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SIGNATURE PACK - rgbA SIG desenvolveu a primeira embalagem asséptica do mundo que tem sua origem atrelada a 100% de matérias primas de origem renovável à base de plantas – uma solução de valor agregado que atende as demandas do setor e as expectativas dos consumidores atuais.

Muitos fatores globais moldam hoje a indústria de alimentos e bebidas. Dois dos principais deles que os consumidores estão exigindo são os produtos ecológicos e embalagens que sejam sustentáveis. Markus Boehm, Diretor de Mercado da SIG Combibloc, diz: “As vendas de bens de consumo de marcas com compromisso demonstrado com a sustentabilidade estão crescendo muito mais que as dos produtos que não têm esse compromisso. Esses fatores foram essenciais no desenvolvimento de nossa embalagem SIGNATURE PACK. Ela representa um marco para as embalagens cartonadas assépticas e estamos orgulhosos em apresentar uma autêntica inovação global que atende as necessidades dos consumidores”.

A embalagem SIGNATURE PACK segue a tendência de substituição dos plásticos convencionais, feitos a partir de combustíveis fósseis, por polímeros à base de plantas, que são certificados e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do papel cartão e na fabricação de tampas têm origem em fontes renováveis europeias de madeira e possuem o certificado ISCC PLUS (International Sustainability & Carbon Certification) ou CMS (padrão de certificação TÜV SÜD), respectivamente, por meio de um sistema de balanço de massa. Isso significa que para os polímeros usados na embalagem SIGNATURE PACK, uma quantidade equivalente de insumos biológicos também foi utilizada na fabricação dos polímeros.

Ace Fung, Gerente Global de Produtos da SIG Combibloc, diz: “Desenvolver uma embalagem cartonada asséptica totalmente atrelada a matérias primas de origem renovável é um desafio e tanto. As embalagens assépticas, onde o produto pode ser armazenado sem refrigeração por um longo período, possuem requisitos de barreira mais rígidos do que as embalagens que usam a refrigeração”.

A solução SIGNATURE PACK é um passo importante na jornada da SIG para se transformar em uma empresa positiva líquida. A companhia está se concentrando em três áreas principais nas quais pode fazer mais pela sociedade e o meio ambiente. A responsabilidade está no centro da questão – ditando como a SIG gerencia seus negócios, compra suas matérias primas e fabrica seus produtos. Markus Boehm: “Queremos oferecer as soluções de embalagem mais sustentáveis do mercado. As embalagens cartonadas da SIG já são compostas de até 82% de madeira, uma fonte renovável. A embalagem SIGNATURE PACK é o próximo passo lógico na substituição das matérias primas à base de combustíveis fósseis pelas renováveis à base de plantas. Conseguimos uma nova façanha em nosso Way Beyond Good e podemos oferecer aos nossos clientes e aos consumidores de todas as partes do mundo, essa solução inovadora e mais sustentável, que cuida melhor do meio ambiente. É mais uma inovação mundial da SIG”.

 

 

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veralliaA Verallia – empresa fabricante de embalagens para alimentos e bebidas vai levar toda expertise que possui no segmento para o 1º Congresso Cervejeiro que acontecerá em Porto Alegre nos dias 17 e 18 de julho.

Organizado pela Maltesul, vendedora de insumos para o mercado cervejeiro, e a Agraria, uma cooperativa agroindustrial paranaense, o evento promete muitas novidades para os interessados no universo da cerveja e contará com palestras sobre mercado, processos, produtos e tudo o que envolve a cerveja artesanal brasileira.

No dia 18 de julho a partir das 13h40, Rodrigo Fabricio Toledo – Coordenador de Qualidade e Logística na Unidade de Campo Bom (RS) da Verallia será um dos palestrantes do encontro e abordará o tema “Garrafas de Cerveja: da produção ao envase”.

Além disso, a empresa estará presente expondo todo seu portfólio para o segmento cervejeiro e contará com profissionais para tirar dúvidas e prestar toda a assistência necessária aos participantes.

 

Serviço

1º Congresso Cervejeiro Maltesul Agraria

Dias 17 e 18 de julho

Dado Bier – Shopping Bourbon Country – Porto Alegre (RS)

Informações: https://maltesul.wixsite.com/maltesul

 

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inddPor Julio Molinari*

 

De acordo com o IBGE, a produção industrial subiu 0,8% em maio perante abril, melhor desempenho para o mês desde a alta de 2,7% em 2011, ou seja, o melhor maio em seis anos.  Um dos motores propulsores da economia brasileira na indústria é  setor de alimentos e bebidas. No ano passado, o faturamento nominal cresceu 9,3% em relação a 2015, fechando o ano com R$ 614,3 bilhões, de acordo com o balanço econômico da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), composta pelos setores de produtos alimentares e bebidas. Com 32,5 mil empresas, é um dos setores que mais emprega: algo em torno de 1,6 milhão de trabalhadores.

Os números da ABIA com relação à produção foram de evolução de um ano para o outro, porém, ainda negativado, isto é, queda de 0,96%, embora um pouco melhor que o índice do ano anterior, quando ficou em -2,9% na produção. A expectativa é de que o setor possa recuperar-se na produção física, em volume, atingindo um percentual entre 0,6% a 1,2% de crescimento.

Em meio a um cenário de tímida recuperação econômica, cogitar aumento da capacidade produtiva traz à cabeça de empresários e representantes de entidades do setor um atributo fundamental: eficiência. Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), 28% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia produtiva, em média, na America Latina, e grande parte é devido aos processos de produção.

O caminho necessário para se atingir índices aceitáveis com relação à eficiência produtiva é a automação. O domínio das informações do processo industrial é peça fundamental. Podemos ter análises que indicam o que vai acontecer, antecipando medidas corretivas antes que uma parada ocorra ou mesmo que um produto saia do padrão de qualidade, por exemplo. O avanço da tecnologia é fundamental à eficiência produtiva: com a automação dos processos, a indústria de alimentos e bebidas pode obter ganhos entre 7% e 15%.

Embora o “custo Brasil” seja um entrave para a adoção em larga escala de soluções que visam aperfeiçoar a eficiência do processo produtivo, trata-se de um caminho natural e sem volta, uma vez que não há mais espaço para gastos desnecessários, não apenas pela cadeia de custos envolvidos, mas também pelos aspectos de segurança e meio ambiente.
* Julio Molinari é presidente da Danfoss na América Latina

 

 

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Tomra X-TractA produção de alumínio não só é trabalhosa e cara, devido o elevado consumo de energia necessário no processo; mas também, os recursos primários são limitado. Portanto, é essencial a melhoria dos processos de reciclagem de alumínio. Na Itália, a reciclagem de alumínio é especialmente importante para a economia, onde 90% do alumínio produzido é secundário, ou seja, feito através dos processos de reciclagem.

Portanto, não é por acaso que a TOMRA Sorting Recycling na Itália instalou um grande número de unidades TOMRA X-TRACT com raios-X, para processamento e seleção de alumínio. O Centro Rottami de Cisterna di Latina, na região de Lazio, é um dos principais centros de reciclagem na Itália, que tem colocado a sua confiança na tecnologia inovadora da TOMRA Sorting Recycling.

Criado em 1985 para operar na recuperação de metais, tanto ferrosos como não ferrosos (alumínio), o Centro Rottami transferiu-se em 1994 para uma área de 80000 m2 na região industrial de Cisterna di Latina. A cada mês, o Centro Rottami processa entre 300 e 500 toneladas de alumínio, 4.000 toneladas de sucata de metais ferrosos, 300 toneladas de sucata de metais não ferrosos, 2.000 toneladas de pneus e 200 toneladas de baterias de chumbo.

Propriedade da família Del Prete, esta empresa dinâmica e inovadora está na vanguarda do mercado e conhece as suas últimas tendências. Sobre as aspirações da empresa, Gennaro Del Prete afirmou: “Acreditamos firmemente na economia circular, portanto, o nosso principal objetivo é implementar a recuperação completa de todos os resíduos que entram nas nossas instalações”.

O objetivo de “lixo zero” está em linha com as últimas estratégias ambientais. Del Prete explicou o que isso significa em termos do ciclo de processamento: “A separação do alumínio do fluxo de resíduos que entra ocorre na fase final de um processo de tratamento complexo que foi concebido utilizando algumas das nossas próprias máquinas patenteadas e duas unidades TOMRA a fim de minimizar a perda de material. Especificamente, neste processo, usamos uma máquina TOMRA FINDER, adquirida em 2008 e uma TOMRA X-TRACT de última geração, adquirida em 2016 e que começou a trabalhar muito recentemente”, especifica Del Prete.

Davide Cattaneo, engenheiro de Orion, a empresa de distribuição de equipamentos da TOMRA Sorting Recycling em Itália, explicou: “no Centro Rottami, o material é processado em batelada e usa uma sequência alternada para processar três diferentes granulometrias: 5-30 mm, 30-80 mm e > 80 mm. A última unidade instalada X-TRACT tem permitido uma melhor separação do material processado, o que significou um aumento no valor do produto final obtido.

A decisão de instalar o TOMRA X-TRACT visa otimizar a qualidade de alumínio recuperado de trituração, bem como a capacidade de alavancar sinergias potenciais com a empresa de fundição do alumínio na sequencia do processo”. A tecnologia de raios-X de transmissão (XRT) permite o reconhecimento e separação de materiais com base na sua densidade atómica, independentemente do tamanho, humidade ou contaminação, obtendo-se frações com um alto nível de pureza.

Leopoldo Del Prete, diretor da empresa, disse: ” A TOMRA é uma empresa que nos inspira muita confiança e Orion, seu distribuidor italiano sempre demonstrou grande profissionalismo na fase de aconselhamento pré-compra e é por isso que recorremos a eles quando decidimos comprar a segunda unidade X-TRACT para a aplicação de metais. Em todos estes anos o TOMRA FINDER nunca nos deu qualquer problema, e assim se torna em um grande cartão de visita”.

O TOMRA X-TRACT, graças à sua tecnologia de triagem com Raios-X, permite obter alumínio de qualidade superior, aumentando a sua pureza e, portanto, o seu valor de vendas; neste momento a unidade está separada do resto do sistema e o processamento (tal como no caso do FINDER) é realizado em batelada. Isto foi explicado por Cattaneo: “Para a empresa de fundição, utilizar um alumínio mais puro traz benefícios indiretos: uma é a redução do tempo de inatividade para a limpeza de forno e um menor custo de energia para voltar a trazer o forno à temperatura necessária. Menos tempo de inatividade e menor consumo de energia significa maiores lucros”.

Descrição do processo

Leopoldo Del Prete explica em detalhe o processo de produção, desde o momento da receção do resíduo até a produção de matéria-prima. O processo inicia-se em uma planta de trituração (moinho Lindemann) onde três produtos são obtidos: alumínio misturado com metais pesados; sucata ferrosa (PROLER) e fluff (resíduos ligeiros de fragmentação). Os alumínios com metais pesados fragmentados vão para o X-TRACT para a melhor limpeza do alumínio.

Especialmente interessante é a gestão de resíduos de fluff, que consiste principalmente de uma mistura de plástico, vidro, espumas, tecidos, borracha, cabos, etc. que, em geral, seriam enviados para o aterro. No Centro Rottami, estes resíduos passam por um processo muito articulado através de uma tecnologia que permite a recuperação de uma fração fina de fluff e a produção de uma matéria prima secundária inerte, que vai ser posteriormente utilizada pela indústria de construção.

Em primeiro lugar, o fluff é submetido a um tratamento de seleção hidrodinâmico (patenteado pelo Centro Rottami) que consegue separar três frações distintas: super fluff, metal misto e plásticos mistos. A mistura de metais é enviada para o TOMRA X-TRACT para separação (uma vez que estes metais não foram separados por separação magnética ou pelas Correntes de Foucault após fragmentação).

A fração orgânica composta por plástico e por super fluff, representando cerca de 40-45% do peso do fluff produzido em fragmentação continua através de um tratamento de desvolatilização. A mistura passa primeiramente por um secador e, em seguida, por um forno a cerca de 450 °, onde ocorre a pirólise. Pelo que o material orgânico se decompõe e se obtém um gás que pode ser utilizado como combustível para produzir energia.

O produto que sai do forno é dividido em dois tipos: o material > 5 mm passa pelo TOMRA FINDER, que recupera as frações de metal e o material remanescente <5 mm torna-se uma matéria-prima secundária que se converte em nome de GRANIMIX®, uma marca registrada do Centro Rottami.

No momento em que todos tem olhos voltados para a reciclagem (muitas vezes mais em palavras do que em atos), o Centro Rottami é um verdadeiro centro de excelência, onde a tecnologia TOMRA, sempre na vanguarda da indústria, não poderia faltar.

 

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tramontina okA Tramontina acaba de concluir a ampliação da sua planta de materiais elétricos, localizada no município de Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul, com a anexação de umnovo pavilhão industrial de 12 mil m². A expansão permitirá à empresa trabalhar com dois pavilhões especializados – um em plástico e o outro em alumínio, e assimaumentar a produção em até 40%.

 

O projeto donovo pavilhão priorizou alguns conceitos importantes de sustentabilidade e boas práticas ambientais, como a iluminação que, além das luminárias de LEDe das placas prismáticas, recebeu um sistema automático de abertura das janelas, de forma a priorizar a iluminação natural.Outro cuidado foiainclusão de jardins internos e externos, e a instalação de piso de madeira em algumas áreas da produção coma finalidade de levar conforto térmico aos colaboradores nos dias mais frios da serra gaúcha.

 

O novo pavilhão ainda se beneficiará de outros projetos de sustentabilidade já implantados na fábrica, caso da cisterna que capta água da chuva e possui capacidade de 540m³, e das placas de fechamento lateral com características termoacústicas. O direcionamento do calor gerado pelos compressores para a área produtiva também é um diferencial da nova instalação.

 

A unidade de mtramontinaateriais elétricos da Tramontina somamais de 40 anos de experiência na produção e comercialização de uma gama de tomadas, placas e interruptores, além de produtos eletrônicos, que são sensores de presença, minuterias e variadores de luminosidade, e todos os itens necessários para a instalação elétrica, como conduletes, eletrodutos e acessórios, extensões, caixas de embutir, canaletas e aparelhos à prova de tempo. A fábrica, que não para de crescer, em 2016 entrou no segmento de disjuntores e quadros de distribuição.

 

 

 

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flukeA energia é um dos custos mais significativos em instalações industriais. Embora muitos gerentes vejam a energia como uma despesa inevitável, na realidade é um custo variável que pode ser monitorado e gerenciado, melhorando significativamente a lucratividade das indústrias.

Os novos registradores de energia elétrica trifásica Fluke 1732 e 1734 são ferramentas poderosas projetadas para identificar mais facilmente as fontes de desperdício de energia elétrica. Além de fáceis de configurar e usar, os novos equipamentos da Fluke capturam medições chave – tensão, corrente, potência, fator de potência e outras variáveis como temperatura – para permitir que os gerentes entendam seu consumo de energia e o correlacionem com suas atividades. Os novos registradores também são compatíveis com Fluke Connect®. Os dados podem ser vistos de qualquer lugar através do aplicativo móvel Fluke Connect, podendo reduzir o número de vezes que um técnico deve abrir um painel enquanto estiver usando o equipamento completo de proteção.

Com o Fluke 1732 e 1734, os eletricistas e gerentes de instalações podem:

– Descobrir facilmente a energia desperdiçada para reduzir a conta

– Realizar estudos de energia sobre uma variedade de parâmetros de energia e energia elétrica

– Realizar estudos simples de corrente de carga

– Utilizar o 1734 para realizar estudos avançados de energia e carga com dados conectados aos módulos do Fluke Connect.

“O uso da energia em plantas industriais é uma das áreas mais importantes na qual os custos podem ser reduzidos, mas a maioria dos gerentes de instalações nem sequer sabem como sua energia é consumida”, disse Rodrigo Cunha, gerente de produto e aplicação da Fluke do Brasil. “Os registradores de energia Fluke 1732 e 1734 fornecem uma imagem completa que identifica oportunidades de economia e dados acionáveis para reduzir os custos de energia para melhorar a tomada de decisão”, completa.

Os registradores de energia da Fluke:

– Mede todas as três fases dos condutores: Com três sondas de corrente flexíveis incluídas.

– Registro abrangente: Mais de 20 sessões de registro separadas podem ser armazenadas nos instrumentos e todos os valores medidos são registrados automaticamente para que você nunca perca as tendências da medição.

– Alimentação prática do instrumento: Pode ser alimentado pelo circuito de medição, eliminando a necessidade de encontrar uma tomada elétrica e executar extensões de cabo de alimentação.

– Registro totalmente integrado: Conecte outros dispositivos Fluke Connect ao Fluke 1734 para registrar simultaneamente até dois outros parâmetros de medição, praticamente qualquer parâmetro disponível em um módulo ou multímetro digital Fluke Connect.

– Complete a configuração “em campo” pelo painel frontal ou pelo aplicativo Fluke Connect: Sem necessidade de voltar para a estação de trabalho para fazer download, configurar ou levar o computador ao painel elétrico, pois os dados podem ser baixados diretamente para o cartão de memória USB ou via Wi-Fi local. A configuração gráfica rápida e guiada garante que os dados corretos são capturados a cada vez e a função de verificação inteligente indica que as conexões corretas foram feitas, reduzindo a incerteza do usuário.

O 1732 e 1734 também incluem o novo software aplicativo Energy Analyzer Plus que oferece capacidades de análise mais avançadas para melhor correlacionar dados e tomar melhores decisões. Com isso, é possível baixar e analisar cada detalhe do consumo de energia e o estado de integridade da qualidade de energia com a criação automatizada de relatórios.

Os registadores têm uma classificação de 600 V CAT IV / 1000 V CAT III – a mais alta classificação de segurança da indústria – para uma utilização segura na entrada de serviço e na rede interna.

Para mais informações sobre os registradores de energia elétrica trifásicos Fluke 1732 e 1734 envie um email paramarketing@fluke.com.br ou acesse www.fluke.com.br

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bemisA Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, participa da Fispal Tecnologia, feira internacional voltada para a indústria de alimentos e bebidas. A feira acontece até o dia 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes (Km 1,5).

Durante o evento será possível encontrar embalagens flexíveis e rígidas da Bemis nos estandes da Multivac, Ulma, Selovac e Ishida. No dia 29/6 (5ª feira), às 17h20, a Bemis participa de um debate do Circuito ABRE de Palestras, da Associação Brasileira de Embalagens.

Com o tema “Inovações para embalar um mundo melhor”, os executivos da empresa Jonathas Santos, Karla Barrios e Manuella Castro vão mostrar de que forma soluções tecnológicas como os filmes “paper like” (efeito tátil), “skin com base impressa” e “tampa para bandeja pré-formada”, desenvolvidos pela Bemis, podem ser atrativos e práticos para o consumidor.

É possível fazer o pré-credenciamento do evento pelo site: https://www.fispaltecnologia.com.br/pt/credenciamento.html.

Participação da Bemis na Fispal
27 a 30 de junho de 2017 – das 13h às 20h
Estande da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem): Rua J, 107
São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo – SP

 

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zfA ZF define o futuro da mobilidade e trabalha para que a próxima geração de veículos tenha a capacidade de Ver, Pensar e Agir. Por meio de novas parcerias e com amplos conhecimentos técnicos próprios, a empresa desenvolve avançadas funções automatizadas e busca fornecer níveis mais altos de condução autônoma no futuro. “Considerando apenas o ano passado, a ZF assumiu uma participação de 40% na Ibeo, desenvolvedora de tecnologia LIDAR, e anunciou sua colaboração com a Nvidia para lançar no mercado o ProAI, a primeira unidade de controle eletrônico do mundo com inteligência artificial. Além disso, adquiriu uma cota de 45% na Astyx, fabricante de radares de ultra alta frequência, e, mais recentemente, firmou parceria com a Faurecia, especializada em interiores de veículos, para produzir o cockpit do futuro com ênfase na segurança”, afirma o Dr. Stefan Sommer, CEO da ZF.

Além disso, as equipes de pré-engenharia da ZF estão projetando radares de alta resolução e buscando formas de combiná-los com a tecnologia de laser para obter uma representação tridimensional do entorno do veículo. Isso melhorará as capacidades que já estão em desenvolvimento para imagens panorâmicas de 360° ao redor do automóvel, como a combinação da câmera de três lentes Tri-Cam com o radar AC2000 para visão frontal e lateral.

Um dos atuais focos está no desenvolvimento de funções automatizadas do nível 2 e 3. Como exemplo, a ZF continua a aperfeiçoar e a ampliar seu sistema de direção assistida em rodovias (Highway Driving Assist) incluindo novas funcionalidades, como a ajuda automatizada para deixar a pista. Com esse recurso, os motoristas escolhem a faixa pela qual pretendem sair da rodovia, e a função faz automaticamente a mudança de faixa de rodagem em direção à saída.

Esse programa pode ser utilizado juntamente com dispositivos de mapeamento de GPS. O usuário pode pressionar um botão presente na tela sensível ao toque para indicar a faixa de sua preferência para deixar a pista – o sistema é capaz de avaliar a manobra e realizá-la.

“A automatização precisa estar diretamente atrelada à segurança, pois as pessoas só vão optar pelos meios de transporte nos quais confiam e se sentem totalmente seguras. Por isso, estamos trilhando um caminho que oferece um equilíbrio entre o avanço de novas tecnologias e sistemas comprovados na prática em rodovias. Vamos trabalhar para melhorar, testar e validar inovações que beneficiarão os envolvidos no trânsito e os usuários de várias formas de mobilidade e aplicações industriais”, conclui Dr. Sommer.

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exportaçãoTer uma empresa com a marca reconhecida internacionalmente significa ter um atestado de competência e qualidade conferido pelos mais exigentes mercados do planeta. Esse é o caso da Schioppa, que exporta suas rodas e rodízios para diversos países, dentre eles Estados Unidos, Argentina, Colômbia, Equador, Espanha, México, Reino Unido, Índia, Uruguai e diversos outros.

O superávit da balança comercial em maio atingiu um novo recorde histórico mensal, de US$ 7,6 bilhões, e levou a um saldo acumulado no ano de US$ 29 bilhões. Os dados são do Indicador do Comércio Exterior – Icomex, divulgado 20 de junho, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com a FGV, o bom desempenho das exportações na comparação entre os acumulados do ano até maio de 2017 e 2016 foi liderado pelo aumento nos preços (+13%), seguido de uma variação positiva ( 9%) no volume exportado. Este resultado denota uma reação positiva do mercado e mantém a tendência de um ano superavitário.

Vera Bites, Gerente de Vendas Internacionais da Schioppa, explica como funciona o processo de exportação. “As negociações tomam como base a identidade de cada mercado com relação à compatibilidade e competitividade em termos de oferta de produtos e preços. A elaboração de uma política comercial consistente e a oferta e uma gama variada de soluções, atraem a atenção dos compradores. Porém, o processo de uma venda internacional é geralmente muito mais longo, pois exige a maturação da credibilidade entre os parceiros.”

Exportar significa uma mudança de imagem:

“Para ser uma empresa exportadora é preciso estar comprometida com uma nova visão, estar alinhada com padrões de gestão atuais, manter constante processo de melhoria em produtos e qualificação de sua força de trabalho, estar atenta às oportunidades do mercado mundial em suas tendências e anseios. Isto significa que a empresa tem que absorver e se adequar aos mais exigentes padrões internacionais, produzindo produtos cada vez melhores e altamente competitivos”.

Além da gerente, o Departamento de Marketing da Schioppa revelou que após três anos de quedas nas exportações, devido às instabilidades nos grandes mercados, o cenário começa a mudar e mostrar sinais de recuperação. A expectativa é que 2017 seja um ano de retomada e crescimento para a marca.

 

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Multinacional alemã de sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal realiza o trhemrsaleinamento gratuito sobre Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12) nos dias 18 e 20 de julho, das 8h às 18h, na Feira de Santana (BA) e em Aracaju (SE), respectivamente.

Promovido pela Academia Schmersal – que capacita profissionais ligados à segurança industrial para atender as especificações técnicas exigidas pela NR 12 – o treinamento é destinado a engenheiros eletricistas, engenheiros de segurança do trabalho e de manutenção, técnicos de segurança do trabalho, técnicos com formação em eletrotécnica entre outros profissionais que atuam na área de segurança industrial.

Com duração de oito horas, o treinamento fornece todo o material para participação, como apostilas, catálogos, caneta e certificado. Inscrições e mais informações sobre este e outros treinamentos podem ser obtidas pelo sitehttp://tecnicum.schmersal.com.br.

Serviço

Treinamento Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12)

Dia 18 de julho, das 8h às 18h

Hotel Atmosfera

Rua São Domingos, 588, Santa Mônica, Feira de Santana, Bahia

Dia 20 de julho, das 8h às 18h

Aquarios Praia Hotel

Avenida Santos Dumont, 1378, Praia de Atalaia, Aracaju, Sergipe

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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