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IndústriasA indústria paulista cresceu 2,6% em agosto, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada ontem (08/10), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa alta interrompeu o índice negativo dos últimos três meses. Além de São Paulo, outros 11 locais dos 15 pesquisados, demonstraram taxas positivas, contribuindo para o crescimento de 0,8% da indústria nacional no mês de agosto. Apenas os estados de Amazonas e Pará tiveram um avanço superior ao de São Paulo, com 7,8% e 6,8% respectivamente. Apesar de ainda manter uma retração de 0,7% no índice acumulado do ano, a alta de agosto eliminou quase inteiramente a queda acumulada nos meses de maio até julho.

 

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regulamentoO Grupo Editorial Edipro apresenta em Regulamento de Segurança Contra Incêndios das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo, a mais recente legislação de segurança instituída pelo Decreto nº 63.911, de 10 de dezembro de 2018.

A edição conta com as novas instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, atualizadas até a Portaria CCB nº 007/800/19, de 26 de junho de 2019, que republica a Instrução Técnica nº 17/2019. Além do Código Estadual de Proteção Contra Incêndios e Emergências, instituído pela Lei Complementar nº 1.257, de 6 de janeiro de 2015, a obra também dispõe das leis sobre a profissão de bombeiro civil (lei federal nº 11.901, de 12 de janeiro de 2009).

Outras diretrizes importantes como a Lei Estadual nº 15.180, de 23 de outubro de 2013, que obriga os estabelecimentos civis destinados à formação de Bombeiro Civil a obterem prévia habilitação pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado e a Legislação Complementar estão presentes no livro. Inclui as orientações para a aprovação de edificações no Corpo de Bombeiros.

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setorquimicoO nível de utilização da capacidade instalada das empresas do setor químico de uso industrial em julho foi de 65%, pior índice registrado desde que a Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim iniciou o levantamento deste indicador em 1989. De janeiro a julho deste ano, o nível de utilização da capacidade instalada foi de 70%, seis pontos abaixo do índice registrado em igual período do ano anterior, resultando em um nível de ociosidade de 30%, pior desempenho dos últimos dez anos.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o baixo nível de utilização da capacidade instalada se deve à falta de competitividade gerada pelo preço das matérias-primas e energia, as deficiências logísticas e a alta carga tributária. “Para o setor químico, que opera em regime de processo contínuo, não sendo possível desligar equipamentos ou diminuir a produção abaixo de um determinado nível, esse cenário significa piores desempenhos operacionais e custos unitários de produção ainda mais elevados”, afirma Fátima.

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açoO setor de açúcar e etanol ainda sofre bastante com as frequentes manutenções por corrosão de seus equipamentos e máquinas. Para evitar os custos extras com desgaste e corrosão, o aço inoxidável é uma das principais soluções para aumentar a vida útil dos equipamentos, reduzir os custos e as paradas para manutenção. O inox pode ser aplicado em quase todas as etapas de produção da usina garantindo produtividade, desempenho, facilidade de limpeza e eficiência.

Atenta às necessidades do mercado sucroenergético, a Aperam South America, produtora integrada de aços inoxidáveis, elétricos e carbono, estudou e desenvolveu soluções em inox voltadas especialmente para aplicações no recebimento de cana, extração, evaporação, geração de energia, interligações e fabricação de açúcar. De acordo com Iwao Ishizaki Neto, engenheiro de aplicação e desenvolvimento de mercado da Aperam, diferentemente dos materiais tradicionais, o inox possui excelente performance nas usinas de etanol e açúcar. “A utilização do aço inoxidável aumenta em três vezes a durabilidade dos equipamentos que operam em locais com alta presença de umidade, corrosão e abrasão”, destaca.

Para apresentar os benefícios da utilização do aço inoxidável nas usinas de açúcar e etanol, a Aperam apresentou seu portfólio inovador à Fenasucro & Agrocana – 27ª Feira Internacional de Bioenergia, que aconteceu em Sertãozinho/SP, entre 20 e 23 de agosto.

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Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte

Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte

Quando se fala em revolução, neste caso, na industrial, o primeiro fator a ser considerado para que ela se torne realidade é o humano. E é justamente com este foco que a Deloitte lança sua mais recente pesquisa “Sucesso Personificado na Quarta Revolução Industrial: quatro personalidades de liderança para uma era de mudança e incerteza”. Realizado em 19 países, com 2.042 executivos C-level, representantes de empresas com receita de mais de 1 bilhão de reais por ano, sendo 125 brasileiros, o estudo chega a quatro personas ou quatro perfis de liderança dentro do contexto de desenvolvimento da Indústria 4.0 no país e aponta que alguns estão progredindo mais do que outros ao entender melhor os desafios atuais nas quatro principais áreas de impacto: sociedade, estratégia, tecnologia e talento.

“Essa quarta revolução industrial é recente. E podemos dizer que, dentro de um conjunto de ações que a compõe, uma delas trata da junção e conexão dos ativos físicos de maneira digital, da Internet das Coisas (IoT), o que resulta em maior produtividade e um retorno melhor para o negócio. Diante disso, o Brasil tem avançado neste caminho, mas um avanço ainda tímido, centralizado em grandes corporações e isso precisa ser ampliado. Ocorre que os desafios que se colocam hoje para o Brasil são imensos, principalmente no que tange às pessoas. Por isso, a pesquisa foca nos líderes para traçar o atual panorama da Indústria 4.0 no país”, constata Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte.

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automacaoA indústria 4.0 já é uma realidade em todo o mundo. Fábricas de diversos setores já procuram novas maneiras de integrar as informações do “chão de fábrica” aos sistemas corporativos, com o objetivo de garantir maior qualidade e produtividade no dia a dia e também melhor gestão na manutenção.

No segmento de máquinas-ferramenta, a Mitsubishi Electric  já faz isso com o Comando Numérico Computadorizado (CNC) por meio de tecnologias aplicáveis a indústria 4.0, como no caso a Interface MES (Manufacturing Execution System) e também com o protocolo MT Connect.

“Esses equipamentos podem ser integrados aos sistemas de Gestão de Tecnologia da Informação das empresas, com o objetivo de ajudar líderes a monitorarem, em tempo real, o status da produção, ajudando a aumentar ainda mais a inteligência nas empresas no dia a dia”, afirma Eduardo Miller, Engenheiro de Aplicação da Mitsubishi Electric.

Com uso predominante na indústria automotiva, esse equipamento ainda tem grande espaço para se expandir no Brasil. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o percentual de indústrias do país que utilizam pelo menos uma tecnologia digital passou de 63%, em 2016, para 73%, em 2018 e deve continuar crescendo nos próximos anos.

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gs1-farmárcia-1440x564_cA Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil divulga a nova edição do Índice de Automação do Mercado Brasileiro, que tem como objetivo medir o nível de automação no país para identificar o quanto tecnologias são adotas por empresas e consumidores. Dividido em duas frentes de apuração – Empresas e Consumidores –, sendo empresas com visualizações por indústria e comércio e serviços, o índice mensura a automação em todo o país e conta com o apoio metodológico de uma das maiores empresas de pesquisas, a GfK Brasil.

Embora vários setores da economia tenham recuado no último ano, o investimento em processos e recursos de automação nas empresas cresceu na proporção de 8% entre 2017 e 2018. O método de estudo avalia vários setores e o índice possui um intervalo de avaliação de 0 a 1. Em novembro de 2017, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro apontava para 0,223 e hoje está em 0,241.

Na variação 2017/2018, as empresas brasileiras aumentaram seu nível de automação para ganhar mercado frente à concorrência. As empresas foram analisadas nas seguintes divisões – Indústria e Comércio e Serviços.

A vertical Indústria teve uma alta de 8,3% do índice, saltando de 0,261 para 0,282. Já no setor de Comércio e Serviços, o índice saltou de 0,186 para 0,199.

O foco de maior investimento da indústria em 2018 foi em atendimento e relacionamento com o cliente. “O uso mais estratégico dos dados gerados diariamente pelas ações dos clientes dá mais subsídios para a geração de ofertas direcionadas ao desejo dos consumidores”, analisa Marina Pereira, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

No segmento de logística, de acordo com Marina, “percebemos que a identificação única de produtos e o código de barras estão entre os recursos mais adotados pelas empresas, o que as auxilia a ter um maior controle da localização dos itens na cadeia de abastecimento”. A conclusão é que os processos de rastreabilidade recebem mais atenção hoje, principalmente quando a identificação é automatizada por meio de padrões GS1 de códigos de barras, bidimensionais e radiofrequência. Já no varejo, a integração entre o back office e o checkout tem aumentado, o que aponta para maior preocupação com a gestão dos negócios e das informações dentro dos negócios.

A Região Sul do país foi a que mais se destacou em crescimento de automação de empresas no período de um ano, com aumento de 13,1%. As outras regiões que perceberam maior adoção em automação foram a Sudeste – 6,6% – e a Centro-Oeste, com variação de 6,3%.

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MerieuxNutriScienceA China é a maior produtora de agroquímicos do mundo. De acordo com o Conselho Chinês para Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), em 2017, a produção de defensivos agrícolas foi de mais de três mil toneladas e o faturamento anual do segmento chegou aos 308 bilhões de iuanes.

Os avanços do mercado chinês estão diretamente relacionados com o desenvolvimento de novos produtos e os constantes investimentos em novas tecnologias e na melhora do processo produtivo dos defensivos. “O setor é um dos que mais cresce no país, pois as empresas têm capacidade para investir na produção de ingredientes ativos, que estão com as patentes quase expirando, como piraclostrobina e protioconazol, assim como produtos mais antigos como Glifosato, 2,4-D e Atrazina, conta a Gerente de Agroquímicos de Xangai da Mérieux NutriScience, Kathy Zhu.

Devido ao protagonismo brasileiro na produção agrícola, que acarreta no consumo de insumos, a China passou a procurar o Brasil para realização de estudos e análises, principalmente dos ativos de agroquímicos genéricos, com o objetivo de registrar os produtos e ingressar no mercado do país. “A procura pelo Brasil deve-se a atratividade do nosso mercado, pois somos um dos maiores produtores agrícolas do mundo. Além disso, com o objetivo de registar produtos no país e considerando o alto nível de exigência técnica das autoridades reguladoras MAPA, ANVISA e IBAMA, muitos fabricantes chineses optam por realizar os estudos em laboratórios brasileiros, que possuem conhecimento sobre as exigências especificas dos órgãos, assim como proximidade e acesso para manter discussões técnicas quando necessário. Os estudos realizados aqui também são aceitos nos países membros da OCDE, o que facilita o registro e posteriormente a venda do defensivo em outros mercados”, explica o Gerente de Desenvolvimento e Suporte Técnico da Mérieux NutriScience, Roberto Sardinha.

Para atender à crescente demanda chinesa, a Mérieux NutriScience desenvolveu um modelo de negócios especial para o país. Desde 2010, a companhia conta com um laboratório e uma equipe dedicada em Xangai.  Hoje, cerca de 50% da receita da empresa vem dos negócios realizados em território chinês. “Nos últimos anos, o market share da China em defensivos agrícolas vem crescendo de forma exponencial, por isso decidimos investir fortemente nesse mercado e os resultados obtidos até o momento são muito positivos”, afirma Sardinha.

A Mérieux NutriScience oferece ao mercado chinês todos os estudos necessários para o registro de produtos técnicos, que são as matérias primas com altas concentrações dos ingredientes ativos e dos formulados. Entre os testes mais procurados pela China, está o estudo de Cinco Bateladas, que analisa a composição química do produto, avaliando a quantidade de ingredientes ativos e as impurezas presentes.

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ambevA Ambev, dona de marcas como Skol, Stella Artois, Budweiser e Guaraná Antarctica, reduziu em 43% o consumo de água na produção de suas bebidas nos últimos 14 anos. A empresa já havia batido em 2015 a meta global estabelecida para 2017 de usar ao máximo 3,2 litros de água para cada litro de bebida envasado. No último ano, a cervejaria foi ainda mais longe e chegou a 3,04 litros.

A redução, em comparação a 2015, foi de 4,1%. A evolução permanente nos índices de consumo de água se dá pelo trabalho em diversas frentes, com treinamentos dos funcionários, campanhas internas de conscientização, utilização dos melhores equipamentos e tecnologias disponíveis, padronização de processos, ações de reaproveitamento de água e estabelecimento de metas individuais e coletivas.

 

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bemisNão é de hoje que o consumidor é influenciado pelo que vê nas gôndolas dos supermercados e nas prateleiras de farmácias e perfumarias. Estudos de comportamento mostram que elementos visuais como as cores, o layout e o formato da embalagem e a maneira que são expostos são fatores que motivam a compra de um produto.

O levantamento “A Hora Certa de Ativar o Shopper”, divulgado pela Nielsen, mostra que, em média, 70% das decisões de compra são tomadas em frente à gôndola, e que o shopper (comprador) gasta 15 segundos nos corredores dos supermercados e dá atenção de apenas 1,6 segundo para cada estímulo visual. A pesquisa também aponta que, entre os gatilhos de quem planeja uma compra, estão a marca (54%), a quantidade (18%) e a variedade de um produto (16%). O tamanho da embalagem e quanto pretendia gastar têm a mesma importância para o consumidor (13%), seguidos pelo tipo de embalagem (11%).

Para produtos que demandam baixo planejamento de compra como chocolates em barra, iogurtes, queijos, biscoitos e molhos de tomate, as embalagens podem incentivar a compra por impulso.

Já na categoria de produtos com alto planejamento, como papéis higiênicos, cremes dentais, desodorantes, sabonetes, fraldas, sabão para roupas, café, carnes e margarinas, o shopper é mais sensível a alterações de preço, porém menos propenso à troca brusca de marcas, mantendo-se no seu leque de marcas já conhecidas.

Desta forma, as embalagens evoluem para acompanhar o perfil do consumidor, como as garrafinhas de iogurte substituídas por copos para o público jovem, copos de plástico e não de vidro para requeijão que são empilháveis e evitam a quebra, e stand-up pouch (bolsa plástica que para em pé) para atomatados no lugar de latas, para consumidores que procuram praticidade e embalagens mais leves.

A busca por hábitos de vida mais saudáveis também influencia a gama de produtos e os lançamentos, a fim de contribuir com a manutenção da saúde e o bem-estar do consumidor. As embalagens desse produtos, por sua vez, seguem a linha da diferenciação, com design mais moderno e colorido. Entre os exemplos estão margarina, iogurte, requeijão e sorvete nas versões “light” e “zero gordura”, produtos sem lactose, sem glúten e vegan para quem tem restrições alimentares ou não consome alimentos e produtos de origem animal.

Outra tendência é a “premiunização” de produtos, que cria experiências mais marcantes e interativas, com a combinação de sabores e aromas diferentes dos tradicionais e coordenados com embalagens sofisticadas.

Um movimento crescente nos últimos anos tem sido a redução do tamanho das embalagens e o aumento das porções individuais, por conta do número de pessoas solteiras ou que moram sozinhas e querem evitar o desperdício.

Porém, especialmente no Brasil, mesmo com várias opções de produtos em quantidade menor, muitos consumidores ainda preferem as embalagens consideradas “econômicas”, com 1Kg, 2,5L e 5L, por conta da relação custo x benefício.

O uso de novas tecnologias em embalagens traz praticidade e conveniência ao consumidor, e ainda aumenta o prazo de validade de produtos, como é o caso da tecnologia resselável (“abre e fecha”) de frios, de materiais “micro-ondáveis” que podem ser aquecidos no micro-ondas e do filme que pode ser levado ao forno porque possibilita o cozimento de uma carne na própria embalagem.

Independentemente dos rumos que os hábitos de vida sigam, o consumidor continuará sendo o grande alvo a ser alcançado, tanto com novidades de produtos como de embalagens, de forma que tenha mais conveniência e vantagens para, então, ter suas necessidades supridas e prosseguir comprando.

*Priscila Troian, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Bemis para a América Latina

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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