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Por André Chimura, gerente geral da divisão de automação industrial da Mitsubishi Electric Brasil

Para atender ao cenário econômico global, com produtividade e rentabilidade, diversos setores, como o industrial, agronegócio, saneamento, mineração, entre outros, estão investindo cada vez mais na automatização de processos. E essa demanda por produção precisa e de alta qualidade vem impulsionando o mercado de automação industrial, que segundo a consultoria Expert Market Research, movimentou cerca de 192,74 bi de dólares em 2023.

A robótica desponta como uma das tecnologias mais importantes nesse cenário, agilizando uma série de processos de produção, desde a cadeia de suprimentos até a logística. Essa tendência aumenta a eficiência, produtividade e escalabilidade para organizações de vários setores. 

Outra grande tendência em automação industrial é a adoção de robôs colaborativos nas linhas de produção, projetados com uma série de sensores para detectar a presença de obstáculos ou trabalhadores. Dependendo da aplicação, o dispositivo reduz a velocidade em zonas pré-determinadas para garantir a segurança do trabalhador.

Especialistas também indicam que as tendências em automação industrial para 2024, visando maior produtividade, redução de custos e controle de alta qualidade, além de robôs industriais e colaborativos, incluem sensores e acionamentos, assim como, soluções de visualização, como sistemas supervisório SCADA e de monitoração de energia, entre outros.

IIoT e IA impulsionam a automação industrial

A Internet Industrial das Coisas (IIoT) está presente nas linhas de produção com soluções que entregam dados para monitorar e controlar diversas etapas dos processos. Especialistas indicam uma integração ainda maior da IIoT com mais dispositivos e máquinas conectadas entre si e à nuvem.

Por exemplo, sensores podem ser usados para monitorar a temperatura, a umidade e outras condições ambientais em uma fábrica, enquanto as máquinas conectadas podem compartilhar dados sobre seu status e desempenho. Esses dados podem ser usados para otimizar cronogramas de produção e reduzir o consumo de energia, melhorando a eficiência geral.

E não podemos deixar de citar a tendência que vem transformando todos os setores da economia: a Inteligência Artificial (IA), que está sendo adotada em sistemas de automação industrial para otimizar a produção e processos, prevendo necessidades de manutenção e aprimorando o controle de qualidade. Os sistemas alimentados por IA podem analisar grandes quantidades de dados em tempo real, permitindo que os gestores tomem decisões baseadas em dados, o que melhora o desempenho operacional geral.

Embora em países desenvolvidos essas tendências já sejam realidade, em economias emergentes, como o Brasil, ainda prevemos um futuro da automação industrial repleto de inovações, com tecnologias que prometem revolucionar a Indústria. Da IA e IIoT aos robôs colaborativos, há inúmeras tendências a serem observadas em 2024 e além, criando diversas oportunidades.

Ao se manterem informados e flexíveis a mudanças, líderes de negócio podem se posicionar à frente da concorrência e competitivos em um mercado cada vez mais complexo e exigente. Aqueles que abraçarem estas mudanças estarão bem posicionados para o sucesso.

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Em reconhecimento à sua liderança ambiental e divulgação abrangente do tema, o Carbon Disclosure Project (CDP) incluiu a Siemens em sua Lista A de Mudanças Climáticas, o mais alto ranking de desempenho disponível. O CDP é uma organização líder que avalia a ação corporativa em estratégias climáticas. A organização sem fins lucrativos avaliou mais de 21 mil empresas com base nos dados relatados em seu questionário de 2023. A Siemens foi uma das poucas empresas a receber a classificação A.

“Estou muito feliz com o resultado por ter conquistado um lugar na Lista A do CDP, o ‘padrão ouro’ para liderança corporativa em clima e meio ambiente, especialmente considerando o nível de ambição continuamente crescente da classificação”, afirmou Judith Wiese, diretora global de Pessoas e de Sustentabilidade e membro do Board da Siemens AG, responsável pelo Brasil. “Nossa estratégia está valendo a pena: assim como continuamos a ajudar nossos clientes a acelerar suas transformações digitais e de sustentabilidade por meio de nossos produtos e soluções, também estamos impulsionando continuamente a transformação em nossa própria empresa”, completou Judith.

Alinhadas com a força-tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD), as classificações do CDP são amplamente utilizadas para direcionar decisões de investimento e aquisições para uma economia com zero emissões líquidas de carbono, sustentável e resiliente. Em 2023, mais de 740 instituições financeiras com mais de 136 trilhões de dólares em ativos pediram às empresas que divulgassem dados sobre impactos ambientais, riscos e oportunidades através da plataforma do CDP.

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À medida que o número de habitantes no planeta aumenta, os desafios do setor de alimentos e bebidas também crescem. Estima-se que a população global deve ultrapassar a marca de 10 bilhões de pessoas por volta de 2060, e a quantidade de comida necessária para alimentá-la até o final do século pode precisar aumentar em quase 80%, de acordo com um estudo feito pela Our World in Data.

Responsável por abastecer cerca de 10% da população mundial (ou 800 milhões de pessoas), de acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o Brasil destaca-se significativamente nesse cenário. Com a visibilidade, vêm também o ímpeto de tornar o setor mais eficiente e encontrar formas inovadoras de desenvolvê-lo. Afinal, com o aumento da população e a crescente demanda do segmento, garantir a qualidade e a entrega tornou-se mais complexo. Diante das mudanças de comportamento ao longo das gerações, manter a competitividade e lidar com as novas exigências tornou-se uma árdua missão. 

“Na adequação da indústria de bebidas e alimentos para as próximas gerações, precisamos considerar o envelhecimento da população; os hábitos da geração Z, que contemplam práticas de sustentabilidade; e a urbanização, que engloba os tão falados e atuais serviços de delivery. Nunca é só um fator, a inovação precisa considerar o cenário macro e atuar em todas as frentes que ele exige”, afirma Rodrigo Bürgers, partner director da Play Studio, empresa da multinacional brasileira FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro de negócios.

Os serviços de delivery, por exemplo, têm crescido expressivamente com o passar dos anos; aliás, o Brasil figura em primeiro lugar no ranking dos países da América Latina que mais utilizam o serviço de entrega, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Esse aumento na demanda está diretamente ligado à busca constante por maior conveniência no momento do pedido, impulsionando os usuários a procurarem métodos de pagamento mais rápidos e seguros.

“A velocidade é um aspecto de grande destaque. Com a explosão do serviço de delivery, os usuários estão cada vez mais exigentes quanto à praticidade no momento do pagamento, integrada diretamente no aplicativo utilizado. É com este intuito que a FCamara desenvolveu os Iniciadores de Pagamentos, uma solução implementada na terceira fase do Open Banking, que possibilita o uso do Pix em qualquer plataforma online, proporcionando aos consumidores uma jornada de compra mais simplificada”, explica Bürgers.

Podemos observar, ainda, uma mudança de comportamento da população com relação à alimentação. Além do delivery, muitas pessoas passaram a substituir a comida tradicional por formas mais rápidas e práticas, como congelados e refeições prontas. Segundo dados da GrandView Research, até 2027, o setor global de alimentos congelados terá crescido 13,5% ao ano e movimentado pelo menos US$ 380 bilhões.

A adaptação para satisfazer a geração Z emergiu como uma tendência marcante, gerando novas oportunidades para diversos setores, mas principalmente para a indústria e para o varejo. Isso porque esse grupo tem demonstrado uma clara predileção por alimentos naturais e orgânicos, aderindo ao vegetarianismo e mostrando menor propensão ao consumo de bebidas alcoólicas. Ao considerar isso, torna-se evidente que tais mudanças de comportamento possuem o potencial de influenciar o mercado e prever as futuras demandas dos consumidores, criando a uma necessidade iminente do setor pela adoção de estratégias que estejam alinhadas às expectativas desse público em ascensão.

“É crucial que as empresas priorizem ações estratégicas e pontuais quando falamos em sustentabilidade, além de inserir esse discurso à cultura da instituição. O ideal é que essas ações sejam eficazes e assertivas na preservação dos recursos. Boa reputação e economia de custos são consequências naturais desse movimento”, afirma.

 Assim como a geração Z tem influenciado o setor, o envelhecimento da população também merece destaque. Segundo o IBGE, a projeção para 2050 é de que o número de brasileiros com mais de 60 anos ultrapasse os 60 milhões. Essa realidade está diretamente relacionada aos avanços tecnológicos e a busca por um estilo de vida mais saudável, incluindo uma alimentação balanceada.
 

Esta tendência não apenas impacta os setores antes mencionados, como também na indústria farmacêutica, que necessita se preparar para disponibilizar recursos cada vez mais apropriados a esse público. “Com o envelhecimento da população e a busca por um estilo de vida saudável, as empresas deste setor precisarão se adaptar às demandas do consumidor ao oferecer produtos alinhados à promoção de saúde e prevenção de doenças. Com isso, fica evidente a grande oportunidade de inovação na indústria farmacêutica, incluindo formas diferenciadas de atender a uma população envelhecida e em crescimento”, conclui.

Foto: Helena Lopes

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O Pacto Global da ONU no Brasil, em parceria com a Stilingue e a consultoria Falconi, conduziu um estudo com 190 organizações, incluindo empresas privadas, setor público e terceiro setor, para avaliar o momento da agenda ESG no país. Os resultados revelaram que 78,4% das organizações incluíram o ESG em suas estratégias de negócios. Esse dado reflete uma crescente conscientização sobre a importância de considerar fatores ambientais, sociais e de governança na tomada de decisões. 

A agenda ESG é um dos principais pilares no pipeline de negócios das empresas brasileiras. No cenário nacional, a Valmet, uma empresa líder no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, sistemas de automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia, destaca-se como uma das empresas mais responsáveis em ESG. Uma das principais iniciativas é a Agenda Sustentabilidade 360°, uma iniciativa essencial na construção do reconhecido histórico de sustentabilidade da multinacional finlandesa ao longo dos anos. Essa agenda engloba projetos e ações ambientais, sociais e de governança (ESG), estendendo-se por toda a cadeia de valor da empresa, abarcando desde a cadeia de suprimentos e operações até as ofertas de tecnologia e serviços aos clientes. As iniciativas de desenvolvimento estão divididas em quatro áreas: matérias-primas sustentáveis, redução de resíduos e eficiência de recursos, eficiência energética e redução da pegada de carbono. 

Inclusão no Índice Dow Jones de Sustentabilidade revela progresso sistemático em sustentabilidade 

A Valmet alcançou uma conquista notável ao ser incluída pelo décimo ano consecutivo no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), mantendo sua presença tanto no índice mundial quanto no europeu. O DJSI World é composto por empresas globais líderes em sustentabilidade, sendo um reconhecimento significativo para aquelas que demonstram excelência em práticas ESG (Ambiental, Social e Governança). 

O Índice Dow Jones de Sustentabilidade avalia o desempenho atual das empresas nessas áreas e a capacidade de melhoria contínua ao longo do tempo. Nesse contexto, a multinacional finlandesa recebeu altas pontuações, especialmente em gestão de inovação, eficiência de recursos, circularidade, emissões e relatórios sobre água.

“Trabalhamos consistentemente em todas as frentes da nossa Agenda Sustentabilidade 360º, que tem sido a espinha dorsal do nosso compromisso sustentável ao longo da última década. A partir de 2021, intensificamos nosso foco nas ações climáticas com o lançamento do programa climático ‘Rumo a um futuro neutro em carbono’ – que estabelece metas ambiciosas de redução de emissões em toda a nossa cadeia de valor até 2030. Temos a satisfação de anunciar que já atingimos uma das metas do programa, que consiste em permitir uma produção totalmente neutra em carbono para os nossos clientes da indústria de celulose e papel. Este marco demonstra mais uma vez nosso compromisso com a inovação e melhoria contínua. Aproveito para agradecer os colaboradores por seu persistente trabalho em tornar as nossas operações mais sustentáveis e impulsionar avanços em toda a indústria”, afirma a vice-presidente sênior de Marketing, Comunicação, Sustentabilidade e Relações Corporativas da Valmet, Anu Salonsaari-Posti. 

Valmet atinge marcos significativos no Programa Climático “Rumo a um futuro neutro em carbono”

O Programa Climático da Valmet visa reduzir em 80% as emissões de CO2 nas próprias operações e 20% na cadeia de suprimentos da empresa até 2030. Em 2023, a multinacional finlandesa atingiu dois marcos significativos. “No que diz respeito à primeira meta, fizemos um progresso excelente. A Valmet já proporciona oportunidades de produção neutra em carbono para seus clientes nos setores de celulose, papel, cartão e tissue, com a condição prévia de que o cliente utilize bioenergia ou eletricidade neutra em carbono. A produção neutra em carbono pode ser alcançada por meio da combinação das melhores tecnologias disponíveis, otimização do design da fábrica e seleção das soluções certas de automação, Internet industrial e serviços”, afirma o vice-presidente de P&D da Valmet, Janne Pynnönen. 

Além disso, muitas fábricas de celulose química já utilizam tecnologias autossuficientes em bioenergia, possibilitando a produção de celulose neutra em carbono e, em alguns casos, a comercialização do excedente de energia renovável. 

“Os fornos de cal costumam ser a maior fonte de CO2 fóssil em fábricas de celulose. Ao longo dos anos, desenvolvemos e fornecemos vários fornos de cal que operam sem o uso de combustíveis fósseis, seja por meio da gaseificação de biomassa ou da queima de pó de madeira”, afirma o vice-presidente de Estratégia e P&D, Celulose e Energia da Valmet, Ari Saario. Para os clientes no setor de energia, a Valmet permite a produção de calor e energia neutra em carbono com soluções de energia baseadas em biomassa.

Compras de eletricidade 100% neutras em carbono na Finlândia e na Suécia

Nas suas próprias operações, a Valmet tem como meta reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2030. As emissões provenientes de combustíveis, aquecimento e eletricidade já foram reduzidas em 50% desde 2019. No final de 2023, a Valmet alcançou um marco significativo ao atingir compras de eletricidade 100% neutras em carbono na Finlândia e na Suécia.

“O impacto é significativo, uma vez que esses países representam 60% do consumo total de eletricidade da Valmet e cerca de 30% das emissões totais de CO2 da empresa provenientes do uso de eletricidade. Com isso, estamos economizando um total de 32 mil toneladas de CO2 anualmente, o que equivale a dirigir quase 223 milhões de quilômetros de carro”, finaliza a vice-presidente de HSE da Valmet, Victoria Larsson. 

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Dayane Spassatempo

Por Dayane Spassatempo*

O mundo acabou de se reunir para mais uma Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 28, tratando de soluções para a sustentabilidade, um dos maiores desafios do século XXI. O tema permeia todas as esferas da sociedade e da economia – e não é diferente no setor de embalagens. Elas desempenham um papel essencial em nossas vidas, protegendo e conservando os produtos, facilitando o transporte e a distribuição, e servindo como uma ferramenta de marketing eficaz. No entanto, a produção e o descarte inadequado de embalagens têm trazido consequências ambientais significativas.


Como parceiros estratégicos para as mais diversas indústrias, realizamos um estudo na cadeia de embalagens para entender as rotas de sustentabilidade prioritárias. Foram entrevistadas 37 empresas nos vários elos dessa cadeia, entre formuladores, fornecedores de substratos, convertedores e brand owners – as marcas oferecidas aos consumidores, para identificar desafios, prioridades e as possibilidades de avanço. Essas empresas representam segmentos como tintas e vernizes, adesivos, laminados, autoadesivos, rótulos, papel cartão, flexíveis, filmes, papel e papelão ondulado.


As rotas de sustentabilidade avaliadas incluíram a destinação, determinando se o material é reciclável, biodegradável, compostável ou repolpável; o conteúdo, com matérias-primas recicladas ou fonte renovável, a eficiência no processo e a redução de materiais na produção.


Durante as entrevistas identificamos as dores do mercado: para os formuladores, a distância das marcas fabricantes – que são as tomadoras de decisão, e a dependência de investimento por parte dos convertedores, foram os maiores desafios apontados. Para os fornecedores de substratos, foram sinalizados a incorporação de resíduos reciclados versus a regulamentação do mercado alimentício, a disponibilidade regular de material reciclado e o limite da inovação tecnológica para a redução de espessura e para o desenvolvimento de estruturas monomateriais.


Os convertedores sentem a pressão por ambos os lados da cadeia e têm, no custo, o fator preponderante para as escolhas. Eles também enfrentam a necessidade de maiores investimentos para a adoção de tecnologias mais sustentáveis. Por fim, as marcas, precisam encarar os prazos para cumprimento das metas de sustentabilidade, a avaliação do custo e funcionalidade em relação à sustentabilidade, além dos obstáculos para garantir uma maior reciclabilidade dos materiais.


O estudo priorizou as rotas de sustentabilidade segundo as necessidades da cadeia, sendo elas: reciclagem, redução de materiais nas embalagens, eficiência de processo, inclusão de materiais recicláveis pós-consumo na fabricação de novas embalagens, fonte renovável, biodegradabilidade e compostabilidade e apontou soluções da BASF para atingir esses caminhos. 


As soluções de barreiras Joncryl® HPB para embalagens de cartão e papelão permitem a sua reciclagem, funcionando como uma alternativa ao polietileno. Na Interpack, a BASF apresentou soluções de barreira para papel aplicadas em bandejas para alimentos gordurosos, para microondas e pouches para alimentos congelados. Já as soluções de resinas e aditivos para tinta de impressão, pelo fato de serem base água, garantem saúde e segurança dos operadores das fábricas de tinta. Algumas dessas resinas também permitem redução da gramatura da tinta e possuem percentual considerável de conteúdo renovável. Na linha de adesivos, a BASF possui opção compostável e recyclable friendly. Um destaque da Interpack é o adesivo de delaminação base água Epotal® que separa o PE do PET e permite a reciclagem desses materiais em embalagens multicamadas. 


Sustentabilidade não se trata de substituir a embalagem, mas de otimizá-la para as mais diversas necessidades. As tintas, vernizes e adesivos da BASF trazem a sua contribuição de sustentabilidade para os projetos mais desafiadores. Vivemos nosso compromisso e propósito de criar química para um futuro sustentável e caminhamos juntos para inovar em busca de solucionar cada desafio proposto pela cadeia produtiva.

Coordenadora de marketing de Dispersões,
Resinas e Aditivos da BASF para a América do Sul*

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No dia 8/12/2023, a União Europeia (UE) chegou a um acordo provisório em relação à proposta de lei, que visa regular o desenvolvimento e o uso da Inteligência Artificial (AI Act) naquele continente. Ela é considerada a primeira do mundo a estabelecer um quadro jurídico abrangente e harmonizado para a IA, e tem como intenção garantir que o uso da tecnologia dentro do bloco econômico seja seguro e esteja em conformidade com as leis existentes sobre direitos fundamentais, normas e valores.

A Al Act classifica os sistemas de inteligência artificial em diferentes categorias de risco e estabelece requisitos de qualidade, transparência, supervisão humana e responsabilidade para cada uma delas. A nova norma proíbe o uso de sistemas de IA que podem acabar violando os direitos fundamentais, como a manipulação comportamental ou a vigilância em massa, e cria um sistema de governança e de fiscalização para monitorar o cumprimento das regras e prevê sanções para os infratores.

A nova regulamentação vem sendo alvo de críticas de alguns setores e empresas, que a consideram muito restritiva e prejudicial à competitividade e à inovação. Eles apontam que ela cria uma burocracia excessiva e desincentiva o investimento e a pesquisa em IA na Europa. Além de que a lei não aborda adequadamente os desafios e as oportunidades da IA generativa.

Segundo Thoran Rodrigues, CEO da BigDataCorp, especialista em inteligência artificial, “as normas devem buscar equilibrar os riscos e os benefícios da IA generativa e as especificidades dos modelos de fundação. A lei deve garantir que a IA generativa na Europa seja usada de forma ética, segura e responsável que respeite os valores e as regras europeus, e que contribua para o bem-estar e o progresso da sociedade.”

Para Wallace Souza, professor de Direito do Centro Universitário Newton Paiva, “a criação de uma lei para regular o desenvolvimento e o uso de sistemas de inteligência artificial na Europa é importante para se criar padrões éticos para o desenvolvimento e uso da tecnologia. Esta legislação pode servir como um modelo global, estabelecendo diretrizes para a transparência, a responsabilidade e a proteção de dados, essenciais para manter a confiança do público e assegurar uma evolução tecnológica alinhada aos direitos humanos e à democracia.”

A IA generativa é uma das áreas mais promissoras e controversas da IA, pois pode gerar conteúdos realistas e personalizados, que podem ter diversas aplicações, como entretenimento, educação, saúde, arte e outros. No entanto, a IA generativa também pode ser usada para fins maliciosos, como a produção de desinformação, a falsificação de identidades, a violação de direitos autorais e a invasão de privacidade.

A Inteligência Artificial (IA) tem sido amplamente utilizada no Brasil para os diversos fins, como análises de dados, melhorias na experiência do usuário e desenvolvimento de soluções altamente personalizadas. Porém, também vem enfrentando alguns desafios, especialmente em relação a golpes usando deepfakes, que têm se tornado cada vez mais comuns e sofisticados, com um aumento de 3000% em 2023. Os criminosos usam ferramentas de inteligência artificial para simular a voz e até o rosto de uma pessoa para aplicar o golpe.

“No Brasil, já foram propostos alguns projetos de lei visando à regulamentação da inteligência artificial, sendo um exemplo o Projeto de Lei 759/23 que tramita na Câmara dos Deputados. Essa proposta busca o estabelecimento de padrões éticos e morais na utilização da IA, capacitação de profissionais da área de tecnologia em IA e estímulo ao investimento em pesquisa e desenvolvimento da IA, ou seja, debates semelhantes aos propostos pela União Europeia”, destaca o professor Wallace.

Para o especialista na tecnologia, o AI Act é um marco importante na regulamentação global da inteligência artificial, pois estabelece regras claras para o uso responsável e ético da IA, com ênfase na transparência e responsabilidade. “No Brasil e em todo o mundo, a IA está sendo cada vez mais adotada em diversos setores. Este ato é um passo crucial para garantir que a IA seja usada de maneira que beneficie a todos, sem comprometer a segurança ou a privacidade. Ele sinaliza um futuro em que a tecnologia e a humanidade podem coexistir. “finaliza.

Foto: cottonbro studio

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A Delfia, curadoria de jornadas digitais, anuncia os resultados que a Messer, subsidiária brasileira da empresa alemã de gases industriais, medicinais e especiais, conquistou com a solução de segurança Zero Trust Network Access da Zscaler. A extrema complexidade dos processos de fabricação de gases para áreas como saúde, metalurgia, alimentos/bebidas, solda, corte, química e engenharia faz com que segurança seja algo inerente ao DNA da Messer Gases. Um dos pilares da organização é o respeito aos dados pessoais de clientes, fornecedores e colaboradores, algo concretizado na busca constante de conformidade à LGPD. Para reforçar o valor de segurança da organização, os profissionais de TI e cybersecurity da Messer consideravam necessário, num primeiro momento, intensificar os controles aplicados ao acesso remoto ou presencial de colaboradores. Esse grupo inclui profissionais de todas as regiões do Brasil e de fora do país. “Temos segurança como valor fundamental, e por mais que esses acessos estivessem equacionados, acontecendo por meio de VPNs, desejávamos elevar a postura de segurança tanto dos usuários como de seus dispositivos. A meta era ganhar um controle granular sobre cada log, cada acesso, cada configuração de máquina. Com ajuda dos curadores Delfia, identificamos que o conceito ZTNA nos ajudaria a resolver essas demandas”, define Lucas Ferrão, analista de Infraestrutura da Messer Gases Brasil.

Nessa jornada, a Messer somou os serviços de curadoria, POC, projeto e implementação da Delfia à solução Zscaler. O resultado é uma experiência de usuário sem atritos e segura. “O número de chamados realizados ao nosso Service Desk por incidentes de acesso baixou a zero. É uma realidade em que a segurança acontece sem causar enroscos, facilitando o trabalho de todos”, resume Ferrão. Para o time de segurança e TI, esse processo também foi suave: em apenas duas semanas o Zscaler tornou-se parte das operações da empresa. 

Para Rodrigo Bocchi, CEO da Delfia, a Messer Gases é um exemplo de uma implementação bem-sucedida do conceito ZTNA. “Sabemos que algumas organizações lutam para realizar esse salto, que demanda um novo mindset de todos os envolvidos. De forma direta e simples, a solução Delfia/Zscaler na Messer reuniu o melhor de vários mundos: a maturidade da cultura digital da Messer Gases, o rigor e a metodologia dos curadores Delfia e, finalmente, a agilidade da plataforma Zscaler. A complexidade é inimiga da segurança”.

A busca por excelência em segurança na Messer Gases Brasil fará com que, no futuro, a empresa passe a utilizar o Zscaler nos smartphones dos times de manutenção de plantas industriais e centros de distribuição da Messer.

Confiança zero, privilégio mínimo  

O modelo Zero Trust assume que a violação já aconteceu – isso é parte fundamental da mentalidade de confiança zero. As soluções ZTNA são baseadas no conceito de privilégio mínimo: nunca confie, sempre verifique. A meta é oferecer acesso mínimo a recursos e a usuários. Deixa de ser importante se o profissional está dentro ou fora do perímetro da Messer Gases– seja uma planta industrial, uma filial, um centro de distribuição, a sede nacional em Alphaville. Independentemente de onde esteja localizado, o usuário é desafiado, por várias funções automáticas de autenticação e checagem de contexto, a provar que possui as credenciais necessárias. O modelo ZTNA não confia em usuário ou dispositivo algum por default. Essa abordagem aumenta a postura de segurança da organização, detectando inconsistências, ameaças e bloqueando acessos indevidos.

Ao definir que algumas das VPNs da Messer Gases seriam substituídas por VPNs inseridas dentro do conceito ZTNA, Ferrão determinou, também, que a solução deveria ser na nuvem, leve e com menor demanda sobre a infraestrutura de rede da empresa. Buscava-se contratar a solução como serviço. Era necessário, ainda, checar a performance e a usabilidade da plataforma ZTNA dentro de um quadro com múltiplos perfis de usuários e de dispositivos de acesso. “A granularidade da plataforma era algo crítico para nós – queríamos uma solução que facilmente nos ajudasse a definir, por exemplo, que o usuário X poderia ter acesso ao recurso A, mas não ao B e ao C”, detalha Ferrão.

Inventário de perfis de usuários e de dispositivos de acesso

Para suportar o processo de seleção da solução, POCs foram realizadas com alguns fornecedores do mercado. Ao final do dia, a escolha ficou com a solução Delfia/Zscaler. Para não sobrecarregar o ambiente digital da Messer Gases, a POC foi realizada na nuvem, no ambiente Zscaler NFR (Not for Resale) da Delfia. “Neste teste, feito com o apoio dos curadores Delfia, chegamos a simular a interação de alguns colaboradores com a plataforma. Os usuários gostaram da solução. Para a TI, foi importante, também, verificar a aderência da solução ao Azure AD”, explica Ferrão.

A solução está em operação desde 2022 na Messer Gases, e o time de TI e segurança já fez uma avaliação dos resultados entregues. Há, agora, um inventário dinâmico e variado dos perfis de usuários, chegando a mapear detalhes da configuração e atualização de patches dos devices usados pelos colaboradores. Ficou mais fácil, também, ter um controle granular sobre o quanto cada usuário está consumindo em volume de informações.

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PorLouise Emily Bosschart*

Na última sessão legislativa do ano de 2023, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) nº. 2.148/2015, que dispõe sobre o mercado regulado de carbono no Brasil. O texto, de relatoria do deputado paranaense Aliel Machado, do PV, segue a mesma estrutura do PL nº. 412/2022, de relatoria da deputada do Distrito Federal Leila Barros, do PDT, já avaliado pelo Senado em outubro de 2023.

Na esteira do texto anterior, o PL aprovado pela Câmara dos Deputados institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissão de Gases de Efeito Estufa (SBCE), aplicável aos operadores, pessoas físicas ou jurídicas, que emitam ou possam emitir gases de efeito estufa (GEE), seguindo a mesma dinâmica de sistemas já consolidados em outros países, como os países membros da União Europeia (UE), denominado de Cap-and-Trade, por meio do qual o governo estabelece uma quantidade máxima de emissões para os setores regulados (cap) e distribui permissões (allowances) a referidos agentes, que somente poderão emitir GEE dentro de referidas permissões. Conforme os agentes forem mais ou menos eficientes, terão excedentes ou déficits de permissões, que poderão comercializar (trade).

O objetivo da implementação do mercado regulado de carbono no país é garantir o cumprimento das metas da Política Nacional de Mudanças Climáticas, assim como as metas e compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris. Em outubro de 2023, o Brasil atualizou a suas metas, que passaram a ser de 48,4% de redução das emissões de GEE até 2025, e 53,1% até 2030, tomando-se em conta os níveis de 2005.

Os operadores que emitirem acima de 10 mil tCO2e por ano estarão sujeitos ao SBCE, tendo como obrigação monitorar e informar suas emissões e remoções anuais de GEE. Já os operadores que emitirem mais de 25 mil tCO2e por ano, terão essas mesmas obrigações, além de outras a serem previstas em decreto ou em ato específico do SBCE.

Os limites previstos pelo SBCE se aplicam a todos os segmentos econômicos, exceção feita à produção primária agropecuária, assim como aos bens, benfeitorias e infraestrutura no interior dos imóveis rurais a ela associados. O novo texto, além da agropecuária primária, excluiu do SBCE as atividades de destinação final ambientalmente adequada de resíduos com sistemas e tecnologias para neutralizar emissões.

Não se pode deixar de destacar que embora a agropecuária primária siga excluída do sistema, diante da inexistência de tecnologia disponível para aferição das emissões de GEE, é fato que o setor já vem caminhando na descarbonização das suas atividades, sendo que a regulamentação do mercado de carbono será um impulso a mais nessa direção, que já vem sendo demandado pelas regras ESG, bem como pelas regras internacionais, como as dos países membros da UE.     

Outros pontos do texto aprovado que permanecem sem alteração em comparação ao texto aceito pelo Senado são a possibilidade de internalização dos créditos de carbono fruto do mercado voluntário, quando originados a partir de metodologias credenciadas pelo SBCE, a possibilidade de se fazer uso das áreas de preservação permanente, reserva legal ou de uso restrito, para fins de geração de créditos de carbono, assim como a natureza jurídica dos ativos financeiros do SBCE considerados como valores mobiliários, sujeitos ao regime da Lei nº. 6.385/76.

Aspecto de extrema relevância que segue fazendo parte do sistema é a interoperabilidade dos ativos derivados do SBCE com outros sistemas internacionais de comércio de emissões de GEE, a propiciar um estímulo e um crescimento ainda maior do mercado de carbono no país, uma vez aprovado.   

Dentre as principais novidades do novo texto está o maior detalhamento da titularidade dos créditos de carbono, que podem ser detidos pela União, pelos Estados e pelos Municípios, bem como pelos proprietários privados, comunidades indígenas, extrativistas e quilombolas e assentados rurais.  

Assim como os povos indígenas e das comunidades tradicionais, a lei inclui os assentados em projetos de reforma agrária como detentores do direito de desenvolver projetos de geração de créditos de carbono nos territórios que tradicionalmente ocupam e proceder a sua respectiva comercialização.

Ainda no que se refere a esse item da titularidade, o novo texto contém uma série de dispositivos que tratam da livre iniciativa do Estado de implementar projetos estatais de geração de créditos de carbono e projetos de REDD+, denominadas de Programas Jurisdicionais, de responsabilidade do Poder Público. Com relação aos programas desenvolvidos pelo Poder Público em terras particulares, o texto ressalta de forma expressa o direito de propriedade destes terceiros de pedir a sua exclusão dos programas estatais, quando de sua conveniência.

Da forma como aprovado, entretanto, o novo texto cria incentivos aos instrumentos de conservação manejados pelo Estado, mas explora muito pouco os instrumentos de manutenção, conservação e recuperação desenvolvidos pela iniciativa privada, como é o caso dos projetos de REDD+ e ARR.

Esse é um ponto de especial atenção, que precisa ser trabalhado na redação final do texto, a fim de garantir que em termos econômicos a floresta em pé se mostre no mínimo igual ou mais atrativa do que o desenvolvimento de qualquer atividade econômica em seu lugar, assim como ocorre nos dias de hoje.

Ao lado das Cotas Brasileiras de Emissões (CBE) e do Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE), o texto criou o Certificado de Recebíveis de Créditos Ambientais (CRAM), que se trata de um título de crédito nominativo, de livre negociação, representativo da promessa de pagamento em dinheiro ou em entrega de créditos de carbono, que constitui título executivo extrajudicial.

Já a governança do SBCE passa a ser do Órgão Superior e Deliberativo do SBCE, ao invés do Comitê Interministerial sobre Mudanças do Clima, do órgão gestor do SBCE, e do Comitê Técnico Consultivo Permanente. O texto, no que se refere à governança do sistema, garante a participação de representantes da União, dos Estados e de entidades setoriais representativas dos operadores, da academia e da sociedade civil, com notório conhecimento sobre a matéria, ressalva importante a garantir que a governança não se mantenha de forma exclusiva nas mãos dos órgãos do Poder Executivo.

A lei aprovada também estabelece percentuais sobre os recursos do SBCE a serem distribuídos à operacionalização e manutenção do sistema, ao Fundo Geral do Turismo, ao financiamento de atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico envolvendo atividades de descarbonização e ao fundo de conservação dos biomas brasileiros.  

Outra novidade que vale destacar se refere à obrigação de compensação ambiental das emissões de GEE por parte dos proprietários de veículos automotores, a ser estabelecida pelos órgãos executivos de trânsito.  

Ao término do recesso legislativo o PL será novamente analisado pelo Senado, sendo que caso novas alterações sejam realizadas o projeto retornará à Câmara dos Deputados.  

*Sócia da área de Direito Ambiental do Santos Neto Advogados.

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A Luft Logistics continua fazendo avanços significativos em setores estratégicos da economia brasileira. Além de consolidar seus CDs (centros de distribuição) nos mais diferentes estados brasileiros como centros de serviços para seus clientes do Agro, E-Commerce, Saúde e Varejo, a operadora logística tem investido em novas frentes de tecnologia, inovação e ESG (meio ambiente, sustentabilidade e governança). 

Entre as iniciativas está a agtech Agrega Agro, uma empresa de full commerce que oferece uma plataforma de e-commerce exclusiva para o setor Agro. Por meio dela, os revendedores podem vender online insumos agrícolas, como defensivos, fertilizantes e sementes, com facilidades de logística, faturamento e marketing. Os produtores rurais também podem se beneficiar da plataforma, comprando produtos com preços exclusivos, agendando e fracionando entregas, retirando nos centros de serviços e adquirindo defensivos com receituários agronômicos. 

“A Agrega Agro nasceu com o propósito de conectar revendas e produtores rurais e alavancar as negociações, através de soluções digitais que tragam mais facilidade na jornada de compra online. Conosco, o revendedor tem ao seu dispor uma equipe robusta e multidisciplinar para executar cada etapa da jornada de compra do produtor rural: tecnologia, marketing, atendimento ao cliente e operação logística. Tudo de forma integrada e personalizada para a revenda e produtor rural”, afirma Thyago Marinho, CPO da Agrega Agro. 

A Selia powered by Luft também acrescentou ao portfólio de soluções da Luft no âmbito do full commerce, um modelo de negócio que consiste na terceirização de todas as operações de uma loja online, desde o planejamento até a entrega dos produtos. Assim, o dono da marca pode se concentrar na sua produção. 

“Para destacar o potencial transformador deste modelo para os varejistas, é importante considerar como ele otimiza a eficiência e impulsiona o crescimento do negócio. Ao adotar nossa solução, os varejistas desfrutam de uma significativa redução de custos operacionais, englobando implantação das jornadas digitais, logística, marketing, atendimento ao cliente e serviços financeiros. Essa economia permite reinvestir em estratégias de vendas mais assertivas e digitais, que são acompanhadas de perto através de um sistema robusto de monitoramento de resultados e indicadores de desempenho. A agilidade é outro benefício chave, com processos operacionais mais rápidos e uma resolução de problemas quase instantânea, transformando desafios em oportunidades em tempo real. Além disso, oferecemos uma proposta única de valor no mercado online, estabelecendo nossos clientes como líderes diferenciados, que se destacam pelo profissionalismo e excelência em atendimento ao consumidor”, afirma Ângelo Vicente, CEO da Selia powered by Luft.

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A Gerdau está entre as 100 empresas do Ranking Merco Talento Brasil. O levantamento, realizado pela primeira vez este ano, é uma iniciativa do Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco) e aponta quais são as empresas com maior capacidade de atração e retenção de talentos no Brasil durante o período de 2022/2023. A companhia liderou a categoria de siderurgia e mineração e ocupou a 41ª posição no quadro geral.
 

A primeira edição da pesquisa tem como objetivo fazer um comparativo entre as empresas com maior capacidade de atração e retenção de talentos em 2022/2023, além das empresas com melhor reputação em 2022. Para compor o ranking foram avaliadas as empresas em relação a três valores-chave que influenciam e determinam a atratividade laboral da companhia como: qualidade de trabalho, marca empregadora e reputação interna.
 

“O propósito da Gerdau é empoderar pessoas que constroem o futuro, e esse reconhecimento reflete o nosso compromisso em colocar as pessoas no centro de tudo”, afirma Flavia Nardon, diretora global de Pessoas e Responsabilidade Social da Gerdau. “Buscamos profissionais com vontade de aprender, se desenvolver e de contribuir com a construção da Gerdau e da sociedade do futuro.”

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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