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refilJá foi publicada a regulamentação para empresas e pessoas físicas aderirem ao novo Refis, ou Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) que engloba débitos tributários vencidos até 30 de abril de 2017. O programa estabelece que o parcelamento poderá ser feito em até 180 meses e terá como maior desconto previsto o abatimento de 90% nos juros e 50% nas multas.

Para entender melhor a Confirp preparou um material especial sobre o tema. Veja os principais pontos:

O que é?

o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) possibilita o pagamento com descontos ou parcelamento dos débitos junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Trata-se de uma nova modalidade de parcelamento, em que poderão aderir as pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, inclusive aquelas que se encontrarem em recuperação judicial.

Um fato interessante é que o PERT abrange os débitos recentes, vencidos até 30 de abril de 2017, inclusive aqueles objeto de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos, em discussão administrativa ou judicial, ou provenientes de lançamento de ofício efetuados após a publicação da referida norma. O prazo de adesão será até 31 de agosto de 2017, e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável.

“Será uma ótima alternativa para que tem dívidas com o Governo, poderão aderir ao PERT, pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, inclusive aquelas que se encontrarem em recuperação judicial”, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O diretor acrescenta que o PERT abrange os débitos de natureza tributária e não tributária, inclusive os que foram objetos de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos, em discussão administrativa ou judicial, ou provenientes de lançamento de ofício efetuados após a publicação desta Medida Provisória, desde que o requerimento seja efetuado até o dia 31 de agosto de 2017.

Detalhes do parcelamento

“Outro ponto interessante é que o PERT abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável. Ou seja, não precisarão estar incluídos todos os débitos, apenas o que o contribuinte optar”, complementa Domingos.

Há a previsão de três modalidades de adesão ao parcelamento de débitos com a Receita e dois com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, funcionando da seguinte forma:

RFB:

Modalidade

Forma de pagamento

Pagamento parte à vista e em espécie, e liquidação com créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL, ou outros créditos de tributos administrados pela RFB

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– liquidação do restante com a utilização de créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL ou com outros créditos próprios relativos aos tributos administrados pela RFB, com a possibilidade de pagamento, em espécie, de eventual saldo remanescente em até 60 prestações adicionais, vencíveis a partir do mês seguinte ao do pagamento à vista.

Parcelamento em até 120 prestações

Pagamento da dívida consolidada em até 120 prestações mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor da dívida consolidada:

a) da 1ª à 12ª prestação: 0,4%;

b) da 13ª à 24ª prestação: 0,5%;

c) da 25ª à 36ª prestação:0,6%; e

d) da 37ª prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente, em até oitenta e quatro prestações mensais e sucessivas.

Pagamento parte à vista e em espécie, e o restante, opcionalmente, em parcela única, em até 145 parcelas ou em até 175 parcelas

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– o restante:

a) em parcela única: liquidada integralmente em janeiro/2018, com redução de 90% dos juros de mora e 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas;

b) parcelado em até 145 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 80% dos juros de mora e de 40% das multas de mora, de ofício ou isoladas; ou

c) parcelado em até 175 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 50% dos juros de mora e de 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a 1/175 do total da dívida consolidada.

PGFN:

Modalidade

Forma de pagamento

Pagamento da dívida consolidada em até 120 parcelas

Pagamento da dívida consolidada em até 120 parcelas mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor consolidado:

a) da 1ª à 12ª prestação: 0,4%;

b) da 13ª à 24ª prestação: 0,5%;

c) da 25ª à 36ª prestação: 0,6%; e

d) da 37ª prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente em até 84 prestações mensais e sucessivas.

Pagamento parte à vista e em espécie, e o restante, opcionalmente, em parcela única, em até 145 parcelas ou em até 175 parcelas

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– o restante:

a) parcela única: liquidada integralmente em janeiro/2018, em parcela única, com redução de 90% dos juros de mora, de 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou

b) parcelado em até 145 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 80% dos juros de mora, 40% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou

c) parcelado em até 175 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a 1/175 do total da dívida consolidada.

Riscos de adesão
Contudo, para aderir existem riscos às empresas, sendo que a mesma implica em:

a confissão irrevogável e irretratável dos débitos em nome do sujeito passivo na condição de contribuinte ou responsável e por ele indicados para compor o PERT;
b) a aceitação plena e irretratável, pelo sujeito passivo na condição de contribuinte ou responsável, das condições estabelecidas para o PERT;
c) o dever de pagar regularmente as parcelas dos débitos consolidados no PERT e os débitos vencidos após 30 de abril de 2017, inscritos ou não em DAU;
d) a vedação da inclusão dos débitos que compõem o PERT em qualquer outra forma de parcelamento posterior;
e) o cumprimento regular das obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A dívida objeto do parcelamento será consolidada na data do requerimento de adesão ao PERT e será dividida pelo número de prestações indicadas. Enquanto a dívida não for consolidada, o sujeito passivo deverá calcular e recolher o valor à vista ou o valor equivalente ao montante dos débitos objeto do parcelamento dividido pelo número de prestações pretendidas, observado o disposto nos quadros supramencionados.

A aceitação do pedido de parcelamento está condicionado ao pagamento do valor à vista ou da primeira prestação, que deverá ocorrer até o último dia útil do mês do requerimento, observando-se que o valor de cada prestação mensal.

Implicará a exclusão do devedor do PERT e a exigibilidade imediata da totalidade do débito confessado e ainda não pago, e a automática execução da garantia prestada:

a) a falta de pagamento de 3 parcelas consecutivas ou 6 alternadas;
b) a falta de pagamento de uma parcela, se todas as demais estiverem pagas;
c) a constatação, pela RFB ou pela PGFN, de qualquer ato tendente ao esvaziamento patrimonial do sujeito passivo como forma de fraudar o cumprimento do parcelamento;
d) a decretação de falência ou extinção, pela liquidação, da pessoa jurídica optante;
e) a concessão de medida cautelar fiscal, em desfavor da pessoa optante, nos termos da Lei nº 8.397/1992;
f) a declaração de inaptidão da inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); ou
g) a inobservância da vedação de inclusão dos débitos que compõem o PERT em qualquer forma de parcelamento posterior, por 3 meses consecutivos ou 6 alternados.
Vale a pena?

Para quem deseja aderir, a Confirp Consultoria Contábil recomenda, que o primeiro passo deve ser realizar um levantamento dos débitos tributários que possuem, seguido de uma análise das melhores formas de pagamento.

“É comum que, na pressa de ajustar a situação tributária, os executivos de empresas ou mesmo pessoas físicas realizem a adesão por impulso. O problema é que a falta de planejamento faz com que se opte por valores que não se consiga honrar no passar dos meses, pois deverá levar em consideração no fluxo de caixa não só o pagamento das parcelas, mas os tributos, vincendos, além do FGTS em dia”, alerta o diretor da Confirp.

Fonte: DSOP Educação Financeira

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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carreira*Marcia Vazquez

Muito se tem falado e muito se falará, ainda, da reforma da previdência proposta pelo governo federal. Todos os estudiosos, analistas e nós profissionais estamos interessados nela, mesmo que por óticas diferentes.

Analisando especificamente um dos componentes desta reforma, que é a idade mínima para aposentadoria, quero refletir sobre como este dado nos impulsiona a analisar nossa gestão de carreira.

No ciclo virtuoso da carreira é fundamental compreender as diferentes fases pelas quais passa um profissional e entender o contexto de valor de cada uma delas.

De acordo com Citrin e Smith (2005), na fase denominada de ‘Promessa’, que vai dos 20 aos 30 anos de idade, descobrem-se as aptidões e o valor intrínseco é o do potencial do capital humano.

Na fase seguinte, denominada de ‘Impulso’, que vai dos 30 aos 45 anos de idade, ocorre a consolidação da carreira e a busca do equilíbrio entre conhecimento, competência e poder, e o valor intrínseco é o da experiência adquirida.

Na fase final, denominada de ‘Colheita’, que vai dos 45 aos 60 anos, o profissional consolida a preparação dos sucessores, criando uma estratégia para se inovar, e o valor intrínseco é a revitalização da carreira.

Esta trajetória, percorrida pela maioria dos profissionais, e que deságua na aposentadoria, mostra o quanto é natural que a fase da ‘Colheita’ seja alcançada, diante dos avanços científicos – aumentando a longevidade, preservando a saúde mental, física e espiritual, e proporcionando mais qualidade de vida.

E hoje nos deparamos com a ocorrência da reforma da previdência que, fatalmente, deverá nos levar a uma reflexão – e ação –, de como vamos construir / gerir / manter nossa carreira para uma atuação profissional mais longa no tempo e, talvez, uma permanência maior na fase da ‘Colheita’.

Para uma eficiente gestão da carreira, com o intuito de torná-la sólida o bastante para manter nossa empregabilidade por mais tempo do que até agora, teremos de estar atentos primeiramente aos investimentos que fizemos, fazemos e faremos nesta carreira. Aqui cabem os nossos próprios investimentos, tanto quanto aqueles que nossos empregadores fizeram ou farão em nós. Isto tudo refletirá em nosso capital intelectual.

Em segundo lugar, igualmente importante, será nossa capacidade de identificar, criar e aproveitar as oportunidades da carreira. Aqui se esta evidenciando nossa competência de visualização do futuro, nossa habilidade de estabelecer desafios constantes, nossa manutenção do foco e nossa criação de mapas de percurso para a carreira.

Deveremos gerenciar os resultados alcançados, evidenciando não só os resultados quantitativos e financeiros, mas também os resultados qualitativos que se refletem nas novas maneiras de fazer algo. Penso que se estivermos sempre atentos à gestão da carreira desde a fase da ‘Promessa’ até a da ‘Colheita’, mesmo atingidos por uma reforma da previdência que nos faça permanecer mais tempo no mercado de trabalho, teremos a possibilidade de criar uma nova estratégia para guiar nossos passos profissionais.

No fim das contas, os 50, 60 ou 70 anos em nossas vidas serão um poderoso marco de nossa reinvenção!

*Marcia Vazquez é Coach certificada pela ICC – International Coach Community, graduada em Psicologia, MBA em Gestão de Pessoas, Pós-Graduada em Gestão de RH com especialização em Análise Transacional e Gestora do Capital Humano / Educação Corporativa da Thomas Case & Associados, consultoria com 40 anos de atividades, especializada na recolocação de profissionais no mercado e gestão de carreiras aliando tradição com constante inovação.

 

 

 

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bebidas blog

Segundo o último estudo da GfK sobre a declaração de consumo do consumidor em supermercados nos últimos 5 anos, enquanto o consumo de todas as bebidas não alcoólicas subiu, apenas a categoria dos refrigerantes caiu, sinalizando uma tendência na direção da busca por uma alimentação mais saudável. Em sentido oposto, reforçando ainda mais essa tendência, quem mais se beneficiou deste crescimento foram as categorias das bebidas energéticas, dos chás gelados e dos yogurts/smoothies.

* % de consumidores com mais de 15 anos que bebem bebidas sem álcool semanalmente ou com mais frequência

 

 

 

 

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dentes okO cenário de instabilidade política econômica que vem assolando o Brasil nos últimos anos reflete diretamente no desempenho dos principais responsáveis pela engrenagem da economia brasileira. E o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) – historicamente mais resiliente – sente, pelo segundo ano consecutivo, o impacto deste cenário negativo somado às medidas indiscriminadas de aumento de alíquotas tributárias no país.

O setor fechou 2016 com faturamento “Ex-factory”, líquido de imposto sobre vendas, de R$45 bilhões e queda real de 6% com relação ao ano anterior. “A indústria de HPPC segue empenhando esforços para superar o momento que estamos vivendo no Brasil e, apesar da queda, já conseguimos entregar um resultado melhor do que em 2015”, comentou João Carlos Basilio, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

O aumento das alíquotas tributárias teve impacto direto em importantes categorias de cuidados pessoais e o consumidor brasileiro – que já vem mantendo o orçamento apertado – sentiu a alta nos preços. Categorias ligadas diretamente à saúde, como produtos de higiene oral, por exemplo, perderam posição no ranking mundial de consumo, de 3ª para 4ª posição. “Somente o creme dental, essencial para o cuidado da saúde bucal, teve queda de volume de 4,6%. Do ponto de vista da saúde do brasileiro, significa dizer que estamos dando um passo para trás”, alerta Basilio.

O efeito cambial para conversão do real para dólar também influenciou o resultado negativo e, como consequência, o setoracabou perdendo liderança no mercado mundial em outras categorias de reconhecimento internacional e essenciais no dia a dia, como a de cuidados para os cabelos (passando de 3° para 4° consumidor mundial).

Cenário político econômico e perspectivas

A ABIHPEC acredita que o setor volte a crescer e feche 2017 com pequena melhora em relação a 2016. “Se tudo correr da forma como estamos planejando, prevendo e trabalhando, somado ao encaminhamento das reformas vitais para a sustentação da economia nacional, acreditamos em uma breve recuperação ao longo do ano” analisa Basilio. O Brasil segue como um dos mais importantes mercados mundiais e o consumidor reconhece a essencialidade que os artigos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos representam para a manutenção da saúde e bem-estar. “Vamos continuar trabalhando fortemente para antecipar necessidades e entregar os melhores produtos para o brasileiro”, finalizou o presidente executivo da entidade.

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otimismoCrises e oportunidades podem andar juntas se tiverem o devido respaldo de uma visão estratégica e cuidadosamente forjada nas mais prementes necessidades do mercado, leia-se inovação, eficiência e qualidade com redução de custo.

Sabemos que isso ainda é pouco para quem planeja prosperar no mercado brasileiro tal como ele é, no melhor estilo montanha russa – cheio de curvas e ladeiras íngremes nas quais não se pode enxergar mais de um palmo adiante.

Evidentemente, no mundo empresarial a diferença entre naufragar com as estatísticas de economias decadentes e surfar nas ondas que tentam nos derrubar também depende de coisas como olhar para dentro. Avaliar nossas próprias proficiências e identificar rigorosamente cada uma de nossas fragilidades para então tratar de saná-las é indispensável para qualquer empresa em qualquer circunstância.

Dito isto ainda resta acreditar – otimismo é mesmo muito importante – e investir. Foi exatamente assim que conseguimos alçar em nossa empresa, 100% brasileira, o crescimento de 52% em serviços a projetos de engenharia em 2016, puxados principalmente por testes na área automotiva. Não foi uma tarefa fácil, como devem imaginar.

Dentro desse escopo projetamos para 2017 crescer mais 25%, respaldados por investimentos na expansão da estrutura de testes, no aumento e na capacitação do capital humano especializado – de que o mercado não dispõe – e em novos segmentos de negócios.

Cremos que fazer engenharia no Brasil seja uma chave importante para melhorar a eficiência e diminuir os obstáculos ao desenvolvimento mais rápido do setor produtivo brasileiro. Como players, temos apostado, com sucesso, na estratégia de trazer para o mercado serviços de suporte a processos de engenharia que não se encontravam por aqui.

No mundo corporativo não há quem ignore que a incrível lacuna existente no Brasil quanto ao suporte local a processos de engenharia, notadamente em segmentos industriais de alta complexidade como o automotivo, ainda gera muitos contratempos e dores de cabeça.

Não bastasse a eterna pressão para preços mais competitivos ante o custo Brasil, as empresas ainda sofrem as consequências de terem de mandar suas amostras ao Exterior para validação e testes, enfrentando trâmites alfandegários, despacho aéreo e marítimo e filas para a execução de testes, que podem levar meses se houver problemas na execução.

Não precisa ser assim. O desenvolvimento da economia brasileira acontecerá, e ainda temos imenso potencial a ser explorado com perspectivas positivas. Basta apostar no Brasil.
*Ricardo Nogueira é presidente da SMARTTECH, empresa 100% brasileira especializada em tecnologia e serviços de apoio a projetos de engenharia.

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_MG_0250A considerar as declarações das autoridades presentes na solenidade de abertura da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, nesta segunda-feira, 3 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, o momento para o setor é de retomada do crescimento depois de um período de resultados ruins na economia. “O pior já passou”, resumiu o presidente da ABIPLAST(Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho. A solenidade de abertura

Segundo o presidente da entidade, a melhor maneira de se enfrentar as dificuldades é aumentar a produtividade e passar a ser mais competitivo, condições que a indústria do plástico possui dada às características inerentes de sua cadeia, como inovação e presença em inúmeros setores da economia. “Nossa indústria está presente desde a seringa do posto de saúde até o avião”, lembrou Roriz. Na mesma linha, o vice-presidente do SIRESP (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas), Edison Terra Filho, afirmou que é justamente por conta das várias inovações proporcionadas pelo plástico que o setor “segue trabalhando e cuidando da produtividade”.

Um bom sinal de que a FEIPLASTIC pode ser o termômetro dessa recuperação evidenciou-se na informação do presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, ao destacar que o pré-credenciamento de visitantes está 30% maior no número de visitantes no primeiro dia do evento, em comparação ao mesmo período da última edição.

Outro sinal de que o setor tem boas condições de recuperação está nos investimentos oficiais realizados. A diretora da área de Indústria e Serviços e de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Claudia Prates, que representou o governo federal na abertura da FEIPLASTIC, disse que o banco investiu nos últimos anos cerca de R$ 11 bilhões no setor. As pequenas e médias empresas, de acordo com ela, têm sido o foco do BNDES no que se refere às facilidades de crédito. Claudia destacou o aporte de R$ 300 milhões feito pelo banco nesta área, do aumento do limite para R$ 2 milhões no Cartão BNDES (para financiar a compra de materiais e serviços) e outros benefícios presentes para capital de giro, além do Fundo Garantidor de Investimento, para concessão de garantia em operações indiretas a empresas de menor porte.

O representante do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos de Souza Meirelles, afirmou que o país vem passando por intensas transformações e salientou as mudanças importantes que acontecem nos setores químico, petroquímico e plástico. Meirelles ressaltou o trabalho da Braskem no desenvolvimento de materiais plásticos originados da cana-de-açúcar, cuja produção já está em 200 mil toneladas. Ele também convidou o setor a aderir ao programa do governo do estado para uma usina de transformação de lixo, no âmbito dos processos de reciclagem já realizadas por várias empresas. Segundo o secretário, um dos principais produtos dessa transformação será o aquecimento de fornos para a indústria de cimento.

Ciente de que o período crítico da indústria ficou para trás, a ADIRPLAST(Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins) está empenhada em implementar três pontos fundamentais para o desenvolvimento do setor, de acordo com o seu presidente Laércio Gonçalves. O primeiro deles é em relação à tributação, a fim de equalizar as grandes diferenças do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados. Outro ponto, segundo Gonçalves, diz respeito à inadimplência, buscando uma nova cultura de gestão financeira para o setor, e, finalmente, a sustentabilidade, que é enaltecer a importância dos produtos plásticos na vida moderna.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o diálogo e a interação entre os atores do setor do plástico é o caminho mais seguro para a retomada do crescimento. “E a FEIPLASTIC é o local indicado para isso”, disse. Mendes afirmou que a recuperação “saudável” do setor terá de ser feita com o incentivo à indústria de bens de consumo, sem cometer os erros do passado, que privilegiou o “consumo desenfreado” e desconsiderou os investimentos na produção.

 

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cniA indústria operou, em média, com 77,3% da capacidade instalada em fevereiro, na série livre de influências sazonais. Com o recuo de 0,4 ponto percentual na comparação com janeiro, o indicador interrompe a trajetória de três meses sem queda, depois de ter atingido o menor patamar da série histórica, de 76,1% em outubro do ano passado. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira, 3 de abril.

Já o faturamento e o emprego tiveram alta de 0,4% em fevereiro frente a janeiro, de acordo com dados dessazonalizados. Apesar de o faturamento acumular crescimento de 1% no primeiro bimestre de 2017, o indicador cai 8,4% em relação ao primeiro bimestre de 2016. Já o emprego recua 4,3% na comparação.

Segundo o levantamento, nos últimos meses, os dados da indústria se mostraram ambíguos, em que crescimento de indicadores são sucedidos por acomodações ou quedas. No entanto, a pesquisa sinaliza que a longa e difícil trajetória de queda em todos os indicadores da indústria parece ter se encerrado. “Contudo, ainda não há uma recuperação forte e sustentada em curso”, destaca a CNI.

Tanto a massa salarial quanto o rendimento médio do trabalhador da indústria caíram 0,7% em fevereiro frente a janeiro, na série livre de influências sazonais. Foi a quinta queda consecutiva desses indicadores. Na comparação entre os primeiros bimestres de 2017 e 2016, a massa salarial diminuiu 6,2% e o rendimento médio recuo 2%.

 

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transformação digitalDe acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 2015, entre as 20 melhores cidades para morar no Brasil, nove estão no Interior de São Paulo. E, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego do ano passado, das 30 cidades geradoras de trabalho, 29 eram cidades do interior do Estado.

Outra região próspera é a de Minas Gerais. Atualmente o mercado mineiro de TI tem cerca de 5 mil empresas, com faturamento anual de R$ 2,3 bilhões, gerando cerca de 33 mil empregos diretos. Destas, 70% estão em Belo Horizonte e região metropolitana.

Entre os motivadores dessa expansão, está a Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais que, em 2015, lançou o programa MGTI 2022 com o objetivo de colocar Minas Gerais em destaque nacional e internacional na área de TI. A forte demanda por tecnologia nessa região atraiu grandes empresas, como, por exemplo, o Google (que montou um centro de Pesquisa e Desenvolvimento em BH e é o único da América Latina), a SAP, a Microsoft, entre outros.

“Após um detalhado levantamento, identificamos que as regiões que mais demandam soluções de transformação digital são o Interior de São Paulo e a área metropolitana de Belo Horizonte, em MG”, explica Alexandre Amaral, Diretor Regional de Vendas da 2S Inovações Tecnológicas.

O executivo é o responsável pelas três novas filiais da 2S, localizadas em Campinas, Vale do Paraíba e Belo Horizonte. “A meta é que essas operações representem 35% do faturamento da empresa até dezembro deste ano”, revela Amaral.

Entre os diferenciais da 2S para as empresas dessas três regiões o destaque é seu leque de serviços altamente qualificados Cisco no modelo As a Service, onde o cliente não precisa desembolsar nada em infraestrutura para colocar, em pouco tempo, um novo projeto em produção.

A 2S oferece todos os seus serviços como As a Service: monitoramento por meio do Network Operations Center 24×7 com interoperabilidade, gerenciamento remoto níveis 2 e 3 com acionamentos ilimitados, gestão on site com cobertura nacional e SLAs agressivos, infraestrutura que pode ser 100% As a Service (caso o cliente não queira imobilizar os equipamentos por exemplo), aliados ao baixo custo operacional e gerenciamento escalável, com atendimento e manutenção proativos.

“Em transformação digital vamos levar para as áreas de negócios soluções de TI que atendem às necessidades da indústria 4.0, colaboração, modernização de fábricas, logística e mineração, entre outras”, afirma o Diretor.

Ainda neste semestre a 2S anunciará mais uma filial para atender outra região do país que carece de parceiros com a sua expertise.

 

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gUm dos maiores fabricantes brasileiros de equipamentos para a produção de embalagens e sacolas plásticas, a G4 Máquinas marcará presença na primeira edição da feira Plástico Brasil. Promovida pela Abimaq e Abiquim, a exposição será realizada de 20 a 24 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

 Em um estande com 150 m2, a G4 Máquinas apresentará uma completa linha de soluções para as indústrias do setor. Atualmente, a empresa fornece seis famílias de produtos (com larguras úteis entre 700 e 1.300 mm) e uma série de acessórios, como desbobinadores, mesas empilhadoras e gofradores.

 Embalagens Trapezoidais

 Os profissionais que visitarem a G4 Máquinas na feira Plástico Brasil também conhecerão o mais novo lançamento da marca. A Start TR 700 é o primeiro modelo trapezoidal projetado pela empresa. Oferece diversas vantagens para os fabricantes de embalagens para flores e hortaliças.

 Além de ser a máquina mais rápida do segmento (até 60 metros por minuto), é totalmente automatizada e conta com uma interface muito prática para o operador, com o uso de um monitor colorido touch screen. Sua construção foi pensada para garantir uma maior versatilidade e baixa manutenção.

 Ao contrário das máquinas tradicionais, a TR 700 tem como grande diferencial o uso de cabeçotes superior e inferior. Produz embalagens com solda fundo, beira-lateral ou solda lateral em sacos blocados. Em complemento, a G4 criou muitos opcionais exclusivos para o equipamento.

 Atendimento Diferenciado

 Ao longo da semana, as equipes de engenharia, vendas e suporte técnico da G4 Máquinas estarão de plantão no estande (espaço B040) para demonstrar os equipamentos, planejar unidades de produção, detalhar todas as opções de compra e apresentar a estrutura diferenciada de pós-vendas da marca.

 G4 Máquinas – Boy Service

 Fundada em 2001, a G4 tem as suas origens na Boy Service Máquinas, uma empresa que realizava serviços de manutenção em equipamentos do setor de embalagens plásticas. Há oito anos, lançou sua primeira máquina e investiu na construção de uma moderna fábrica na cidade de Agudos (SP).

 Atualmente, conta com uma ampla linha de produtos e segue desenvolvendo novas soluções para os empresários do segmento. Possui representantes em todo o Brasil e exporta seus produtos para vários países da América Latina, como o Chile, Costa Rica, Equador, México e Peru.

 Plástico Brasil 2017

 A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha será realizada pela primeira vez entre os dias 20 e 24 de março. A exposição acontecerá no novo centro de eventos São Paulo Expo. Os profissionais poderão conhecer as novidades das indústrias do setor das 10 às 19 horas.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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