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divulgacao2A Revista P&S completa 42 anos em 2016 e traz na trajetória muitas conquistas e conteúdo. Conquistas traduzidas através de sua dedicação ao segmento industrial brasileiro, com informações de qualidade e sempre dedicadas a expandir o seu negócio, caro leitor e anunciante. A publicação  nasceu em 1974, durante um momento que a Indústria no Brasil necessitava de informações sobre fornecedores Industriais. Foi o primeiro tabloide de novos produtos, equipamentos e serviços para a indústria.

Com o crescimento do mercado a evolução da Revista P&S foi inevitável. Em constante atualização, a Revista hoje abrange um conjunto de mídias e soluções inovadoras, no qual o objetivo é unir o mercado comprador ao vendedor industrial, facilitando assim as compras e a venda de produtos, equipamentos e serviços.

A Revista P&S é um catálogo de produtos focado no mercado de Bens de Capital, com 40.000 exemplares gratuitos mensais de abrangência nacional. O site P&S caminha na mesma direção, porém com o dinamismo que este veículo oferece. Traz não apenas novidades sobre fornecedores, equipamentos e serviços com foco no setor produtivo, mas também a visão do mercado econômico em relação ao segmento industrial

Acesse e confira a versão digital da 50a Edição, nossa Edição de Aniversário www.ps.com.br

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Confira a nova edição da Revista PS

Icone Revista P&S | Por em 1 de fevereiro de 2016

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Acesse e confira pela versão digital no http://www.ps.com.br/revista-digitals

 

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site blogA Revista P&S nasceu em 1974 como primeiro tabloide de novos produtos, equipamentos e serviços para a indústria.

Com o crescimento do mercado a evolução da Revista P&S foi inevitável. Em constante atualização, a Revista hoje abrange um conjunto de mídias e soluções inovadoras, no qual o objetivo é unir o mercado comprador ao vendedor industrial, facilitando assim as compras e a venda de produtos, equipamentos e serviços.

A Revista P&S é um catálogo de produtos focado no mercado de Bens de Capital, com 40.000 exemplares gratuitos mensais de abrangência nacional. O site P&S caminha na mesma direção, porém com o dinamismo que este veículo oferece. Traz não apenas novidades sobre fornecedores, equipamentos e serviços com foco no setor produtivo, mas também a visão do mercado econômico em relação ao segmento industrial.

O grande diferencial tanto da Revista impressa, quanto do site, está na inclusão de conteúdos técnicos, com testes e avaliações comparativas de equipamentos por especialistas, auxiliando os departamentos de compras, engenharia, manutenção a tomar decisão no momento da compra.

O novo site P&S foi redesenhado exclusivamente para atender as necessidades de um mercado industrial muito mais dinâmico e informatizado. Objetivo, vai direto ao que interessa a esse segmento, otimizando assim seu tempo, caro leitor.

Nas seções você encontra cotação diária da bolsa de valores, artigos, agenda de eventos importantes e atualizados, conteúdos técnicos, assim como economia, nacional e internacional, e informações do que mais importante acontece no mercado industrial.

No novo site da P&S você também tem a possibilidade de se conectar com outros veículos do setor que estejam cobrindo informações relevantes, tendo acesso direto com o link original, a partir da nossa página.

Seja bem vindo(a) e bons negócios!

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Confira a edição na íntegra, versão digital, pelo http://issuu.com/revistaps/docs/ps_488/1?e=1591705/15172610 unnamed

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A Indústria&Tecnologia – Revista P&S está no Facebook com informações diárias sobre os melhores produtos e novidades da indústria nacional e internacional. Curta a página (Indústria & Tecnologia – Revista P&S ) e fique por dentro das novidades deste mercado.

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Falhas em equipamentos e seus componentes
*Por Eduardo Linzmayer

1. 1. Exemplos práticos de falhas

4.1. Falhas em eixos

Apresentam-se a seguir os principais exemplos de falhas em qualquer tipo de eixos, seja um eixo de transmissão, árvore de máquinas operatrizes, virabrequim, eixo de comando, eixo de rodas e outros.

4.1.1. Quebra por sobrecarga;

4.1.2. Quebra por fadiga;

4.1.3. Fabricação ou montagem malfeita;

4.1.4. Recuperação malfeita;

4.1.5. Falhas provocadas por outros componentes;

4.1.6. Quebra e falhas por desgaste acelerado.

4.2. Falhas mancais

4.2.1. Corrosão por fretagem

4.2.2. Corrosão química

4.2.3. Fadiga em linhas intermitentes axiais

4.2.4. Fadiga por sobrecarga do motor

4.2.5. Fadiga localizada

4.2.6. Fadiga uniforme

4.2.7. Fadiga em forma de “V”

4.2.8. Deslocamento de material: arqueamento, distorção, extrusão, revestimento frouxo e afundamento

4.2.9. Desgaste: empilhamento de resíduos, sobrecarga da borda, desgaste desuniforme, partículas estranhas, aparência Brunida, escoriação de vitrola,

cicatrização, sulcamento, engripamento, dilaceração, fricionamento, erosão, agarro de metal

4.2.10. Falhas no revestimento com metal patente.

4.3. Falhas em rolamentos

4.4. Falhas na especifi cação, compra, estocagem,

instalação e montagem

4.3.1. Falta de limpeza e de lubrifi cação

4.3.2. Desgaste por defi ciência de lubrifi cação

4.3.3. Desgaste por partículas metálicas

4.3.4. Desgaste por patinação

4.3.5. Desgaste por “falso brinelamento”

4.3.6. Desgaste por ataque de superfície ou ferrugem

4.3.7. Fadiga: descascamento, aparência de geada, descascamento parcial, descascamento devido à goivagem ou depressões causadas por materiais macios.

4.3.8. Danos mecânicos: brinelamento, govagem, sulcamento, queima por corrente elétrica, rachaduras e fraturas, engripamento

4.3.9. Efeitos em serviço: superaquecimento, ruídos e vibrações.

4.4. Falhas em engrenagens

4.4.1. Desgaste adesivo

4.4.2. Desgaste por interferência

4.4.3. Desgaste abrasivo

4.4.4. Desgaste corrosivo

4.4.5. Descamação

4.4.6. Desgaste por sobrecarga

4.4.7. Fadiga superfi cial provocando “pitting”

4.4.8. “Pitting” destrutivo

4.4.9. Lascamento

4.4.10. Escoamento plástico: cristamento ou sulcamento, ondulação, esmagamento, recalcamento, laminação ou cilindramento

4.4.11. Quebra: por fadiga, por sobrecarga

4.4.12. Efeitos em serviço: vibração, superaquecimento,

ruídos, limalha no óleo.

4.5. Falhas em correias e polias

4.5.1. Correia se deteriora e torna-se pastosa

4.5.2. Deterioração ou desgaste excessivo das laterais

4.5.3. Rupturas nas laterais

4.5.4. Rachaduras na base

4.5.5. Deterioração da base

4.5.6. Distorção da correia ou ruptura dos cordonéis

4.5.7. Ruptura.

4.6. Falhas em cabos de aço

4.6.1. Cabo rompido

4.6.2. Gaiola de passarinho

4.6.3. Cabo amassado

4.6.4. Quebra de fi os externos

4.6.5. Corrosão

4.6.6. Abrasão desuniforme

4.6.7. Final de vida útil (envelhecimento)

5. Como devemos tratar as falhas

Um sistema de tratamento de falhas é muito parecido com o tratamento de nossas doenças quando vamos procurar um médico. O tratamento das falhas deve ser formal e escrito, possibilitando sempre descobrir suas causas e combatê-las com medidas

corretivas e preventivas. A formalização escrita deve ser feita por meio das Ordens de Serviços (OS’s) e dos Relatórios de Ocorrências (RO’s), os quais implicam no

levantamento das possíveis causas e respectiva causa efetiva da ocorrência. Esta forma possibilita o trabalho do pessoal do setor de qualidade na elucidação fi nal da

causa e da busca posterior pela engenharia e/ou setor de fabricação da solução para o problema. As etapas recomendadas para montagem de uma forma de tratamento das falhas são apresentadas a seguir:

5.1. Identifi cação da máquina ou produto em estudo;

5.2. Identifi cação do sistema, subsistema, conjunto ou item em estudo;

5.3. Análise da função do item dentro da máquina ou da linha de produção;

5.4. Detecção e registro do modo de falha, conforme percebido pelo usuário;

5.5. Análise e causa que provocou a falha;

5.6. Análise dos efeitos que esta falha provoca no usuário ou no sistema produtivo;

5.7. Execução da ação corretiva para remover a falha;

5.8. Avaliação da gravidade e probabilidade de nova ocorrência;

5.9. Estudo e tomada de ações preventivas e de inspeção para reduzir a probabilidade destas falhas acontecerem;

5.10. Acompanhamento e revisão constante com qualidade, engenharia e fabricação.

6. Dicas de livros e fontes bibliográfi cas para estudos

6.1. Apostilas de gestão da operação e manutenção do Instituto Mauá de Tecnologia

6.2. Manual de manutenção mecânica básica do professor Janusz Drapinski, Editora McGraw-Hill

6.3. Gerenciando a Manutenção Produtiva, Harilaus G. Xenos, Editora D.G.

6.4. Manuais e catálogos sobre rolamentos, publicados pela SKF do Brasil

6.5. Abraman: Associação Brasileira de Manutenção, publicações, congressos e seminários

6.6. IBP: Instituto Brasileiro do Petróleo, publicações

6.7. Consultas diversas aos sites especializados em manutenção na internet

6.8. Senai e Senac: apostilas dos cursos e seminários sobre manutenção industrial e predial

6.9. “Bíblia da Manutenção” Maintenance Engineering Handbook, Editora McGraw-Hill

*Eduardo Linzmayer é engenheiro de produção, consultor especialista em manutenção industrial, sócio-diretor da EBL Engenharia e Treinamento e professor associado da Escola de Engenharia Mauá.

Este artigo foi publicado na Revista P&S 435, em março de 2012.

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Em julho a Revista P&S vai abordar o tema “Segurança no Trabalho”

Todas as edições da Revista P&S novos temas do setor industrial serão abordados e todos podem enviar suas perguntas – desde a diretoria até o chão de fábrica – até o dia 10 de cada mês. Os e-mails para o envio são redacao@banas.com.br com o título “Dúvidas Manutenção Industrial” ou postadas neste Blog, nos “Comentários”dos posts. Perguntas relacionadas ao tema da edição serão respondidas pelo professor Eduardo Linzmayer.

Divulgue esta novidade entre os funcionários. Esta é uma boa oportunidade para corrigir erros de manutenção e aumentar a produtividade da sua empresa. Conhecimento é sinônimo de qualidade e competitividade.

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De acordo com Vagner Mello, consultor da GMP Consultoria, as normas que devem ser observadas pelo setor industrial são:

NR 1 – Disposições Gerais – fala das ordens de serviço que definem os riscos envolvidos e as responsabilidades da empresa e dos colaboradores;

NR4 – Serviços especializados em engenharia de segurança e saúde ocupacional -É uma norma fundamental que vai determinar o time de segurança e saúde ocupacional dentro da organização;

NR5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) – Atua com representantes do empregado e do empregador e promove anualmente as semanas internas de prevenção de acidentes;

NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI) – Cuida da proteção individual de cada colaborador de acordo com os riscos das diferentes atividades e mostra as obrigações do empregador e do empregado. A empresa fornece os equipamentos e o empregado deve fazer a higienização e guardar dos equipamentos para uso pessoal;

NR7 -Programas de Controle Médico Ocupacional (PCMSO) -Cuida da saúde ocupacional. Tem a finalidade de promover a saúde do conjunto dos trabalhadores.;

NR9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) – Tem como objetivo a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores através da antecipação e reconhecimento do controle das ocorrências de riscosambientais . Faz com que a empresa tenha o levantamento de todos os riscos e mostra ao que os funcionários estão expostos e quais medidas devem ser adotadas para evita-los;

NR10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade – Muito importante. Estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implantação de medidas de controle para manter a segurança de trabalhadores que atuem em instalações elétricas ou serviços de eletricidade;

NR12 -Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;

NR 13 -Caldeiras e vasos de pressão;

NR 33 – Segurança e saúde no trabalho em espaços confinados

NR 35- Segurança em trabalho em altura

Fundamentais para garantir a integridade física de trabalhadores que estarão emcontato diário com máquinas e equipamentos e em locais nem sempre favoráveis. Esses funcionários sempre vão depender de dispositivos de segurança eficientes para a realização do trabalho.

NR17 – Ergonomia -Muito importante para qualquer ambiente de trabalho, estabelece parâmetros para adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores para proporcionar o máximo de conforto e segurança  e um desempenho eficiente das tarefas.

NR 19- Explosivos,

NR 20 -Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis;

NR 23 – Proteção contra incêndios;

NR 26 – Sinalização de segurança;

Fazem parte de um mesmo contexto, são fundamentais para o bom andamento do trabalho nas indústrias e em outros ambientes. Através da implementação dessas normas os ambientes de trabalhos estão sempre protegidos e os riscos controlados.

Acompanhe a entrevista completa na Revista P&S de julho.

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À partir da edição de março a Revista P&S contará com mais um espaço dedicado a prestação de serviço ao público leitor.
As dúvidas da empresa relacionadas à manutenção industrial – desde a diretoria até o chão de fábrica -, poderão ser respondidas pelo colaborador Eduardo Linzmayer.
As questões devem ser referentes ao tema especial de que tratará a edição.

Em março a pauta será sobre  Ventilação, refrigeração e aquecimento industrial.
Envie suas perguntas até o dia 10 de fevereiro para o email redação@banas.com.br com o título “Dúvidas Manutenção Industrial”.
Divulgue entre os funcionários e participe! Esta é uma boa oportunidade para corrigir os erros de manutenção e aumentar a segurança e produtividade da sua empresa.
Eduardo Linzmayer  é engenheiro de produção pela Politécnica da USP, professor da Escola de Engenharia Mauá, consultor especialista em manutenção industrial pelo Centro de Pesquisas do Instituto Mauá de Tecnologia e sócio diretor da EBL Consultoria.

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Durante a crise financeira internacional, em 2009, o Governo Federal optou por criar uma linha de crédito que permitisse o financiamento de bens de capital com taxas atrativas e com longos prazos para quitação da dívida, com intuito de estimular o desenvolvimento econômico, observado no pré-crise. É neste cenário que nasce o Programa de Sustentação do Investimento (Finame/PSI), permitindo que o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aumentasse seu apoio às micro, pequenas e médias empresas e ampliasse sua abrangência de empréstimos. Previsto para terminar em dezembro de 2010, por solicitação do mercado, o Programa foi prorrogado para março de 2011.

Conforme avaliação em 2009 da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) o PSI foi  interpretado como positivo para o setor industrial, já que dados revelaram que suas vendas passaram de 28,9% em 2008 para 52,2% em 2010. Graças ao PSI, a Abimaq confirma crescimento da Indústria de Máquinas. Durante os primeiros oito meses de 2010 este setor atingiu R$ 70 bilhões, 14% superior ao mesmo período de 2009.

O Chefe de Departamento da área de operações indiretas do BNDES, Edson Moret, em entrevista para a Revista P&S, publicação mensal da Editora Banas, explica que esse Programa veio principalmente para beneficiar a indústria nacional de máquinas e equipamentos, com financiamentos facilitados.

“De janeiro a novembro este desembolso para financiamento de bens de capital foi de R$21,2 bilhões e passou para R$47,5 bilhões neste mesmo período de 2010. É um indicador de que o PSI veio contribuir para o empresariado nacional superar a crise”, salienta o executivo quanto ao surgimento da necessidade deste Programa.

Segundo Moret, o setor que mais procura por financiamento desde então é o de transporte (ônibus e caminhão), por ser um segmento de extrema importância na economia e também pela necessidade constante de renovação da frota. O volume total de movimentação do PSI atual é de R$ 122 bilhões por ano.

A entrevista na íntegra com Chefe de Departamento da área de operações indiretas do BNDES, Edson Moret, você confere na próxima edição da Revista P&S.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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