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Mesmo com a retração da atividade e do emprego, os empresários da indústria da construção apostam na recuperação do setor nos próximos seis meses. O Índice de Confiança dos Empresários da Construção subiu para 57 pontos em março e está 4,1 pontos acima da média histórica de 52,9 pontos. Pela primeira vez desde fevereiro de 2013, o indicador de percepção sobre as condições atuais ficou em 50,3 pontos, em cima da linha divisória dos 50 pontos.

Isso mostra que os negócios pararam de piorar, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira, 26 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de expectativa aumentou 0,7 ponto em relação a fevereiro e ficou em 60,5 pontos, mostrando que os empresários estão otimistas com o desempenho do setor nos próximos seis meses. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando ficam acima de 50 mostram que os empresários estão confiantes.

“A retomada da economia e a queda da taxa básica de juros são essenciais para a recuperação do setor e contribuem para as perspectivas positivas dos empresários”, diz a economista da CNI, Flávia Ferraz.

Além do aumento da confiança, a pesquisa mostra que os empresários apostam no aumento no nível de atividade, na contratação de novos empreendimentos e serviços, no crescimento das compras de matérias-primas e insumo e do número de empregados nos próximos seis meses. Todos os indicadores de expectativa ficaram acima dos 50 pontos em março. O de nível de atividade subiu para 56,5 pontos e o de número de empregados aumentou para 54 pontos.

INVESTIMENTOS E ATIVIDADE – Mas os empresários continuam pouco dispostos a investir. O indicador de intenção de investimentos caiu 1 ponto em relação a fevereiro e ficou em 31,1 pontos em março. O índice varia de zero a cem pontos e quanto menor o indicador, menor é a propensão para o investimento.

Uma das causas para a baixa intenção de investir é a a elevada ociosidade do setor.  O nível de utilização da capacidade instalada na indústria da construção ficou em 57% em fevereiro.  Ou seja, 43% das máquinas, equipamentos e do pessoal do setor ficaram parados no mês passado.

De acordo com a pesquisa, a atividade e o emprego na construção continuaram caindo em fevereiro. O indicador de nível de atividade ficou em 46,2 pontos e o de número de empregos alcançou 44,1 pontos.

Os índices variam de zero a cem. Quando estão abaixo dos 50 pontos mostram queda da atividade de do emprego. No entanto, a CNI observa que o ritmo de retração está diminuindo. Na comparação com fevereiro do ano passado, o indicador de atividade aumentou 5,9 pontos e o de emprego, 5,2 pontos.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 13 de março com 599 empresas. Dessas, 203 são pequenas, 265 são médias e 131 são de grande porte.

 

 

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saneamento*Elias Oliveira

 

Apesar de um leve avanço, a situação do saneamento básico no Brasil ainda é muito grave e faz com que metade da população ainda não tenha acesso a esgoto tratado: são mais de 100 milhões de pessoas afetadas, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Além disso, segundo a instituição, 34 milhões de brasileiros não recebem água tratada.

Também preocupa o fato de o país produzir cerca de 9 mil toneladas por dia de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) – essa é a parcela orgânica dos efluentes dos esgotos domésticos. Desse total, apenas 39% são removidos pelas Estações de Tratamentos de Esgoto (ETEs), de acordo com levantamento divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Ministério das Cidades, no “Atlas Esgotos: Despoluição de Bacias Hidrográficas”.

Ao avaliar todas essas informações, podemos concluir que a situação de saneamento em nosso país é bem crítica. Assim, devemos utilizar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater o assunto, pois a situação impacta diretamente na saúde da população, sobretudo com a proliferação de mosquitos transmissores e o consequente aumento dos casos de febre amarela, dengue, chikungunya e vírus zika.

Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito. Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.

Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro, ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções à base de cloro já são aplicadas há mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

 

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.

 

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stratasyseckhartA Stratasys ,  marca global em soluções de tecnologia aditiva aplicada, e a Eckhart, Inc. anunciaram um acordo de colaboração exclusiva de três anos com o intuito de avançar na adoção da impressão 3D para fabricação de ferramental na América do Norte.

Por cerca de 60 anos, a Eckhart tem fabricado ferramentas para tornar as suas linhas de produção mais seguras e eficientes. As soluções de manufatura avançada da empresa são usadas pelos maiores fabricantes do mundo para assistir e automatizar processos de montagem em indústrias como a automotiva, aeroespecial, construção pesada, médica e outras.

As ferramentas ergonômicas de elevação e de redução de torque da Eckhart permitem que um técnico execute tarefas como levantar e posicionar um motor de carro enquanto ele é aparafusado ao chassi. As ferramentas produzidas pela empresa também permitem que os fabricantes concluam processos de montagem de torque alto, onde o espaço e o formato da peça limitam o acesso.

A Eckhart acredita que a indústria de ferramentaria está madura para a mudança acarretada pela introdução da tecnologia de manufatura aditiva, que ajudará a redesenhar as ferramentas industriais.

“Na Eckhart, acreditamos que, com a manufatura aditiva, há uma oportunidade real de reinventar o modo como as ferramentas industriais são projetadas, produzidas e utilizadas pelos consumidores”, afirma Andy Storm, presidente e CEO da Eckhart.

Três Maneiras de como a Manufatura Aditiva Pode Ajudar

Com base na capacidade única da manufatura aditiva em ajudar a impulsionar a inovação da ferramentaria industrial da próxima geração, a Eckhart vê três maneiras principais de os processos aditivos ajudarem essa indústria:

Leveza e Ergonomia: Quanto mais leve e de formato mais orgânico uma ferramenta for, mais fácil ela é de ser operada e de se deslocar pelo ambiente de montagem. Um ponto forte da manufatura aditiva é sua capacidade de produzir peças de formato orgânico que são mais leves do que os projetos convencionais, produzidos em metal, e mais fortes. O nylon reforçado com fibra de carbono da Stratasys (FDM Nylon 12CF) tem uma relação resistência-peso que lhe permite substituir metal em muitas aplicações.

Melhoria da Linha de Visão: a manufatura aditiva pode ser usada para projetar partes vazias em uma ferramenta. As ferramentas produzidas pelos métodos tradicionais geralmente possuem material extra e sem função. Ao reduzir o material desnecessário, a linha de visão é melhorada. Ao eliminar material, é possível ver mais da operação de montagem.

 Estrutura de Construção e Lista de Materiais Simplificadas: a manufatura aditiva pode ser usada para reduzir significativamente a contagem de partes de uma montagem. Ao redesenhar um processo de montagem de numerosas peças para uma única peça, produzida por impressão 3D, os designers podem reduzir a contagem de peças e, assim, simplificar tanto a estrutura de construção quanto a lista de materiais para fabricação.

 “Nossa intenção é substituir completamente as ferramentas de metal existentes por equivalentes impressas em 3D”, diz Storm. “O potencial de inovação em economia de peso, simplificação da lista de materiais e melhora da visibilidade do operador que a manufatura aditiva oferece não têm precedentes”.

 “Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Eckhart para ajudar a redesenhar uma nova geração de ferramentas de fábrica”, afirma o vice-presidente sênior de vendas da Stratasys para a América do Norte, Patrick Carey. “Ambas as empresas não só têm um grande negócio para oferecer uma à outra, mas muito para aprender mutuamente também. Como a Eckhart, a Stratasys acredita que este acordo exclusivo de três anos tem o potencial de trazer inovações disruptivas para o mercado de ferramentaria industriais na América do Norte”.

O laboratório de impressão 3D da Eckhart está localizado no Centro de Tecnologia Avançada recentemente inaugurado em Warren, Michigan. Como parte da parceria com a Stratasys, o laboratório inclui impressoras que usam o processo de impressão 3D de modelagem por fusão e deposição (FDM) da Stratasys. O laboratório possui as impressoras 3D da Stratrasys Fortus 450mc, F370 e Fortus 250mc, projetadas para produzir peças sob demanda, alavancando a produção de termoplásticos e ferramentas de fabricação avançadas. A Eckhart também usa uma variedade de materiais Stratasys, incluindo o Nylon reforçado com fibra de carbono (FDM Nylon 12 CF).

Além de acelerar a adoção da impressão em 3D, a parceria visa alavancar a experiência de ambas as empresas em mercados adjacentes para promover a adoção da indústria 4.0 e o uso de microssensores em ferramentas impressas em 3D. O objetivo é começar a integrar diagnósticos avançados que permitirão a existência das “fábricas inteligentes” do futuro.

“Os avanços significativos em microssensores e tecnologias de localização nos proporcionam a oportunidade de mudar a forma como nossos clientes monitoram e gerenciam a ‘saúde’ de sua linha”, diz Storm. “Estamos nos associando ao líder global de impressão em 3D, cuja tecnologia está transformando como, quando e onde as coisas são feitas, para integrar essa tecnologia avançada em nosso conjunto de soluções e oferecer valor real, ajudando os clientes estratégicos da Eckhart a acelerar a adoção da indústria 4.0″.

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A regulação adequada, a disponibilidade e melhoria dos dados e informações sobre bacias hidrográficas e a colaboração e participação na gestão da água são as prioridades defendidas pela indústria para garantir a disponibilidade de água em quantidade e qualidade adequadas. Essa são algumas das recomendações, construídas durante o Water Business Day, realizado este domingo, 18 de março, em Brasília, que serão levadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 22 de março ao 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre nesta semana na capital federal.

Promovido pela CNI, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebeds) e a Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), o Water Business Day foi o primeiro evento empresarial em um Fórum Mundial da Água e visa debater o uso sustentável do recurso.

De acordo com o presidente do Conselho de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Marcos Guerra, o setor industrial é fundamental na solução dos desafios para assegurar água em quantidade e qualidade adequadas, seja por meio de inovações em produtos e processos para o consumo eficiente do recurso quanto em parcerias com governos para a universalização do saneamento. Segundo ele, a segurança hídrica será o principal desafio de sustentabilidade nos próximos anos e, para o avanço dessa agenda, é importante ter ambiente favorável aos investimentos. “A estabilidade no fornecimento de água depende de investimentos públicos e privados em inovação e de encorajar empresas a se envolverem em ações mais ambiciosas para isso”, destacou. “Além disso, é necessário ter informações de qualidade para a tomada de decisões em gestão hídrica.”

A opinião foi compartilhada pela presidente do Cebeds, Marina Grossi, que enfatizou a importância de o setor empresarial defender a eliminação de barreiras ao uso de novas tecnologias, como de reuso e do consumo de água na indústria e na agricultura. “Também é preciso avançar na agenda de saneamento, na qual tem-se grande dívida com o povo e com o país”, disse.

Conforme a presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia, a falta de regras claras e uniformes inibem os investimentos em saneamento. Segundo ela, a BRK Ambiental está presente em 12 estados e lida com 18 agências regulatórias, cada uma com suas próprias normas. Como solução para o problema de universalização do saneamento, ela propõe que o modelo siga o que foi feito com o fornecimento de energia e serviços de telecomunicações. “É preciso unificar a regulação”, defendeu.

O secretário executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Carlo Pereira, afirmou que as empresas são as principais parceiras de governos em todo o mundo na superação dos desafios de segurança hídrica. “O Brasil tem posição privilegiada e o desenvolvimento sustentável pode ser transformado em diferencial competitivo para as empresas do país”, declarou.

No entanto, a questão da água precisa ter mais relevância nas decisões de negócios, pois, segundo Pereira, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 da ONU, que trata de garantir água em quantidade e qualidade adequada às populações, não é percebido entre as prioridades das empresas quando se compara com outros objetivos. “Isso ocorre mesmo quando o próprio Fórum Econômico Mundial cita, desde 2012, a questão de escassez hídrica como dos principais desafios para os negócios.”

EXPERIÊNCIAS EMPRESARIAIS – Exemplos de como empresas podem contribuir para redução das perdas e foram apresentadas no painel de líderes. Em Limeira, no interior de São Paulo, a BRK Ambiental contribuiu para redução das perdas de água no sistema de abastecimento e, mesmo com o aumento populacional do município, em 20 anos, reduziu a captação de água de 850 mil litros por segundo para 700 mil litros por segundo. “Nos próximos anos, investiremos R$ 100 milhões para redução das perdas no sistema de fornecimento de água”, disse Teresa. Em Blumenau (SC), a empresa deixou de enviar ao rio 19 milhões de metros cúbicos, o equivalente a sete piscinas olímpicas, de esgoto bruto.

A indústria química Braskem investe significativamente na redução do consumo de água e possui índices de uso de recurso seis vezes melhor que a média do setor químico mundial. Na Região do ABC Paulista, a indústria reusa praticamente 100% da água em seus processos. “Temos mobilizado a cadeia de fornecedores e clientes para economizar água e desenvolvemos soluções em PVC para reduzir as perdas no sistema de abastecimento”, relatou o vice-presidente global de Competitividade da Braskem, Roberto Bischoff.

O reaproveitamento de água é significativo também nos processos da Anglo American, que chega a 90% na produção de níquel. Segundo o diretor de Operações da empresa, Cristiano Cobo, a água é estratégica para segurança e integridade da empresa, mas destacou que o desafio global da empresa é eliminar a água de alguns tipos de operação da empresa. “No fim, buscamos garantir esse recurso como prioridade para o consumo humano”, declarou.

A Coca-Cola e a Nestlé, além de reduzir o consumo de água nas operações, faz um forte trabalho com comunidades pelo mundo para garantir à população próxima às fábricas da empresa o acesso à água potável. “Na América Latina, são cerca de 100 mil pessoas que recebem esse apoio da empresa. Quando olhamos para trás vemos que fizemos muito, mas quando se olha para frente, vemos que temos muito a fazer”, declarou a vice-presidente de Relações Governamentais e Comunicação da empresa, Olga Reyes. “Compartilhamos conhecimento com a sociedade sobre temas relevantes com o intuito de ensinar e aprender para tornar o mundo sustentável a todos”, afirmou o vice-presidente de Operações da Nestlé Brasil, Luís Garcia Prieto.

Para reduzir o consumo de água na agricultura, onde a prática de irrigação mais usada é por inundação, a multinacional Netafim desenvolveu há 50 anos em Israel, país que sofre com a escassez hídrica, tecnologia de irrigação por gotejamento. Hoje a principal missão do presidente da empresa, Naty Barak, é disseminar pelo mundo as vantagens desse processo. “Nosso principal concorrente é a ignorância de não se saber as vantagens da irrigação por gotejamento”, disse Barak.

GESTÃO DA ÁGUA – O diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Oscar de Moraes Cordeiro Netto, a gestão das águas torna-se cada vez mais complexa e tem importância para o meio ambiente, a saúde de população e a viabilidade de várias atividades econômica. “É preciso compatibilizar tudo isso. O Brasil detém 13% da água doce do mundo, que é um enorme patrimônio, mas que nos dá muita responsabilidade”, afirmou Cordeiro Netto.

Segundo o secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério de Meio Ambiente, Edson Duarte, embora a escassez hídrica seja um fator limitante, sobretudo, para os pequenos negócios, pode trazer oportunidades. “Trata-se de uma agenda estratégica para promover inovações e gestão eficiente de recursos e fortalecer a Política Nacional de Recursos Hídricos”, destacou Duarte.

 

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Há quase 30 dias de sua realização, a FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, marcada para o período de 24 a 28 de abril, no São Paulo Expo, comemora quase 100% de área comercializada.

A presença de mais de 450 expositores, mais de 700 marcas nacionais e internacionais, empresas âncoras em suas respectivas áreas de atuação, ampla programação e a moderna infraestrutura do pavilhão consolidam a FEIMEC, já na segunda edição, como a maior feira de máquinas e equipamentos da América Latina.

A abrangência dos segmentos representados confere ao evento o status de “feira completa”, onde empresários das mais variadas indústrias – automóveis e autopeças, petroquímica, alimentos e bebidas, metalurgia, embalagem e rotulagem, construção e infraestrutura, entre muitos outros – podem encontrar soluções inovadoras e tecnologia de ponta para atualizar seus parques fabris para atender ao aumento da demanda que se anuncia com a retomada do crescimento econômico.

A FEIMEC abrange uma ampla gama de conteúdo e experiências, com uma programação técnica orientada para as necessidades dos compradores e desenvolvida em parceria com universidades e associações técnicas relacionadas aos setores da feira.

A grade de palestras inclui o Simpósio da VDI, promovido em parceria com a Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha, que neste ano terá como tema “Big Data Brasil: digitalizando competitividade”. Dada a relevância do tema e o desconhecimento que muitos empresários ainda têm para extrair valor dos dados armazenados, o Simpósio Internacional de Excelência em Produção da VDI-Brasil inclui a discussão de casos de aplicação real do Big Data em setores estratégicos, como Química e Farma, Alimentos e Embalagens e Indústria Metalomecânica. Os painéis são formados por especialistas da indústria e de universidades selecionados pelo VDI-Cluster Digitalização na Indústria.

Outros conteúdos relevantes farão parte do Workshop “Produtividade em Soldagem”, organizado pela AWS (American Welding Society) e do Fórum Revolução 4.0, realizado pela RP2M, uma das redes constituídas por iniciativa do MCTIC – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Como novidade na área de conteúdo, neste ano a FEIMEC abriga o Parque de Ideias, realizado em conjunto com as mais importantes universidades brasileiras ligadas à indústria: USP, ITA, FAAP, MAUÁ, UFSC e FEI entre elas, e que contempla uma área para exposição de projetos das Universidades e outra para realização de palestras técnicas.

Projeto inovador, o SEBRAE Móvel vai funcionar como um escritório sobre rodas dentro da feira, em que uma van customizada leva conteúdos sobre empreendedorismo e gestão aos empresários visitantes. O veículo é equipado com todos os instrumentos necessários para a realização de atendimentos presenciais feito por funcionários do SEBRAE-SP, aproximando a entidade das pessoas interessadas em ter seu próprio negócio ou numa melhora da gestão. Essa prestação do serviço, gratuita, inclui plano de negócios, orientações sobre gestão, formalização do microempreendedor individual (MEI), entre outros temas.

Uma das ações mais bem-sucedidas da FEIMEC, apresentada com exclusividade e ineditismo na edição de 2016, o Demonstrador de Manufatura Avançada está presente novamente à feira, com uma proposta ainda mais inovadora. Desenvolvido pela ABIMAQ e diversos parceiros, o demonstrador apresenta na prática e em tempo real os principais conceitos e tecnologias aplicadas à Indústria 4.0.

Iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos e da Informa Exhibitions, a FEIMEC oferece um ambiente ideal para a realização de networking e negócios. A relevância da feira para o desenvolvimento da atividade industrial é corroborada pelo apoio institucional de mais de 60 entidades que representam diferentes segmentos.

A FEIMEC é realizada no mais moderno centro de convenções da América Latina, o São Paulo Expo. Sua infraestrutura com padrão dos grandes pavilhões internacionais foi um dos pontos mais elogiados pelos expositores da primeira edição. O complexo oferece ambientes climatizado – que, além do conforto, proporciona maior economia na montagem dos estandes –, mais de 5 mil vagas de estacionamento (4.500 cobertas) e localização estratégica, fora da área de restrição municipal (rodízio), a 850 metros do metrô Jabaquara e a 10 minutos do aeroporto de Congonhas. Para quem optar pelo transporte coletivo ou chegar de fora de São Paulo, a organização da feira oferece transporte gratuito de ida e volta a partir do metro Conceição (Rua Guatapara 197 – próximo ao Centro Empresarial do Aço) e do aeroporto de Congonhas (ao lado do balcão da Infraero).

Industriais e demais profissionais interessados em conhecer previamente a lista e disposição dos expositores no pavilhão, podem baixar a planta oficial da feira no link https://tinyurl.com/plantafeimec2018.

SERVIÇO
FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Horário: Das 10h às 19h (dia 28, das 9h às 17h)

Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Mais informações: www.feimec.com.br

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Duramitsubishinte a oitava edição do Fórum Mundial da Água, que acontecerá entre os dias 18 a 23 de março, na Arena Mané Garrincha, em Brasília (DF), a Mitsubishi Electric do Brasil apresentará soluções de integração entre software e hardware capazes de proporcionar redução do consumo de energia e melhorar o gerenciamento operacional e tarefas de manutenção. A multinacional estará presente no estande no Japão (Japan Pavillion).

André Chimura, gerente de vendas da unidade de negócios de Automação Industrial, explica que no Brasil as despesas com energia elétrica representam o segundo maior custo nas operações de água. Além disso, no processo de tratamento e distribuição de água, mais de 70% da demanda de energia é utilizada para o bombeamento. “Com a integração entre software e hardware, além da utilização de inversores de frequência e controladores, pode-se atingir economia de energia de até 40% em aplicações de bombeamento”, pontua.

A Mitsubishi Electric possui sistemas capazes de proporcionar uma alta eficiência energética no processo de bombeamento e compressão, por meio de componentes como inversores de frequência e controladores, além de instrumentos de medição e softwares que oferecem uma gestão de energia completa e integrada. Entre as soluções, destaque para os inversores de frequência com função energy saving além do sistema de monitoramento MCWorks 64, capaz de integrar de modo transparente sistemas SCADA de alto desempenho com componentes de automação.

“Ao oferecer um sistema de alta redundância e rede para monitoramento e controle, a Mitsubishi Electric possibilita instalações ininterruptas. Ou seja, mesmo que um componente falhe, a operação pode continuar durante o reparo ou a substituição”, pontua o executivo.

Na Ásia, a Mitsubishi Electric é, há muito tempo, sinônimo de qualidade. Há mais de 50 anos, a empresa é a principal fornecedora de tecnologia e conhecimento no segmento de tratamento de água no Japão, onde contribuiu para instalações de tratamento de água e esgoto com a maior capacidade de processamento país. Essa mesma tecnologia em automação de água já pode ser encontrada também na Europa.

 

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festoA Festo, multinacional alemã de automação industrial, aumenta seu portfólio de soluções com uma nova linha de válvulas borboleta e sensor magnético SDBT.

De acordo com Flávio Rodrigues, Gerente Executivo de Marketing da Festo Brasil, a empresa está inovando o seu portfólio de produtos com uma nova linha de válvulas para controle de fluído. “Além dessa inovação, um novo sensor para aplicação em diversas industrias também faz parte do lançamento do mês”, afirma o executivo.

Lançamentos:

Válvulas borboleta VZAV e VZAF: Robusta, resistente a ambientes agressivos e altamente confiável. As válvulas da linha VZA podem ser utilizadas tanto em aplicações convencionais quanto em aplicações que demandam um maior grau de segurança. Com diversas opções de materiais combinadas com nossos atuadores, as válvulas VZAV e VZAF garantem um excelente desempenho em aplicações industriais para o controle de uma extensa gama de fluídos.

Sensor magnético SDBT: Com certificação Inmetro, é possível aplicar em diferentes segmentos como: alimentício, químico, óleo e gás e farmacêutico. O CLP da Festo possui um módulo integrado de barreira intrínseca e pode fazer a conexão direta com o sensor.

 

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         foto-fabricaconceito2018bUma edição focada na tecnologia da informação, tendo como destaque a conexão entre equipamentos, com a possibilidade de acompanhamento de cada etapa do processo, permitindo aos gestores tomar decisões em tempo para corrigir problemas na linha de produção. Esta será a marca da Fábrica Conceito 2018, que será apresentada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC, Fenac S.A e Coelho Assessoria Empresarial, durante a Fimec 2018. “Tecnologia da informação a serviço da indústria calçadista” será o tema da edição 2018 do projeto que reunirá 70 empresas, 90 máquinas e será operada por 70 operários.

         Para dar vida ao projeto, a coordenação convidou as indústrias Ramarim, de Nova Hartz/RS, fabricante de calçados femininos, e Kildare, de Novo Hamburgo/RS, marca de calçados masculinos.

         A Fábrica deverá produzir 3.000 pares de calçados em três dias de feira – parte da produção será destinada a instituições que atuam na área de responsabilidade social, escolhidas pelos coordenadores do projeto e pelas duas indústrias de calçados.

         A proposta da fábrica é mostrar na prática máquinas, equipamentos, processos e componentes inovadores que estão sendo apresentados na feira, oportunizando que os visitantes da Fimec os vejam em condições reais de trabalho em uma indústria de calçados em pleno funcionamento.

         Uma das linhas será totalmente operada por alunos do curso de formação profissional do Instituto de Tecnologia do Calçado Senai de Novo Hamburgo. É uma oportunidade para que eles possam vivenciar uma situação profissional real.

          Além de trazer máquinas e equipamentos que garantem a otimização da produtividade das indústrias de calçados, o projeto mostrará como este setor está avançado no que diz respeito à integração de cada processo a partir do uso de tecnologias de informação.

         Também estarão sendo apresentados uma série de materiais e componentes inovadores e sustentáveis, como o processo produtivo de colagem do scarpin, totalmente isento de solventes orgânicos e altamente produtivo. Os solados também trazem muito de inovação e sustentabilidade. Os materiais de injeção direta são a base de poliuretano, um deles produzido a partir de fontes renováveis. Os solados colados serão a base de um composto de Borracha Termoplástica e EVA, mais leve e confortável.

 

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Tau330E-4CPresseA Durst (#Stand 815, Pavilhão Branco) estará presente em mais uma edição da ExpoPrint Latin America / ConverExpo 2018, que acontece de 20 a 24 de março,  no Expo Center Norte, em São Paulo.

Durante os cinco dias de evento, os participantes poderão conferir os novos patamares de qualidade, produtividade e robustez das soluções de impressão digital Durst para os segmentos de comunicação visual e label.

“Nosso objetivo na ExpoPrint é mostrar como empresas que atuam no segmento de impressão industrial de rótulos, etiquetas e comunicação visual podem aumentar sua produtividade, sem prejudicar a qualidade, em processos de produção mais exigentes, em que cor, definição de imagem e prazos são fundamentais”, explica Ricardo Pi, diretor geral da Durst Brasil.

Segundo Ricardo, a expectativa para a feira é grande, não somente pela oportunidade de fazer contato com profissionais gráficos de toda a América Latina e de outros continentes, como também pelo nível de qualidade dos visitantes. “A Durst Brasil vem apresentando crescimento anualmente. De 2016 para 2017, crescemos 30%, e também investimos em nossa estrutura profissional e técnica no país, ampliando nossa equipe comercial e de suporte”, explica o diretor. “Queremos ajudar nossos clientes a chegarem ao topo no que se refere aos níveis de qualidade e produtividade. Quem visitar nosso stand na ExpoPrint poderá conferir o resultado desse crescimento da Durst no Brasil e, ainda, saber como nossa tecnologia pode ajudar suas empresas a se tornarem mais produtivas no atendimento a diferentes tipos de clientes, incluindo grandes marcas, e, ao mesmo tempo, permitir o aumento da rentabilidade.”

Tecnologias

Durante a ExpoPrint Latin America / ConverExpo, a Durst Brasil estará presente com toda sua equipe comercial e técnica para apresentar os diferenciais produtivos de duas principais soluções: a Tau 330E e a Rho P10 200 HS.

Voltada ao segmento de impressão digital de rótulos e etiquetas, a Tau 330E é um equipamento entry-level que incorpora tecnologia de tinta pigmentada e oferece alta produtividade a um custo bastante competitivo para a produção de rótulos e etiquetas.  Pode trabalhar com até cinco cores (CMYK, mais branco), tem velocidade de até 48 metros lineares/minuto e resolução de até 1260 x 720 dpi.

Por sua vez, a Rho P10 200 HS incorpora toda a robustez que consagrou a Durst no segmento de impressão digital inkjet UV para comunicação visual, introduzindo novos patamares de produtividade. Em sua configuração HS (High Speed), o equipamento oferece uma produtividade cerca de 40% superior à geração anterior, com uma vantagem importante: apesar de mais produtivo, o consumo de tinta é reduzido em até 15%, oferecendo a mesma qualidade, com mais produtividade e economia.

Pode trabalhar com configurações para mídias rígidas ou flexíveis (rolo), tem resolução padrão de 1000 dpi, e velocidade de 350 m2/hora. A Rho P10 200 HS vem equipada com o padrão de cores CMYK, mas com suporte opcional para agregar as cores light cyan, light magenta, laranja, violeta e branco.

“Tanto a Tau 330E quanto a Rho P10 200 HS ilustram muito bem a filosofia da Durst sobre impressão digital inkjet UV, que é a de oferecer a melhor qualidade através de equipamentos robustos e velozes, que permitam ciclos de produção ininterruptos sete dias por semana, 24 horas por dia”, destaca Ricardo.

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eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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