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Parceria que gera frutos

Icone Iniciativa | Por em 8 de dezembro de 2009

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Por Raquel Corrêa

Alunos recebendo os certificados

Alunos recebendo os certificados

Foram entregues ontem, dia 7 de dezembro, os certificados de conclusão do primeiro curso voltado para o segmento industrial realizado graças à parceria de Editora Banas, Instituto Mauá de Tecnologia e Escola Senai Suiço-Brasileira.

Realizado três vezes por semana, no período de 31 de agosto a 28 de setembro, o curso inaugural teve como tema a Cronoanálise e contou com a participação de 17 alunos.

Antes da cerimônia de entrega alunos e convidados puderam assitir a palestra “A importância da Cronoanálise para o Aumento da Produtividade”, ministrada pelo professor e especialista em cronoanálise, Damião Motta. Um dos destaques da apresentação foi a questão da valorização humana. Segundo Motta, ninguém consegue nada com sua equipe se não tiver consideração por ela: “E isso envolve comunicação transparente, ética e motivação”.

Aproximadamente trinta pessoas comparecerem ao Campus de São Caetano do Sul do Instituto Mauá para a cerimônia. Também estiveram presentes ao evento os professores Claudia Maria Moreira Castagnino e José Antônio Ghilardi, do IMT.

Para 2010, os parceiros estão preparando um cronograma especial de cursos para ser ministrado durante todo o ano. Os temas abrangerão produtividade, competitividade, qualidade, organização e otimização de processos, bem como assuntos de interesseque do mercado industrial.

Qualquer pessoa pode participar. Fique ligado que divulgaremos em breve aqui, no Blog Industrial, o cronograma completo.

Palestra do especialista em Cronoanálise, Damião Motta

Palestra do especialista em Cronoanálise, Damião Motta

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Coletar, gerenciar e visualizar dados do chão de fábrica são tarefas que requerem soluções em automação eficazes. A Revista P&S traz mensalmente ideias para ajudar nossas indústrias nesse quesito. Nesta semana, chegou em nosso conhecimento uma nossa solução: o numerA. Trata-se de uma ferramenta da Órion Automação, que desenvolveu um uoftware de MES parametrizado pelo próprio usuário, flexível e altamente competitivo, que entre outras funções, diminui as perdas dos processos produtivos, executa a rastreabilidade dos processos e fornece índices de performance (OEE).

O numerA é um Sistema Integrado concebido para trabalhar via web. Divido em dois módulos, Chão de Fábrica e Engenharia, ele possibilita a coleta, visualização e gerenciamento das informações, que são armazenadas para posteriores tomadas de decisões gerenciais e operacionais, com ganhos de produtividade e redução de rejeitos na planta fabril, integrado ao ERP e outros sistemas legados, com apontamentos de produção on-line. Quer saber mais? Visite o link da empresa no endereço www.numera-mes.com.br

Tem outras ideias? Divida seu conhecimento conosco. Envie sua sugestão para evitar o desperdício no Chão de Fábrica abaixo.

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A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou nesta sexta-feira um estudo que promete ajudar o pequeno e médio empresário a buscar crédito no mercado com taxa de juros competitiva.

O documento está disponível no site da entidade e também para download. Veja aqui.

O Departamento de Economia (Depecon) da Fiesp elaborou um estudo comparativo das taxas de juros aplicadas pelos grandes bancos de varejo no Brasil. Segundo o órgão, “a proposta dessa análise é auxiliar os industriais e a sociedade em geral a negociar as melhores condições para suas operações de crédito. Além disso, vai ao encontro dos esforços da entidade na busca pela redução do custo do dinheiro.”

Ainda de acordo com a Fiesp, o estudo será atualizado semanalmente para auxiliar àqueles que buscam recursos para investimentos em 2010.

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Em cerimônia realizada na sede da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o gerente de Relações Institucionais e Direito Societário da Indústrias Romi, André Luis Romi, tomou posse da presidência da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF)

Esta é a segunda vez que Romi estará à frente da CSMF. Criada em 1963, a Câmara foi presidida por ele nos anos de 2006 e 2007. Para este mandato, que vai até novembro de 2011, o executivo contará com uma diretoria composta por oito vice-presidentes: Alfredo Griesinger (Heller Máquinas Operatrizes); Alfredo Vergílio Ferrari (Ergomat); Antonio Roberto Pereira (Asamaq); Evandro Luciano Orsi  (TM Bevo); Marcelo Schlachter (Tox Pressotechnik); Marco Yashiro (Prensas Schuler); Roberto M. Schaefer (SEA do Brasil) e Sérgio Cardoso Coca (Sanches Blanes).

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A União da Indústria da Cana-de-açúcar (UNICA) lança nesta quarta-feira, 2, em São Paulo, o Manual das Águas. O evento será no Sheraton São Paulo WTC.

Segundo a entidade, trata-se de uma publicação para disponibilizar informações ambientais, relacionadas com o gerenciamento de recursos hídricos, para os interessados na adoção e utilização de processos industriais que estão em sintonia com os conceitos do desenvolvimento sustentável e de melhoria da qualidade ambiental em relação à utilização da água.

Para o lançamento do manual, são esperadas as presenças de Marcos Jank, presidente da UNICA;  José Machado, presidente da Agência Nacional das Águas (ANA); Roberto Barbosa, presidente do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), e Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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O que pode acontecer nos próximos meses com o setor sucroalcooleiro? Quem dá a resposta é Arnaldo Luiz Corrêa, gestor de riscos da Archer Consulting.

“Os negócios no mercado físico para exportação de açúcar têm sido raros nesses últimos dias, com indicação de 50 pontos de desconto contra a Bolsa de NY. Enquanto, no mercado interno, o açúcar tem sido negociado a 340 pontos de prêmio sobre NY. Já o etanol, anidro e hidratado, no equivalente açúcar, negocia no mercado interno a um desconto de 320 e 500 pontos em relação à NY.

Isso quer dizer o seguinte: embora o etanol tenha subido nas últimas semanas, está bem abaixo da remuneração do açúcar no mercado interno e externo. Como ninguém em sã consciência nasce com a aptidão de perder dinheiro, é lógico pensar que as usinas deverão produzir mais açúcar na próxima safra”.

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Para os desacreditados de que as contratações de 2009 encerraram, um alento. O Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi) realizou uma pesquisa a respeito do impacto da crise mundial sobre as micro e pequenas indústrias e concluiu que 11,3% pretendem contratar no último trimestre de 2009, demonstrando que o quadro de otimismo dos empresários continua prevalecendo.

Destas empresas, a maioria (75%) tem até 9 trabalhadores e planeja contratar em média 1,42 empregados. Quanto ao 3º trimestre, 9,9% das empresas afirmaram ter contratado em média 1,33 empregados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 20 de outubro de 2009, quando foram entrevistados os responsáveis por 1.068 indústrias com até 50 trabalhadores em São Paulo, escolhidos de forma aleatória. Do total, 71,8% são empresas que empregam até 9 trabalhadores; 18,3% empregam de 10 a 29 trabalhadores e 9,9% empregam de 30 a 50 trabalhadores. O levantamento também abordou as demissões realizadas e previstas, a capacidade produtiva ocupada e as principais incertezas dos empresários para 2009.

Demissões – A pesquisa do Simpi mostrou uma tendência de aumento do emprego nas micro e pequenas indústrias desde o 3º trimestre de 2009. Segundo o estudo, 3,8% das 1.068 micro e pequenas indústrias entrevistadas pretendem demitir no último trimestre do ano, sendo que destas a maior tendência (77,8%) se concentra entre as que possuem de 10 a 29 trabalhadores, seguidas pelas empresas com até 9 funcionários (22,2%). No 3º trimestre, 6,2% das entrevistadas afirmaram ter realizado demissões no período, sendo a maioria (43,4%) empresas com 30 a 50 trabalhadores, seguidas pelas que possuem de 10 a 29 trabalhadores (33,3%).

Capacidade produtiva e dificuldades – A pesquisa mostrou que grande parte das micro e pequenas indústrias entrevistadas conseguiram manter (73,2%) ou até mesmo aumentar (16,9%) sua capacidade ocupada. Os índices são bem mais positivos que os da pesquisa do trimestre anterior, em que 59,2% conseguiram manter e 14% aumentar sua capacidade ocupada.

Perguntados sobre o que falta para melhorar o atual quadro das micro e pequenas indústrias no País, a maioria apontou Maior Apoio do Governo (22,5%) e Diminuição dos Tributos (19,7%), seguidos por Mais Investimentos Públicos (8,5%) e Aumento de Crédito (4,2%).

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A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgaram na quinta-feira, 26, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista, que seguiu com força em outubro e registrou alta de 1,6%, na série com ajuste sazonal, após contabilizar crescimento de 3,6% (número revisado) no mês de setembro. Sem o ajuste, o indicador teve alta de 4,5%, variação só superada nos últimos seis meses de outubro pelo resultado obtido em 2007 (5,7%).
“Estamos percorrendo uma bela curva de recuperação, a uma taxa muito forte de 1,7% nos últimos quatro meses. Mas é importante lembrar que parte desta força se relaciona à grande queda que tivemos”, avaliou Paulo Francini, diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp/Ciesp.

Vale ressaltar que a atividade da indústria em São Paulo ainda acumula queda de 11,6% no ano, e de 11,2% em 12 meses. Em relação ao mesmo mês de 2008, a diferença cai para 4,6%.

As entidades projetam uma queda entre 8% e 8,5% para o fechamento do ano em comparação com 2008, resultado que deverá ser facilmente recuperado em 2010. Segundo Francini, o setor industrial foi o mais atingido pela crise e, por isso, também vai se recuperar com maior velocidade e expressão.

“Esperamos um forte crescimento em 2010. É provável que entre março e junho o nível da atividade produtiva em São Paulo volte ao nível sadio anterior à crise”, garantiu Francini.

Se mantido estável o nível de crescimento obtido em dezembro deste ano, a atividade industrial cresceria 9,3% em 2010 apenas por um efeito de “carregamento”, e zeraria toda a perda sofrida com a crise. “Mas com uma taxa de 0,5% sobre o nível de dezembro, facilmente chegamos a 13% no ano que vem”, observou o diretor.

Setores
O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) de outubro ficou em 83,1%, sem ajuste sazonal – maior do que o registrado em setembro (82,6%), e próximo do patamar obtido em outubro do ano passado (83,9%). O destaque do mês ficou com as horas trabalhadas na produção, com alta de 2,5% sobre setembro. O total de vendas reais registrou baixa de 0,7% no período.

O setor de alimentos e bebidas teve alta de 0,7% com ajuste sazonal, com forte influência do açúcar, que tem peso de 20% no segmento. Segundo Paulo Francini, o incremento deve-se principalmente à variação de mix na produção de etanol e de açúcar no ano. O preço da commodity subiu 84% no mercado internacional, e fez com que as usinas flex destinassem maior parte de sua capacidade à produção açucareira.

Em veículos automotores, o INA registrou forte alta de 17,2% sem ajuste sazonal, e de 7,9% na série dessazonalizada. Na comparação com outubro de 2008, o desempenho do setor também já é 3,5% maior. Mas, na avaliação de Francini, permanece uma inquietação: a balança comercial do segmento, incluindo partes e peças, tem déficit de US$ 2,2 bilhões no acumulado até outubro – em boa parte explicado pela queda nas exportações, ligada ao arrefecimento do mercado internacional.

Já a taxa de câmbio é mais um impulso à substituição da produção nacional de peças pelas importações. “Há uma tendência de aumentarem os componentes importados de partes e peças de veículos no país, e isso só vai piorar a balança”, analisou o diretor do Depecon.

O segmento de produtos químicos, um dos mais afetados pela taxa de câmbio, mostra um comportamento hesitante na recuperação. Em outubro, houve queda de 0,8% com ajuste. Apesar de dar sinais de retomada – o mês atual já é 11,4% melhor que outubro de 2008 –, a receita do setor está caindo em função da valorização da moeda nacional. Os preços internos dos produtos químicos diminuíram 1,5% no último mês.

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Nesta quinta-feira, 26, a  Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) promove a palestra “Vida Digital – o dinamismo da internet possibilitando negócios inéditos para a sua empresa”, às 15h, na sede da associação.

O principal objetivo é demonstrar didaticamente como as empresas podem fazer da internet um poderoso canal de multiplicação de negócios.

A palestra, que será apresentada por Jimmy Cygler, CEO da Proxis, empresa de call center especializada na prestação de serviços customizados e de alto valor agregado, tem como objetivo mudar o modo como se entende e se utiliza a internet. Durante o evento, Cygler mostrará aos participantes as diversas possibilidades de uso das mídias eletrônicas, incluindo como fazer de um site uma poderosa ferramenta de negócios e relacionamento com clientes, de forma simples e acessível. Consumidores online, quebra de paradigmas de gestão e novos conceitos de negócios são alguns dos tópicos que serão abordados na apresentação.

Mais informações:
marketing@abimaq.com.br
(11) 5582.5760

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bx_Jayme_Bydlowski_blog_industrialNeste mês, a Revista P&S traz uma análise setorial com os presidentes das câmaras da Abimaq. O empenho da minha amiga e editora da publicação Erica Munhoz* traz dados reveladores (veja aqui). Ela também entrevistou o presidente da Câmara Setorial de Ar Comprimido e Gases (CSAG), Jayme M. Bydlowski, que enviou as respostas depois do fechamento da revista.
Confira a entrevista abaixo:
Trace um panorama sobre o setor em 2009, inclusive com perspectivas para o fechamento do ano.

Jayme M. Bydlowski: O ano de 2009 mostrou um primeiro semestre contraído. Muitos segmentos registraram queda nos seus volumes ou os empresários ficaram receosos em aumentar sua capacidade e/ou fazer novos investimentos em um panorama de incertezas. Já no segundo semestre, quer pela melhor visibilidade de negócios, quer pelo programa anticíclico do governo, o volume de negócios tem apresentado progresso mês após mês. Antecipamos a continuidade na melhoria nos negócios, contudo o ano de 2009 será igual ou menor em até 15% do que 2008.

Como o segmento se comportará em 2010?
Jayme M. Bydlowski:
Observamos uma melhoria consistente no ambiente de negócios junto aos principais setores de clientes, o que nos deixa confiante para 2010. Ainda mais que todas as projeções dos agentes econômicos estão sendo revisadas para melhor frequentemente. Aguardamos um aumento de 10% a 15% em relação a 2009.

Sabemos que 2008 foi ano excelente para a indústria. Quando o senhor imagina que o setor retorne aos níveis daquele ano?
Jayme M. Bydlowski:
Nós também temos revisto nossas projeções para melhor. Se no primeiro semestre achávamos que 2008 só seria igualado no final de 2011, hoje, ainda que com otimismo, achamos que retornaremos ao nível de 2008 já ao final de 2010.

Até que ponto a crise econômica mundial afetou o segmento?
Jayme M. Bydlowski:
O maior estrago foi na exportação e no setor industrial com o corte de investimentos. Deixa de investir, não gera demanda, desemprego, insegurança, estagnação da economia.

Fale sobre a competitividade do setor nos mercados interno e externo.
Jayme M. Bydlowski:
O setor é bastante competitivo no mercado interno com a presença de vários fabricantes locais e outros com fabricação em todos os continentes. Tecnologicamente os equipamentos aqui oferecidos são de classe mundial e são tecnicamente competitivos no exterior. Se algo diminuir a competitividade do setor, penso que seria mais associado ao câmbio do que às competências locais.

Qual o maior problema enfrentado pelo setor hoje?
Jayme M. Bydlowski:
Receio do empresário em investir, não renova e não cresce a população de máquinas, os novos negócios não existem.

Quais as soluções que a câmara busca para solucionar esse problema?
Jayme M. Bydlowski:
Através de auxílio ao associado com programas de estímulo a exportação através da APEX, fornecendo possibilidades de treinamento, cooperando na participação em feiras, propiciando melhorias do financiamento através do FINAME e ferramentas de tecnologia por meio da criação do LASAG – Laboratório de ar comprimido e gases que terá a função de testar compressores e equipamentos para tratamento de ar comprimido.

Quais os próximos passos para sustentação do segmento?
Jayme M. Bydlowski:
O setor precisa voltar a investir, o empresário precisa sentir segurança, assim, retornamos à atividade.

* Erica Munhoz está em férias até a primeira quinzena de dezembro.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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