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automaçãoA Mitsubishi Electric reforça seu compromisso de trazer mais segurança para as linhas de produção por meio de soluções capazes de minimizar os riscos diários do ambiente fabril.

“Temos um compromisso contínuo com a segurança na operação. Queremos fornecer aos nossos clientes o melhor que a automação industrial tem a oferecer, proporcionando mais produtividade, sem deixar de lado a segurança dos colaboradores”, afirma Hélio Sugimura, gerente de Marketing da Mitsubishi Electric.

Uma novidade apresentada pela companhia é a disponibilidade de entradas de segurança para robôs verticais de 6 eixos e SCARA da linha FR. Este recurso permite a conexão direta de dispositivos de segurança ao controlador do robô, reduzindo a velocidade ou área de trabalho em função da presença de operadores no local, minimizando o risco de acidentes.

O portfólio disponível no mercado local consiste em: inversores de frequência, servo acionamentos, robôs industriais, CLPs, controladores de segurança e contatores, que atendem às mais rigorosas normas internacionais. Outro exemplo é o recurso STO (Safe Torque Off) nos inversores de frequência. Com o recurso de parada segura, que pode atender projetos até Categoria 4 (CAT4), é possível aumentar a segurança e confiabilidade de máquinas, além de reduzir custos.

A companhia ressalta que para uma prevenção de acidentes completa, além da adoção de recursos eficazes, é necessário que as empresas invistam em treinamento para os colaboradores conhecerem de forma completa as melhores práticas no ambiente fabril.

“Qualquer parada de máquina de forma não segura pode oferecer perigo aos operadores, risco que deve ser eliminado ou reduzido. É essencial que as máquinas e dispositivos sejam adequados à NR-12”, finaliza Sugimura.

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Ploomes1Cada vez mais as agroindústrias estão colocando em prática processos de vendas baseados em tecnologia, além de definir estratégias e ferramentas de operação para automação e otimização da gestão de carteira de clientes por meio de um software de CRM. Importantes players do mercado, como Coimma e Stara, já utilizam essa ferramenta a fim de aumentar a recorrência da comercialização dos seus produtos junto a atual base de clientes, além da liderança ter a possibilidade de acompanhar e tomar decisões estratégicas baseadas em dados em tempo real.

 Dados coletados pela consultoria Gartner revelam que o mercado global de CRM cresceu 15,6% em 2018, movimentando mais de US$ 48,2 bilhões. O setor já ultrapassou o mercado de ERP e lidera o segmento de softwares corporativos. A previsão é de que esse mercado atinja US$ 80 bilhões até 2025 com a tendência de centralização das operações das empresas em torno do cliente (Customer Centric). Ainda não há dados oficiais para o mercado nacional, porém estimativas apontam que o setor industrial hoje em dia seja um dos principais compradores desse tipo de produto.

 A explicação para o cenário atual é a maior organização e simplicidade na gestão dos departamentos comerciais trazida pelos softwares de CRM. “As agroindústrias perceberam o efeito cascata ao aumentar o giro de seus produtos no mercado, uma vez que elas terão maior capacidade de investimento para promover inovação e continuar crescendo, adaptando-se cada vez mais ao conceito da Indústria 4.0”, afirma Matheus Pagani, CEO e cofundador da Ploomes, empresa criadora de CRM voltado especificamente para indústrias e distribuidoras.

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robos33Um relatório divulgado pelo U.S. Bureau of Labor Statistcs reacendeu o debate sobre a necessidade de automação nas indústrias. Pela primeira vez na história, o número de postos de trabalho superou a quantidade de trabalhadores capacitados para preencherem as vagas, o que acarreta uma significativa perda de produtividade.

A crise é mais latente na área de soldagem – que, quando somada a área mecânica, responde por cerca de 50% das vagas na manufatura do país. Os principais entraves residem na pouca qualificação somada à avançada idade média dos trabalhadores (55 anos), o que criará um gap ainda maior nos próximos dez anos. Segundo pesquisa da Society of Manufacturing Engineers (SME) and the National Association of Manufacturers (NAM), 89% das empresas no país relatam dificuldade em encontrar mão de obra qualificada.

Além de Estados Unidos, Canadá e países da Europa, esse contexto também é uma realidade no Brasil que sofre com a falta de qualificação da mão-de-obra, sobretudo longe dos grandes centros. “Ensinar uma pessoa a soldar é caro e leva muito tempo até que se atinja uma qualidade satisfatória. Somente alguns grandes centros possuem escolas técnicas com essa estrutura, então as empresas são obrigadas a assumir a responsabilidade de treinar seus funcionários e arcar com esses custos. Fora dos grandes centros, existe uma enorme dificuldade em contratar esses profissionais”, explica Marcio Mininel, gerente geral da Cobots Automação e especialista em soldagem robotizada.

De acordo com Miniel, em indústrias do Rio Grande do Sul, por exemplo, onde a agroindústria é bem pulverizada, empresas fabricantes de pequenos tratores e implementos agrícolas do interior do estado não conseguem atrair soldadores devido aos salários menores e por isso são obrigados a treinar novos soldadores. No entanto, quando estes ficam experientes e qualificados, acabam migrando para os grandes centros em busca de melhores condições salariais e deixam os empresários sem soldadores.

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WANDREPor Wirandé Campos*

Não é de hoje que o investimento em tecnologia para melhorar processos e aumentar resultados vem sendo discutido por diversas empresas de diferentes setores no mercado brasileiro. Em linhas gerais, a inovação nunca foi um assunto tão prioritário como tem sido nos últimos anos por aqui. Entretanto, ainda há muito espaço para o tema.

De acordo com a GS1, Associação Brasileira de Automação, o índice de automação do mercado nacional atingiu 0,22 em 2017. Considerando que o máximo dessa escala é 1, é possível concluir que as oportunidades são grandes. Segundo o mesmo levantamento, a indústria sai na frente do comércio, com 0,26 contra 0,19.

De fato, a produção nacional tem bons exemplos de como a automação aprimora a operação das empresas. No setor gráfico, por exemplo, já é possível coletar a demanda de um usuário pela internet e automaticamente acionar a fábrica para preparar o pedido, seja qual for o material, a tiragem ou a distância do consumidor.

E, dentro do parque gráfico, a automação impera. Investindo em tecnologia de ponta, uma empresa pode reduzir o número de máquinas, aumentar significativamente a produtividade, reduzir o tempo de produção e, por isso, receber mais demandas, faturar mais e satisfazer ainda mais clientes.

Um caso de sucesso da automação envolvendo tanto indústria quanto comércio é o controle de logística. Graças a um sistema que integre vendas ao estoque e, consequentemente, à expedição, a precisão da jornada de um produto até a chegada a um determinado consumidor aumentou bastante.

Neste contexto, até o passageiro que viaja de avião se beneficia com a automação. Isso porque algumas companhias aéreas adotaram o RFID, um recurso de radiofrequência que ajuda essas empresas a rastrearem as bagagens e destiná-las para os voos corretos por meio de uma simples etiqueta de identificação.

Uma pesquisa realizada pela Avanade afirma que empresas que digitalizam processos podem ter receitas até 70% maiores do que organizações que não investem em tecnologia. Neste sentido, a Fundação Getúlio Vargas aponta que os gastos com TI representam uma média de 7,7% do faturamento das companhias. Mais uma vez, tem espaço para crescer.

Muito se fala da preocupação em relação às pessoas. Dizem por aí que a tecnologia substituirá o capital humano. Na verdade, ela faz com que surjam novas profissões e leva as empresas a se preocuparem com novas qualificações aos seus funcionários. De acordo com dados do Panorama de Treinamento no Brasil, as organizações investiram uma média de R$ 2,21 milhões em qualificação interna no ano passado.

Já ficou mais que provado que a automação traz rapidez, melhora a experiência dos consumidores, diminui erros, reduz custos e proporciona uma série de outros benefícios, além de capacitar pessoas. É um caminho sem volta: a tecnologia veio para ficar.

*Diretor de Operações (COO) da Printi

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NeilPor Neil Thacker *

Com um olho no risco e outro no compliance, o maior perigo hoje não é causado por uma informação que sai da rede corporativa, até porque muitas vezes ela já reside inteiramente fora da empresa. A ameaça é muito mais ampla. Dentro de um mundo de cloud, é fundamental reconhecer que DLP e a Proteção de Dados (DP) não são sinônimos – são abordagens muito diferentes, pois o foco precisa estar na proteção e atender a complexidade do ambiente atual.

A nuvem trouxe mudanças transformadoras para a TI corporativa, e a segurança precisa de uma abordagem completamente nova. Muitos executivos estão tentando resolver problemas neste ambiente com dispositivos projetados para um mundo muito diferente quando, na verdade, é preciso pensar de forma diferente sobre o problema. Não é possível obter a visibilidade e o controle dos dados na nuvem com abordagens tradicionais, eles precisam ser protegidos pela segurança na nuvem.

Muitos CISOs (Chief Information Security Officer), inclusive, admitem não estar preparados para inspecionar os dados adequadamente e avaliar os riscos nos serviços de SaaS, PaaS e IaaS. Como já se sabe, existe uma regulamentação a ser cumprida, que entrará em vigor em 2020 com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), então a mudança na abordagem de segurança na nuvem deve ser uma estratégia prioritária agora. Até porque, a mitigação de risco é responsabilidade da empresa e não do provedor de nuvem – inclusive, o Gartner deixou bem claro em um de seus recentes relatórios que “até 2022, pelo menos 95% das falhas de segurança na nuvem serão culpa do usuário final”.

Ainda assim, os CISOs estão se saindo bem em relação à visibilidade dos dados, embora ainda exista uma batalha constante com a Shadow IT. As empresas podem não estar adotando completamente a nuvem, mas a realidade é que os usuários finais, principalmente as equipes de Marketing e de RH, já utilizam esses serviços para executar projetos, independentemente do aval da TI. Ou seja, é inegável que os dados confidenciais estão sendo movidos para fora do perímetro permitido, impulsionados pela necessidade de serviços que suportam as cargas de determinadas áreas.

Em outubro de 2018, uma pesquisa revelou que as empresas usavam uma média de 1.246 serviços na nuvem, e a maior parte deles não era autorizada pela TI. E, ainda, 92,7% desses serviços não atingem pontuações ‘prontas para a empresa’. O alarmante é que essa prática acelera os riscos, de forma muito mais rápida do que as equipes de segurança são capazes de agir para bloquear as ameaças, mesmo que consigam identificar o que está acontecendo.

Hoje, independentemente de uma organização ter aderido com entusiasmo na nuvem ou estar sendo arrastada contra suas próprias políticas, estamos todos na nuvem – e vamos nos envolver ainda mais. Falar sobre prevenção de perda de dados parece não incluir o fato que, em primeiro lugar, hoje não estamos mais mantendo os dados.

Eles estão em constante movimento entre vários serviços, hospedados em diferentes geografias, sendo utilizados e analisados por várias partes, tanto dentro da organização como entre parceiros, e potencialmente até mesmo em sistemas de machine learning de terceiros.

Então, se quisermos parar de nos concentrar em evitar perdas, procurando buracos nas paredes e, em vez disso, nos concentrarmos em proteger os dados, o que precisamos saber?

Mantenha-se atualizado

O processo de permissão individual de aplicações na nuvem não é tão automático como parece e, em muitos casos, leva-se dias investigando protocolos e compatibilidade com o compliance que, inclusive, podem alterar a qualquer momento. As novas tecnologias de proteção de dados precisam estar emparelhadas com as informações sobre ameaças – como as divulgadas pelo CTA – e as parcerias entre equipes internas e provedores de serviços especializados se tornarão cada vez mais necessárias.

Políticas personalizadas

Determinar se um serviço de nuvem está apto para o corporativo não é suficiente para liberar o uso indiscriminado em toda a empresa. Por exemplo, não dá para garantir que os funcionários não estejam usando contas pessoais de aplicativos de compartilhamento online, como o Box, para dados internos. É preciso considerar que os usuários podem ter várias contas em provedores de serviços na nuvem – incluindo pessoais – e então planejar como acompanhar e impor políticas de proteção de dados entre contas diferentes.

Dados móveis e remotos

O foco da proteção não está apenas em quem está acessando quais dados, mas onde e como. Atualmente, 50% do acesso a serviços na nuvem é proveniente de dispositivos móveis, portanto, muitas empresas podem optar por diferentes políticas de segurança na nuvem para dispositivos corporativos e pessoais, ou conexões de rede ou localização de IP.

Ambientes SaaS, IaaS, PaaS e web

O risco e a segurança de serviços na nuvem representam muito mais do que apenas SaaS, que tendem a invadir as organizações como Shadow IT. O uso de soluções de IaaS, como o Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e o Microsoft Azure, explodem à medida que as equipes de devops criam apps e recursos para apoiar as metas estratégicas. A postura adequada deve permitir que uma organização projete políticas granulares a nível de usuário, dispositivo ou atividade, que possam ser facilmente aplicadas e gerenciadas em todas as plataformas e serviços da web.

 

CISO da Netskope para EMEA*

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imagem_release_1728625por Sylvia Bellio *

Com data para entrar em vigor, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é encarada por especialistas como um avanço para o país. Sancionada em agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer, ela disciplina as responsabilidades e deveres das empresas e órgãos do Governo em relação as informações digitais pessoais dos brasileiros.

Discutida há muitos anos ao redor do mundo, um conjunto de regras do tipo começou a valer no ano passado em países da União Europeia. Chamada por lá de Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR), as regras estipulam que a coleta de dados pessoais na rede só poderá acontecer se o usuário consentir explicitamente, por exemplo.

As ações diretas sobre esse contexto, que resultaram na GPDR, surgem em resposta a situações de vazamentos de dados. Esses foram os casos das denuncias de compartilhamentos de dados pessoais entre os EUA e outras nações, divulgadas por Edward Snowden, ex-funcionário da CIA, e ainda vazamentos recentes de usuários do Facebook, admitidos pelo fundador da plataforma, Mark Zuckerberg.

Iniciativas de criações de leis específicas para proteger as informações de internautas são de suma importância para as democracias modernas, defende a especialista em infraestrutura de TI, Sylvia Bellio.

“Os usos da internet são os mais diversos e todos nós estamos compartilhando informações depois de usar redes sociais, bancos, realizar compras online e etc. E todas essas operações, que capturam nossos dados, não eram reguladas por Lei. Se temos normas e regras em relação ao mundo offline, com certeza precisamos ter tudo isso para o mundo virtual também”, pontua.

Debate legislativo

A LGPD entrará em vigor em fevereiro de 2020, exatos 18 meses depois da sanção presidencial. Apesar disso, alguns pontos da Lei Nº 13.709 estão sendo debatidos no Congresso através da Medida Provisória (MP) 869/2018.

A MP passou por uma Comissão Mista e está atualmente na Câmara dos Deputados, onde será votada em plenário. Entre os pontos polêmicos da MP estão trechos em que serão excluídos o sigilo dos dados dos usuários da internet para órgãos do Governo que elaboram políticas públicas e realizam pesquisas acadêmicas, por exemplo.

Sylvia Bellio afirma que apesar da importância do debate político, muitas autoridades ainda não estão devidamente preparadas para lidar com o assunto. Por causa disso, as comissões estão sendo realizadas com acompanhamento de entidades como o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e Data Privacy Brasil.

“Essa é uma importante época de debate com a sociedade civil. Todos precisamos saber como nossas informações estão sendo tratadas e administradas, tanto por empresas quanto pelo Governo. O principal valor que deve reger tudo isso é a vontade de entregar privacidade para as pessoas. Portando, todos precisamos ficar atentos às movimentações do Congresso sobre isso”, analisa.

*Diretora Geral da it.line

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Maurício CiaccioPor Maurício Ciaccio*

O reconhecimento facial já não é mais uma tendência, mas uma realidade. A falta de conhecimento ainda gera dúvidas em relação à falta de privacidade, mas, o fato, é que a tecnologia agrupa uma série de benefícios, principalmente com relação à segurança pública. E este já é um caminho sem volta.

É um tema polêmico. Mesmo com todas vantagens, muitas questões podem ser levantadas quanto à privacidade dos indivíduos e sua liberdade de ir e vir. Resumidamente, a solução consiste em mapear a imagem do rosto de um indivíduo, gravando as distâncias entre pontos específicos, baseando-se pelos olhos, boca e nariz.

Mas a tecnologia não pode, de forma alguma, ser uma ferramenta à serviço do autoritarismo. Segundo recente matéria do The New York Times, em um mês, a China escaneou 500 mil rostos usando Inteligência Artificial para traçar o perfil de uma minoria étnica – os uigures, uma minoria majoritariamente muçulmana. É o primeiro exemplo conhecido de um governo que usa intencionalmente a inteligência artificial para traçar um perfil com base em características raciais, dizem especialistas.

A regulamentação do uso do reconhecimento facial é necessária, claro. Com certeza é de interesse de todos que, sim, é preciso estabelecer limites quanto ao monitoramento de pessoas ou a identificação de hábitos. As ferramentas devem servir para munir as autoridades com informações que agilizem a prestação de serviços.

No Brasil, por exemplo, desde os carnavais do Rio de Janeiro e Salvador, em 2018, já existem iniciativas com elevado grau de maturidade. O objetivo é monitorar a festa remotamente e identificar, por meio do reconhecimento facial, pessoas que tenham mandado de prisão em aberto, pessoas com passagens na polícia e desaparecidos. É a tecnologia a favor da segurança pública.

Em alguns países, como Japão e Coreia do Sul, por exemplo, o reconhecimento facial já é usado para multar pedestres que atravessam fora da faixa. No escopo corporativo, soluções neste sentido reconhecem rostos e sensores podendo abrir uma fechadura, acender as luzes ou enviar alertas. A ferramenta facilita rotinas em grandes centros comerciais, condomínios e áreas industriais, sendo possível o controle de acesso em áreas restritas ou de alta periculosidade, evitando assim a circulação de pessoas não autorizadas.

Com certeza é um assunto delicado, sim. Mas, com isonomia, políticas claras e fiscalização eficiente, é possível usar a biometria facial para evitar crimes, otimizar serviços e aumentar a segurança de todos, seja em espaços públicos ou ambientes privados. Privacidade e segurança caminhando juntas a favor do bem comum.

*Diretor Comercial na Avantia Tecnologia e Engenharia

 

 

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João TeixeiraPor João Teixeira*

Há algum tempo, as barreiras entre o que é um negócio B2B, B2C ou mercados para além dessa triangulação, têm se tornado cada vez mais invisíveis. Uma das razões para isso é a mudança na forma de consumo. Na busca por melhores preços e rapidez na negociação e na entrega, clientes encontram mais facilmente o fabricante, o que aparentemente, pode representar uma quebra na existência do personagem intermediário na cadeia de valor da indústria.
A mudança de hábitos de compra é comum a todas as gerações, mas parece mais veloz e nítida com a Internet e com o smart phone. Facilitadoras desse processo, as ferramentas de inovação digital, como o e-commerce, por exemplo, servem para maturar cada vez mais essa tendência e transformá-la em um movimento solidificado. Na ponta produtora dessa conversa, o fabricante adaptado para a evolução, acaba sendo o grande beneficiado.
A transformação digital não é um passo simples para fabricantes ou indústrias fundamentadas no mundo físico ou acostumadas a modelos tradicionais. O relacionamento direto de alguns segmentos industriais com seus consumidores finais pode demandar uma conversa de ajuste com toda a cadeia logística envolvida. Mas como se aproximar do cliente sem abalar as relações com canais distribuidores, representantes, concessionárias e revendedores?
Para debater a criação de uma estratégia B2C, B2B, B2B2C, ou D2C que mexa no modelo atual sem desmoronar as relações de distribuição e gerar conflito de canal com distribuidores ou revendedores, parceiros cruciais para as indústrias, o VTEX DAY apresenta o Industry Training Session (dia 31/Maio, às 13h00, na área de conferência). Durante a sessão vamos tratar também da aplicação de uma cultura ágil dentro de uma empresa rigidamente organizada; de eficiência logística a partir da incorporação dos interesses de áreas matriciais; da criação de uma visão customer centric em empresas historicamente product centric. Enfim, falaremos de pessoas, produtos e processos.
Mais informações:  vtexday.vtex.com
*VP Sales & Business Development na VTEX

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unnamed (1)por Morris Menasche*

Tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Machine Learning e Internet das Coisas (IoT) estão estabelecendo um novo padrão para a eficiência e forçando as empresas a revisitar seus planos de negócios para encontrar maneiras de incorporá-las. Uma área que já está colhendo benefícios diretos dessas tecnologias, em países onde foram implementadas em nível adequado, é o segmento de manufatura.

Essas tecnologias oferecem a oportunidade de otimizar processos de negócios, prever problemas futuros e aumentar a produtividade dos funcionários. Desta forma, quando a tecnologia é empregada corretamente, as fábricas tornam-se mais eficientes, o que significa lucros maiores e menores custos.

No Brasil, infelizmente, o cenário ainda é incipiente. Pesquisa de 2018 sobre Investimentos em Indústria 4.0 realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a indústria brasileira engatinha no que diz respeito à migração para tecnologias digitais, já que apenas 17% das empresas que investirão nestas tecnologias pretende investir em sistemas inteligentes de gestão e inteligência artificial. O relatório da CNI revela também que 77,8% das empresas estão nos estágios mais atrasados de aplicações de tecnologias. No estágio seguinte, no qual a integração das áreas é total, estão 20,5% das indústrias pesquisadas. E apenas 1,6% está na dianteira, com integração digital total e uso de inteligência artificial.

Inteligência Artificial e o agendamento do serviço em campo

A inteligência artificial é especialmente adequada para o agendamento. O processo de envio de técnicos para reparar equipamentos críticos é demorado, tedioso e, se feito utilizando processos antiquados, representa um uso ineficiente de recursos. Isso porque vários aspectos afetam a necessidade de reprogramar um compromisso de serviço, como o tempo impreciso e estimado de viagem e duração do trabalho, peças incorretas ou ausentes e até mesmo as condições climáticas. Os ajustes do cronograma são típicos, mas, para fins de eficiência, eles devem ser feitos rapidamente, e os humanos nem sempre têm os dados completos para resolver o problema de forma eficiente. Como resultado, pequenos contratempos transformam-se em grandes problemas logísticos.

A incorporação da IA ao cronograma permite que os gerentes calculem o tempo de viagem e otimizem a rota do técnico, levando em consideração as condições do tempo e do trânsito. Com base no histórico e no tipo de tarefa, ele também pode sinalizar os clientes com maior risco de cancelamento e responder de maneira proativa e eficaz. Isso economiza um tempo valioso, não apenas para o profissional, que agora pode participar de outros trabalhos, mas especialmente para os clientes.

Inteligência Artificial e a manutenção preditiva

Quando combinada à Internet das Coisas, a IA também pode ajudar a agendar compromissos proativamente com base no histórico de manutenção. A indústria de manufatura não pode perder tempo e produtividade por conta de falhas de equipamento não planejadas. A inteligência preditiva fornece um alerta antes que as máquinas quebrem, permitindo que a empresa agende antecipadamente o tempo para reparar ou substituir uma peça sem sofrer qualquer período de inatividade, mantendo o chão de fábrica funcionando no prazo e limitando as interrupções.

Apesar de algumas organizações já começarem a usar sensores e máquinas inteligentes, estamos apenas engatinhando. À medida que mais máquinas conectadas são implantadas, as fábricas poderão agregar dados históricos de desempenho em centenas de milhares de unidades, permitindo que as máquinas aprendam e identifiquem padrões em seu próprio desempenho para prever e evitar problemas. A inteligência artificial pode reduzir o tempo de inatividade do equipamento a zero.

Inteligência Artificial e os técnicos

O próximo passo após otimizar o agendamento e passar para modelos de manutenção preventiva é melhorar a eficiência dos técnicos e, novamente, a inteligência artificial é a protagonista. A proporção de ordens de serviço concluídas em uma visita – uma taxa fixada pela primeira vez – em relação ao total de ordens de serviço, aumenta as oportunidades de receita adicional de provedores de serviços devido ao aumento da capacidade. A satisfação do cliente também é melhorada pelo aumento da produtividade e pelo tempo médio reduzido para um determinado reparo, por conta de uma duração menor da interrupção, o que, por sua vez, aumenta a receita.

A IA e o machine learning também ajudam a garantir que o profissional mais adequado seja designado para um trabalho. Essas tecnologias podem analisar o histórico, as habilidades, a localização, a prioridade, as ferramentas e a disponibilidade da força de trabalho para garantir que seja enviada a pessoa certa para o trabalho. Esse processo complexo com múltiplas variáveis e contingências seria muito mais difícil para um humano.

A tecnologia do futuro já está aqui

É fato que a inteligência artificial e o machine learning permitem uma escala e velocidade de otimização praticamente impossíveis com processos puramente manuais. Os casos de uso mais comuns para IA no serviço em campo incluem programação mais inteligente e otimização de rota para reduzir o tempo de viagem. No entanto, a vantagem real vem do mapeamento da otimização para as metas de negócios – da conformidade com o SLA ao crescimento da receita – que permite que a IA encontre o caminho certo para cada resultado desejado.

Não é ficção científica e não é uma visão para o futuro. São soluções práticas baseadas em IA destinadas a solucionar problemas reais de gerenciamento da força de trabalho. A inteligência artificial permite que as organizações limitem o tempo que os trabalhadores humanos gastam em tarefas repetitivas e demoradas e otimiza todo o fluxo de trabalho do serviço em campo para maximizar a eficiência, cortar custos e manter uma vantagem competitiva.

*Vice Presidente de Vendas da ClickSoftware

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Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte

Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte

Quando se fala em revolução, neste caso, na industrial, o primeiro fator a ser considerado para que ela se torne realidade é o humano. E é justamente com este foco que a Deloitte lança sua mais recente pesquisa “Sucesso Personificado na Quarta Revolução Industrial: quatro personalidades de liderança para uma era de mudança e incerteza”. Realizado em 19 países, com 2.042 executivos C-level, representantes de empresas com receita de mais de 1 bilhão de reais por ano, sendo 125 brasileiros, o estudo chega a quatro personas ou quatro perfis de liderança dentro do contexto de desenvolvimento da Indústria 4.0 no país e aponta que alguns estão progredindo mais do que outros ao entender melhor os desafios atuais nas quatro principais áreas de impacto: sociedade, estratégia, tecnologia e talento.

“Essa quarta revolução industrial é recente. E podemos dizer que, dentro de um conjunto de ações que a compõe, uma delas trata da junção e conexão dos ativos físicos de maneira digital, da Internet das Coisas (IoT), o que resulta em maior produtividade e um retorno melhor para o negócio. Diante disso, o Brasil tem avançado neste caminho, mas um avanço ainda tímido, centralizado em grandes corporações e isso precisa ser ampliado. Ocorre que os desafios que se colocam hoje para o Brasil são imensos, principalmente no que tange às pessoas. Por isso, a pesquisa foca nos líderes para traçar o atual panorama da Indústria 4.0 no país”, constata Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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