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No dia 09 de Fevereiro, a VIBROPAC comemorou 18 anos de existência.

Fundada em fevereiro de 1993, com o propósito de servir o mercado brasileiro com especialidade em transporte de fluidos, a VIBROPAC Comércio de Equipamentos Industriais Ltda. dedica-se a oferecer ao setor industrial o que existe de mais moderno em tecnologia de bombeamento e controle.

A VIBROPAC distribui, com exclusividade no Brasil, os produtos da líder mundial de vendas de bombas dosadoras, Milton Roy Corporation; controladores de pH; controladores de ORP; controladores de condutividade; controladores contínuos de coagulação para ETA’S e ETE’S e sistemas completos de dosagem.  Recentemente, a VIBROPAC incorporou à sua linha de produtos, os Sistemas de Pré Tratamento de Efluentes da MAIND.

A empresa também oferece bombas centrífugas verticais de alta velocidade para aplicações API, bombas centrífugas de acoplamento magnético e bombas centrifugas de alta velocidade, fabricadas pela Sundyne Corporation.

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“Da empresa que iniciou suas atividades em 1993”, afirma Gustavo Dias, Diretor de Operações da VIBROPAC, “ainda existem pessoas trabalhando conosco e que muito nos ajudaram e crescer. De lá para cá, a empresa se desenvolveu muito. Hoje são aproximadamente 50 colaboradores espalhados nas áreas comerciais, pós vendas, administração, fábrica, engenharia, entre outros departamentos.”

Carlos Dompieri, Diretor Comercial da VIBROPAC afirma que “apesar de termos dado um salto qualitativo, com a formação de uma equipe de primeira linha para atendermos às demandas do mercado, e quantitativo, ao mudarmos para nossas novas instalações, ampliando em seis vezes nossa área útil, estamos ciente de que este foi apenas mais um passo rumo a um crescimento maior”. A empresa irá investir no treinamento de desenvolvimento dos profissionais e na busca de novos nichos de mercado onde possam atuar.

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Faturamento real em janeiro cresce 12,%, mais aumenta déficit na balança comercial do setor

     

A visão geral ente as entidades que representam o setor industrial é que os índices são positivos, mas a invasão das máquinas importadas está prejudicando o mercado interno brasileiro de maneira desigual.

Durante a Coletiva o encontro mensal que a ABIMAQ- Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos organiza, acorrido hoje(23 de fevereiro), em sua sede, foi divulgado que, embora tenha registrado um crescimento de 12,1% no faturamento real em relação a janeiro de 2010, o setor de máquinas e equipamentos registrou decréscimo de 12,6% nos pedidos em carteira e sofreu fortemente com a invasão de máquinas importadas, que no período foi de 29,3% superior a janeiro de 2010 (dados levantados pelo Departamento de Economia e Estatística da ABIMAQ).

“Enquanto as exportações do setor passaram do pior nível histórico de US$ 465 milhões FOB em janeiro de 2010 para apenas US$ 771 milhões FOB de janeiro de 2011, as importações passaram de US$ 4.604 milhões FOB para US$ 2.074 milhões FOB, contribuindo com US$ 1.303 milhões FOB de déficit comercial brasileira”, explica Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ.

Um breve comparativode 2008 a 2011 justifica esta preocupação. Em relação ao crescimento de janeiro do ano passado, faz com que o faturamento real atinja em janeiro de 2011 a marca dos R$ 5.279 milhões, enquanto no mesmo período de 2008 , atingiu-se faturamento de R$ 5.917 milhões, o que representa um decréscimo de 10,8%, conforme Aubert.

O nível de emprego do setor subiu, passando de 237.488 empregados em janeiro de 209 para 253.815 em janeiro desse ano (+6,9%). “Hoje o nível do emprego já está se recuperando pois a produção aumentou”, afirma Carlos Pastoreza, diretor secretário da ABIMAQ.

Contudo, Pastoreza explica que a Indústria, para não perder mercado interno, reduz seus preços e aumenta a produção, o que resulta na alta do emprego do setor.

Aubert ainda chama atenção para a necessidade da manutenção do PSI – Programa Setorial Integrado- para permitir que o setor tenha mínimas condições de crédito para comercialização de suas máquinas e equipamentos.“Empresas estão perdendo, paulatinamente, mercado interno e market share”, finaliza o diretor secretário.

Desempenho Setorial

O setor de máquinas e equipamentos para madeira, no que diz respeito ao desempenho do faturamento, registrou crescimento de 71% em relação a janeiro do ano anterior, seguido por máquinas e equipamentos têxteis, que cresceu 65%. Já no item evolução da carteira de pedidos, o setor de máquinas para madeira registra decréscimo de 18,7% enquanto que o de máquinas e acessórios têxteis decresce 7%.

O pior desempenho foi registrado por máquinas para artigos plásticos que decaiu 21% com um índice de evolução da carteira de pedidos negativo em 42,8%. O segundo pior foi o setor de máquinas-ferramenta, com decréscimo de 9,2%, no desempenho do faturamento real e queda de 32,7% na evolução da carteira de pedidos.

Quanto ao nível de utilização do setor da capacidade instalada, houve variável de 69,1% no setor hidráulica e pneumática até 89,64% no setor de máquinas para artigos plásticos, na média geral a Indústria de Bens de Capital Mecânicos atua com 80,7%.

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Associação expõe em Coletiva à imprensa resultados satisfatórios em 2010 e atenta para os desafios que o mercado interno apresenta para 2011

A ANFIR-Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Ferroviários realizou hoje pela manhã (22 de fevereiro)a Coletiva de Imprensa na Zona Norte da capital paulista, na qual Rafael Wolf Campos, presidente da entidade e Mário Rinaldi, diretor executivo, expuseram dados de fechamento do setor em 2010 e perspectivas para 2011.

O ano anterior foi positivo para o setor. O mercado interno de reboques e semirreboques apresentou alta de 46,27%, emplacamentos de carrocerias sobre chassis cresceram 48,75%, exportações aumentaram 41,26% em volume e o faturamento atingiu a casa dos R$6,8 bilhões. Com base nestes dados os fabricantes de implementos rodoviários estão iniciando 2111 com bom resultado. A indústria comercializou 170.214 unidades e registrou crescimento de 47,87% ante os 115.107 equipamentos emplacados de janeiro a dezembro de 2009.

“O Brasil está em um ótimo momento e os investimentos para atender a demanda de mercado deverão continuar crescendo. Trata-se de um verdadeiro círculo virtuoso: o aumento do poder de compra da população; os investimentos das empresas para suportar o crescimento; o governo, que precisa apoiar o desenvolvimento da economia e melhorar a infraestrutura dando continuidade às obras do PAC(Programa de Aceleração do Crescimento)que prevê a construção, ampliação e recuperação de rodovias, principalmente as estradas vicinais, que são as principais vias de escoamento da produção agrícola, além de ferrovias, aeroportos e portos, que fazem parte do processo de modernização do País” explica Campos.

A Associação espera terminar 2011 com crescimento em torno de 4,5% e faturamento na marca dos R$7 bilhões, ante os R$6,8 bilhões de 2010. Os números positivos são justificados pelo aquecimento da economia brasileira, o bom desempenho da agroindústria, investimentos em infraestrutura e crescimento da indústria em geral.

Em relação aos empregos, diretos e indiretos no segmento, em 2010 foram 68.000 e, para 2011 estima-se 70.000, 2,94% a mais. “Na verdade, o que está acontecendo no Brasil é que estamos recuperando o tempo perdido”, completa Campos em relação ao momento da economia brasileira.

Desafios

Contudo, o presidente da ANFIR atenta para aos obstáculos para 2011. “Estamos perdendo oportunidades” diz Campos quando se refere a incentivos em infraestrutura.

O Presidente ainda cita a China e a Índia, além do Brasil, como mercados promissores em reboques e semirreboques, em relação ao mercado interno de 2010(acumulado).O executivo lembra que em 2008 foram 7.087 produtos exportados(mercado interno), e em 2010 foram 4.468. “Perdemos espaço no mercado interno, isso é muito perigoso. Se torna uma ameaça real ao nosso segmento”, ressalta Campos.

Os principais pontos que merecem atenção para 2011, segundo a ANFIR, são; gastos públicos, aumento de impostos e investimentos públicos em 19% do PIB (Produto interno bruto).“Com investimentos públicos em 19% do PIB não dá para pensar em Copa do Mundo e Olimpíadas”, enfatiza Campos.

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Cerca de 80% dos negócios da Embraco, faturamento global, provém de produtos lançados nos últimos quatro anos e, em 2010. A empresa ultrapassou a marca de 1.000 patentes concedidas globalmente. O mais recente foi o de Empresa mais Inovadora do Sul do Brasil pela Revista Amanhã/Consultoria Edusys, cujo evento de premiação ocorreu no dia 15 de fevereiro, em Porto Alegre (RS).

Nesta sétima edição do ranking Campeãs da Inovação, a Embraco foi eleita a empresa mais inovadora tanto no segmento de Máquinas e Equipamentos quanto na classificação geral. Outra importante premiação recebida pela Embraco nesta área foi a conquista do Prêmio FINEP de Inovação, na categoria Grande Empresa, em novembro do ano passado.

Fundada em Joinville (SC), em 1971, a Embraco emprega cerca de 10 mil funcionários em suas fábricas e escritórios localizados no Brasil (sede), Estados Unidos, México, Itália, China e Eslováquia. A capacidade produtiva anual é superior a 30 milhões de compressores ao ano.  A Embraco investe 3% do faturamento líquido anual no custeio de P&D, equipado com mais de 40 laboratórios e onde trabalham 450 profissionais em todo o mundo.

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Em 2010 a queda do dólar impactou diretamente as exportações brasileiras, tornando ainda maiores os desafios para os produtores em 2011, principalmente para os de carnes e seus derivados.

A expectativa é de crescimento, de 8,1%, para as exportações de carne bovina neste ano. A notícia é positiva, pois mesmo com o câmbio desfavorável, cada vez mais investimentos em tecnologia, rastreabilidade, controle sanitário e preservação ambiental, há oportunidade de exportar mais para atender o comércio mundial, que comprará 2,1% a mais de carne bovina, segundo projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

As exportações brasileiras de couros e peles também estão sendo afetadas pela queda do dólar. Registraram US$ 141,1 milhões em janeiro deste ano, uma queda 12% em relação a dezembro, segundo cálculo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O prejuízo causado pela queda do dólar no Brasil chega ao Governo, que perde arrecadação com a queda nas exportações, e ao consumidor, que paga preços cada vez mais elevados.

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A Emerson Network Power, empresa da Emerson (NYSE: EMR), oferece ao mercado a infraestrutura de data center móvel. O produto destinado a operações em data center, fornece proteção de infraestrutura para suportar operações de TI em diversos casos.

O data center móvel da Emerson Network Power pode ser utilizado em operações de primeiros socorros, suporte local a ações humanitárias, recuperação de desastres ou rápida expansão de data centers em crescimento, eventos esportivos e filmes, podendo ser configurado para as necessidades específicas de cada cliente. O módulo pode ser disponibilizado em qualquer local para apoiar salas de operação fixas ou temporárias.

O produto oferece a vantagem de ser confeccionado em qualquer tamanho, sem ficar preso ao tamanho padrão de “container”, protege os ambientes de TI sem afetar seu desempenho, oferece continuidade do gerenciamento de energia durante emergências e uma plataforma integrada pronta para uso que pode ser colocada em operação em tempo recorde.

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Por Fernando José Barbin Laurindo, professor da Fundação Vanzolini

Sempre destaco em meus artigos, a importância dos investimentos em TI serem direcionados a ganhos estratégicos e integrados com os processos organizacionais. Vimos também que a TI está por trás dos esforços em termos de inteligência para compreender o mercado e vislumbrar novas oportunidades inovadoras e que podem trazer vantagem competitiva.

O sucesso ou não destas realizações através da TI decorrem das decisões que são tomadas pelos executivos acerca de quais projetos de TI devem ser priorizados e levados adiante. Não é de se estranhar que este tema tenha sido alvo de inúmeras pesquisas tanto no âmbito acadêmico como no profissional.

A área de TI recebe sempre diversas solicitações das varias áreas usuárias, além dela própria gerar propostas de novos projetos de TI (seja de novas aplicações, de manutenção de aplicações existentes ou ainda de atualizações por razões tecnológicas). Este conjunto de demandas constitui a carteira (ou backlog) de projetos a desenvolver.  Os projetos selecionados para serem desenvolvidos (ou implementados) constituem o portfólio de projetos de TI.

Existem diversas formas de selecionar projetos de TI e construir deste portfólio. Segundo uma pesquisa desenvolvida por um autor chamado Renkema, seriam mais de 60 métodos descritos na literatura para avaliar projetos de TI. E este número continua a crescer! Este mesmo autor agrupou as diferentes propostas para avaliar projetos de TI em quatro grupos: Abordagem Financeira, Abordagem Multi-criterio, Abordagem de Indicadores e Abordagem de Portfólio.

Acerca do último grupo, há diversas formas de construir o portfólio de projetos de TI e os possíveis critérios de avaliação de projetos de TI que costumam incluir aspectos tecnológicos, econômicos e comportamentais. Montar um portfólio de projetos de TI baseia-se em alguns aspectos chave: Estratégia de negócios, a Alocação de Recursos e a Seleção de Projetos que assegurem a estratégia de negócios escolhida pela empresa. Assim, o alinhamento estratégico não é somente uma questão de escolher projetos que estejam em sintonia com a estratégia de negócios da empresa, mas também escolher os projetos que sejam compatíveis entre si. É claro que projetos que devem obrigatoriamente ser incluídos no portfolio, tais como aqueles destinados a corrigir falhas dos softwares (bugs) ou atender requisitos de legislação.

No entanto, no cotidiano das atividades dos gestores de TI, outros aspectos são levados em consideração, que estão mais relacionados com a atividade de gestão do que com o alinhamento estratégico da TI. É muito comum que se adote a prática de incluir no portfólio de implementação “um projeto de cada área usuária”. Isto garante uma relativa paz para o gestor da TI (ou eventualmente para gestores de diferentes níveis na hierarquia) diante dos demais executivos da empresa. Do ponto de vista das relações internas da empresa, esta lógica parece muito razoável, pois parece uma abordagem “justa”.  Além disto, por favorecer a manutenção de um ambiente “amistoso” entre a TI e as áreas usuárias, haveria uma tendência de facilitar o alinhamento estratégico.

No entanto, um análise mais cuidadosa e isenta, levando em conta os objetivos da empresa e não dos executivos da TI, mostra que somente por sorte a adoção deste critério  levará ao portfólio que mais favoreça ao atendimento dos objetivos estratégicos.  Mas para que se adotem outros critérios e métodos para selecionar projetos de TI não basta que somente os executivos de TI mudem de conduta. É antes necessário que se crie um comprometimento geral na empresa para se buscar resultados para o benefício da organização como um todo e não somente para os interesses das diferentes áreas usuárias. Havendo esta postura de todos executivos em relação a TI, então se pode trabalhar de forma a buscar métodos que selecionem os projetos de TI que promovam o tal almejado alinhamento estratégico entre TI e negócio.

Prof.Dr. Fernando José Barbin Laurindo é professor da Fundação Vanzolini (www.vanzolini.org.br), entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP. Email: fjblau@usp.br.

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O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, terá um novo aporte do Tesouro Nacional, que deve ficar entre R$ 45 bilhões e R$ 55 bilhões.

Os recursos serão usados nas linhas de financiamento do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), criado para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos, de caminhões e projetos de inovação tecnológica com taxas de juros subsidiadas pelo governo.

O anúncio das novas linhas do programa deve ser feito dia 22, pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

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Empresa investe na estética, com um portfólio de mais de 150 itens, com modelos rústicos e tecnológicos

A Incoterm lança a Estação Metereológica de parede, com visual arrojado, produzida com base em vidro que agrega três instrumentos em uma única peça: higrômetro, barômetro e termômetro. O produto, além de verificar as faixas de temperatura, umidade e pressão atmosférica do ar, também agrega estética ao ambiente, com um design que remete a  sofisticação. Pode ser usado em casa ou no escritório.
Essa é uma das opções de um mix de mais de 150 itens da Unidade Ambiente, divisão de negócios focada no mercado de decoração. Os modelos vão do rústico aos tecnológicos, com display digital e sensores externos.

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* Cláudia Capello Antonelli

Recentemente, o Governo Federal decretou que as tradicionais lâmpadas incandescentes deverão ser retiradas do mercado até 2016. Essa novidade está ligada a uma tendência global e já é uma realidade em diversos países desenvolvidos, que decidiram por banir este tipo de tecnologia com o intuito de economizar energia elétrica e preservar o meio ambiente. Contudo, a primeira vista parece que a ação atacará diretamente o bolso do consumidor, que precisará pagar mais caro pelas lâmpadas alternativas. Mas, ainda que o investimento inicial seja mais elevado, é apenas uma questão de tempo para ele perceber o quanto irá economizar com a mudança.

Vamos a um exemplo prático. Hoje, uma lâmpada incandescente comum de 60W custa, em média, R$ 1,50 e dura, aproximadamente, 1.000 horas. Já uma fluorescente de 15W, que pode substituir a incandescente de maneira equivalente, mesmo custando, mais ou menos, R$ 7,50, é capaz de atingir uma vida útil de 8.000 horas. Isto significa que, apesar de ter um custo inicial maior, ela dura oito vezes mais que a tradicional incandescente. Isto sem contar o gasto com a conta de luz, já que o consumo será quatro vezes menor.

Outra opção viável atualmente é uso da tecnologia LED, cujos produtos já estão disponíveis no mercado com o mesmo soquete das lâmpadas incandescentes (base E27) e operam nas tensões de 100V à 240V. Estes também conseguem superar o investimento feito no ato da compra em médio e longo prazo. Entre os modelos desta família, já existe o que substitui uma incandescente de até 40W consumindo apenas 8W, ou seja: cinco vezes menos. O preço de uma LampLED pode parecer muito maior em um primeiro momento, já que custam, em média, R$ 85,00. Entretanto, sua vida útil de 25.000 horas e a economia de energia de até 80% fazem com que traga benefícios constantes ao consumidor.

Passado e futuro

Desde a crise energética ocorrida há 10 anos no Brasil, as fluorescentes compactas, evoluíram tremendamente. Hoje, já existem modelos que imitam as incandescentes em tamanho, formato e tonalidade de cor, mas com duas grandes diferenças: são mais sustentáveis e têm durabilidade muito maior. Ou seja, esta troca não necessariamente deixará todos ambientes com a conhecida “cor de cozinha”, referência popular à iluminação esbranquiçada comum em escritórios e ambientes corporativos.

Até 2016, a viabilidade da troca das lâmpadas será um tema recorrente, já que, no Brasil, nunca foi proposto uma alteração tão profunda em relação aos produtos destinados a iluminação artificial. Porém, é muito provável que seja uma questão de tempo até o consumidor começar a calcular e perceber a economia que fará, deixando de lado definitivamente as tradicionais incandescentes.

Por último, vale dizer que as pessoas estão mais conscientes da importância e do impacto da iluminação no futuro do mundo. Sendo assim, as tecnologias que geram luz não são mais vistas apenas como simples acessórios, mas, sim, como parte da vida de cada um.

* Cláudia Capello Antonelli é formada em Arquitetura e Urbanismo com especialização em Marketing e é gerente de Produto da OSRAM

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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