo menos 3 anos.

Serviço:

As inscrições encerram-se em 6 ou 14 de outubro, conforme a categoria.

Informações:  http://www2.finep.gov.br/premio/index.php?pg=regulamento

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As empresas socialmente responsáveis brasileiras ganham força e investem cada vez mais neste setor e conceito. Este perfil empresarial ganhou destaque de rentabilidade no último ano.

Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo online e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), a Anbima (associação das entidades do mercado financeiro) mostram que fundos enquadrados nas categorias Sustentabilidade e Governança Corporativa tiveram retorno de 10,54% , na média,no período de 12 meses. O Ibovespa, principal subiu 4,5%, no mesmo período.

“Esse mercado tem crescido porque o interesse nesse tipo de investimento também é ascendente. E os produtos surgem à medida que a demanda cresce”, diz Sônia Favaretto, diretora de Sustentabilidade da BM&FBovespa(fonte Folha online).

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A AkzoNobel aumentou seu portfólio de tecnologia em química sustentável ao adquirir a patente da tecnologia Zeta Fraction®, da Integrated Botanical Technologies (IBT), que está transformando a forma como a química à base de plantas é aplicada. Detalhes financeiros não foram divulgados.

O processo exclusivo desenvolvido pela IBT – uma empresa privada com base em Nova York – tornou possível colher e separar partes constituintes de uma célula viva proveniente de qualquer planta ou fonte marinha sem a necessidade de utilizar solventes. A IBT vem trabalhando em conjunto com a BU de Cuidados Pessoais (Personal Care), parte integrante de Química de Superfície (Surface Chemistry) da AkzoNobel, nos últimos cinco anos, período em que novos produtos foram desenvolvidos e estão atualmente sendo usados em várias formulações de produtos de cuidados pessoais.

“Esta aquisição vai nos ajudar não apenas a trazer produtos inovadores ao mercado, mas também acreditamos que esta tecnologia possa ser usada em vários outros negócios da AkzoNobel”, disse Rob Frohn, membro do Comitê Executivo da empresa responsável pelas Especialidades Químicas (Specialty Chemicals). “Há uma crescente demanda por soluções sustentáveis no mercado de cuidados pessoais, que vem apresentando uma rápida expansão. Assim que alcançarmos o potencial máximo dessa tecnologia, combinando com nosso alcance global, estaremos em uma posição ainda melhor para atender essa demanda.”

Bob Margevich, Diretor Geral de Química de Superfície (Surface Chemistry) da AkzoNobel, acrescenta: “A tecnologia Zeta Fraction® é diferente de qualquer outra coisa presente no mercado. Esperamos que ela continue revolucionando a forma na qual a química à base de plantas é aplicada e ajude a fortalecer ainda mais nossa posição de liderança nas tecnologias de beleza de alta performance.”

O Dr. Michael Koganov, um dos fundadores da IBT, se juntará a AkzoNobel para levar a plataforma tecnológica da Zeta Fraction® a todos os negócios da empresa. “Nossa tecnologia é baseada em princípios científicos fundamentais que permitem o isolamento dos componentes intracelulares de uma maneira que seja reprodutível e sustentável, podendo também ser usada em vários setores e aplicações diferentes”, disse ele.

A tecnologia Zeta Fraction® será integrada ao negócio de Cuidados Pessoais (Personal Care) da unidade de negócios de Química de Superfície (Surface Chemistry) da AkzoNobel.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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