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O município de Nova Friburgo, atingido duramente pelas enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, poderá sofrer o impacto de um novo tsunami, desta vez de ordem econômica, caso não sejam tomadas medidas urgentes para a retomada das atividades industriais. O alerta foi feito nesta sexta-feira, 28 de janeiro, pelo presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Nova Friburgo (Sindimetal), Cláudio Tângari,

Segundo ele, as 50 empresas locais, que respondem por 40% da produção de fechaduras e ferragens para a construção civil no país, operam com apenas 45% da capacidade e acumulam perdas de produção, matéria-prima e estoques de produtos acabados.

Disse que a linha de crédito de R$ 400 milhões liberada pelo governo federal aos municípios da Região Serrana é burocrática e não atende as necessidades de um quadro dramático.

“Esse crédito é importante na construção de um plano de inovação e sustentabilidade, já que a indústria local precisará ser reerguida na Mata Atlântica, sujeita a desastres como o ocorrido no dia 12 de janeiro. Nosso compromisso é pela manutenção dos empregos, mas para isso precisamos estar vivos, operando. Ninguém visita a área industrial, que também foi devastada”, depôs ele.

De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), o setor industrial responde por 40% dos empregos de Nova Friburgo, índice que é de 17% no estado como um todo. O segmento têxtil é outro pólo importante de Nova Friburgo, com 1500 empregos diretos e R$ 140 milhões de faturamento por ano.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado do Rio de Janeiro (Sinditêxtil), Carlos José Leker, dono de uma das principais empresas têxteis do município, lembra que nove delas foram afetadas diretamente pela enxurrada. Duas ainda estão inoperantes. “O fluxo de caixa das empresas precisa ser reativado. O capital de giro é fundamental para a economia da região, que poderá entrar em colapso sem os recursos provenientes da folha da indústria”, advertiu.

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Iniciativa estimula o interesse pela química

A BASF está apoiando o Ano Internacional da Química (AIQ), instituído este ano de 2011 pelas Nações Unidas, e a BASF está apoiando a iniciativa de diferentes maneiras. Devido ao lançamento oficial em Paris, em 27 de Janeiro, sob o slogan “Química: Nossa vida, nosso futuro,” o AIQ tem como objetivo, entre outras coisas, encorajar o interesse pela química entre os jovens e promover um entendimento mais profundo sobre a importância fundamental da química.

“Muitos dos produtos que tornam a nossa vida mais segura, mais fácil e agradável não existiriam sem a contribuição da química. Queremos conscientizar as pessoas das conquistas da química e as soluções que ela traz para enfrentar os desafios futuros. A Química é uma ciência essencial para lidar com questões importantes, tais como assegurar energia, mobilidade, nutrição, construção e habitação para a crescente população mundial. Demonstrar essa contribuição é uma meta do AIQ, e é o motivo pelo qual a BASF está apoiando a iniciativa,” disse Dr. Hans-Ulrich Engel, membro da Junta Diretiva da BASF SE. “Nossos mais modernos produtos BASF ajudam, por exemplo, a conservar recursos e proteger o meio ambiente.”

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A Petrobras comunica a descoberta de petróleo de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal no bloco BM-S-9, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, com a perfuração do poço 3-BRSA-861-SPS (3-SPS-74).

O poço, também conhecido por Carioca Nordeste, está localizado em águas onde a profundidade é de 2.151metros e a 275 quilômetros do litoral do Estado de São Paulo, na área de avaliação do poço Carioca – 1-BRSA-491-SPS (1-SPS-50).

Análises preliminares comprovaram a extensão da acumulação que contém petróleo de alta qualidade (26º API), em reservatório de 200 metros, superior ao resultado do poço pioneiro perfurado na área.

A Petrobras, que é a operadora, detém 45% dos interesses desta concessão. Os demais parceiros do consórcio são as empresas BG Group, com 30% e Repsol com 25%. O Consórcio dará continuidade aos investimentos previstos no Plano de Avaliação de Descoberta, apresentado para ANP em 2007, para confirmar as dimensões e características do reservatório, visando o desenvolvimento do projeto e das atividades no pré-sal da Bacia de Santos.

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A Iorga, empresa do segmento de óleos e protetivos industriais, com foco na responsabilidade social e meio ambiente, trabalha com óleo de base sintético e biodegradável.

O Iorgacut 8000 é um produto com propriedade lubrificante, refrigerante e protetiva. Em sua composição não há óleo mineral, cloro, metais pesados, nitrito e fenóis que possam prejudicar a saúde e o meio ambiente.

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Mills adquire 25% da Rohr

Icone Economia,Investimento | Por em 24 de janeiro de 2011

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Aquisição estratégica tem como objetivo a ampliação da exposição em seus setores de atuação

A Mills, uma das líderes nacionais em soluções para engenharia, adquiriu 25% do capital votante e total da Rohr S/A Estrutura Tubulares (Rohr). O investimento foi de R$ 90 milhões. Esta ação visa a ampliar exposição estratégica em seus setores de atuação – infraestrutura, construção residencial e comercial, indústria de óleo e gás, entre outros – por meio de aquisição de empresa com sólida reputação no mercado.

Esta aquisição é complementar ao plano de investimentos da Mills para o período 2010 – 2012, que contempla investimentos de R$ 1,1 bilhão e que tem como objetivo viabilizar a expansão geográfica e o atendimento da forte demanda nos seus segmentos de negócios, que estão aquecidos em virtude da expansão do crédito imobiliário, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014, dos Jogos Olímpicos de 2016 e da indústria de óleo e gás.

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Indicadores são favoráveis e há projeção de crescimento econômico para a próxima década, mesmo assim, a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) analisa se realmente o Brasil tem condições plenas para ter uma fábrica de trilhos.

Segundo a Entidade, com a retirada dos impostos sobre a importação dos trilhos nos últimos dois anos, o mercado reagiu bem e tem mantido uma relação equilibrada. Contudo, montar uma fábrica de trilhos não é algo simples, pois exige alta tecnologia, investimento pesado e garantia de que haverá demanda.

Por meio da empresa Valec, o governo também tem mantido conversas com multinacionais chinesas para estimular a entrada de fabricantes no Brasil, mas até o momento as negociações não avançaram.

Para os fabricantes locais, um mercado passa a ser interessante quando atinge a marca de 500 mil toneladas de trilhos por ano. O Brasil chegou a 496 mil toneladas em 2010 e neste ano a projeção é de crescimento. Mesmo assim, a ANTF, atenta cautela, pensando no cenário atual e futuro.

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O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista, que mede os preços pagos ao produtor rural, subiu 2,44% na segunda quadrissemana do ano, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola – IEA/ APTA da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O índice geral foi puxado pelo índice de preços dos produtos de origem vegetal (alta de 3,75%), já que o índice de preços dos produtos de origem animal caiu 0,81%.

Dos produtos analisados, nove apresentaram alta de preços (oito de origem vegetal e um de origem animal), enquanto 10 sofreram redução (cinco de origem vegetal e cinco de origem animal). As altas mais expressivas ocorreram nos preços do tomate (80,94%); do café (14,70%); do milho (7,17); da carne de frango (5,17%) e da laranja para mesa (4,19%).

Os preços do tomate foram influenciados pelas chuvas continuadas, que geraram perdas de colheita, com impacto conjuntural no abastecimento do produto, dizem os pesquisadores Luis Henrique Perez, Danton Leonel de Camargo Bini, Eder Pinatti, José Alberto Angelo e José Sidnei Gonçalves. Já os preços do café sofreram pressões das demandas internacional e doméstica e dos menores estoques.

Por sua vez, o reajuste no volume exportado da carne de frango reduziu a oferta do produto no mercado interno, mesmo com o aumento de sua produção no comparativo com 2009, dizem os analistas do IEA. Além disso, ocorre aumento da demanda por ser produto substituto a outras carnes (bovina e suína) devido ao seu preço mais atrativo.

O preço do milho aumentou em decorrência de pressões do mercado internacional, face aos baixos estoques de passagem mundiais, explicam os pesquisadores do IEA. “Além disso, a perspectiva de que a oferta somente esteja normalizada no final do primeiro trimestre de 2011 leva à formação de expectativas altistas, precificando a possibilidade de maior escassez.”

Os preços da laranja de mesa refletem o impacto da demanda típica do verão sobre o consumo de sucos naturais, numa conjuntura em que a oferta está dada e dimensionada como safra de menor oferta, observam os analistas. “De outro lado, há o efeito das chuvas dos últimos dias que dificultaram a colheita e o transporte.”

As quedas mais significativas foram verificadas nos preços do feijão (28,69%); da batata (16,73%); da carne suína (10,26%) e do amendoim (5,99%).

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A Alstom, líder global na produção de equipamentos e serviços para geração de energia, assinou um contrato no valor de €950 milhões com a Narva Elektrijaamad AS, subsidiária da concessionária estatal estoniana Eesti Energia, para o fornecimento de duas unidades de 300 MW para uma usina de energia movida a combustíveis fósseis baseada na tecnologia de caldeira de Leito Fluidizado Circulante (CFB), na Estônia. A usina, localizada em Narva, será abastecida com xisto betuminoso local. O acordo inclui uma primeira unidade de 300 MW pelo valor de €540 milhões e uma opção para a segunda unidade de 300 MW por €410 milhões, que poderá ser acionada pelo cliente nos próximos 18 meses.

A nova usina de energia suprirá uma parte importante do consumo de eletricidade no país e garantirá que a Estônia cumpra com a diretiva de emissões LCPD da União Europeia ao reduzir substancialmente as emissões.

Sob os termos do contrato, a Alstom irá projetar, fabricar, fornecer, instalar, testar e comissionar as unidades.  Isso inclui o fornecimento do manuseio final do combustível, a caldeira CFB, a turbina a vapor, o tratamento de gases de combustão, sistemas de controle e automação e sistemas elétricos para cada unidade.

A Alstom já forneceu sistemas avançados de remoção de poeira (precipitadores eletrostáticos) para a Eesti Energia e realizou três renovações de turbinas de baixa pressão (LP) nas usinas de energia de Narva. A Alstom atualmente está fornecendo novos sistemas de dessulfurização para quatro usinas de 200 MW de Narva e também tem um Acordo de Serviço de Longo Prazo (LTSA) com a Narva desde o ano 2000.

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Apex Tool Group, LLC, é o novo nome da empresa formada a partir da joint-venture entre as divisões de ferramentas da Danaher Corporation (NYSE: DHR) e Cooper Industries plc (NYSE: CBE).

Sediada em Sparks, Maryland, a Apex Tool Group tem como líder Steve Breitzka, ex-executivo da Danaher Tool Group. Steve Simms, ex-Vice-Presidente Executivo da Danaher Corporation, assume a presidência do Conselho de Administração.

Com cerca de 7,6 mil funcionários no mundo todo, a Apex Tool Group opera em mais de 30 países e nasce com um faturamento de aproximadamente US$ 1,2 bilhão. O grupo comercializa algumas das marcas líderes na indústria mundial de ferramentas, incluindo Allen, Apex, Armstrong Tools, Belzer, Campbell, Cleco, Crescent, Erem, GearWrench, HK Porter, Jacobs Chuck, K&F, Jobox, K-D Tools, Lufkin, Mayle, Nicholson, Plumb, Sata, Weller e Wiss, entre outras, e fabrica diversas marcas com rótulo privado ou próprio para grandes varejistas e distribuidores industriais.

O diretor-presidente da América do Sul, José Duílio Justi, afirma que os clientes da Apex Tool Group continuam sendo atendidos da mesma forma pelos contratos vigentes. “O novo grupo fornecerá uma maior variedade de ferramentas manuais e eletropneumáticas, ampliando as opções para nossos clientes e consumidores, sejam eles varejistas, indústrias ou usuários finais”.

A empresa recém-formada também desenvolveu um novo logotipo corporativo e website: www.apextoolgroup.com

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Por Marcelo Gonçalves*

Em 2006, a Petrobras descobriu, a poucos quilômetros de nosso litoral, gigantescas reservas de petróleo e gás natural de alta qualidade que podem fazer do Brasil um dos maiores produtores dessas commodities no mundo. Apesar dos desafios representados pela localização dos campos do pré-sal – como é conhecida esta área localizada em alto mar, entre 250 km e 300 km da costa, em uma faixa que vai do Espírito Santo a Santa Catarina, e cujas jazidas estão, em alguns casos, a mais de 7 mil metros abaixo do nível do mar -, especialistas consideram que a exploração comercial dessa riqueza é plenamente viável, o que deve mexer com a economia nacional.

As reservas brasileiras de petróleo e gás anteriores à descoberta do pré-sal somavam aproximadamente 14 bilhões de barris equivalentes. Somente com as reservas estimadas de áreas já descobertas, como Tupi (agora conhecida como campo Lula), Iracema (agora nomeada campo Cenambi), Iara, Guará, Libra, Franco e outras, a disponibilidade total pode chegar a cerca de 40 bilhões de barris. No entanto, há estimativas de que a região do pré-sal (com aproximadamente 800 km de comprimento entre o Espírito Santo e Santa Catarina e largura média de 200 km) possa conter de 50 a 100 bilhões de barris.

A maior empresa petrolífera brasileira, a estatal Petrobras, já se prepara para a exploração dessa riqueza, com a perspectiva de que sua exploração comercial se firme a partir de 2014 e consolide-se por volta de 2030, quando se acredita que o Brasil possa ser um dos cinco maiores produtores do mundo. A companhia está se capitalizando para ter recursos necessários aos vultosos investimentos exigidos pela empreitada. Por exemplo, ela realizou em setembro uma oferta pública de ações e aumentou seu capital social em cerca de R$ 120 bilhões, o que equivale à maior operação deste tipo na história em todo o mundo. Grande parte deste investimento foi pelo próprio governo, que aumentou sua participação na estatal adquirindo ações. No entanto, sócios minoritários e investidores privados também participaram da empreitada.

A Petrobras é reconhecida em todo o mundo como uma das empresas de ponta na exploração de petróleo em águas ultraprofundas (a partir de 1.000 metros). A lâmina d’água onde as perfurações de poços do pré-sal ocorrerão tem entre 2.000 metros e 3.000 metros. O problema é que, além desta enorme faixa de água, atingir os depósitos de petróleo e gás do pré-sal demanda perfurações de até 5.000 metros de solo. A tecnologia já existente permite a exploração comercial de poços nessas condições, mas é preciso investir no desenvolvimento de novas soluções para que os custos de extração sejam reduzidos e, por conseguinte, a capitalização dos poços venha a ser potencializada.

Este é um dos grandes desafios que o país tem à frente: desenvolver tecnologias que garantam retorno adequado na relação entre a produção e a comercialização do petróleo e gás do pré-sal. Para que isso ocorra, é preciso, acima de tudo, dispor de capital humano qualificado nos mais variados segmentos para dar sustentação a todo o processo, que foi iniciado com a descoberta das reservas e que exigirá, a partir de agora, pesquisadores, técnicos e gestores capacitados em quantidade suficiente para desenvolver as soluções exigidas; construir e ampliar infraestruturas; operar equipamentos; e gerenciar os processos de extração, armazenamento, distribuição e comercialização.

Além da exploração específica da região do pré-sal (que demandará investimentos estimados em mais de US$ 200 bilhões ao longo dos próximos anos, segundo especialistas) e do segmento produtivo de petróleo e gás (que inclui prospecção, refinarias, distribuição, indústria petroquímica, etc.), inúmeros setores serão estimulados, como a indústria naval, a metalúrgica, a de construção civil, a prestação de serviços e todas as áreas que orbitam e terão contato direto ou indireto com esse fenômeno. Exemplo notável desse envolvimento multissetorial é o mercado imobiliário, que já vem sendo aquecido nas cidades litorâneas próximas às regiões da área de exploração do pré-sal.

Para se ter uma idéia da demanda enorme que haverá por profissionais qualificados, somente a Petrobras deve contratar mais de 200 mil pessoas até 2013 para atender às necessidades do projeto do pré-sal.

Os reflexos dessa demanda serão percebidos também no setor de Educação. Algumas instituições de ensino superior já estão a criar novos cursos nas áreas de Engenharia e Química para atender mais especificamente o segmento petrolífero. Mas vale lembrar que o mercado exigirá ainda profissionais de nível técnico, administradores e gestores para dar suporte ao crescimento geral esperado.

Às empresas que direta ou indiretamente se beneficiarão da exploração do pré-sal cabe planejar seu crescimento e investir desde já na organização ou na contratação de estruturas destinadas a oferecer capacitação a seus colaboradores, para que todos estejam preparados no momento em que a demanda de fato se concretizar. As entidades de ensino também precisam avaliar a procura atual e futura de formação para as atividades específicas do setor de petróleo e gás e para as atividades assessórias, se preparando para atender à crescente demanda. Aos profissionais e estudantes que pretendem “surfar a onda” do pré-sal, capacitação, qualificação e especialização são as palavras-chave para o breve futuro, quando se espera um mercado ávido por um volume enorme de profissionais. No entanto, se iludem aqueles que pensam poder entrar neste mercado sem ter as credenciais exigidas pelas empresas. Em um mundo globalizado como o nosso, a importação de mão de obra, em especial aquela altamente especializada, é um dos fatores que será, sem dúvida, ponderado pelos contratantes na hora de formar suas equipes.

*Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pela área de training no Brasil.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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