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saneamento*Elias Oliveira

 

Apesar de um leve avanço, a situação do saneamento básico no Brasil ainda é muito grave e faz com que metade da população ainda não tenha acesso a esgoto tratado: são mais de 100 milhões de pessoas afetadas, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Além disso, segundo a instituição, 34 milhões de brasileiros não recebem água tratada.

Também preocupa o fato de o país produzir cerca de 9 mil toneladas por dia de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) – essa é a parcela orgânica dos efluentes dos esgotos domésticos. Desse total, apenas 39% são removidos pelas Estações de Tratamentos de Esgoto (ETEs), de acordo com levantamento divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Ministério das Cidades, no “Atlas Esgotos: Despoluição de Bacias Hidrográficas”.

Ao avaliar todas essas informações, podemos concluir que a situação de saneamento em nosso país é bem crítica. Assim, devemos utilizar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater o assunto, pois a situação impacta diretamente na saúde da população, sobretudo com a proliferação de mosquitos transmissores e o consequente aumento dos casos de febre amarela, dengue, chikungunya e vírus zika.

Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito. Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.

Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro, ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções à base de cloro já são aplicadas há mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

 

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.

 

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A regulação adequada, a disponibilidade e melhoria dos dados e informações sobre bacias hidrográficas e a colaboração e participação na gestão da água são as prioridades defendidas pela indústria para garantir a disponibilidade de água em quantidade e qualidade adequadas. Essa são algumas das recomendações, construídas durante o Water Business Day, realizado este domingo, 18 de março, em Brasília, que serão levadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 22 de março ao 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre nesta semana na capital federal.

Promovido pela CNI, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebeds) e a Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), o Water Business Day foi o primeiro evento empresarial em um Fórum Mundial da Água e visa debater o uso sustentável do recurso.

De acordo com o presidente do Conselho de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Marcos Guerra, o setor industrial é fundamental na solução dos desafios para assegurar água em quantidade e qualidade adequadas, seja por meio de inovações em produtos e processos para o consumo eficiente do recurso quanto em parcerias com governos para a universalização do saneamento. Segundo ele, a segurança hídrica será o principal desafio de sustentabilidade nos próximos anos e, para o avanço dessa agenda, é importante ter ambiente favorável aos investimentos. “A estabilidade no fornecimento de água depende de investimentos públicos e privados em inovação e de encorajar empresas a se envolverem em ações mais ambiciosas para isso”, destacou. “Além disso, é necessário ter informações de qualidade para a tomada de decisões em gestão hídrica.”

A opinião foi compartilhada pela presidente do Cebeds, Marina Grossi, que enfatizou a importância de o setor empresarial defender a eliminação de barreiras ao uso de novas tecnologias, como de reuso e do consumo de água na indústria e na agricultura. “Também é preciso avançar na agenda de saneamento, na qual tem-se grande dívida com o povo e com o país”, disse.

Conforme a presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia, a falta de regras claras e uniformes inibem os investimentos em saneamento. Segundo ela, a BRK Ambiental está presente em 12 estados e lida com 18 agências regulatórias, cada uma com suas próprias normas. Como solução para o problema de universalização do saneamento, ela propõe que o modelo siga o que foi feito com o fornecimento de energia e serviços de telecomunicações. “É preciso unificar a regulação”, defendeu.

O secretário executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Carlo Pereira, afirmou que as empresas são as principais parceiras de governos em todo o mundo na superação dos desafios de segurança hídrica. “O Brasil tem posição privilegiada e o desenvolvimento sustentável pode ser transformado em diferencial competitivo para as empresas do país”, declarou.

No entanto, a questão da água precisa ter mais relevância nas decisões de negócios, pois, segundo Pereira, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 da ONU, que trata de garantir água em quantidade e qualidade adequada às populações, não é percebido entre as prioridades das empresas quando se compara com outros objetivos. “Isso ocorre mesmo quando o próprio Fórum Econômico Mundial cita, desde 2012, a questão de escassez hídrica como dos principais desafios para os negócios.”

EXPERIÊNCIAS EMPRESARIAIS – Exemplos de como empresas podem contribuir para redução das perdas e foram apresentadas no painel de líderes. Em Limeira, no interior de São Paulo, a BRK Ambiental contribuiu para redução das perdas de água no sistema de abastecimento e, mesmo com o aumento populacional do município, em 20 anos, reduziu a captação de água de 850 mil litros por segundo para 700 mil litros por segundo. “Nos próximos anos, investiremos R$ 100 milhões para redução das perdas no sistema de fornecimento de água”, disse Teresa. Em Blumenau (SC), a empresa deixou de enviar ao rio 19 milhões de metros cúbicos, o equivalente a sete piscinas olímpicas, de esgoto bruto.

A indústria química Braskem investe significativamente na redução do consumo de água e possui índices de uso de recurso seis vezes melhor que a média do setor químico mundial. Na Região do ABC Paulista, a indústria reusa praticamente 100% da água em seus processos. “Temos mobilizado a cadeia de fornecedores e clientes para economizar água e desenvolvemos soluções em PVC para reduzir as perdas no sistema de abastecimento”, relatou o vice-presidente global de Competitividade da Braskem, Roberto Bischoff.

O reaproveitamento de água é significativo também nos processos da Anglo American, que chega a 90% na produção de níquel. Segundo o diretor de Operações da empresa, Cristiano Cobo, a água é estratégica para segurança e integridade da empresa, mas destacou que o desafio global da empresa é eliminar a água de alguns tipos de operação da empresa. “No fim, buscamos garantir esse recurso como prioridade para o consumo humano”, declarou.

A Coca-Cola e a Nestlé, além de reduzir o consumo de água nas operações, faz um forte trabalho com comunidades pelo mundo para garantir à população próxima às fábricas da empresa o acesso à água potável. “Na América Latina, são cerca de 100 mil pessoas que recebem esse apoio da empresa. Quando olhamos para trás vemos que fizemos muito, mas quando se olha para frente, vemos que temos muito a fazer”, declarou a vice-presidente de Relações Governamentais e Comunicação da empresa, Olga Reyes. “Compartilhamos conhecimento com a sociedade sobre temas relevantes com o intuito de ensinar e aprender para tornar o mundo sustentável a todos”, afirmou o vice-presidente de Operações da Nestlé Brasil, Luís Garcia Prieto.

Para reduzir o consumo de água na agricultura, onde a prática de irrigação mais usada é por inundação, a multinacional Netafim desenvolveu há 50 anos em Israel, país que sofre com a escassez hídrica, tecnologia de irrigação por gotejamento. Hoje a principal missão do presidente da empresa, Naty Barak, é disseminar pelo mundo as vantagens desse processo. “Nosso principal concorrente é a ignorância de não se saber as vantagens da irrigação por gotejamento”, disse Barak.

GESTÃO DA ÁGUA – O diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Oscar de Moraes Cordeiro Netto, a gestão das águas torna-se cada vez mais complexa e tem importância para o meio ambiente, a saúde de população e a viabilidade de várias atividades econômica. “É preciso compatibilizar tudo isso. O Brasil detém 13% da água doce do mundo, que é um enorme patrimônio, mas que nos dá muita responsabilidade”, afirmou Cordeiro Netto.

Segundo o secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério de Meio Ambiente, Edson Duarte, embora a escassez hídrica seja um fator limitante, sobretudo, para os pequenos negócios, pode trazer oportunidades. “Trata-se de uma agenda estratégica para promover inovações e gestão eficiente de recursos e fortalecer a Política Nacional de Recursos Hídricos”, destacou Duarte.

 

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ciclo-da-logistica-reversa*Por Nilo Cini Junior

Nos últimos anos, a sustentabilidade se transformou em um dos temas mais discutidos no setor empresarial. Isso é fruto, principalmente, da conscientização social. O ser humano está cada vez mais certo de que os recursos naturais que estamos utilizando são finitos. Dessa maneira, se não nos preocuparmos com o planeta, as próximas gerações estarão ameaçadas. O tripé reduzir, reutilizar e reciclar é uma tendência cada vez mais presente em nossa sociedade.

Seguindo essa forte tendência, o conceito de Logística Reversa também passou a ser muito difundindo no universo corporativo, se transformando em uma ferramenta fundamental para a sustentabilidade no setor empresarial. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Logística Reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.

Com leis relacionadas às questões ambientais muito mais rígidas, as empresas e indústrias se viram na obrigação de desenvolver projetos voltados a logística reversa. A Lei 12.305/2010, obriga os fabricantes e distribuidores a recolherem as embalagens usadas. Hoje em dia já não basta reaproveitar e remover os refugos do processo de produção. O fabricante é responsável por todas as etapas até o final da vida útil do produto. Por isso, a Logística Reversa está cada vez mais presente nas operações das empresas, desta forma, o investimento para desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis, retornáveis ou descartáveis, vem promovendo não só a redução do peso dos recipientes, que já colaboram para redução do impacto ambiental, mas também a diminuição dos custos de industrialização por serem mais leves. Além disso, outro ponto favorável fica por conta do crédito perante a opinião pública, já que as empresas demonstram que estão preocupadas, também, com o meio ambiente.

Há muito desperdício tanto nos processos industriais como nos processos de coleta seletiva e a Logística Reversa possibilita a reutilização desse material ou, se não for possível o reuso, ela promove o descarte correto do mesmo. Dessa maneira, as empresas têm se esforçado para reintegrar os resíduos nos processos produtivos originais, minimizando as substâncias descartadas na natureza e reduzindo o uso de recursos naturais. Fabricantes de bebidas, por exemplo, têm gerenciado o retorno das garrafas desde os pontos de venda até os centros de distribuição.

Em uma pesquisa feita com a cadeia de suprimentos de cervejas e refrigerantes, onde os integrantes terceirizaram o processo de coleta e retorno de embalagens usadas para reciclagem, foi obtida uma economia anual de mais de U$ 11 milhões. Ambos lados se beneficiam com a logística reversa. O consumidor acaba cumprindo com sua consciência ecológica, recuperando parte do valor do produto, enquanto a empresa produzirá novos produtos com menos custos e insumos. Quem está no meio dessa cadeia também se beneficia, já que novas oportunidades de negócio são geradas e há uma maior inserção no mercado de trabalho para a parcela marginalizada da sociedade.

Para completar, fica evidente que a Logística Reversa é uma maneira eficiente de recuperar os produtos e materiais das empresas que foram descartados, tornando-se peça fundamental para as empresas que querem ser sustentáveis. Atualmente, as empresas modernas já entenderam que além de lucratividade, é necessário atender aos interesses sociais, ambientais e governamentais, para assim atingir a sustentabilidade. É preciso satisfazer os stakeholders, que inclui governo, comunidade, acionista, clientes, funcionários e fornecedores, que avaliam a empresa de diferentes ângulos. A logística reversa ainda está em difusão no Brasil, já que é aplicada somente por empresas de grande e médio porte. Porém o potencial de crescimento nos próximos anos é muito promissor.

*Nilo Cini Junior é empresário e presidente do Instituto de Logística Reversa (ILOG)

 

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*Reinaldo Pinho

Nunca se propagaram tantas palavras inerentes ao meio ambiente, como se faz atualmente. Coleta seletiva, reciclagem, reuso, selo verde, sustentabilidade, dentre tantos outros conceitos são relevantes para a preservação ambiental.

O mundo todo tem consciência da necessidade de se melhorar as condições ambientais para continuidade e avanço do desenvolvimento das nações. Um significante compromisso foi firmado no Japão há duas décadas – o Protocolo de Kyoto – tendo como objetivo a redução da emissão dos gases para a atmosfera, que agravam substancialmente o chamado efeito estufa, tão crítico para o aumento do aquecimento global.

Casos trágicos como o de Mariana, em Minas Gerais, ou do Golfo do México expõem quão vulneráveis somos a essas situações.

O Brasil, independentemente do cenário político econômico em que vivenciamos, é centro do interesse de empresas com disponibilidade para investimentos, até em setores como o de Oil&Gas e Petroquímico, que mesmo com todos os escândalos envolvendo a Petrobras, ainda são listados como uns dos principais negócios para aportar recursos.

 Mas, mesmo com essa constatação e apesar do avanço tecnológico latente no nosso dia a dia e da transformação digital que estamos vivenciando, os produtos que dispõem de soluções tecnológicas específicas para a mitigação de riscos ambientais ainda são renegados dentro das organizações.

 Para exemplificar, quando há um vazamento de óleo em portos, terminais portuários, aeroportos, rodovias, ou indústrias, existe uma incidência elevadíssima de uso de produtos alternativos incorretos para fazer a absorção desse óleo que vazou. Aplica-se, invariavelmente, serragem de madeira ou até mesmo areia como absorventes, materiais que não exercem essa função. Isso é, no mínimo, insensato, pois existem produtos próprios para essa finalidade, com tecnologias variadas de capacidade de absorção de óleo. A evolução desse mercado foi tanta, que atualmente há produtos de última geração, que além de absorverem o óleo, fazem a sua decomposição, evitando eventuais gastos com a destinação do resíduo gerado.

 É “conditio sine qua non” que os executivos de alto escalão das empresas, sejam elas públicas ou privadas, estejam atentos à prevenção dos acidentes ambientais e, principalmente, às consequências danosas atreladas à ocorrência deles. Deveriam pois, participar ativamente da decisão de uso de produtos adequados para a devida proteção ambiental.

 De que adianta ter a certificação mais complexa e atual, ou mesmo seguir, ao menos na teoria, todos os procedimentos padrões estabelecidos pelas políticas contempladas pelos sistemas de gestão ambiental, se a falsa economia gerada na aquisição de produtos inadequados, oriundos de fornecedores oportunistas, que não agregam valor algum, visando apenas “vender preço”, tem consequência infindável, se por ventura um problema acontecer? Aliado ao aqui exposto, há um ceticismo exacerbado direcionado aos produtos tecnologicamente mais qualificados, por total falta de conhecimento. Invariavelmente, questiona-se sempre na compra desses materiais o “quanto custa” e não “quais os benefícios que obterei”.

 Se fosse levada em consideração a contabilização dos passivos ambientais gerados pelas empresas, isso poderia criar uma revolução nos DRE’s apresentados e nos balanços publicados. Os departamentos jurídicos passariam a ter especialistas em Direito Ambiental em seus quadros de colaboradores, pois certamente a incidência dos casos de ações trabalhistas seriam infinitamente inferiores às ambientais.

 Portanto, com todo conflito ético e moral incitado pela corrupção descabida que está instaurada no País e que afeta diuturnamente o “modus operandi” de nossa nação, que felizmente caminha a passos largos para tomar as atitudes cabíveis para extirpar o quanto antes, definitivamente do nosso dia a dia, esse quadro que temos enfrentado nesses últimos anos, podemos, concomitantemente, criar parâmetros e mecanismos para também cobrar de todos executivos, que tem a incumbência para poder contingenciar danos ambientais fortuitos, uma maior responsabilidade ambiental.

*Sócio da Dex Advisors, responsável pelas áreas de Infraestrutura e M&A. Engenheiro Químico formado pela FEI e pós-graduado em marketing pela ESPM. Carreira profissional em organizações como Ecosorb, Camargo Correa, General Eletric Dow Corning, Henkel, entre outras.

reinaldo.pinho@dexadvisors.com.br

 

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petQuando Maurício Cohab, Diretor da Trisoft e pioneiro em iniciativas para um processo produtivo limpo, fala que não existe lixo, apenas matérias primas não aproveitadas, ele está traduzindo o conceito que a empresa leva muito à sério, há mais de 12 anos, quando aderiu à lã de PET como matéria prima para seus produtos. Hoje, a maior fabricante de itens com o material em toda a América Latina atende mais de 97 segmentos da indústria com linhas de produtos variadas, recicladas e 100% recicláveis, que comprovam a ideia de seu idealizador: “nós estamos mostrando que é possível, sim, fabricar sem água, sem produtos poluentes e ainda assim obter um produto compatível com as necessidades do mercado e de extrema qualidade”, enfatiza Maurício.

Entre os produtos Trisoft, estão enchimentos, mantas e revestimentos para o mercado moveleiro, de decoração, construção civil, de produtos para bebês, academias de ginásticas e inclusive para o mercado hoteleiro, um dos mais promissores para 2017. Para Maurício, tudo pode ser reciclado: “o que chamamos de lixo precisa, para o bem do planeta e da economia, virar matéria prima. Esse é o futuro, não há como fugir”, explica ele. Segundo o Diretor, o consumidor já está preparado para essa mudança: “ele pede um produto verde, sustentável, é uma característica que implica valor à mercadoria”, enfatiza. Tanto que a Trisoft criou, no ano passado, um selo de qualidade para garantir que o produto final é feito com enchimento reciclado e 100% reciclável, com o novo slogan “Trisoft, melhor pra você, melhor pro planeta”. Os clientes estão aderindo e atestando o produto em loja.

A ideia da empresa é transformar o mercado a partir de produtos que possam ser totalmente reaproveitados, sem perder em qualidade e beleza. No mercado de construção civil, por exemplo, “participamos de inúmeros projetos de revitalização, reformas e adequação termo acústica, por exemplo, com produto feito de lã de PET e que é totalmente reciclável, e o resultado é sempre melhor do que o esperado, tanto sob o aspecto de especificação de projeto, quanto de beleza”, finaliza Maurício. A Trisoft já utilizou, em seus produtos feitos com lá de PET, o equivalente a mais de 1 bilhão de garrafas retiradas do meio ambiente.

 

 

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constructionSummit_2016O Construction Summit 2016, que ocorre entre os dias 15 e 16 de junho, em São Paulo, vai promover uma iniciativa inédita no setor da construção. É o Encontro das Startups da Construção, que irá reunir, em um único local, sete startups, com novas ideias e tecnologias inovadoras, com o objetivo de proporcionar ao mercado mais produtividade, sustentabilidade, competitividade e inovação.
De acordo com Marcos Almeida, coordenador do Encontro, o espaço foi idealizado para demonstrar como boas ideias podem se transformar em negócios escaláveis e sustentáveis e para fomentar o desenvolvimento dessa inovação, a fim de proporcionar maior valor agregado às empresas da construção.
“Realizamos pesquisas com essas startups e percebemos que, apesar de terem ótimos produtos e tecnologias inovadoras, eles não tinham uma comunicação direta e ampla com seu público de interesse, que são os profissionais das construtoras, os gestores públicos e os representantes de entidades setoriais. E, assim, decidimos criar o Encontro das Startups, no Construction Summit, que será uma oportunidade ímpar para relacionamento, conhecimento e informação”, explica.
No Encontro das Startups, os participantes do evento poderão ver as seguintes inovações:
Bom Pedreiro: Maior plataforma de pedreiros especialistas de São Paulo, é a primeira comunidade local que trabalha junto com pessoas já atendidas, para melhorar o curso de uma obra, informando futuros clientes quais as vantagens de cada profissional. Com isso, há uma melhoria significativa na prestação de serviços a cada obra, pois o cliente informa ao próximo como foi o atendimento, obra, comprometimento, experiência do profissional no serviço contratado, deixando um testemunho e nota sobre seu profissionalismo
Bom Bloco: Tijolo feito de isopor internamente e já revestido com argamassa. Ele é termoacústivo, ipermeável, resistente e muito mais econômico.
Construct: Software específico e de fácil utilização para melhorar a sincronia entre o canteiro de obras e o escritório de engenharia e arquitetura. Ele faz uma comunicação instantânea para acompanhamento da obra em tempo real e auxilia para resolver problemas antes que afetem o orçamento. Além disso, gerencia os projetos, gera relatórios para compartilhar com a equipe e armazena todos os dados na nuvem com muita segurança.
Inova House:  Oferece uma solução tecnológica inovadora para a construção civil, a fim de automatizar o processo construtivo, por meio da tecnologia de impressão 3D, eliminando o desperdício de material nos canteiros de obra, aumentando a segurança para o trabalhador da construção civil e diminuir o tempo gasto para a conclusão das obras.
eStoks: Especializada em gerenciamento de estoques e sobras da construção civil. Eles mapeiam, vendem e dão a destinação correta dos excedentes.
LIGA: Primeira rede social destinada ao setor da construção civil. Profissionais, estudantes e empresas podem se conectar tirando dúvidas técnicas, compartilhando experiências, conhecendo as novidades do mercado e ampliando o networking.
Urban 3D: A proposta é criar um novo método de produção para infraestrutura e habitação que permite não só para construir áreas urbanas habitáveis, produtivas e sustentáveis, mas também para construí-los mais rápido, acessíveis e mais bem executados, por meio da integração de planejamento urbano em longo prazo e suas comunidades. A previsão é que esse processo irá permitir a construção com um décimo do custo, dez vezes mais rápido, utilizando materiais sustentáveis e sem produzir resíduos.
A diversidade dos produtos apresentados pelas startups, segundo Almeida, demonstra como na área da construção há um amplo campo de atuação para empreendedores. “Por esse motivo, essa iniciativa do Construction Summit torna-se ainda mais importante para disseminação de ideias que tragam melhoria para nosso setor”, finaliza.
Além do Encontro das Startups, o Construction Summit 2016 terá ainda a Mostra VivaCidade, Exposição Cidades em Movimento, Mostra Light Steel Frame, Mostra da Sustentabilidade e Mostra Produtividade e Industrialização.
Para participar do Construction Summit, basta realizar sua inscrição no site oficial: http://www.constructionsummit.com.br/.
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agriculturaDuas importantes iniciativas globais para a agricultura sustentável reconheceram a necessidade de um serviço global de identificação e certificação de propriedades rurais produtoras de alimentos. A GS1 foi a entidade selecionada pelo United Nations Global Compact Food and Agriculture Business Practices (UNGC FAB) e pela Declaration of Abu Dhabi para prover um serviço de registro padronizado.

Para o UNGC FAB, a importância da participação da GS1 no processo de identificação está na melhoria da rastreabilidade da cadeia de abastecimento alimentar. Ou seja, o trabalho da GS1 voltado à segurança do alimento, que apoia a cadeia de valor do campo à mesa, está sendo reconhecido mundialmente. O principal objetivo do UNGC FAB e da Declaration of Abu Dhabi é incentivar os pequenos agricultores a práticas mais sustentáveis de produção. “A preocupação se baseia em projeções da ONU, que estima aumento de 70% no abastecimento de alimentos até 2050, embora os recursos da agricultura e da aquicultura sejam finitos”, explica João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A GS1 participa de grupos de trabalho em vários países que atuam em projetos destinados a superação da fome e da desnutrição da população mundial, em função do seu aumento. Processos de padronização de identificação e de rastreabilidade eficientes desenvolvidos pela GS1 podem contribuir para redução significativa da perda de produção de alimentos, gerar mais produtividade, preservar a biodiversidade e os ecossistemas, melhorar o trabalho no campo, reduzir o impacto ambiental, melhorar a renda de todos os trabalhadores envolvidos e diminuir o êxodo rural.

“Felizmente, percebemos hoje um bom nível de conscientização dos envolvidos na cadeia de abastecimento em apoiar iniciativas como as do UNGC FAB e da Declaration of Abu Dhabi”, afirma João Carlos de Oliveira. “Os consumidores terão mais estabilidade dos preços e maior segurança dos alimentos se a cadeia de abastecimento se preparar desde já para amenizar a crise alimentar e tornar a agricultura mais sustentável.”

Identificação – De acordo com o planejado, a GS1 fornecerá o que está sendo chamado de Global Farm ID Registry Service. Um serviço padronizado para que os agricultores de todo o mundo se registrassem para receber a identificação única – uma forma de registrar as propriedades rurais que estiverem em conformidade com os princípios de melhores práticas da UNGC FAB. Ao se registrar, a propriedade terá a condição de receber “apoio à capacitação” do UNGC e outras agências da ONU.

A implantação do projeto está prevista por meio de um programa piloto com início em junho de 2015. As organizações envolvidas esperam que cerca de vinte países e 500 mil fazendas sejam envolvidas. Espera-se construção dos três pilares operacionais dessa iniciativa:

  • Um conjunto comum de boas práticas agrícolas;
  • Um sistema único de identificação de cada propriedade rural;
  • Um mecanismo para garantir o empenho das cadeias de abastecimento.

O documento que resultará em um conjunto de orientação das melhores práticas agrícolas nessa iniciativa será acessível a todos, como um recurso de código aberto para uso facultativo, flexível. O sistema único de identificação e o mecanismo comum de comunicação serão ferramentas adicionais para o alinhamento de esforços para a máxima eficiência, transparência e impacto. “A GS1 continua trabalhando para estabelecer uma linguagem comum global para a agricultura sustentável”, declara João Carlos de Oliveira.

 

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É crescente o interesse do consumidor por produtos e serviços decorrentes de práticas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas. Essa tendência irreversível imposta pelo próprio mercado ganha força não só nas grandes empresas mas, inclusive, entre as de menor porte, como acontece na indústria de cosméticos Feitiços Aromáticos.

“Desde que iniciamos nossas atividades, em 2001, procuramos pensar em toda a cadeia produtiva, da compra de material dos fornecedores, até o transporte de nossos produtos, passando pelo impacto na comunidade e na economia”, enumera Raquel Cruz, sócia-fundadora da companhia.

O resultado dessa preocupação rendeu à companhia o segundo lugar  no ranking “As empresas mais sustentáveis segundo a mídia”, divulgado o ano passado. Atrás somente da Natura, a Feitiços Aromáticos é a  única micro empresa entre as primeiras colocadas. Além do “Prêmio de Sustentabilidade”, concedido em 2011 pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Pesaram para o reconhecimento iniciativas  como o apoio a uma cooperativa de catadores de lixo, a contratação dos colaboradores da região,  fábrica com maior iluminação natural,   compra de papeis somente com origem conhecida  e  a utilização de proteção de embalagens ecológica.

A luminosidade interna da empresa, por exemplo, garante que apenas 40% das lâmpadas instaladas precisem ficar acesas durante o horário de expediente, o que provoca bem-estar a quem  trabalha e economia na conta e dos recursos naturais. Outra medida é que mais de 90% dos funcionários são do bairro. Com isso os colaboradores chegam de bicicleta ou a pé ao serviço, em apenas  15 minutos. Consequencia: maior qualidade de vida e  menos pessoas apertadas nos ônibus e trens ou precisando tirar da garagem seus veículos particulares.

A embalagem também é um item prioritário na questão de sustentabilidade. “Usamos extrusado de milho como material de proteção de embalagem e amortecimento no transporte. Trata-se de uma solução biodegradável, orgânica, de baixíssimo custo e ecologicamente correta, enquanto que a maioria das empresas opta pelos sacos plásticos”, compara Raquel.

A saúde é outro item inegociável, por isso é que a empresa não inclui em suas formulações  conservantes à base de parabenos. . Embora ainda não seja proibida no Brasil, a substância  poderia apresentar reações adversas e colocar  em risco a saúde do consumidor. Segundo estudos internacionais, o parabeno não é seguro e está associado ao surgimento de câncer de mama.

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Quando o presidente da C-Pack, Luiz Gonzaga Coelho, idealizou a nova sede da empresa, ele tinha em mente uma fábrica sustentável. O objetivo sempre foi propor a si mesmo, e aos demais empresários, a importância do exemplo positivo deste processo para a empresa, o ser humano e o planeta.

A sustentabilidade é algo presente na fabricante catarinense. Os visitantes que conhecem a matriz da empresa, localizada em São José (SC), ficam admirados com as soluções inteligentes aplicadas. São elas: cobertura e paredes TermoWall (termoisolante que ajuda a manter a temperatura ambiente), iluminação natural, aquecedor solar, captação da água da chuva, sistema de pressão positiva – que não permite a entrada de agentes contaminantes no ambiente fabril pelas portas – e tratamento de esgoto.

A C-Pack trata 100% do esgoto gerado na fábrica, que é essencialmente do tipo doméstico. Isolado do solo para evitar contaminação, o sistema é realizado por camadas estratificadas de diferentes materiais que realizam a filtração. A água negra, oriunda de privadas e mictórios, é tratada num espaço diferente da água cinza, que vem das pias e chuveiros.

O sistema de tratamento de esgoto da C-Pack além de ter evitado a construção de fossas sem sumidores, é periodicamente avaliado. Análises físico químico e de biotoxidade emitem o desempenho do sistema, com base em parâmetros vigentes na legislação ambiental. Junco e Papiro são as espécies vegetais plantadas sobre o sistema de tratamento, que absorvem os nutrientes (nitrogênio e fósforo) provenientes desse sistema.

As ações da C-Pack em sustentabilidade a classificam como uma empresa modelo em Santa Catarina nesta área.

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A indústria mudou, e hoje o empresário brasileiro enxerga a sustentabilidade como uma necessidade para os negócios. A conclusão é da pesquisa Os Desafios da Sustentabilidade. O estudo inédito, feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 60 executivos de grandes empresas do país, aponta que, para a maioria deles, ser sustentável tem impactos positivos na competitividade. Segundo  39% dos entrevistados, a ausência de ações sustentáveis coloca em risco a sobrevivência da empresa e, para outros 18%, acarreta imagem negativa da corporação.

“A indústria mudou sua forma de produzir e pensar a produção. Muitas atividades impactam menos no meio ambiente hoje”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. “O empresário tem uma noção clara de que a manutenção da empresa no médio e no longo prazo só se dará de forma sustentável. Mas a velocidade com que isso vai se processar depende de estímulos à inovação”, avisa.

De acordo com a pesquisa da CNI, a sustentabilidade já ocupa um espaço relevante nas organizações. Entre os executivos ouvidos pelo estudo, 64% afirmam que esse é um tema tratado pela presidência, a diretoria ou a vice-presidência. Outros 18% disseram que o assunto ocupa as gerências. “A política sustentável já está no DNA das empresas que querem ampliar seu mercado, seja nacional ou internacionalmente. Agora, deve haver estímulo à inovação”, reforça a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg.

Para 75% dos empresários entrevistados, os investimentos nessa área deverão crescer nos próximos dois anos, e 92% acreditam ser alto o impacto da sustentabilidade nas políticas de inovação. As soluções desenvolvidas e relatadas pelos empresários incluem, por exemplo, a criação de embalagens com menos plástico, uso de energia de biomassa, lâmpadas mais eficientes e técnicas para reduzir o consumo de água. Mas todas essas mudanças têm um preço.

CUSTOS ADICIONAIS – Ser sustentável, na avaliação de 69% dos executivos, representa custos adicionais e, para 30%, essa é a principal barreira para adoção de ações voltadas à conservação. Outros 27% apontam que o maior desafio é a falta de uma cultura sustentável.

“A indústria precisa de uma política forte de incentivo à inovação e à sustentabilidade, inclusive como uma forma de garantir condições de competitividade”, destaca Messenberg. Segundo ela, o aspecto cultural também é fundamental. “A mudança na forma de consumir é, sem dúvida, um aspecto decisivo para a sustentabilidade”, avalia.

A pesquisa Os Desafios da Sustentabilidade da CNI, feita em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, foi inspirada em um esforço semelhante coordenado pelas Nações Unidas, o Global Compact, que ouviu executivos de 10 países em 2010. As entrevistas com os 60 dirigentes de empresas foram realizadas entre fevereiro e maio de 2012, focadas em três aspectos principais: como a sustentabilidade está inserida na forma de pensar e fazer negócios, os avanços dos últimos anos, desafios e perspectivas para o futuro.

Além disso, a CNI apresentou, durante a Rio+20, documentos inéditos em que relata os avanços de 16 setores da indústria no caminho da sustentabilidade.  Os documentos estão no site da CNI, no endereço http://www.cnisustentabilidade.com.br/memorias

Agência CNI de Notícias

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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