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Enrique Peña Nieto visita a entidade dia 19 com o objetivo de estreitar relações
Eleito em julho deste ano, Enrique Peña Nieto escolheu a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para seu primeiro compromisso oficial como presidente do México. Nieto se encontra com Paulo Skaf, e empresários paulistas na manhã da próxima quarta-feira (19), antes de se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, no dia 20. O presidente mexicano ainda passará por outros cinco países latino-americanos: Guatemala, Colômbia, Chile, Argentina e Peru.

Enrique Peña Nieto toma posse no dia 1º de dezembro e abraçou a tarefa de estreitar laços e aprofundar o relacionamento político e econômico com os países da América Latina.

Após a crise econômica de 2009, o México tomou novo fôlego e voltou a ser um país competitivo a fim de suprir a demanda do mercado norte-americano por bens industriais, desbancando a China e demais países asiáticos. Seu parque industrial conta com duas fortes variáveis para chegar a esse resultado: reajustes salariais abaixo dos ganhos de produtividade e desvalorização cambial.

Os indicadores do México apontam para investimento com projeção de 26% do PIB, em 2012 ante 25,6% em 2011, inflação e taxa de desemprego em queda; enquanto as reservas internacionais giravam, no começo deste ano, em torno de US$ 149 bilhões.

As exportações mexicanas têm como principal destino os Estados Unidos e o Canadá (84% do total exportado em 2010), ambos países que formam, em conjunto com o México, o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA). O Brasil é seu principal parceiro na América Latina, tendo somado US$ 3,8 bi, em 2010.

A balança comercial Brasil-México, em 2011, apresentou déficit de US$ 1,2 bilhão, sendo que as exportações somaram US$ 4 bi e as importações US$ 5,1 bi.

Fonte: FIESP

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Governo federal afirmou que até o início de 2013 haverá redução média de até 28% nas contas de energia para a indústria

O pacote de cortes de tarifas da conta de energia elétrica, anunciado pela presidente Dilma Rousseff na última quinta-feira (6), beneficiará pequenas e médias empresas, assim como as grandes indústrias. De acordo com o governo, a mudança representará uma redução média de 16,2% nas contas de energia do consumidor domésticos e de até 28% para a indústria.  A medida entra em vigor em janeiro de 2013. É previsto, porém, um período de adaptação para medição do impacto da medida na cadeia de custos.

Na presença de vários empresários e governadores hoje, em Brasília, a presidente disse que esta medida estimula a competitividade do país. Muitas análises e contratos deverão ser revistos até lá (janeiro de 2013), os detalhes sobre os corte das tarifas serão explicados na tarde de hoje, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

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Empresa importa tubos em acrílico extrusado, tubos em acrílico branco leitoso e acrílico jateado

Desde 2010 a Plastecno Representações comercializa tubos em acrílico fabricados pelo processo de extrusão(sem costura). Segundo Fernando Macondes, executivo de vendas da empresa, o negócio mostrou ser interessante, e a empresa começou a importar estes tubos através de uma trading.

“No desenvolvimento deste mercado, começamos a entender um pouco mais deste segmento industrial, que até pouco tempo atrás era completamente desconhecido para nós. Percebemos algumas lacunas no mercado nacional, de tubos plásticos transparentes, e iniciamos a importação direta destes materiais de um fornecedor europeu”, completa Marcondes.

Além dos tubos em acrílico extrusado, a Plastecno importou tubos em acrílico fabricados por centrifugação e tubos em policarbonato. A vantagem destes materiais sobre os tubos extrusados, segundo Marcondes, é a maior resistência à temperatura, maior resistência à quebra e maior resistência à pressão.

Características e novidades

Os tubos em acrílico, atualmente são utilizados como visores de passagem, visores de nível, equipamentos médicos / hospitalares, expositores, decoração de lojas, lustres e abajures, reservatórios de óleos e graxas, sistemas de lubrificação, sistemas de filtração em aquários, potes de armazenamento de alimentos, transporte de líquidos e outras tantas idéias que a imaginação possa criar.

Ao contrário dos tubos em acrílico, os tubos em policarbonato resistem a uma temperatura máxima de trabalho de 120C°, enquanto que o acrílico extrusado resiste à 70C°, o tubo de acrílico centrifugado resiste à 80 C°.

Os tubos em policarbonato, tem uma resistência ao impacto 4 vezes maior que os tubos em acrílico e também maior resistência a  abrasão.

Outra novidade que a empresa importou, são os tubos em acrílico branco leitoso e acrílico jateado, sem costura, ideais para serem utilizados em luminárias, sistemas de iluminação, decoração de lojas e eventos.

Os tarugos em acrílico transparentes, com bolhas dentro, lembram bolhas d’agua. Estes tarugos quando iluminados em suas extremidades, fazem as bolhas brilharem de acordo com a cor da luz projetada. Os acrílicos são facilmente cortados, furados, colados, usinados e polidos, proporcionando uma ampla facilidade de aplicações.

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Fiesp revisou para baixo estimativa de crescimento do PIB para 1,4% em 2012

O crescimento de 0,3% do Indicador de Nível de Atividade da indústria (INA) na série com ajuste sazonal em julho sobre junho sinaliza recuperação do setor, porém não dever ser suficiente para que 2012 seja um ano positivo para o setor produtivo. A avaliação é de Paulo Francini, diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). As entidades divulgaram os números da indústria de transformação na manhã desta quinta-feira (30/08).

De acordo com cálculos da Fiesp e do Ciesp, para fechar 2012 negativa em 4,4%, a atividade industrial terá de registrar, de agosto a dezembro, um crescimento de 0,8% ao mês. “Portanto, mesmo com uma recuperação forte nos meses restantes vamos terminar em torno de 4%”, afirmou o diretor-titular, acreditando ser um movimento praticamente impossível.

O prognóstico da Fiesp para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 também não é otimista. Enquanto a previsão da entidade em julho para o PIB era de 1,8%, em agosto, no entanto, ela foi revisada para baixo a um crescimento de 1,4%.

Recuperação

Os resultados positivos do INA em junho e julho forjam um cenário de recuperação com força “aquietada”, na avaliação de Francini.

“Já tivemos o segundo mês positivo do índice. Isso nos dá base razoável para dizer que estamos em processo de recuperação e também para dizer que ela não é violenta, e não é como outras que já vivemos”, completou.

A variação negativa em 6,4 entre janeiro e julho apurou a maior queda desde 2003, ano de início da pesquisa, com exceção de 2009, quando o indicador chegou a -12%. No acumulado de 12 meses, o nível atividade indústria sem ajuste sazonal foi negativo em 4,4%.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) teve uma ligeira alta, passando para 81,3% em julho, ante 80,5% em junho deste ano. Já na leitura sem ajuste sazonal, o componente aumentou cerca de dois pontos percentuais, 82,2% no mês passado contra 80,7% em junho.

Dos setores avaliados pela pesquisa em julho, o segmento de Produtos Têxteis apresentou leve queda 0,5% na leitura mensal considerando os efeitos sazonais. Já o setor de Celulose, Papel e Produtos de Papel registrou ganhos de 2,7% sobre junho, em termos ajustados. Enquanto a atividade da indústria de Veículos Automotores se destacou entre os comportamentos de alta, com variação positiva de 5,3%, com ajuste, na comparação com junho.

Selic
Na véspera (29/08), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgou um corte na taxa básica de juros Selic em 0,50 ponto percentual, para 7,50 por cento ao ano. “Há muito tempo não víamos isso no Brasil. É um movimento extremamente exitoso conduzido pelo Banco Central que no prazo de um ano promoveu uma redução de cinco pontos percentuais na taxa Selic”, afrimou Francini.

De acordo com o diretor-titular, a trajetória de queda da Selic já surtiu efeito na economia, mas o reflexo não é sentido em sua totalidade uma vez que existe uma demora entre a tomada da decisão e sua chegada ao mercado. “Se não fosse a redução da taxa Selic teria sido pior.”

Expectativa
A percepção geral dos empresários com relação ao cenário econômico no mês de agosto, medida pelo Sensor Fiesp, ficou praticamente estável: 50,5 pontos contra 49,6 pontos em julho.

Já o item Mercado registrou alta de três pontos no mês corrente e chegou a 55,8 pontos versus 52,2 pontos em julho. O mesmo aconteceu com o indicador Vendas que também subiu de 47,9 pontos no mês anterior para atuais 55 pontos.

O indicador de Estoque passou para 45,3 pontos em agosto ante 43,2 pontos em julho. Enquanto o Emprego ficou estável em 47,4 no mês corrente contra 48,5 pontos no mês anterior. Já a percepção dos empresários quanto ao Investimento apresentou queda de sete pontos, passando de 56,3 pontos em julho para 49,3 pontos em agosto.

Fonte: Fiesp

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Com o auditório do Teatro Municipal de Sertãozinho (SP) lotado de participantes brasileiros e estrangeiros, a Conferência DATAGRO CEISE Br, maior banco de dados mundial do setor sucroenergético e de biocombustíveis, abriu oficialmente, às 9h15 de hoje, a Fenasucro – Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira, e Agrocana – Feira de Negócios e Tecnologia da Agricultura da Cana-de-Açúcar.
Para a abertura, foram chamados ao palco Adézio Marques, presidente do CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis); Plínio Nastari, presidente da DATAGRO; Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado; Embaixadora Mariangela Rebuá, diretora geral do Departamento de Energia do Ministério das Relações Exteriores; Antonio Eduardo Tonielo, presidente de honra da Fenasucro e Agrocana 2012; Nério Costa, prefeito de Sertãozinho; Luis Custódio Cotta Martins, diretor executivo da Associação dos Produtores de Cana, Etanol e Energia e coordenador do Fórum Nacional Sucroenergético.

Os 20 anos da Fenasucro e 10 anos da Agrocana, comemorados nesta edição, foram festejados por todos, unânimes em dar às feiras o título de maior encontro mundial do setor sucroenergético e fórum de discussão sobre toda a cadeia produtiva e a geração de negócios. Foi ressaltado ainda o estudo apresentado pela equipe da DATAGRO, assim como o pioneirismo e representatividade, no setor sucroenergético, do presidente das feiras em 2012, Antonio Tonielo. “Vivemos um período de tensão devido a fatores climáticos e à crise econômica mundial”, disse ele. “Os governantes precisam decidir o que querem para ampliar a oferta de energia renovável, que gerou mais de ÚS$ 15 bilhões e 3 milhões de empregos diretos e indiretos na safra 2012”.

Evitando entrar em assuntos internos do governo, a embaixadora do Itamaraty, Mariangela Rebuá, afirmou que o modelo sustentável de produção é prioridade na esfera federal e lembrou a grande demanda externa pela experiência brasileira em etanol, acumulada desde o início dos anos 70 com o Pró-Álcool. Ela relembrou ainda que a agência ambiental norte-americana reconheceu o etanol como combustível avançado, ressaltando que a parceria com o setor privado do Brasil e dos EUA, que não mantêm restrições tarifárias, contribui para a consolidação desse combustível como commodity internacional.

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‘O novo modelo coloca o Governo no seu papel correto, que é o de planejar, regular e fiscalizar’, afirma Paulo Skaf, presidente da entidade

Para a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), mais importante que o pacote de obras anunciado no último dia 15 de agosto, pelo Governo Federal, foi a adoção de um modelo de planejamento estratégico para integração dos modais ferroviário, rodoviário, aeroviário e aquaviário.

A necessidade da criação de uma empresa de planejamento logístico vem sendo defendida pela Fiesp desde o início deste Governo.

A Fiesp lançou este desafio durante a abertura do 6º Encontro de Logística e Transportes, em maio de 2011: “Criar, o mais urgentemente possível, uma empresa de planejamento logístico, seguindo o exemplo de sucesso da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)”.

No 7º Encontro de Logística e Transportes, realizado em maio deste ano, a Fiesp reiterou: “É fundamental que as instituições trabalhem integradas e que ocorra a implantação efetiva de um Sistema de Planejamento Estratégico de longo prazo, estruturado de maneira a proporcionar racionalidade nos investimentos e na operação integrada dos diversos modais”.

Neste mês, na abertura do 13º Encontro Internacional de Energia, a Fiesp voltou a alertar que “a expansão dos modais ferroviário e rodoviário não obedece a qualquer lógica de planejamento estratégico”. E ainda que: “O setor de transportes precisa da integração racional da utilização dos seus diversos modais. Ele precisa de lógica, isto é, logística”.

“O novo modelo coloca o Governo no seu papel correto, que é o de planejar, regular e fiscalizar, e chama a iniciativa privada para aquilo que ela comprovadamente faz melhor: investir e fazer gestão eficaz da ampliação e da prestação dos serviços de infraestrutura”, afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

O cumprimento do plano de investimentos é de responsabilidade do Governo Federal, que tem obrigação de coordenar os diversos ministérios e órgãos da administração para que não haja conflito entre políticas setoriais, particularmente nos prazos do licenciamento ambiental.

A decisão de não utilizar as concessões como instrumento de arrecadação do Estado vai ao encontro da necessidade de reduzir o custo logístico para a indústria e de reestabelecer a competitividade da economia brasileira.

“A manutenção do critério de menor tarifa para contratação dos investimentos em rodovias e no frete ferroviário é uma decisão correta, que garante o investimento ao mesmo tempo em que reduz custos”, comentou Skaf. A segregação da operação do tráfego ferroviário, da expansão, manutenção e operação da malha é importante avanço regulatório, ambas defendidas pela Fiesp.

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Resultado de julho é o maior da série histórica

O setor produtivo da economia brasileira atraiu US$ 8,421 bilhões, em julho, de acordo com dados divulgados nessa quinta-feira (23) pelo Banco Central (BC). O resultado é o maior para meses de julho, segundo a série histórica do BC, iniciada em 1995; e superou a expectativa do órgão que era de US$ 7 bilhões. Em julho de 2011, o Investimento Estrangeiro Direto (IED) ficou em US$ 5,982 bilhões.

Os fluxos de IED são um indicador da confiança do mercado na economia brasileira. De acordo com pesquisa das Nações Unidas (veja gráfico), pela primeira vez, as quatro principais economias emergentes estão entre as cinco mais citadas como destinos atrativos de investimento pelas principais empresas transnacionais no período 2010-2012.

De janeiro a julho, o IED acumula US$ 38,141 bilhões, ante US$ 38,484 bilhões de igual período do ano passado. Para o ano, a projeção do BC é que sejam investidos no País US$ 50 bilhões. Nos últimos doze meses (encerrados em julho), os ingressos líquidos de IED somaram US$66,3 bilhões, equivalentes 2,77% do PIB.

Mercado financeiro – Os investimentos estrangeiros em carteira apresentaram ingressos líquidos de US$1,7 bilhão em julho, alocados em títulos de renda fixa. No mercado doméstico, os títulos de renda fixa proporcionaram ingressos líquidos de US$657 milhões, acumulando US$2,8 bilhões no ano, até julho. O estoque de reservas internacionais atingiu US$376,2 bilhões em julho, aumento de US$2,2 bilhões em relação à posição do mês anterior. Em julho, a remuneração das reservas somou US$366 milhões, enquanto as demais operações externas elevaram o estoque em US$1,9 bilhão.

Resgate da dívida pública atinge R$ 145,79 bilhões

Os resgates da Dívida Pública Federal (DPF) alcançaram R$ 145,79 bilhões em julho, maior volume da série iniciada em 2006. As emissões atingiram o montante de R$ 36,34 bilhões, maior volume de emissões em ofertas públicas desde igual mês de 2011.

Com isso, a DPF apresentou redução, em termos nominais, de 4,76% , passando de R$ 1,970 trilhão em junho para R$ 1,876 trilhão em julho. O valor está abaixo da banda prevista para dezembro no Plano Anual de Financiamento (PAF), mas a expectativa da Secretaria do Tesouro Nacional é de que, até o final do ano, o estoque esteja dentro das bandas (mínimo de R$ 1,950 trilhão e máximo de R$ 2,050 trilhões).

Tesouro Direto – As emissões do programa Tesouro Direto atingiram R$ 225,92 milhões em julho, sendo que os títulos mais demandados foram aqueles indexados a índice de preços (61,4% do total vendido). A participação dos títulos prefixados foi de 32,90%, enquanto os indexados à Selic representaram 5,36% do total.

Cerca de 4 mil participantes se cadastraram no mês passado, um incremento de 22,5% nos últimos doze meses. O estoque do Tesouro Direto atingiu R$ 8,8 bilhões em julho. “O desempenho confirma o ritmo de crescimento bastante acentuado, indicando mais uma vez que é uma opção de investimento seguro e rentável”, diz o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido.

Fonte:Secom Presidência da República

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Falhas em equipamentos e seus componentes
*Por Eduardo Linzmayer

1. 1. Exemplos práticos de falhas

4.1. Falhas em eixos

Apresentam-se a seguir os principais exemplos de falhas em qualquer tipo de eixos, seja um eixo de transmissão, árvore de máquinas operatrizes, virabrequim, eixo de comando, eixo de rodas e outros.

4.1.1. Quebra por sobrecarga;

4.1.2. Quebra por fadiga;

4.1.3. Fabricação ou montagem malfeita;

4.1.4. Recuperação malfeita;

4.1.5. Falhas provocadas por outros componentes;

4.1.6. Quebra e falhas por desgaste acelerado.

4.2. Falhas mancais

4.2.1. Corrosão por fretagem

4.2.2. Corrosão química

4.2.3. Fadiga em linhas intermitentes axiais

4.2.4. Fadiga por sobrecarga do motor

4.2.5. Fadiga localizada

4.2.6. Fadiga uniforme

4.2.7. Fadiga em forma de “V”

4.2.8. Deslocamento de material: arqueamento, distorção, extrusão, revestimento frouxo e afundamento

4.2.9. Desgaste: empilhamento de resíduos, sobrecarga da borda, desgaste desuniforme, partículas estranhas, aparência Brunida, escoriação de vitrola,

cicatrização, sulcamento, engripamento, dilaceração, fricionamento, erosão, agarro de metal

4.2.10. Falhas no revestimento com metal patente.

4.3. Falhas em rolamentos

4.4. Falhas na especifi cação, compra, estocagem,

instalação e montagem

4.3.1. Falta de limpeza e de lubrifi cação

4.3.2. Desgaste por defi ciência de lubrifi cação

4.3.3. Desgaste por partículas metálicas

4.3.4. Desgaste por patinação

4.3.5. Desgaste por “falso brinelamento”

4.3.6. Desgaste por ataque de superfície ou ferrugem

4.3.7. Fadiga: descascamento, aparência de geada, descascamento parcial, descascamento devido à goivagem ou depressões causadas por materiais macios.

4.3.8. Danos mecânicos: brinelamento, govagem, sulcamento, queima por corrente elétrica, rachaduras e fraturas, engripamento

4.3.9. Efeitos em serviço: superaquecimento, ruídos e vibrações.

4.4. Falhas em engrenagens

4.4.1. Desgaste adesivo

4.4.2. Desgaste por interferência

4.4.3. Desgaste abrasivo

4.4.4. Desgaste corrosivo

4.4.5. Descamação

4.4.6. Desgaste por sobrecarga

4.4.7. Fadiga superfi cial provocando “pitting”

4.4.8. “Pitting” destrutivo

4.4.9. Lascamento

4.4.10. Escoamento plástico: cristamento ou sulcamento, ondulação, esmagamento, recalcamento, laminação ou cilindramento

4.4.11. Quebra: por fadiga, por sobrecarga

4.4.12. Efeitos em serviço: vibração, superaquecimento,

ruídos, limalha no óleo.

4.5. Falhas em correias e polias

4.5.1. Correia se deteriora e torna-se pastosa

4.5.2. Deterioração ou desgaste excessivo das laterais

4.5.3. Rupturas nas laterais

4.5.4. Rachaduras na base

4.5.5. Deterioração da base

4.5.6. Distorção da correia ou ruptura dos cordonéis

4.5.7. Ruptura.

4.6. Falhas em cabos de aço

4.6.1. Cabo rompido

4.6.2. Gaiola de passarinho

4.6.3. Cabo amassado

4.6.4. Quebra de fi os externos

4.6.5. Corrosão

4.6.6. Abrasão desuniforme

4.6.7. Final de vida útil (envelhecimento)

5. Como devemos tratar as falhas

Um sistema de tratamento de falhas é muito parecido com o tratamento de nossas doenças quando vamos procurar um médico. O tratamento das falhas deve ser formal e escrito, possibilitando sempre descobrir suas causas e combatê-las com medidas

corretivas e preventivas. A formalização escrita deve ser feita por meio das Ordens de Serviços (OS’s) e dos Relatórios de Ocorrências (RO’s), os quais implicam no

levantamento das possíveis causas e respectiva causa efetiva da ocorrência. Esta forma possibilita o trabalho do pessoal do setor de qualidade na elucidação fi nal da

causa e da busca posterior pela engenharia e/ou setor de fabricação da solução para o problema. As etapas recomendadas para montagem de uma forma de tratamento das falhas são apresentadas a seguir:

5.1. Identifi cação da máquina ou produto em estudo;

5.2. Identifi cação do sistema, subsistema, conjunto ou item em estudo;

5.3. Análise da função do item dentro da máquina ou da linha de produção;

5.4. Detecção e registro do modo de falha, conforme percebido pelo usuário;

5.5. Análise e causa que provocou a falha;

5.6. Análise dos efeitos que esta falha provoca no usuário ou no sistema produtivo;

5.7. Execução da ação corretiva para remover a falha;

5.8. Avaliação da gravidade e probabilidade de nova ocorrência;

5.9. Estudo e tomada de ações preventivas e de inspeção para reduzir a probabilidade destas falhas acontecerem;

5.10. Acompanhamento e revisão constante com qualidade, engenharia e fabricação.

6. Dicas de livros e fontes bibliográfi cas para estudos

6.1. Apostilas de gestão da operação e manutenção do Instituto Mauá de Tecnologia

6.2. Manual de manutenção mecânica básica do professor Janusz Drapinski, Editora McGraw-Hill

6.3. Gerenciando a Manutenção Produtiva, Harilaus G. Xenos, Editora D.G.

6.4. Manuais e catálogos sobre rolamentos, publicados pela SKF do Brasil

6.5. Abraman: Associação Brasileira de Manutenção, publicações, congressos e seminários

6.6. IBP: Instituto Brasileiro do Petróleo, publicações

6.7. Consultas diversas aos sites especializados em manutenção na internet

6.8. Senai e Senac: apostilas dos cursos e seminários sobre manutenção industrial e predial

6.9. “Bíblia da Manutenção” Maintenance Engineering Handbook, Editora McGraw-Hill

*Eduardo Linzmayer é engenheiro de produção, consultor especialista em manutenção industrial, sócio-diretor da EBL Engenharia e Treinamento e professor associado da Escola de Engenharia Mauá.

Este artigo foi publicado na Revista P&S 435, em março de 2012.

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Na terceira semana do mês, o saldo positivo foi de US$ 574 milhões

A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 574 milhões, com média diária de US$ 114,8 milhões, nos cinco dias úteis (13 a 19) da terceira semana de agosto de 2012. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 9,244 bilhões, com média de US$ 1,848 bilhão por dia útil.

As exportações, no período, foram de US$ 4,909 bilhões, com média diária de US$ 981,8 milhões. Houve aumento de 0,2% na comparação com a média até a segunda semana de agosto (US$ 980 milhões). Foi verificada alta nas exportações de produtos básicos (3,4%), com destaque para petróleo, farelo de soja, carne de frango e bovina, e café em grão. As vendas de semimanufaturados decresceram (-10,4%), por conta de celulose, couros e peles, óleo de soja em bruto, ferro fundido, alumínio em bruto, e ouro em forma semimanufaturada. Também houve retração nos embarques de manufaturados (-1,1%), em razão, principalmente, de óleos combustíveis, autopeças, motores e geradores, polímeros plásticos, veículos de carga, e máquinas para terraplanagem.

Já as importações, na terceira semana de agosto, foram de US$ 4,335 bilhões, com um resultado médio diário de US$ 867 milhões. Na comparação com a média até a segunda semana do mês (US$ 785,5 milhões), houve crescimento de 18,9% nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos.

Mês

Nos 13 dias úteis de agosto (1° a 19), as exportações somaram US$ 12,749 bilhões, com média diária de US$ 980,7 milhões. Por esse comparativo, a média diária das vendas externas foi 13,8% inferior a de julho de 2011 (US$ 1,137 bilhão). Neste comparativo, as vendas de semimanufaturados (-29,7%) caíram, por conta, principalmente, de ouro em forma semimanufaturada, ferro fundido, açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço e madeira. Os principais produtos básicos (-12,7%) que recuaram, no comparativo, foram minério de ferro, café em grão, soja em grão, algodão em bruto e carne de frango. Entre os manufaturados (-7,9%), a retração foi devida, principalmente, em razão de açúcar refinado, motores de veículos e partes, automóveis de passageiros, máquinas para terraplanagem, veículos de carga, e etanol.

Em relação à média diária de julho deste ano (US$ 954,7 milhões), as exportações aumentaram 2,7%, devido ao crescimento das vendas produtos básicos (6,7%) e de manufaturados (4,6%). Por outro lado, decresceram as vendas de semimanufaturados (-13,1%).

As importações, em agosto, chegaram a US$ 10,619 bilhões e registraram média diária de US$ 816,8 milhões. Pela média, houve queda de 15,6% na comparação com agosto do ano passado (US$ 968,1 milhões). Houve recrudescimento, principalmente, nas aquisições de combustíveis e lubrificantes (-45,4%), instrumentos de ótica e precisão (-21,8%), farmacêuticos (-21,5%), equipamentos mecânicos (-15,7%) e borracha e obras (-15,3%).

Na comparação com a média de julho de 2012 (US$ 823,9 milhões), houve retração de 0,9%, com diminuição nas despesas com combustíveis e lubrificantes (-29,7%), borracha e obras (-5,4%), instrumentos de ótica e precisão (-3,4%), e plásticos e obras (-1,5%).

O saldo comercial de agosto está superavitário em US$ 2,130 bilhões (média diária de US$ 163,8 milhões). O resultado diário no mês está 3,2% inferior ao de agosto do ano passado (US$ 169,3 milhões) e 25,3% maior que o de julho deste ano (US$ 130,8 milhões).

A corrente de comércio, nas três primeiras semanas do mês, alcançou US$ 23,368 bilhões (média de US$ 1,797 bilhão). Pela média, houve diminuição de 14,6% no comparativo com agosto passado (US$ 2,105 bilhões) e aumento de 1,1% na relação com julho último (US$ 1,778 bilhão).

Ano

De janeiro à terceira semana de agosto deste ano (160 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 150,966 bilhões (média diária de US$ 943,5 milhões). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2011 (US$ 985 milhões), as exportações retrocederam em 4,2%. As importações foram de US$ 138,891 bilhões, com média diária de US$ 868,1 milhões. O valor está 0,2% abaixo da média registrada no mesmo período de 2011 (US$ 870 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial chega a US$ 12,075 bilhões, com resultado médio diário de US$ 75,5 milhões. No mesmo período de 2011, a média do saldo positivo era de US$ 115 milhões, havendo, portanto, uma redução de 34,3% no resultado. A corrente de comércio somou US$ 289,857 bilhões, com média de US$ 1,811 bilhão. O valor é 2,3% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,855 bilhão).

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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Quando o presidente da C-Pack, Luiz Gonzaga Coelho, idealizou a nova sede da empresa, ele tinha em mente uma fábrica sustentável. O objetivo sempre foi propor a si mesmo, e aos demais empresários, a importância do exemplo positivo deste processo para a empresa, o ser humano e o planeta.

A sustentabilidade é algo presente na fabricante catarinense. Os visitantes que conhecem a matriz da empresa, localizada em São José (SC), ficam admirados com as soluções inteligentes aplicadas. São elas: cobertura e paredes TermoWall (termoisolante que ajuda a manter a temperatura ambiente), iluminação natural, aquecedor solar, captação da água da chuva, sistema de pressão positiva – que não permite a entrada de agentes contaminantes no ambiente fabril pelas portas – e tratamento de esgoto.

A C-Pack trata 100% do esgoto gerado na fábrica, que é essencialmente do tipo doméstico. Isolado do solo para evitar contaminação, o sistema é realizado por camadas estratificadas de diferentes materiais que realizam a filtração. A água negra, oriunda de privadas e mictórios, é tratada num espaço diferente da água cinza, que vem das pias e chuveiros.

O sistema de tratamento de esgoto da C-Pack além de ter evitado a construção de fossas sem sumidores, é periodicamente avaliado. Análises físico químico e de biotoxidade emitem o desempenho do sistema, com base em parâmetros vigentes na legislação ambiental. Junco e Papiro são as espécies vegetais plantadas sobre o sistema de tratamento, que absorvem os nutrientes (nitrogênio e fósforo) provenientes desse sistema.

As ações da C-Pack em sustentabilidade a classificam como uma empresa modelo em Santa Catarina nesta área.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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