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abimaqCom o principal objetivo de melhorar a competitividade do setor, a CSGIN  encaminhou uma proposta de Decreto ao Presidente da República, Michel Temer, reduzindo a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), incidente sobre a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) 9506.91.00, equipamentos para cultura física, ginástica ou atletismo, para 2% (dois por cento).

Esta alíquota proposta, de acordo com Ricardo Castiglione, presidente da CSGIN, é a que incide sobre instrumentos e aparelhos para medicina, cirurgia e veterinária, da posição 90.18, da NCM, com os quais os equipamentos para ginástica guardam, hoje, grande e notória similaridade.

Em carta endereçada a Jorge Antonio Deher Rachid, Secretário da Secretaria da Receita Federal do Brasil, Castiglione diz: “Isonomia, sim, mas não privilégio aos produtos estrangeiros. A indústria nacional de equipamentos para ginástica não quer subsídios nem privilégios e muito menos reserva de mercado, mas não pode conformar-se com a falta de isonomia tributária na concorrência com os produtos de origem estrangeira. Concorrência é da essência da livre iniciativa, mas cabe ao Poder Público cuidar para que essa competição se faça de forma equilibrada e justa. É o que estamos proclamando neste pleito”.

 

 

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Proteção em energia – Schneider

Icone Sem categoria | Por em 23 de novembro de 2016

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shneider

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mecanicoPara realizar os testes pós-reparo de uma ECU diesel é necessário que o veículo esteja em sua oficina, o que complica a atividade do mecânico reparador, pois normalmente somente as ECUs são enviadas às oficinas que prestam estes serviços, atrapalhando o diagnóstico de falhas e tornando o trabalho demorado e a validação dos reparos mais difíceis.

Pensando nessa situação, a Chiptronic Tecnologia Automotiva apresenta o ECU Test Diesel PRO, que, segundo a empresa, se trata de uma bancada profissional para testes de ECUs diesel que simula os sensores e atuadores dos veículos, gerando sinais e grandezas elétricas com as características e particularidades de cada sistema de injeção, que são imprescindíveis para um diagnóstico correto e validação dos reparos feitos nas ECUs.

A empresa afirma que o equipamento, ligado a um scanner, não gerará códigos de falhas por falta de sensores e atuadores, permitindo ao usuário um diagnóstico preciso das falhas presentes nas ECUs, não havendo a necessidade de ligação de componentes externos (pedal do acelerador, injetores, eletroválvulas) – garantindo a precisão e eficiência nos testes de ECUs diesel em bancada.

O ECU Test Diesel PRO atende ao novo conceito de testes: No Fail Simulation (simulação sem falhas). Além disso, todos os cabos para simulação das ECUs do motor e conexão com diagnóstico acompanham o equipamento, que também permite atualizações constantes de novos hardwares e softwares.

 

Fonte portal O Mecânico

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torneiraA Fortti, marca com endosso da Lorenzetti, é a primeira fabricante do segmento de torneiras em ABS a ter produtos certificados conforme Portaria 406/14 do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). A certificação reconhece a qualidade da marca, após a avaliação das peças que foram submetidas aos mesmos testes de norma das torneiras produzidas em metal sanitário.

No fim de 2015, a Lorenzetti recebeu a mesma certificação para produtos da linha de metais sanitários da empresa. Atender a todas as normas do INMETRO, que é o principal órgão de normalização e qualidade industrial do país, é mais um atestado da confiabilidade da marca Fortti. “Depositamos tamanha confiança nas torneiras da Fortti que, voluntariamente, submetemos as mesmas aos testes de norma com o mesmo rigor aplicado aos metais sanitários, reforçando a qualidade e durabilidade que é de extrema importância para o consumidor”, ressalta Alexandre Tambasco, gerente de marketing da Lorenzetti.

A marca Fortti foi lançada em 2010 pela Lorenzetti com a proposta de oferecer produtos que unem design, qualidade e preço acessível. Atualmente, o portfólio da marca Fortti conta com torneiras plásticas, ducha fria, acessórios para banheiros e jardinagem, assentos sanitários, válvulas de descarga e acabamentos para registro. Todos os produtos são compostos em plástico de engenharia, matéria-prima 100% reciclável e resistente.

A Fortti implantará o selo de certificação INMETRO nas embalagens dos produtos, reforçando a resistência e durabilidade das torneiras plásticas da empresa. Todos os produtos da marca Fortti possuem 12 anos de garantia.

 

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fieeEntre as novidades que ajudam a reduzir o consumo de energia, estão o no-break solar e equipamentos portáteis para diversos tipos de medição

Quem circula pela FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação - se deparam com vários produtos, equipamentos e sistemas que ajudam a reduzir o consumo de energia, e aumentar a segurança na indústria, comércio e residências. Até sexta-feira (27), os visitantes poderão conferir de perto alguns produtos em funcionamento na feira:

No-break solar:  a fabricante VLP lança na FIEE o nobreak VSS que utiliza a energia solar como fonte alternativa.  O equipamento possui tecnologia online em dupla versão em alta frequência, tendo sua principal fonte de energia em painéis solares, que são diretamente conectados ao nobreak sem uso de interfaces. O nobreak também usa como fontes secundárias a rede elétrica e baterias.

Cobertura para redes elétricas – Indicada para proteção contra curtos-circuitos acidentais causados por contatos com galhos de árvores ou animais em redes aéreas. O material, feito com polímero modificado, tem como principal característica ser um isolante. De acordo com a  fabricante TE Connectivity, a calha protetora suporta até 35 mil volts.

Medidores portáteis – a Minipa expõe sua linha completa de medidores portáveis, como a trena que utiliza lazer e termo sensor de calor para verificar rachadura, infiltração e qualquer tipo de problema na instalação elétrica. Além da facilidade no manuseio e transporte, o profissional pode realizar seu trabalho de forma muito mais rápida e confiável.

Serviço:

FIEE – 28ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação

Data: 23 a 27 de março de 2015

Horário: 13h às 21h | Sexta das 13h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Mais informações: www.fiee.com.br

 

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De coxim de automóveis a balões de festa, passando por solados e eletrodomésticos, a borracha está presente em praticamente todas as atividades industriais. Fornecedora dos mais diferentes setores, a indústria de artefatos tem seu desempenho vinculado ao das demais.

Com a atividade industrial brasileira praticamente estagnada em 2013 – o nível de horas trabalhadas na produção cresceu apenas 0,1% de acordo com a Confederação Nacional da Indústria – o setor de borracha registrou aumento no faturamento e atingiu US$ 2,82 bilhões.

Por um lado, o resultado está atrelado ao desempenho da indústria automobilística, que encerrou 2013 com crescimento recorde de 9,9% (3,7 milhões de veículos) sobre o ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Atualmente, 51% da produção de artefatos de borracha são destinados à fabricação de automóveis.

Por outro, o setor sofre com a importação de artefatos de borracha acabados que, só em 2012, subiu 12%. “Obviamente isto concorre pesadamente para a desindustrialização do setor e, no bojo desta, lá se vão fábricas e postos de trabalho”, afirma Ademar Queiroz do Valle, diretor-executivo da ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha.

Estimativa

A se manter o panorama macroeconômico atual, o dirigente estima um crescimento nominal de 8% a 9% da indústria da borracha em 2014 que, descontada a inflação, resulta em crescimento real de 2% a 3%.

O diferencial neste ano é a realização da principal feira de negócios do setor, a Expobor – Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha que acontece de 23 a 25 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. De periodicidade bienal, o evento é o único que representa a indústria de borracha na América Latina e estimula a realização de negócios, promove a discussão de novas ideias, a apresentação de novidades em produtos, e os acordos de parcerias.

Neste ano, a feira reúne 120 expositores dos setores de artefatos de borracha, automação, centros de pesquisa, equipamentos de laboratório, moldes e ferramentaria, máquinas, sistemas de energia, tecnologia de produção e reciclagem, tratamento de resíduos e outros. São esperados mais de 10 mil visitantes profissionais vindos de todos os estados brasileiros e de dezenas de países. Entre eles, profissionais das indústrias de artefatos, automotiva, de calçados, petrolíferas, siderúrgica, pneumáticas e de muitas outras que utilizam a borracha como matéria prima ou componente.

SERVIÇO:

EXPOBOR 2014 – 11ª Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha

Data: 23 a 25 de abril

Horário: das 14h às 21h

Local: Expo Center Norte

Promoção e organização: Francal Feiras

Patrocínio: ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha

Apoio: Sindibor – Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo; ABTB – Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha; e APABOR – Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha.

Informações pelo telefone: (11) 2226-3100

Site: www.expobor.com.br

Twitter: @ExpoborFeira

Facebook: FeiraExpobor

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A Plastecno lança no mercado o PTFE ( poli tetra flúor etileno), um plástico de engenharia com características muito especiais. Trata-se de um polímero com excepcional resistência química, resistente a grande maioria das substâncias químicas mais agressivas. Possui  elevada resistência à temperatura de trabalho, variando de -200  à 260 C°.

Este plástico é feito de um material com dureza de 54 a 60 shore D, característica esta, que auxilia na fabricação de juntas, anéis e peças de vedação, de ótima qualidade. Somando-se a isto a resistência à temperatura, o teflon pode ser utilizado em muitas aplicações nos mais diferentes segmentos industriais.

Possui boa resistência elétrica, não propaga a chama, baixo coeficiente de atrito e não absorve água e peso específico de 2,2 g/cm3.

O PTFE pode ser aditivado com fibra de vidro, grafite, bissulfeto de molibdênio, carbono, bronze, proporcionando a melhoria de algumas propriedades, conforme a aplicação a que se destina. É encontrado na forma de chapas, buchas, tarugos, tubos e películas. Os semi acabados em PTFE, são fabricados pelo processo de moldagem ou extrusão. É utilizado na indústria química, galvanoplastia, metalúrgicas, equipamentos médico hospitalares, alimentícia, elétrica,  petrolífera, etc.

Trata-se de um material facilmente usinado, cortado, furado, fresado, para a confecção de peças técnicas de alta precisão.

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A reformulação da marca Menegotti trouxe consigo mudanças que foram além do visual. A empresa atua nos segmentos de mercado que abrangem máquinas para blocos e pavimentos, tubos para águas pluviais, tubos para esgoto sanitário, centrais de concreto, fôrmas metálicas para pré-moldados, equipamentos de movimentação de carga, betoneiras para caminhão e projetos especiais. Sua nova identidade foi desenvolvida de forma a comunicar ao mercado uma nova fase, marcada pela profissionalização de seus colaboradores, de sua gestão, ampliação de mercados e relacionamento com seus clientes e parceiros.

A Marca

Já reconhecida pela qualidade e confiabilidade presente no portfólio da empresa, a marca Menegotti passou por uma série de evoluções ao longo dos últimos 73 anos.

O Processo de Criação partiu do DNA da empresa. A nova marca Menegotti foi especialmente desenhada com o cuidado de transmitir através de formas, linhas e cores a Confiança e a Solidez de uma empresa tradicional, sem deixar de lado o Elemento Humano, característico da empresa que, desde sua fundação, preza pela transparência e pelo bom relacionamento com seus parceiros, clientes e colaboradores.

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*Por Regina Celi Venâncio

É sabido que o resultado da produção industrial tem apresentado quedas maiores do que as previstas proporcionando o baixo desempenho da indústria no Brasil. Os indicadores mais recentes já conhecidos também continuam apontando nessa direção. A indústria ainda enfrenta dificuldades para aumentar a sua competitividade, principalmente devido ao elevado custo de produção no mercado brasileiro.

Há uma conjuntura de grande complexidade, com diferentes fatores impactando e prejudicando a competitividade do setor. Fora o elevado custo da mão de obra e os encargos trabalhistas exorbitantes, o tratamento tributário que pode ser desigual até entre empresas de um mesmo setor torna-se um complicador adicional. As consequências das políticas de atração fiscal entre os estados, por exemplo, podem configurar-se altamente perniciosas para a indústria brasileira.

Embora existam medidas criadas no sentido de favorecer a produção nacional, elas são deficientes e até mesmo contraditórias. No caso da desoneração salarial, por exemplo, determinou-se que ela seria setorial e não optativa. O problema é que dentro de um determinado setor existem empresas com características de folha de salários, empregabilidade, faturamento e estrutura societária, totalmente diferentes. Esses fatores acabam influenciando positivamente para algumas e prejudicando a competitividade de outras. Isto porque, ao impor que a desoneração seja aplicada igualmente aos desiguais, o Governo acaba por onerar algumas empresas e desonerar outras dentro de um mesmo setor, ou seja, empresas concorrentes. O que tem inclusive provocado discussões judiciais contra a norma.

O caso da indústria de transformação, que tem grande importância na cadeia econômica devido a características inerentes como potencial para investir, empregabilidade e retorno social, é um bom exemplo. Recentemente sua associação de classe solicitou formalmente ao Governo a sua exclusão da lista de favorecidas pela medida. Isso ocorreu, pois a maioria e não a totalidade destas empresas sentiu-se prejudicadas pela alteração.

No entanto, para uma empresa como a Termomecanica, que representa aproximadamente 50% da produção de Semi-Elaborados de cobre no Brasil e que emprega quase a metade dos trabalhadores do setor, a sistemática da desoneração da folha seria extremamente positiva. Os encargos da folha de pagamento versus o faturamento contribuem significativamente para a redução de custo. Porém isso ocorre somente para as empresas que empregam mais e terceirizam menos, como é o caso. E também para as empresas que praticamente não importam os produtos acabados, questão que também a inclui.

Por esta razão o ideal seria uma sistemática em que cada empresa, considerando as suas peculiaridades, pudesse fazer as contas e optar por um caminho que realmente lhe permitisse a desoneração tributária.  Além disso, medidas como o fim da guerra fiscal  ou adoção imediata da redução de 4% ou  0% nas operações interestaduais de produtos de cobre; revisão dos produtos importados, com a aplicação do anti-dumping; elevação da Tarifa Externa Comum do Mercosul para os principais produtos do setor e incentivos fiscais, precisam ser criadas e aplicadas urgentemente.

Seria injusto dizer que os projetos planejados pela indústria não apresentem nenhum avanço, porém o receio está no futuro, caso o Governo não proporcione para a indústria brasileira incentivos igualitários ou não barre as importações predatórias. Quem deixa de ganhar com tudo isso é a economia, que perde novos investimentos, criação de empregos e na obtenção de uma contribuição maior de renda tanto estadual como federal. Com o recuo, a indústria deixa de contribuir com o crescimento da economia e a melhora considerável no superávit primário (aumento da riqueza interna) e dos investimentos. Em resumo, somente com a implementação de políticas articuladas e medidas flexíveis será possível favorecer o crescimento da Indústria e retomar com consistência o crescimento da economia.

*Por Regina Celi Venâncio é presidente da Termomecanica, líder nacional na transformação de cobre e suas ligas em produtos semielaborados


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Há 28 anos no mercado e especializada em instrumentos de medição, a Instrutherm marca presença na 27ª edição da FIEE –Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação-, que acontece de 1 a 5 de abril no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, e apresenta novidades: o alicate digital medidor de fuga de corrente VA-410 e o multímetro automotivo MDA-250.

Ideal para eletricistas e engenheiros, o VA-410 é usado para identificar correntes de fuga em instalações residenciais e comerciais de baixa tensão. As instalações elétricas irregulares geram fugas de correntes que resultam em diversos tipos de prejuízo, como consumo excessivo, queimas de equipamentos e até incêndios. E o uso de um equipamento adequado colabora na identificação de falhas de isolamento, a prevenir choques e a evitar o desperdício de energia. O novo modelo possui display de cristal líquido,  abertura da garra 1,2″ ( 30 mm ) e taxa de medição 2 vezes por segundo, nominal.

A outra novidade é voltada para o setor automotivo. Versátil e fácil de manusear, o MDA-250testa componentes elétricos e eletrônicos de autos, como a injeção eletrônica, e é muito útil para oficinas mecânicas e concessionárias. O equipamento possui temperatura infravermelha com mira laser e display de cristal líquido (LCD) de 4000 contagens com indicação de função.

Além dos lançamentos, a Instrutherm destaca também outros itens do seu portfólio, como o multímetro digital de bancada, modelo MDB-600 – utilizado para manutenção de eletroeletrônicos, verificação de instrumentos e análise de circuitos. O equipamento possui display LCD de 47/8 80000 contagens com luz de fundo, efetua medições AC e DC TRUE RMS, frequência, resistência, capacitância, temperatura, medição relativa, indicação de sobre-escala, barra gráfica, comunicação RS-232 óptica isolada, segurança conforme IEC 61010-1 – CATII- 1000V, grau de poluição 2 e alimentação de 110/220.

E para medições de resistência de aterramento e tensão, o terrômetro -modelo MRT-500- trabalha com tempo de resposta dos resultados de 5 segundos, com precisão. Já a medição de tensão de aterramento é de cerca de 2 segundos, com proteção de sobrecarga. Com o aparelho são fornecidas duas barras auxiliares, cabos de medição, maleta para transporte e manual de instruções.

Foto MRT – 500, Instrutherm

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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