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Segundo Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, a maioria das empresas investe de maneira errada em processos de melhoria contínua. Para o especialista, deve-se focar em projetos que tenham visão a longo prazo, mas que ao mesmo tempo já tragam resultados rápidos.

Com o inicio do ano, muitas empresas aproveitam o momento para adotar um novo ciclo produtivo ou de gestão. É uma boa hora para renovar processos e preparar-se para novos desafios. Para muitos empresários, o processo de reorganização é vital, pois injeta um novo fôlego que pode, combinado aos esforços corretos, alavancar a expansão dos negócios. Na opinião de especialistas, as empresas brasileiras realmente estão investindo em diversos processos de melhorias, mas grande parte delas apenas consegue as chamadas melhorias popcorn, que surgem de todos os lados, porém sem que haja relação entre si, resultando em perdas financeiras ao invés de aumentar a produtividade e a eficiência do negócio. O que falta é foco na condução dos projetos e metas definidas previamente.

Outro fator fundamental para que uma ação como esta gere os resultados desejados é que a alta diretoria esteja diretamente ligada às mudanças pretendidas pela empresa. É necessário adotar um modelo de direcionamento de cima para baixo, mas que a construção e as ideias dessas melhorias venham de todos os departamentos, especialmente do chão de fábrica ou do nível operacional. Caso não exista um modelo certo, com metodologia e objetivo claros para todos, a empresa terá apenas ações isoladas, obtendo resultados pontuais, sem retorno no caixa.  Os grandes empresários precisam conhecer os processos de melhoria que estão sendo trabalhados atualmente e utilizá-los de forma estratégica para que os resultados de fato apareçam.

Outro equivoco cometido pelas empresas é pensar que um processo de melhoria ocorre do dia para noite. Em produtividade, não há milagre. Há empenho, atitude e comprometimento.

Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, pode ser fonte para esse tema. A metodologia Kaizen é focada na melhoria de produtividade e na integração de sistemas e processos que reduzam em até 50% das perdas, conforme o setor e a configuração da empresa.

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A projeção para o mercado siderúrgico em 2011 é de 9,9% para aços planos e 10,3% para longos. O desempenho da siderurgia nacional está alinhado com as perspectivas para os principais setores – Construção Civil, Bens de Capital e Indústria Automotiva -, que apresentaram resultados expressivos em 2010. As projeções são de crescimento de 12,6% para a Construção Civil (ICC), de 20% para a produção industrial de Bens de Capital e de 7,3% na fabricação de automóveis frente a 2009. Para 2011, as projeções são de 5%, 6% e 8%, respectivamente.

Empresas ao redor do mundo estão atentas para atingir metas de qualidade e aumentar sua concorrência no mercado. A Spraying Systems, por exemplo, vem desenvolvendo produtos que visam diretamente o aumento da qualidade dessas empresas, também atentos à questão ambiental. Um dos sistemas desenvolvidos e que se adequam ao segmento é o VacuRoll System ®, que utiliza-se de laminação a frio.

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Empresa, preocupada com o meio ambiente, apóia a iniciativa da ABAL

A Alpex, empresa brasileira que atua no desenvolvimento de soluções em perfis extrudados e de produtos acabados em alumínio, apóia a iniciativa da ABAL – Associação Brasileira do Alumínio – ao participar do Relatório de Sustentabilidade da Indústria Brasileira do Alumínio. A empresa percebe a importância de investir em ações como essa para ampliar a disseminação do uso do alumínio, como metal infinitamente reciclável, e a discussão a respeito de questões ambientais, como o efeito estufa e o aquecimento global.

Com o relatório publicado, a ABAL consegue consolidar seus objetivos de promover o alumínio, incentivando e estimulando a proteção ao meio ambiente, já que o alumínio alinha-se às mais modernas políticas de sustentabilidade empresariais, pois como nenhum outro material, o alumínio consegue oferecer alta resistência, condutibilidade térmica e elétrica, leveza, resistência, durabilidade, além da infinita reciclabilidade.

“Estamos atentos às legislações vigentes e estamos criando atividades internas para ressaltar aos nossos colaboradores a importância da destinação correta dos resíduos de produção na empresa e da reciclagem, não só na Alpex, mas também em casa e em suas comunidades. O Relatório de Sustentabilidade da ABAL é mais um incentivador a estas práticas”, comenta Solange da Mata, gerente de Recursos Humanos e coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da Alpex.

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De acordo com dados da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, entre fevereiro e novembro de 2010, 75% dos veículos reprovados na Inspeção Veicular tiveram as causas justificadas pelas emissões de hidrocarbonetos (HC) e monóxido de carbono (CO) acima do permitido. Além disso, 5% dos carros verificados apresentaram problemas no catalisador. “Esses dados são expressivos e comprovam que a população não dá a devida atenção às emissões nocivas de seu veículo”, comenta Carlos Eduardo Moreira, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore, principal fabricante de catalisador automotivo do País.

Até chegar ao catalisador, onde são convertidos em gases inofensivos ao meio ambiente, os gases gerados pelo motor do veículo percorrem todo o sistema de exaustão.

Portanto, é importante verificar outros sistemas do veículo que influenciam na emissão de gases poluentes, como o de ignição, que engloba velas, cabos e bobinas; o de arrefecimento do motor e, por fim, o sistema de alimentação de ar e combustível.

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Entidade quer votos de parlamentares para melhorar condições de competitividade na economia globalizada

Com utilização de paineis, outdoors e kits, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou no dia 30 de janeiro a campanha institucional para sensibilizar os parlamentares que tomam posse dia 1ºde fevereiro, nova legislatura, a votarem projetos que ampliem a competitividade das empresas.

A CNI considera de alta prioridade a votação de propostas que permitam à indústria melhores condições de competir numa economia globalizada de concorrência cada vez mais feroz. Com imagens das cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado e de personagens representando trabalhadores, estudantes e empresários, os painéis e outdoors estampam, alternadamente, quatro mensagens:

Sr(a) parlamentar, bem-vindo a Brasília/ A indústria conta com você por um país mais competitivo; Sr(a) parlamentar, bem-vindo a Brasília/ Educação de qualidade gera oportunidades; Sr(a) parlamentar, bem-vindo a Brasília/ Que o seu compromisso com a competitividade brasileira seja lei; Sr(a) parlamentar, bem-vindo a Brasília/ Precisamos do seu voto de mudança para um país melhor”.

A ação institucional é finalizada com a entrega de um kit em cada um dos gabinetes dos 513 deputados federais e 81 senadores. A caixa em MDF (fibra de madeira) reciclado contém uma carta personalizada, assinada pelo presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, duas publicações da entidade e quatro blocos estilo post-it com as frases da campanha. As publicações do kit são o documento A Indústria e o Brasil – Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor, com as propostas da CNI para o novo governo, e a reprodução de um texto sobre competitividade na última edição da revista Indústria Brasileira.

Na carta aos parlamentares, o presidente da CNI alerta que as empresas brasileiras estão perdendo mercado,  interno e externo, principalmente para empresas asiáticas.

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O município de Nova Friburgo, atingido duramente pelas enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, poderá sofrer o impacto de um novo tsunami, desta vez de ordem econômica, caso não sejam tomadas medidas urgentes para a retomada das atividades industriais. O alerta foi feito nesta sexta-feira, 28 de janeiro, pelo presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Nova Friburgo (Sindimetal), Cláudio Tângari,

Segundo ele, as 50 empresas locais, que respondem por 40% da produção de fechaduras e ferragens para a construção civil no país, operam com apenas 45% da capacidade e acumulam perdas de produção, matéria-prima e estoques de produtos acabados.

Disse que a linha de crédito de R$ 400 milhões liberada pelo governo federal aos municípios da Região Serrana é burocrática e não atende as necessidades de um quadro dramático.

“Esse crédito é importante na construção de um plano de inovação e sustentabilidade, já que a indústria local precisará ser reerguida na Mata Atlântica, sujeita a desastres como o ocorrido no dia 12 de janeiro. Nosso compromisso é pela manutenção dos empregos, mas para isso precisamos estar vivos, operando. Ninguém visita a área industrial, que também foi devastada”, depôs ele.

De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), o setor industrial responde por 40% dos empregos de Nova Friburgo, índice que é de 17% no estado como um todo. O segmento têxtil é outro pólo importante de Nova Friburgo, com 1500 empregos diretos e R$ 140 milhões de faturamento por ano.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado do Rio de Janeiro (Sinditêxtil), Carlos José Leker, dono de uma das principais empresas têxteis do município, lembra que nove delas foram afetadas diretamente pela enxurrada. Duas ainda estão inoperantes. “O fluxo de caixa das empresas precisa ser reativado. O capital de giro é fundamental para a economia da região, que poderá entrar em colapso sem os recursos provenientes da folha da indústria”, advertiu.

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Iniciativa estimula o interesse pela química

A BASF está apoiando o Ano Internacional da Química (AIQ), instituído este ano de 2011 pelas Nações Unidas, e a BASF está apoiando a iniciativa de diferentes maneiras. Devido ao lançamento oficial em Paris, em 27 de Janeiro, sob o slogan “Química: Nossa vida, nosso futuro,” o AIQ tem como objetivo, entre outras coisas, encorajar o interesse pela química entre os jovens e promover um entendimento mais profundo sobre a importância fundamental da química.

“Muitos dos produtos que tornam a nossa vida mais segura, mais fácil e agradável não existiriam sem a contribuição da química. Queremos conscientizar as pessoas das conquistas da química e as soluções que ela traz para enfrentar os desafios futuros. A Química é uma ciência essencial para lidar com questões importantes, tais como assegurar energia, mobilidade, nutrição, construção e habitação para a crescente população mundial. Demonstrar essa contribuição é uma meta do AIQ, e é o motivo pelo qual a BASF está apoiando a iniciativa,” disse Dr. Hans-Ulrich Engel, membro da Junta Diretiva da BASF SE. “Nossos mais modernos produtos BASF ajudam, por exemplo, a conservar recursos e proteger o meio ambiente.”

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A Petrobras comunica a descoberta de petróleo de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal no bloco BM-S-9, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, com a perfuração do poço 3-BRSA-861-SPS (3-SPS-74).

O poço, também conhecido por Carioca Nordeste, está localizado em águas onde a profundidade é de 2.151metros e a 275 quilômetros do litoral do Estado de São Paulo, na área de avaliação do poço Carioca – 1-BRSA-491-SPS (1-SPS-50).

Análises preliminares comprovaram a extensão da acumulação que contém petróleo de alta qualidade (26º API), em reservatório de 200 metros, superior ao resultado do poço pioneiro perfurado na área.

A Petrobras, que é a operadora, detém 45% dos interesses desta concessão. Os demais parceiros do consórcio são as empresas BG Group, com 30% e Repsol com 25%. O Consórcio dará continuidade aos investimentos previstos no Plano de Avaliação de Descoberta, apresentado para ANP em 2007, para confirmar as dimensões e características do reservatório, visando o desenvolvimento do projeto e das atividades no pré-sal da Bacia de Santos.

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A Iorga, empresa do segmento de óleos e protetivos industriais, com foco na responsabilidade social e meio ambiente, trabalha com óleo de base sintético e biodegradável.

O Iorgacut 8000 é um produto com propriedade lubrificante, refrigerante e protetiva. Em sua composição não há óleo mineral, cloro, metais pesados, nitrito e fenóis que possam prejudicar a saúde e o meio ambiente.

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Mills adquire 25% da Rohr

Icone Economia,Investimento | Por em 24 de janeiro de 2011

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Aquisição estratégica tem como objetivo a ampliação da exposição em seus setores de atuação

A Mills, uma das líderes nacionais em soluções para engenharia, adquiriu 25% do capital votante e total da Rohr S/A Estrutura Tubulares (Rohr). O investimento foi de R$ 90 milhões. Esta ação visa a ampliar exposição estratégica em seus setores de atuação – infraestrutura, construção residencial e comercial, indústria de óleo e gás, entre outros – por meio de aquisição de empresa com sólida reputação no mercado.

Esta aquisição é complementar ao plano de investimentos da Mills para o período 2010 – 2012, que contempla investimentos de R$ 1,1 bilhão e que tem como objetivo viabilizar a expansão geográfica e o atendimento da forte demanda nos seus segmentos de negócios, que estão aquecidos em virtude da expansão do crédito imobiliário, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014, dos Jogos Olímpicos de 2016 e da indústria de óleo e gás.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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